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Sportv tem problemas, desiste do jogo do Corinthians e irrita torcida
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O cronômetro da partida do Corinthians contra o Fort Lauderdale Strikers já marcava 26 minutos do primeiro tempo, e o Sportv foi para o intervalo comercial. O motivo era simples: o atraso no sinal vindo dos Estados Unidos impediu que a emissora da Globosat conseguisse transmitir o jogo que estava programado em sua grade.

Linhares Júnior e Ivan Andrade, dupla escalada pela emissora para transmitir o amistoso, improvisou durante aproximadamente 30 minutos. O narrador e o comentarista comentaram os principais assuntos que envolvem o Corinthians neste início de temporada, mas não foi o suficiente para acalmar os corintianos.

Uma alternativa encontrada pelo Sportv foi acionar o repórter da Globo Mauro Naves, que, do Lockhart Stadium, relatou alguns lances do jogo enquanto imagens ao vivo eram exibidas. Em um determinado momento, Mauro subiu na arquibancada para que a imagem ficasse mais clara para o telespectador.

Como alternativa ao Sportv, o Corinthians tentou transmitir o jogo pelo Facebook, mas também teve problemas. “A internet não tá ajudando, Fiel! Foi mal! Vamos informar os gols assim que saírem (se São Jorge quiser e há de querer!). Depois do jogo, um vídeo completo com os gols e bastidores também será postado”, informou.

Às 18h, Linhares Júnior anunciou que a transmissão estava encerrada. No lugar do amistoso, o canal transmitiu o compacto da semifinal da Copinha, entre Corinthians e Cruzeiro, que aconteceu na última sexta-feira (22).

No Twitter, diversas críticas ao problema foram feitas:

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Esporte Interativo reclama e diz que Sportv não cede imagens de handebol
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O Esporte Interativo divulgou nesta quinta-feira, por meio do seu perfil no Facebook, um texto no qual atribui a uma decisão do Sportv de não cessão de imagens do Mundial de Handebol na Dinamarca a não exibição das mesmas ao noticiar o torneio em sua programação.

“Muitos torcedores tem nos perguntado por que não estamos exibindo imagens do Campeonato Mundial que está sendo disputado na Dinamarca. Infelizmente a emissora que detém os direitos de transmissão desta competição decidiu não compartilhar as imagens com o Esporte Interativo”, queixou-se o canal do Grupo Turner.

Diferentemente de 2013, quando o EI exibiu com exclusividade a inédita conquista da seleção feminina – na época, o canal estava disponível na Claro TV, mas fora das duas maiores operadoras, Net e Sky (hoje, está ausente das três), desta vez o canal esportivo da Globo é o detentor dos direitos do Mundial, tanto o masculino quanto o feminino (referente a edições de 2015 e 2017). Via acordo de sublicenciamento, a ESPN Brasil também transmite o Mundial.

Ainda na manifestação que fez na rede social, a emissora da Turner faz questão de enfatizar que, sempre que solicitado, cede as imagens dos seus eventos exclusivos com os demais canais. “O Esporte Interativo compartilha com TODOS os canais as imagens dos melhores momentos dos eventos que transmitimos, incluindo todos os gols da Liga dos Campeões e da Copa do Nordeste, sobre os quais temos direitos amplos e exclusivos.”

E acrescenta: “se algum canal não exibe os gols e melhores momentos dessas competições, é por uma decisão deste canal”.

Conforme o UOL Esporte noticiou em outubro, a Liga dos Campeões da Europa deste ano, cujos direitos em TV por assinatura pertencem exclusivamente ao Esporte Interativo/Grupo Turner (e assim será até a temporada 2017-2018), não é noticiada pelo Sportv em seus telejornais por “opção editorial”, segundo explicou.

“Nós acreditamos que a concorrência justa e leal é positiva pra todos e nos faz trabalhar mais e melhor pra conquistar o seu coração. Ninguém vai nos parar enquanto tivermos o apoio de vocês, apaixonados por esportes como nós”, desabafou o EI em outro trecho.

E finalizou, agora com um recado à seleção feminina de handebol: “meninas do nosso handebol, vocês são guerreiras e nós temos uma profunda admiração pelo que vocês fazem e pela forma como lutam. Vamos pra cima das gigantes buscar o Bi. O Esporte Interativo está junto com vocês!”

Procurado pelo UOL Esporte, o Sportv não se manifestou até o momento sobre a queixa do canal Esporte Interativo.

Confira, a seguir, o texto do EI na íntegra:

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Indireta aos críticos? Narrador do SporTV lembra que existe a tecla “mudo”
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Vida de narrador não é fácil. As críticas são constantes, a pressão por uma conduta 100% correta é gigante e os críticos de plantão caem matando. Sérgio Maurício, um dos veteranos nos microfones do SporTV lembrou aos seus amigos de Facebook que um botão no controle remoto resolve qualquer problema: o “mudo”.

Em um post na manhã deste sábado, ele fez um desabafo:

“Ainda bem que existe a tecla MUDO, só que tem gente que não sabe que ela existe. Ora, se você não quer ouvir, abaixe o som, se não quer ver, desligue e que tal um livro pra ver se melhora a cultura e a educação?? Vai namorar um pouquinho. Cinema já tentou? Compra um gato que tem sete vidas, assim você tem sete chances de cuidar da vida dele e vê se deixa a minha em paz, tá ligado?? Bom dia e bom final de semana”, postou ele, citando seu bordão “tá ligado?”.

Pouco depois, além do desabafo, a conta do narrador no Facebook apareceu com mensagem de desativada – talvez uma desistência de sua experiência na rede social.

Sérgio Maurício, de 52 anos, é um dos pioneiros do SporTV, com coberturas em todos os esportes e grandes eventos.  “Eu gosto de todos, de qualquer coisa. Não faço distinção. O UFC, F-1, vôlei e futebol são as quatro paixões. Quando sou escalado pra esses, sempre fico feliz. Adoro fazer. Mas gosto de todos os esportes e de qualquer coisa. A cada evento que faço, vou para realizar da melhor maneira possível”, disse ele, ao blog, em 2013.


Felipe Andreoli diz que ficará pelado se Feijão vencer Djokovic no US Open
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(Crédito: Reprodução/SporTV)

(Crédito: Reprodução/SporTV)

Se o tenista brasileiro João Souza, o Feijão (89º colocado do ranking mundial da ATP), surpreender o favorito Novak Djokovic (número 1 do mundo) na primeira rodada do Aberto dos Estados Unidos, que começa nesta segunda-feira, Felipe Andreoli ficará nu no programa Extra Ordinários do próximo domingo, no SporTV. Essa foi a promessa feita pelo jornalista durante a atração exibida neste fim de semana.

“Você acha que o Feijão tem alguma chance?”, quis saber dele Maitê Proença, falando direto da redação da Globo em Nova York, cidade onde é realizado o torneio de Grand Slam.

“Nenhuma, Maitê. Nenhuma”, respondeu, Andreoli, totalmente descrente em um triunfo brasileiro. “Se o Feijão ganhar, semana que vem estarei pelado aqui no Extra Ordinários“, prometeu, seguro que o sérvio vencerá.

“Perde Feijão, perde Feijão”, reagiu o colega de Extra Ordinários, Xico Sá, após ouvir a promessa do ex-CQC.

ESPN e SporTV 2 transmitem ao vivo nesta segunda Feijão x Djokovic, terceira partida do dia, possivelmente por volta de 16h (horário de Brasília), logo após o duelo entre a portorriquenha Monica Puig e a norte-americana Venus Williams, pela chave feminina.


Rizek se desculpa no ar com Vagner Love por tê-lo chamado de “manco”
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(Crédito: SporTV/Reprodução)

(Crédito: SporTV/Reprodução)

Em depoimento ao vivo nesta segunda durante o Redação SporTV, do qual é apresentador, o jornalista André Rizek se desculpou com Vagner Love por tê-lo chamado de “manco” na semana passada em comentário que fez sobre a atuação do atacante após substituir o lesionado titular Luciano na derrota por 2 a 0 do Corinthians para o Santos, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil.

“O Vagner Love ouviu comentários, inclusive um que eu fiz aqui, que é inaceitável para um jornalista. Estava ao vivo e o que falei, que ele é igual jogador manco, é um desrespeito ao atleta profissional. Peço desculpas. Não poderia falar isso de nenhum jogador. É um erro da minha parte”, assumiu Rizek, que no programa de quinta-feira passada declarou: “ele [Luciano] ficou uns sete minutos mancando em campo, e vendo a partida, fiquei imaginando se ele não ficou esse tempo todo porque o Tite sabia que Vagner Love em campo é igual a Luciano ‘manco’.”

“Com todo respeito ao Vagner Love, embora ele se esforce, se doe em campo, corra uma maratona pelo Corinthians, mas quando tá com a bola é uma coisa constrangedora o que acontece, ele não consegue chutar em gol”, complementou a crítica naquele dia o apresentador do SporTV.

“Ele ouviu comentários maldosos, como esse meu, e ficou quietinho, na dele, trabalhando e dentro de campo fez a melhor partida dele pelo Corinthians. É o que eu gostaria de falar ao Vagner Love. Quando a gente dá uma derrapada, uma escorregada, a gente tem que mostrar e falar: ‘opa, falhei ali’. Não deveria ter falado o que falei porque isso é extremamente desrespeitoso”, finalizou Rizek.

Na vitória por 3 a 0 do líder Corinthians sobre o Cruzeiro, neste domingo, em Itaquera, o atacante foi um dos destaques ao marcar dois gols, ajudando o Timão a manter a vantagem de quatro pontos sobre o segundo colocado Atlético-MG.


Sem oba-oba: a um ano dos Jogos, programa do SporTV ataca ‘feridas’ do Rio
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André Rizek, apresentador do Redação SporTV (Crédito: Reprodução)

André Rizek, apresentador do Redação SporTV (Crédito: Reprodução)

A manhã desta quarta-feira, que marcou um ano para a Olimpíada do Rio de Janeiro, não teve só celebração, mas um tom bastante crítico. Foi o que se viu no Redação SporTV, que atacou também colocou o dedo nas feridas dos Jogos. O programa apresentou depoimentos de correspondentes internacionais sobre a visão dos estrangeiros sobre o evento e um relato de violência da cidade do próprio apresentador André Rizek.

“O que o seu veículo quer saber de você, correspondente, sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016?” Essa foi a pergunta da atração esportiva. Seguem as respostas:

Eric Frosio, correspondente do jornal L’Equipe (França)

“A cidade do Rio tem coisas muito positivas e coisas muito negativas. Tem ainda aquela visão de ser uma cidade um pouco perigosa, violência, favela, tráfico etc., e ao mesmo tempo tem o lado do mar, da beleza, da qualidade de vida incrível. Essa mistura faz do Rio de Janeiro uma cidade muito interessante para os franceses. Querem saber como funciona essa cidade. Os cariocas estão um pouco cansados desses investimentos que para eles não deram nada. Legado da Copa do Mundo não teve nada e o que as Olimpíadas irão deixar é difícil de enxergar. Os cariocas estão um pouco de saco cheio de tudo isso.”

Eric Frosio, correspondente do jornal francês L'Equipe (Crédito: Reprodução)

Eric Frosio, correspondente do jornal francês L’Equipe (Crédito: Reprodução)

João Pacheco, correspondente da emissora RTP (Portugal)

“Hoje em dia tá muito em evidência esses escândalos todos de corrupção e se isso terá reflexo nas obras que estão sendo feitas para os Jogos Olímpicos.”

“A grande dúvida é quanto aos prazos, que tudo seja feito com segurança. Como no Mundial, pontualmente durante a Olimpíada o Rio de Janeiro vai estar mais seguro, vai ser o período que as pessoas vão sentir menos medo. A dúvida é o que vai acontecer depois dessa operação concreta e pontual. Os estrangeiros têm em relação ao Rio essa dúvida, esse receio.”

João Pacheco, correspondente da emissora portuguesa RTP (Crédito: Reprodução)

João Pacheco, correspondente da emissora portuguesa RTP (Crédito: Reprodução)

Tim Vickery, correspondente da BBC (Inglaterra)

“Cheguei a Londres três semanas antes dos Jogos [de 2012] e tudo, tudo era negativo. Parecia que o evento não pertencia ao povo, todo mundo reclamando do COI (Comitê Olímpico Internacional), um clima muito negativo.“

“Começou a mudar com a passagem da tocha olímpica pelos vários bairros da cidade, porque era uma coisa inclusiva. E com a Cerimônia de Abertura ficou quase impossível criticar, porque ela foi feita para nós, para o público inglês, britânico. Tanto que tiveram narradores brasileiros que não entenderam muita coisa, mas é que não era feito para eles, era feito para nós. E o povo adorou tanto isso que ficou duas semanas num estado de graça, foi extraordinário viver esse clima.”

“Pode debater sobre gastos valeram a pena ou não, se todos os objetivos foram alcançados, mas ninguém discute que aquelas duas semanas foram boas demais. E eu espero o mesmo clima aqui no Rio de Janeiro daqui a um ano.”

Karin Duarte, correspondente do SporTV em Nova York, nos EUA

“Quando a gente fala que é brasileiro e fala-se de Olimpíada a primeira pergunta é: o Rio está pronto? Tá preparado a um ano dos Jogos? Vai dar tudo certo? A cidade tem condições de receber um evento como esse? Depois do sucesso de organização da Copa do Mundo, não só no Rio, mas em todo o Brasil, essa preocupação dos estrangeiros diminuiu um pouco e muita gente confia que o Rio de Janeiro vai conseguir fazer bons Jogos.”

“A questão da segurança é muito importante. Um jornalista de uma TV do Texas que já está no Brasil é acompanhado o tempo todo por um produtor brasileiro justamente por questões de segurança para que tudo ocorra bem. E a CNN fala de um relatório da Anistia Internacional que fala que a Polícia Militar teria cometido 16% dos homicídios na cidade do Rio nos últimos cinco anos e que mais de 1,5 mil pessoas morreram pelas mãos da polícia, de acordo com a organização dos direitos humanos.”

Prédio blindado da Globosat

As respostas dos correspondentes dos veículos francês e português, falando de violência e corrupção, mereceu o seguinte desabafo de André Rizek no programa que comanda: “a vergonha que eu tenho vendo esses depoimentos, e sei que você aí em casa tem essa mesma vergonha, é que parece impossível para o estrangeiro falar do Brasil sem citar corrupção e violência.”

E Rizek aproveitou na mesma atração para expor uma situação prática do problema da violência que os cidadãos cariocas têm de conviver no dia-a-dia, incluindo funcionários da TV.

“Nós, da Globosat, estamos na Barra da Tijuca, que é um bairro nobre do Rio de Janeiro, relativamente próximos aos locais de competição e saindo do trabalho eu conto mais de dez funcionários da casa que já foram assaltados em qualquer hora do dia. E no local onde era a Globosat até 2010, o prédio tinha vidros blindados, porque era perto de uma comunidade e de vez em quando uma bala perdida respingava no prédio da Globosat.”

O Redação SporTV ainda repercutiu declaração do biólogo brasileiro Mario Moscatelli, referência quando o assunto é poluição, ao jornal El País. À publicação espanhola, ele garante em reportagem publicada nesta semana não haver interesse por parte das autoridades na limpeza da Baía de Guanabara, local de competições náuticas nos Jogos do Rio.

“A recuperação da Baía não correu porque os políticos se beneficiam de sua degradação: a cada certo período de tempo recebem recursos milionários para sua limpeza, mas não gastam com responsabilidade. A Baía de Guanabara degradada é uma mina de ouro para gestores acostumados à impunidade”, afirmou o profissional.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Miele faz jornalistas do Sportv revelarem que viam game erótico escondidos
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A presença de Luís Carlos Miele no Redação Sportv desta sexta-feira (31) fez jornalistas do canal falarem do ‘Cocktail’, programa do convidado no SBT na década de 90 e dedicado ao público adulto, com nudez feminina. “Miele faz parte das minhas reminiscências de infância e adolescência”, comentou um animado Carlos Cereto, editor-chefe do jornalismo do canal.

“Quem não assistiu ao Cocktail, as garotas tim-tim? Isso aí faz parte da história da televisão brasileira”, completou ele, empolgado, motivando pergunta de Miele: “Cereto, o que você fazia escondido naquela época, enquanto assistia, chamava de ‘reminiscências’?”

“Exatamente. Tinha que assistir escondido, pois não tinha idade pra isso”, respondeu Cereto.

O apresentador André Rizek foi outro que mostrou-se empolgado com as ‘recordações infanto-juvenis’. “Eu também assistia escondido o Cocktail”, comentou.

“Você também se ‘reminiscenciava’?”, questionou Miele. “Eu me reminiscenciei muito vendo Cocktail”, brincou o apresentador.

Exibido pela TV de Silvio Santos entre 1991 e 1992, o Cocktail era uma espécie jogo disputado entre dois participantes, geralmente um homem e uma mulher. Na atração havia as ‘garotas tim-tim’, representando frutas diferentes, que exibiam os seios conforme cada brincadeira.

Também participavam as ‘garotas-estado’, que faziam um quase completo striptease. O programa terminava justamente com uma das modelos tirando toda a roupa.

“Tinha uma coisa engraçada [no programa]: quem descobriu o Brasil? Pedro Álvares Cabral. Acertou, então mostra o peitinho. Quem descobriu o Brasil? Cristóvão Colombo. Errou, mostra o peitinho. Eu pensei em fazer do Cocktail uma coisa levando assuntos até meio culturais, usando de pretexto a mulher nua para chegar nesses assuntos, mas não era bem o que o programa pretendia”, relembrou Miele.

“Engraçado que, para muita gente, fiquei como um demônio. Uma vez estava esperando o elevador, a porta abriu e tinha uma senhora com uma criança. Quando ela me viu, tampou o rosto da criança. [Como se falasse] ‘olha, o demônio está aí’. Mas hoje [o Cocktail] seria um programa infantil”, brincou Miele.


Apagão em cenário no RJ obriga dupla de SP a comandar programa do Sportv
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Barreto-escuro-estudioRJ_Reproducao-SportvFoto: Reprodução

O programa Seleção Sportv sofreu um apagão nesta quinta-feira no Rio de Janeiro, que é a sede do programa, mas que excepcionalmente precisou ser ancorado dos estúdios da Globo em São Paulo. No comando, os comentaristas Maurício Noriega e Caio Ribeiro.

A queda de energia se deu quando o apresentador Marcelo Barreto justificava o atraso na participação do prometido convidado Elias, jogador do Corinthians. “O Elias estava sendo esperado para as 14h30, teve algum atraso que a gente tá vendo o que é, daqui a pouco eu atualizo”, começou a explicar Barreto. “Nevoeiro, nevoeiro”, comentou Noriega, de São Paulo.

“É acho que nevoeiro bai…ih, rapaz, nevoeiro baixou aqui no estúdio”, reagiu o apresentador que, às escuras, chamou o intervalo. Na volta, nada do Rio de Janeiro e Noriega e Caio tiveram que se virar e tocar a atração de forma improvisada da Globo em São Paulo, mesmo.

“Seleção tá de volta. Enquanto o nevoeiro não passa no Rio, dizem que Lédio Carmona [um dos debatedores no Rio] foi quem puxou o fio da tomada”, brincou Noriega, com o apoio de Caio: “ele quer derrubar o Barreto”. No entanto, essa queda não foi definitiva e Marcelo Barreto e seus colegas do Sportv no Rio de Janeiro retornaram.

“Estamos com os problemas técnicos resolvidos aqui, Noriega e Caio continuam conosco. Não quero falar nada sobre a razão desse problema técnico, mas a primeira vez que o André Sanches [jornalista da CBN, ali presente] foi convidado a participar no estúdio o programa não foi ao ar, mudança na grade e não teve. Hoje, teve nevoeiro, Elias atrasou, Noriega não conseguiu embarcar e a luz caiu. Não quero falar nada”, brincou Barreto com o colega.

