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Dança dos Famosos rende dores inéditas em músculos nunca usados por Maurren
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Maurren ganhou a melhor nota já na sua estreia no quadro – Ellen Soares/Globo/Divulgação

Às vésperas de encerrar sua carreira no atletismo, Maurren Maggi já viveu tudo o que o esporte pode proporcionar. Principalmente a exaustão da rotina pesada de treinos exigidos para uma campeã olímpica, como ela. Assim, vê-la em ação na Dança dos Famosos, do “Domingão do Faustão” parece moleza. Segundo ela, não é a realidade. A paulista, que surpreendeu com uma estreia muito elogiada pelo seu “suingue”, conta que está vivendo semanas tão duras quanto as que suportava antes, a ponto de descobrir músculos e dores inéditos.

Em entrevista ao blog, Maurren contou seus planos para a aposentadoria (leia abaixo) e explicou que a presença no programa a fez se dedicar completamente à dança, deixando o atletismo de lado, por enquanto. A saltadora, que se considera tímida, faz mais o estilo roqueiro e diz que não dançava com um par desde que aprendeu os passos do forró com seu avô, cego e hoje já falecido.

Foto: João Cotta/Divulgação/Globo

“Eu tenho zero prática. A última vez que tinha dançado com alguém tinha sido com meu avô, há uns 11 anos. