Blog UOL Esporte vê TV http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br A TV exibe e debate o esporte. Aqui, o UOL Esporte discute a TV: programas esportivos, transmissões, mesas-redondas, narradores, apresentadores e comentaristas são o assunto. Tue, 28 Mar 2017 11:47:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.7.2 Em alta, Neymar vira “Pelé do momento” e melhor do mundo no “Bem, Amigos!” http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/28/em-alta-neymar-vira-pele-do-momento-e-melhor-do-mundo-no-bem-amigos/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/28/em-alta-neymar-vira-pele-do-momento-e-melhor-do-mundo-no-bem-amigos/#comments Tue, 28 Mar 2017 11:44:20 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36642

Reprodução/Sportv

As boas atuações da seleção brasileira, com resultados positivos inclusive contra as grandes seleções sul-americanas, como na recente goleada por 4 a 1 sobre o Uruguai, geraram uma onda de empolgação no programa Bem, Amigos! desta segunda (27). Na  discussão, houve até afirmações de que  tecnicamente Neymar já teve atuação dignas dos melhores da história- para Casão ele é o nosso Pelé do momento – e que o Brasil de Tite possui similaridades com as seleções das Copas de 1970 (campeã no México).

Inicialmente, o narrador da Globo e apresentador da atração do SporTV Galvão Bueno fez questão de exaltar o momento favorável do craque Neymar, a quem ele havia criticado duramente até o ano passado, especialmente durante boa parte da campanha da inédita conquista do ouro olímpico nos Jogos Rio-2016.

“Vamos ver o gol do Neymar, que mostra toda a maturidade e o momento que ele está atravessando. O Tite chegou a falar hoje na coletiva que o Coates (zagueiro uruguaio) estava com cartão amarelo, ele poderia ter esperado para receber a falta, mas ele sai para fazer o gol. O domínio na coxa esquerda, derrubou o jogador e a categoria do toque. O momento que ele está passando e hoje o Neymar voltou a dar uma entrevista coletiva 244 dias depois da última entrevista que tinha dado. Disse que precisava de um tempo, que se sente mais amadurecido, muito mais equilibrado, e ele está mesmo. Disse que atravessa a melhor fase da vida dele, e atravessa, mesmo, como jogador de futebol. Ele volta a usar a braçadeira de capitão no jogo de amanhã. Entrevista coletiva que, pra mim, foi realmente especial. Além dessa bola toda que está jogando, tranquilo, bacana.”

Depois, foi a vez do comentarista Walter Casagrande pedir a palavra: “O Neymar é outro patamar, outro jogador, amadureceu muito e mesmo todos os jogadores muito bem, está sendo mais determinante para a seleção brasileira hoje do que era quando a seleção estava mal e dependia dele. Hoje, ele faz a jogada e a coisa acontece. Antes, caía muito, brigava muito com o adversário, discutia muito com o árbitro. Pegava mais vezes na bola, mas acontecia menos coisas. Hoje, pega menos vezes na bola e as coisas acontecem de verdade, sempre está acontecendo alguma coisa”, analisou.

E então Galvão perguntou ao companheiro de transmissões da Globo: “Você concordaria que também tem um pouco da mão do Tite nessa história? Porque ele não tem mais a obrigação de ser o salvador da pátria em todos os lances e em todos os momentos, não tem mais que decidir sozinho. É claro que ele é a grande estrela, mas ele não tem mais nos ombros o peso de ser obrigado a cada instante a ser ele a decidir e, jogando coletivamente com o time, ele está jogando muito mais do que sempre jogou, concorda?”

Casão concordou e, animado, declarou: “Vou fazer uma comparação, mas me perdoem: a seleção da Copa de 1970 era maravilhosa, o Pelé era determinante, todo mundo sabia que era, mas todos os outros jogavam muito. Em 1982, também era dessa maneira, o Zico era determinante na questão de finalizar, o adversário tinha muito medo do Zico em termos de finalização e todo mundo jogava muito bem. Essa seleção (atual) está muito parecida com isso. Não estou comparando jogadores, estou comparando situações. A seleção joga muito, dita o ritmo do jogo, todos os jogadores sabem o que fazer, acreditam naquilo que o treinador está falando, porque a coisa está acontecendo. Quando o treinado fala para um jogador ou para um time fazer uma coisa e acontece, tá ganho, os jogadores começam a confiar no cara. E se for boa pessoa, melhor ainda, que é o caso do Tite.”

“Neymar é determinante e o legal é que todos os outros jogadores aceitam isso, sabem que cada um tem um valor, que cada um é bom pra caramba, mas que Neymar é outro patamar, o Neymar é o Neymar, cara, é o nosso Pelé do momento”, comparou Casão, no que Galvão comentou: “Mas tiraram a geladeira do ombro dele”.

Na linha empolgada de Casagrande, Marco Antônio Rodrigues, o “Bodão”, um dos debatedores da mesa esportiva do SporTV, afirmou: “A atuação do Neymar contra a Argentina no Mineirão e contra o Uruguai me lembra o Pelé. Não tô comparando carreira de um e outro, mas me lembra tecnicamente o Pelé”. Casão concordou.

Muricy, comentarista do SporTV e um dos debatedores da atração, apresentada da Arena Corinthians, em Itaquera, local da partida desta terça entre Brasil e Paraguai, também emitiu sua opinião e ali já apontou Neymar como, para ele, o melhor jogador do mundo na atualidade.

“Hoje, é o melhor jogador do mundo. Não tem como não ser. O Messi não tá jogando o que estava jogando, o Cristiano Ronaldo também não, e o Neymar está jogando demais, então hoje com certeza ele é o melhor do mundo”, cravou o ex-treinador.

Reprodução/Sportv

“Neymar me parece mais tranquilo, maduro, ciente das suas responsabilidades. O tempo faz bem às pessoas”, observou Galvão.

“O segredo de uma grande equipe que tem um cara diferenciado é a aceitação. Isso funciona muito em trabalho de grupo. O jogador, mesmo sabendo da sua condição profissional, do seu talento, você aceita que tem um no seu time que é o cara, que é acima de todo mundo, porque senão cria um problema de vaidade e para o treinador é muito difícil controlar e cuidar da vaidade de cada jogador, mas quando tem um grupo como esse da seleção brasileira”, analisou Casagrande.

“Vou até dar um exemplo: o Corinthians, de 1982, era muito forte, mas tinha o Sócrates e precisava ter uma aceitação, a gente tinha que trabalhar e jogar em função de um cara genial do time, e a seleção brasileira (atual) funciona dessa maneira. Tem um jogador genial ali, que participa do jogo de todo mundo, mas sabe que aquele cara a qualquer momento pode decidir um jogo para você, é o jogador genial”, finalizou Casão.

]]>
3
Galvão e Casagrande detonam CBF por mudança que enfraquece poder de clubes http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/28/galvao-e-casagrande-detonam-cbf-por-mudanca-que-enfraquece-poder-de-clubes/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/28/galvao-e-casagrande-detonam-cbf-por-mudanca-que-enfraquece-poder-de-clubes/#respond Tue, 28 Mar 2017 03:40:50 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36639

(Crédito: SporTV/Reprodução)

O narrador Galvão Bueno e o comentarista Walter Casagrande, da Rede Globo, criticaram fortemente a mudança feita pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no estatuto da entidade, que enfraquece o poder dos clubes em votação da entidade, com o aumento do peso das federações estaduais.
“Nós estamos tendo muita transparência na seleção brasileira, as coisas eram um pouco mais fechadas, mais complicadas. E no dia do jogo de Brasil e Uruguai lá na Confederação Brasileira de Futebol, na última quinta-feira, foi feita uma assembleia em que foi mudada a forma de eleição. Os votos sempre tiveram o mesmo peso – eram as 27 federações e os 20 clubes da primeira divisão e então fazia o total de 47, em que tudo era a mesma coisa. Em 2015, veio a MP do Profut que incluiu os 20 clubes da segunda divisão, que eu acho mais do que justo, e passaram a 67 votos. Aí nessa quinta-feira, em que as atenções estavam todas voltadas ao grande jogo Brasil x Uruguai, que todo mundo estava esperando nessas Eliminatórias, e essa assembleia, sem a presença dos clubes, e não sei se legalmente seria obrigado, ela (CBF) criou peso para os votos: o clube da Série B tem peso 1, da Série A peso 2, então dá 60. Aí pegaram as 27 federações, que tinham peso 1, e deram peso 3 para cada federação, o que dá 81. Criaram uma desigualdade. Não me parece muito correta”, criticou Galvão.
“Sabe por quê? É um momento em que a autoestima foi perdida nos 10 a 1, da Copa do Mundo, dos 7 a 1 (da derrota para Alemanha) e dos 3 a 0 (para a Holanda); essa autoestima começa a voltar, a torcida se empolga, está feliz com a seleção brasileira, com esse trabalho e a gente escuta que a CBF pondera que assim fica mais democrático? Não consigo entender, porque as federações representam uma centena de clubes menores, mas não é o clube de futebol que faz a paixão do esporte? Não são os grandes clubes que criam a paixão, trazem os ídolos? Eu acho que transparência é uma coisa muito importante nesse momento, o país precisa em todos os sentidos, tá brigando por isso. Sei que desagradou muito os clubes, a CBF entende que agiu de forma correta, claro. Mas eu entranhei muito a forma como isso foi feito, é estranho”, reforçou.
“Li que o argumento é que a CBF é uma entidade privada e que…”, tentou explicar o analista de arbitragem, Arnaldo Cezar Coelho, sendo interrompido pelo narrador, que fez novas críticas, com direito a lembrança de manobra similar na entidade envolvendo o ex-presidente Ricardo Teixeira. “Esse argumento de entidade privada já me cansou, sabe por quê? Em 1991 o Ricardo Teixeira antecipou a eleição dele no dia que o Brasil jogava com o Equador a classificação dele na Copa América no Chile, e todas as atenções estavam voltadas ao jogo. Então não é novidade, não.”
Casão fez coro a Galvão e manifestou repúdio à decisão. “Não é surpresa para mim, a escola política brasileira é essa que temos hoje, não é surpresa que na Confederação Brasileira de Futebol se espere um momento que está todo mundo olhando para um lado e tem uma atitude para se favorecer ou se sentir mais seguro numa possível votação. Em Brasília fazem a mesma coisa, muitas vezes se resolvem as coisas em momentos de carnaval, até usaram a tragédia com a Chapecoense para votação noturna, então não é surpresa. O Marco Polo Del Nero está fazendo o que os políticos estão fazendo.”
E Galvão finalizou. “Acho que… Foi um pouco estranho, no dia do jogo do Brasil e os clubes não terem participado. Tem o lado legal, o lado lamentável, vamos fazer o quê? A vida no país tem sido assim.”
]]>
0
Jornalista da FOX chama torcedor morto no Morumbi de marginal e é criticado http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/27/jornalista-da-fox-chama-torcedor-morto-no-morumbi-de-marginal-e-e-criticado/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/27/jornalista-da-fox-chama-torcedor-morto-no-morumbi-de-marginal-e-e-criticado/#comments Tue, 28 Mar 2017 01:02:33 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36636

Reprodução / FOX Sports

O clima esquentou no programa FOX Sports Rádio desta segunda-feira (27). Durante discussão sobre a trágica morte do torcedor são-paulino Bruno Pereira, que caiu do andar superior do Morumbi após tentar escalar o estádio para mudar de setor, o comentarista Flavio Gomes irritou-se com a fala do comentarista Facincani, que usou o termo “marginal” ao citar o rapaz e outros torcedores.

“Gente, embora tenha toda a proteção, o São Paulo tem como obrigação colocar pessoas ali para evitar esse tipo de coisa. Se todo mundo sabe que acontece, na minha visão o São Paulo tem responsabilidade, na minha opinião tem muita responsabilidade no que aconteceu”, opinou inicialmente o também comentarista Fábio Sormani.

“Acho que não, Sormani, porque quem faz a segurança lá em cima é a Polícia Militar. O cara que vai para pular dificilmente faz isso na hora do jogo. Geralmente, chega e faz um pouco antes. E a Polícia Militar está preocupada com a revista. Muitas vezes tem aquele problema quando o jogo é grande”, discordou Maurício Borges, o “Mano”, outro debatedor.

“Por isso, mesmo. Bota lá esses stewards (seguranças privados que monitoram os torcedores dentro do estádio)”, retrucou Flavio Gomes, concordando com a crítica de Sormani ao clube.

Após uma série de opiniões diferentes sobre possível falha do São Paulo no episódio em seu estádio, o apresentador Benjamin Back pediu para que Facincani, falando do estúdio do canal no Rio de Janeiro, também dissesse o que pensa. A fala gerou polêmica.

“Foi um ato de ‘marginalismo’ por parte desses torcedores. Para mim, isso eu nem considero tanto torcedor. Já há uma esfera de ‘marginalismo’ quando o cara deixa a educação dele de lado para tentar promulgar outras questões que coloquem em risco a segurança daqueles que estão participando do evento, no caso eles próprios ou outras pessoas. Eu respeito a opinião de todo mundo, é evidente, mas, ô Sormani, se existe uma grade que está colada no muro do estádio, essa grade já é feita justamente para inibir qualquer  tipo de situação. O cara passa até por fora do estádio e a partir do momento que coloca o corpo dele para fora do estádio, já está indo para fora de uma zona de segurança, portanto mais do que isso só se o estádio for coberto ou seja lá o que for, mas aí é uma obra de engenharia que não é necessária para tal momento, haja vista que existem todas as liberações de segurança pelos órgãos responsáveis em São Paulo para tal, Contru, corpo de bombeiros, Polícia Militar, enfim, que garante que o estádio do Morumbi seja aberto para os principais eventos, como sempre foi, e a gente vê recebendo ótimos públicos e shows de grande porte, inclusive. Eu já frequentei shows no Morumbi, vocês também, sabem como é que funciona. A partir do momento que o cara quebra a hierarquia da educação, como esse tipo de torcedor, que na verdade eu não considero torcedor, considero um marginal, esse cara é o principal culpado”, afirmou.

“O que eu entendo quando o Sormani coloca de culpa do São Paulo, e também o Flavinho, em cima disso é que quem requisita a Polícia Militar para um evento desse do futebol é o São Paulo, administrador do estádio, e também a Federação Paulista de Futebol, em conjunto, todos eles que fazem a abertura de um jogo de grande porte com a requisição da segurança pública e aí, no caso, seria ideal ter pelo menos um policial para cada setor desse de troca de locais, apenas isso, mas não quer dizer que o São Paulo seja o principal culpado, a culpa é do marginal que quis se jogar para baixo sabendo que corria esse risco”, acrescentou, causando irritação no companheiro de São Paulo, Flavio Gomes, que o repreendeu.

“Desculpa, ô Felipe, pera um pouquinho. Eu acho que a gente precisa respeitar a memória do rapaz que morreu. Você está chamando o cara de marginal porque ele tentou passar de um setor para o outro de um estádio”, disse.

“É um ato de ‘marginalismo'”, insistiu Facincani.

“Ele deve ter visto alguém fazer isso, o menino nunca tinha ido no estádio na vida. Desculpa, Felipe, vamos começar a pegar um pouco mais leve nessas definições definitivas do caráter de uma pessoa porque o cara pulou essa grade. O cara não é um marginal, ele tava fazendo uma coisa e, de tão errada, ele caiu e morreu. Agora, daí a chamar o cara de marginal, você me desculpa, vai uma distância monumental. Só queria registrar isso”, disparou Gomes, inconformado com a declaração do colega no Rio.

“Marginal ele não é, ele foi irresponsável”, opinou Benja, comandante da mesa futebolística em São Paulo.

“Isso não é ato de marginalidade”, enfatizou Flavio Gomes.

“É um ato de ‘marginalismo’. O cara sai de uma zona de conforto, de segurança, para colocar a segurança em risco de todo mundo que está lá”, voltou a dizer, Facincani.

“Então todos esses (torcedores que pularam a grade) merecem morrer na sua opinião, Felipe”, perdeu a paciência novamente, Gomes.

“Não, eles não merecem”, intercedeu o apresentador.

“Pô, mas ele está chamando os caras de marginais. Não são marginais, estavam pulando uma grade”, desabafou Gomes.

“Também não concordo que são marginais . Ninguém merece morrer. Agora, que uma pessoa que faz isso está se arriscando a morrer, isso sim. Marginal não é, foi um ato irresponsável”, argumentou Benja.

]]>
1
Palmeiras é a escolha da Globo para a última rodada do Campeonato Paulista http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/27/palmeiras-e-a-escolha-da-globo-para-a-ultima-rodada-do-campeonato-paulista/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/27/palmeiras-e-a-escolha-da-globo-para-a-ultima-rodada-do-campeonato-paulista/#comments Mon, 27 Mar 2017 21:03:33 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36630

FOTO: Ale Cabral/AGIF

A Rede Globo optou por transmitir a partida entre Ponte Preta e Palmeiras, na última rodada do Campeonato Paulista, nesta quarta-feira (29). Todas os jogos acontecerão ao mesmo tempo: 21h45 (horário de Brasília).

O duelo não vale nada para o Palmeiras. O clube alviverde já está classificado em primeiro no Grupo C e com a melhor campanha geral. Já a Ponte Preta ainda briga com o Santos pela liderança da chave D – os dois clubes estão empatados com 19 pontos, mas o time da Vila Belmiro tem saldo de gols melhor.

Com a Globo transmitindo o Palmeiras, o Sportv não transmitirá jogos de nenhum dos outros três grandes do Estado. O canal a cabo passará as partidas entre Ituano e Red Bull Brasil e Botafogo-SP e Ferroviária.

Dessa maneira, os jogos de São Paulo (fora de casa, contra o São Bernardo), Corinthians (em casa, contra o Linense) e Santos (em casa, contra o Novorizotinto) ficarão restritos aos canais Premiere, serviço pay-per-view da Globosat.

Confira as transmissões da última rodada do Paulista (todos os jogos serão dia 29, às 21h45):

Ituano x Red Bull Brasil – Sportv

Audax x Santos André – Premiere

São Bernardo x São Paulo – Premiere

Mirassol x São Bento – Premiere

Ponte Preta x Palmeiras – TV Globo e Premiere

Botafogo-SP x Ferroviária – Sportv

Santos x Novorizontino – Premiere

Corinthians x Linense – Premiere

]]>
3
Clássico dá à Globo maior audiência de SP no ano com futebol aos domingos http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/27/classico-da-a-globo-maior-audiencia-de-sp-no-ano-com-futebol-aos-domingos/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/27/classico-da-a-globo-maior-audiencia-de-sp-no-ano-com-futebol-aos-domingos/#respond Mon, 27 Mar 2017 16:47:33 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36627 No campo, nem o futebol jogado, muito menos a arbitragem de São Paulo 1 x 1 Corinthians agradou, merecendo críticas, inclusive, do comentarista da Rede Globo, Walter Casagrande, mas para a audiência da TV o clássico foi positivo. Isso porque a partida rendeu a maior audiência dominical do ano.

Com bola rolando, o jogo alcançou 27 pontos de média e 47% participação entre televisores ligados na Grande São Paulo, recorde do Campeonato Paulista da exibidora exclusiva da competição com transmissões aos finais de semana.

No geral, o dérbi centenário entre Corinthians e Palmeiras, disputado em uma quarta-feira (22/02), também com polêmica de arbitragem e vitória alvinegra por 1 a 0 em Itaquera, segue sendo a maior audiência da Globo com futebol em São Paulo: 35 pontos de média na Grande São Paulo e 54% de participação entre aparelhos ligados no horário (bola rolando).

No Rio de Janeiro, a transmissão da vitória botafoguense por 2 a 0 sobre o Bangu rendeu 20 pontos e 41% de share.

Cada ponto no Ibope medido em São Paulo corresponde a 70.559 residências e 199.309 pessoas. No Rio de Janeiro, equivale a 44.047 casas e 116.906 telespectadores.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo

]]>
0
Simon discorda e Edmundo desabafa: “Aqui não pode falar contra árbitro” http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/simon-discorda-e-edmundo-desabafa-aqui-nao-pode-falar-contra-arbitro/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/simon-discorda-e-edmundo-desabafa-aqui-nao-pode-falar-contra-arbitro/#comments Mon, 27 Mar 2017 02:36:46 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36624

Reprodução / FOX Sports

Para o comentarista Edmundo, do canal FOX Sports, o pênalti inexistente marcado por Luis Antônio Silva Santos, o Índio, para o Vasco, decretando o empate por 2 a 2 no clássico contra o Flamengo, foi uma compensação por um prejuízo anterior à equipe cruz-maltina com a equivocada expulsão de Luís Fabiano. O analista chegou a se estressar na atração após opinião divergente do especialista em arbitragem do canal, Carlos Eugênio Simon.

“A arbitragem do Índio foi desastrosa, porque na minha opinião o Luís Fabiano não deveria ter sido expulso. Apesar de não ser um ato comum, ir para cima do árbitro, mas ele não toca no Índio. O juiz simula uma agressão. Depois, para compensar a expulsão do Luís Fabiano, porque depois da expulsão o Flamengo virou, aí ele dá um pênalti inexistente que termina com o empate do Vasco”, analisou em comentário para o programa A Última Palavra, na noite deste domingo (26).

De opinião diferente de Edmundo, Simon viu acerto do árbitro na expulsão do atacante: “Foi falta para cartão amarelo, a bola já nem está em disputa, aí o árbitro dá o cartão correto e o Luís Fabiano peita o Índio. Não havia necessidade nenhuma de fazer aquela encenação toda que o Índio fez, como se tivesse levado uma cabeçada e quase cair. Agora, a peitada aconteceu e jamais o árbitro pode ser peitado em campo, porque perde a autoridade total do jogo e todo mundo vai começar a peitar e empurrar árbitro . Dá para ver que o Luís Fabiano dá uma peitada no Índio.”

Edmundo insistiu e contra-argumentou, chegando a se irritar: “Tem que entender um pouco do lado do jogador, porque é nítido que ele escorrega, comete a falta, não concorda com o cartão amarelo aplicado e tem uma atitude errada, não precisa peitar ninguém, mas aí me parece, não vejo nada de tão irregular assim na atitude do Luís Fabiano, aí o Índio simula que levou uma cabeçada, mas é só a minha opinião, porque também se não puder emitir minha opinião, Benja, não precisa nem me perguntar, para não criar mais polêmica, porque quando eu respondi o Simon já ficou bravo, porque aqui não não pode falar contra árbitro.”

O ex-árbitro se defendeu: “Não, só um pouquinho, eu não fiquei bravo. Foi só uma questão de ordem, porque o mediador perguntou secamente e eu disse que as duas (arbitragens) fizeram lambança, mas a de São Paulo foi a pior. Aí quando tu disse que foi a carioca, já começou a fazer defesa dos teus lances, então democraticamente eu também pediria (a palavra). Claro que todo mundo pode falar e cada um tem a sua opinião, cada um tem a sua opinião”, afirmou, no que Edmundo retrucou: “Mas aí eu tenho que falar do jeito que você quer?”. Simon disse que não e colocou panos quentes, brincando que o errado era o apresentador do programa, Benjamin Back. “Nós estamos de acordo que o mediador é que está equivocado”, fez graça.

Mais adiante no debate, Edmundo voltou a criticar a arbitragem e divergir de Simon: “Se você me permite, joguei 20 anos e esse Luis Antônio gosta de aparecer, já fez comigo. Depõe contra ele, Luís Fabiano, também, só que a autoridade máxima…”, dizia, quando Simon o interrompeu: “É o árbitro, no campo de jogo é”.

“Não acho que seja. Não deveria ser, porque el mais atrapalha do que ajuda. Ele gosta de aparecer, já me expulsou por nada, ponto. Se expulsa o Pikachu ele não aparece, ele só aparece expulsando o Luís Fabiano, o Edmundo, jogadores que têm nome”, reclamou o ex-jogador comentarista. “Esse negócio de autoridade máxima eu não acho certo, porque dão uma autoridade ao árbitro que ele não sabe usar. Os árbitros também peitam. Quando querem dar uma dura nos jogadores, se impõe, gritam, xingam. Agora tem microfone, mas eu sou de um tempo antigo que xingavam, menosprezavam. Não estou falando da maioria, não, é especificamente desse rapaz.”

“Tudo bem, mas é conceitual que é autoridade máxima, para manter a disciplina em campo. Eu também não estou aqui para defender o Índio, que teve um papel na arbitragem, parou, voltou a apitar, era um bom árbitro no começo e depois começou a pensar que os torcedores vão ao estádio para ver o Índio apitar, quando a realidade não é essa, o árbitro é um coadjuvante do espetáculo, todos têm que ter essa sensibilidade e humildade. Agora, o árbitro é autoridade, está ali para preservar as regras do futebol, que não foram feitas por ele. Autoridade é diferente de autoritarismo. Autoridade se estabelece com competência”, enfatizou Simon.

“O Vasco fez um primeiro tempo melhor, com mais vontade, mais determinação. Os desfalques do Flamengo fizeram muita falta, principalmente o Diego. Flamengo criava muito pouco”, comentou Edmundo, sobre a atuação dos times no primeiro tempo, de vitória parcial vascaína, com gol de Yago Pikachu. “A expulsão acabou desmontando todo o sistema defensivo e ofensivo do Vasco, o Flamengo se aproveitou, porque é um time experiente e virou o placar”, completou Edmundo, sobre a reação rubro-negra com gols de Willian Arão a 14 minutos da etapa final e, cinco minutos, de Berrío. Nenê, na cobrança da penalidade polêmica, igualou o placar do clássico.

]]>
5
Imitou galinha? Casão detona cartão por suposta provocação a Corinthians http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/imitou-galinha-casao-detona-cartao-por-suposta-provocacao-a-corinthians/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/imitou-galinha-casao-detona-cartao-por-suposta-provocacao-a-corinthians/#comments Sun, 26 Mar 2017 21:50:07 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36621

Reprodução / Globo

O comentarista Walter Casagrande criticou o cartão amarelo aplicado ao zagueiro são-paulino Maicon após comemoração de gol marcado no clássico São Paulo x Corinthians, deste domingo (26), pelo Campeonato Paulista. O defensor gerou revolta no banco de reservas alvinegro, e acabou advertido pelo árbitro Vinícius Furlan, por balançar os braços, gesto interpretado como uma imitação de uma galinha, apelido pejorativo ao time de Parque São Jorge.

Apos a advertência, Casão desabafou na transmissão da Rede Globo: “Não se pode fazer mais nada no campo de futebol. O César (Maluco, no Palmeiras) nos anos 70 subia na grade, o Neto (nos anos 90) subia na grade, escorregava de joelho, o Viola imitou o porco, Romário fazia com o dedo para a torcida ficar quieta. Agora, o cara não pode espirrar se fizer o gol”, detonou.

Com gol de Jô também no segundo tempo, em favor dos corintianos, o clássico do Morumbi acabou empatada por 1 a 1.

Casagrande cita seleção e critica 1º tempo de São Paulo e Corinthians

Definitivamente, não agradou ao comentarista Walter Casagrande o futebol de São Paulo e Corinthians no primeiro tempo do clássico pelo Campeonato Paulista. Incomodado com a falta de ousadia dos times, o analista chegou até a comparar com a melhor qualidade do jogo da seleção brasileira, comandada por Tite.

“É muito desprorporcional o futebol que a seleção apresenta e o que o futebol brasileiro (dos clubes) apresenta. Aí você pode falar: ‘Pô, mas os grandes jogadores estão lá’. Mas aqui ninguém tem grandes jogadores, aí a tática, a intenção do treinador, não tem infiltração, o futebol é lento, não tem chute de longa distância, se enrola muito no meio-campo, é completamente diferente da proposta que o treinador da seleção tem. (Falta) uma infiltração do volante que sai de trás, um futebol mais rápido. Lentidão para sair das duas defesas”, criticou.

“Jogo fraco, o São Paulo acelerou pouco. O jogo do São Paulo se espera sempre mais, mas muito pouco para um clássico desse tipo. E o Corinthians, principalmente, jogou quase o primeiro tempo todo com dez jogadores no campo de defesa, se defendendo do São Paulo”, cornetou.

]]>
4
Paolla Oliveira participa de desafio de jiu-jitsu. E vence repórter http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/paolla-oliveira-participa-de-desafio-de-jiu-jitsu-e-vence-reporter/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/paolla-oliveira-participa-de-desafio-de-jiu-jitsu-e-vence-reporter/#comments Sun, 26 Mar 2017 17:11:37 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36615

Reprodução/TV Globo

Para promover a próxima novela das 21h da Globo (“A Força do Querer”), na qual viverá uma personagem que pratica artes marciais, a atriz Paolla Oliveira pisou no tatame para um desafio contra a repórter Juliana Sana. E venceu o luta, exibida neste domingo pelo programa Esporte Espetacular.

A atriz vem tendo aulas para viver um personagem que será policial e lutadora de MMA. Já a repórter, responsável pelo quadro “Mulheres Espetaculares”, treinou por uma semana para entrar no tatame, mas chegou ao desafio prejudicada por dores na costela depois de levar uma pancada dois dias antes.

Paolla Oliveira mostrou que está aprendendo a técnica. No segundo tempo do desafio, ela encaixou um golpe e venceu por estrangulamento Juliana Sana, que já mostrava incômodo com as dores na costela.

A atriz ainda comentou na reportagem como a luta tem ajudado a lidar com o “medo de virar uma pessoa medrosa”. E contou os benefícios da prática.

“Fazendo a luta eu descobri que tem uma coisa na gente, tem uma energia especifica, um peso, a força do perigo, você estar em perigo. Isso te prende. Então, acho que ela situação do tatame, da luta, traz essa expectativa, essa sagacidade. Ultrapassar os limites, a gente faz isso o tempo todo, mas não percebe. A luta é a chance de colocar coisas que usamos na vida ali, se concentrando”, contou.

Reprodução/TV Globo

]]>
16
Andreoli leva humor dos tempos de CQC para estreia no Esporte Espetacular http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/andreoli-leva-humor-dos-tempos-de-cqc-para-estreia-no-esporte-espetacular/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/andreoli-leva-humor-dos-tempos-de-cqc-para-estreia-no-esporte-espetacular/#respond Sun, 26 Mar 2017 15:59:46 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36606

Reprodução/TV Globo

“Por favor”, disse Fernanda Gentil a Felipe Andreoli, segurando a porta do estúdio e convidando-o a entrar na sua nova casa. “Ah, que é isso? Muito genti… Ah, não vou falar essa agora”, fez graça o estreante co-apresentador do Esporte Espetacular. “É, essa não é original”, concordou a nova parceira na primeira interação de ambos, aparentemente um diálogo previamente ensaiado. Situação, porém,  diferente do que se viu no restante da atração, com Andreoli levando ao esportivo dominical, de forma espontânea, o seu humor característico dos tempos de repórter do CQC, na Band.

“A partir de hoje com Felipe Andreoli ao meu lado. Seja muito bem-vindo. Recebam, por favor, muito bem, com muito carinho, Felipe Andreoli”, convidou o público a popular apresentadora, igualmente conhecida pela descontração. Andreoli agradeceu, mas não perdeu a chance de fazer uma graça.

“Ah, que bom, obrigado. A gente ouve essa musiquinha e já fica feliz, já pensa em esporte e já quer que comece logo. Mas a gente não veio falar de mim aqui, a gente vai falar de outro mito”, comentou, referindo-se na brincadeira a ele próprio e ao jogador de futsal, Falcão, destaque do programa com a transmissão de sua despedida em jogos oficiais da seleção brasileira.

Reprodução/TV Globo

“Entendi, chegou pequeno, chegou humilde”, devolveu Fernanda Gentil, comprando a brincadeira do novo parceiro de Esporte Espetacular.

“Falcão vai se despedir da seleção brasileira. Tem jogaço com Alex Escobar narrando”, anunciou, em seguida, para, então, ser a vez do ex-apresentador da atração dar as boas-vindas a Andreoli, a quem chamou de “Felipão” ali.

“Felipe, quero te desejar todo o sucesso do mundo, seja muito bem vindo à família do esporte da TV Globo. Você já foi e será sempre muito bem recebido. Já é parte de nós e isso para mim é muito legal. Valeu, boa sorte. Tudo de melhor para você, Felipão. Tá com a gente, valeu”, saudou  o novo companheiro que, no entanto, atento à zoeira do público com a calvície do narrador, presente no local da transmissão de Brasil e Colômbia, a Arena da Barra, no Rio de Janeiro, assim como seu pai, seu Antônio, cabeludo, aproveitou para trollar Escobar.

Reprodução/TV Globo

“Quero agradecer o carinho comigo, muito obrigado pela recepção. Agora, só fiquei com uma dúvida, Escobar: mostrou seu pai na transmissão. Cabeludo ele, hein?”, tirou um sarro Andreoli, no que Escobar respondeu, também comprando a brincadeira do novo apresentador: “Rapaz, essa dúvida eu tenho até hoje, 42 anos de idade, e também não entendi nada, porque meu pai é cabeludo e eu sou careca. Excelente observação, Felipe. E o carinho não é maior do que você merece, parceiro, é isso. Seja bem vindo mais uma vez”, declarou.

Tino Marcos lembrou Luiz Andreoli, pai de Felipe em boas vindas

Falando via link ao vivo de São Paulo, ao lado do comentarista Walter Casagrande, o repórter Tino Marcos também deu as boas vindas ao novo companheiro no esporte da TV Globo e aproveitou para lembrar que chegou a trabalhar com o pai de Felipe, Luiz Andreoli, jornalista que na emissora chegou a apresentar o programa Globo Esporte em São Paulo e o próprio Esporte Espetacular, atração que a partir deste domingo passou a ter co-apresentação do filho.

“Ô, Felipe Andreoli. Antes de mais nada, muito bem vindo ao nosso Esporte Espetacular. Eu que tive a alegria de trabalhar com o seu pai na Globo nos anos 80, agora vejo a família Andreoli outra vez brilhando aqui. O Casa também te mandando um abraço”, disse o experiente repórter global, há anos também encarregado da cobertura da seleção brasileira de futebol.

Reprodução/TV Globo

Andreoli faz embaixadinha ruim e é zoado por Ronaldo em entrevista

Na estreia, Felipe Andreoli ainda levou ao ar no programa uma entrevista que fez com os dois Ronaldos campeões do mundo pela seleção na Copa de 2002, na Coreia e Japão, Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho.

“Vem, cá, você mal chegou, primeiro programa e já está botando reportagem no ar, é isso?”, comentou Fernanda Gentil. “Ah, me pediram e eu fiz, né?”, devolveu o companheiro.  “Meu Deus, tô ficando para trás, já”, disse Gentil. “Ronaldo e Ronaldinho, foi o que consegui. Tá bom para você?”, perguntou Andreoli. “Tá mais ou menos, coisa pequena, começou fraco”, disse a apresentadora.

No entanto, na entrevista que foi ao ar, foi ao vez de Andreoli ser o alvo. “Imagina você estreando no time que sempre sonhou em jogar, que é o meu caso hoje, estreando no Esporte Espetacular”, iniciou o bate-papo, quando Ronaldo zoou: “Cortou cabelo, também”, falou, rindo.

No fim da conversa, reforçando a pegada de humor dele no programa da Globo, Andreoli tentou fazer embaixadinhas com os seus entrevistados famosos, mas teve a performance conetada.

“Para finalizar essa estreia, não vou perder essa oportunidade, Ronaldo e Ronaldinho e uma bola e não vou fazer umas embaixadinhas com esses caras? No Rio, é altinha. Vamos fazer uma altinha?”, disse, indo em frente na tarefa. “Que coisa horrível”, brincou Ronaldo Fenômeno. Já de volta ao estúdio, Andreoli se justificou à parceira Fernanda Gentil: “Não quis humilhar”.

Reprodução/TV Globo

]]>
0
Narrador é “zoado” por torcida e se diverte em transmissão da Globo http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/narrador-e-zoado-por-torcida-e-se-diverte-em-transmissao-da-globo/ http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/2017/03/26/narrador-e-zoado-por-torcida-e-se-diverte-em-transmissao-da-globo/#comments Sun, 26 Mar 2017 13:45:43 +0000 http://uolesportevetv.blogosfera.uol.com.br/?p=36601

Créditos: Divulgação/Globo

A transmissão da TV Globo da despedida de Falcão em jogos oficiais pela seleção brasileira de futsal ficou marcada por um momento de descontração neste domingo, na Arena da Barra, no Rio de Janeiro.

Durante o primeiro tempo, parte da torcida presente gritou “Ah, Há, Há, a careca do Escobar”, em uma intensidade suficiente para a frase ser escutada por quem assistia ao jogo pela televisão. Era uma referência ao narrador Alex Escobar, que estava presente no ginásio para a transmissão.

O narrador se divertiu com a “zoeira” e sobrou até para o seu pai, que estava na arquibancada e foi filmado rindo enquanto o filho era alvo da brincadeira da torcida.

“Nesse momento estou sendo homenageado pela criançada presente. Muito obrigado, Arena da Barra. Eu diria que (não sabia que) ser careca seria uma coisa para receber tanto carinho”, disse, antes de brincar com o pai. “Daí está o culpado de tudo, meu pai, seu Antônio, de óculos”.

Durante o intervalo, o apresentador do Esporte Espetacular, Felipe Andreoli, entrou na brincadeira e peguntou o motivo de seu pai ser cabeludo. “Tenho essa dúvida até hoje. Tenho 42 anos de idade e não entendo nada. Meu pai cabeludo e eu careca”, disse Escobar, brincando.

Reprodução/TV Globo

 

]]>
1