Falando sério, ele depois explicou que o problema que impediu a participação ao vivo de Elias foi outro, sem qualquer relação com o apagão nos estúdios do Rio. Nem poderia, porque Elias estava em São Paulo e até acabou sendo ouvido pela atração, porém em entrevista gravada pelo repórter Anselmo Caparica. “Problema lá foi de questões de transmissão”, esclareceu.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Sportv fará piada com polêmica de Peninha sobre Ronaldinho e Fluminense
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uol

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“O jogador mais mau caráter da história do Brasil, Ronaldinho Gaúcho, vai jogar no time mais mau caráter do Brasil, o Fluminense, que deveria estar na Série C, que roubou e voltou para a Série B sem pagar a Série C, que ganhou um Brasileiro roubando cinco jogos, um atrás do outro, que deveria estar na Série B agora. Um clube mal caráter para um jogador mal caráter”. Essa fala do jornalista e escritor gaúcho Eduardo Bueno, o irreverente Peninha, no Extra Ordinários do último domingo, apesar de dada num programa de entretenimento do Sportv cheio de gracinhas e nenhuma preocupação jornalística, fez um barulho entre torcedores do clube carioca. Como resolver o imbróglio? Farão piada na edição seguinte, domingo que vem.

O diretor do Extra Ordinários, Gabriel Moojen, afirmou à colunista Patricia Kogut, do jornal “O Globo”, que ninguém ali tem nada contra o Fluminense e que usarão uma forma divertida para colocar fim à discussão: brincarão de “contra ou favor” da ida de Peninha para a “geladeira” (afastamento), com direito à vídeos postados por seus companheiros de programa, Xico Sá, Felipe Andreoli e os Cassetas, cada um deles com seus pareceres sobre o caso.

Vale lembrar que Eduardo Bueno é gremista doente e, justamente por isso, dessa condição dele de torcedor, não tem lá muito carinho pelo meia que, em 2011, gerou irritação entre torcedores do tricolor gaúcho ao optar por voltar ao futebol brasileiro não ao Grêmio, como era dado como certo, mas ao Flamengo.

O clube havia preparado uma grande festa para anunciá-lo, com direito a faixas e caixas de som no estádio Olímpico e, com a reviravolta na negociação, entendeu-se ali que Ronaldinho e seu empresário, o irmão Assis, usaram o clube, fazendo leilão, em busca apenas da melhor condição financeira. E isso ele tendo sido revelado no Grêmio. Pegou mal aquele “agora eu sou Mengão” no coração tricolor.

Peninha e a polêmica com os nordestinos

Eduardo Bueno, o Peninha, que tem na irreverência uma de suas características mais fortes, falava sobre a presença holandesa no Nordeste brasileiro no século 17 quando soltou uma frase que gerou polêmica no mesmo Extra Ordinários, durante a Copa do Mundo: “a Holanda juntou o útil de ocupar a área açucareira do Brasil, porque todo o açúcar era refinado na área rica do Brasil – aquela bosta lá do Nordeste”.

“Isso é uma piada”, falou, na sequência. Em vão. O comentário gerou revolta em alguns telespectadores, “grita” nas redes sociais. Chegaram até a abrir uma petição pública pedindo processo criminal contra Eduardo Bueno por discriminação.

No programa seguinte, Peninha desabafou sobre o assunto em longa fala, com direito a um fo…-se às redes sociais:

“Eu tenho que falar um tema sério, sério de verdade. Não é brincadeira, é um pronunciamento. O negócio é o seguinte: eu quero declarar guerra! Guerra a nordestino babaca! Está cheio de nordestino babaca e eu conjuro e chamo todos os nordestinos verdadeiros que amam o Nordeste como eu. Eu conjuro e chamo aqui nesta sala Pierre Verger, que não era nordestino, era francês, mas sabia tudo de lá. Eu chamo Carybé, aquele homem maravilhoso que eu conheci, Antonio Risério, Leonardo Dantas, Xico Sá, Torquato Neto, que a gente cantou aqui.

Pra encher meu saco no Twitter, ficar de piu, piu, piu, pra encher meu saco em rede social. Pra entrar em protesto contra mim tem que ter lido pelo menos quarenta livros sobre o Nordeste. Tem que ter lido Rui Facó, tem que ter lido ‘Geografia da Fome’, do Josué de Castro, tem que ter lido ‘Nordeste’, do Gilberto Freyre, tem que ter lido Euclides da Cunha. Tem que ter lido!

O Nordeste que eu conheço. O Nordeste que eu adoro. O Nordeste que eu sei a formação geológica. Todos vocês que são babacas, f…-se as redes sociais. Se quiserem fazer protesto contra mim, façam. É o seguinte: chega dessa ditadura desses babacas de Twitter. Quer brigar comigo? Vem, mas leia quarenta livros e ame e venere o Nordeste como eu amo e venero o Nordeste. É isso aí! Tem uma petição pública querendo me processar. Pegaram o cara errado!”

Veja Álbum de fotos


Programa do Sportv sobre o Pan estreia falando de… seleção brasileira!
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Em uma terça-feira de início discreto dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o Sportv estreou na madrugada, à 0h30 (horário de Brasília), o Conexão Sportv, programa sobre o campeonato apresentado de um estúdio panorâmico no centro da cidade canadense. E sem ter muito o que discutir até então, a atração recorreu a matérias sobre curiosidades da cidade e até a um debate sobre… a seleção brasileira de futebol!

O ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman, chefe da missão brasileira em Toronto, foi perguntado pelo apresentador Luis Carlos Jr. se achava técnico estrangeiro uma boa para o time nacional, hoje comandado por Dunga, assim como já acontece com o polo aquático masculino (croata Rakto Rudic) e o feminino (canadense Pat Oaken).

Curiosamente, uma questão levantada bem no dia da exibição da bombástica entrevista de Daniel Alves na concorrente ESPN Brasil, quando o lateral revelou que “Pep Guardiola queria treinar o Brasil antes da Copa do Mundo, mas não quiseram”.

E Bernard usou o argumento mais comum desse tipo de discussão. “Acho que o Brasil tem uma tradição cultural tão forte do futebol que vai ser muito difícil o povo entender a gente ter um estrangeiro”, disse ele. Praticamente a mesma explicação que teria colaborado para que o treinador catalão, hoje no Bayern de Munique, não fosse chamado para a seleção Brasileira de futebol, apesar do seu desejo.

“A gente tem muita gente competente aqui, sim, é uma questão da gente poder avaliar. Estamos numa fase difícil de valores, onde a maioria dos atletas está fora, coletivamente não existe um treinamento específico a longo prazo porque não dá, a maioria dos times não faz isso, e naturalmente se reflete no resultado da seleção”, acrescentou o dirigente do Pan.

Conexão

Logo no início do programa do Sportv, José Vicente de Sá Pimentel, embaixador do Brasil no Canadá, falou de tudo, menos de esporte. “Aqui o clima é uma variável indispensável do seu dia-a-dia. Todo dia de manhã você tem que verificar a previsão do tempo, porque o inverno aqui dura coisa de seis meses. Posso ir por baixo, pegar metrô, ir a um supermercado, shopping, cinema [via acesso subterrâneo], mas mesmo no inverno, com toda a neve, eu gosto é de andar por cima, mesmo, perfeitamente viável, possível. O organismo da gente se acostuma até com uma certa rapidez”, contou.

Fora isso, o programa fez uso de reportagens que contaram sobre o estilo da cidade, cosmopolita e multicultural. Em um quadro destinado a mostrar curiosidades do país e da própria Toronto, chamado “Oh, Canada”, o repórter Tiago Maranhão falou de uma guloseima típica, o prato popular Poutine (batata frita coberta com queijo derretido, com calabresa ou carne defumada misturada).

O Conexão Sportv também apresentou um dos principais locais de competições, o parque olímpico Exhibition Place, que receberá 16 modalidades, a maioria, mas não todas. Há outras sedes espalhadas por Toronto, em outras regiões da cidade.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo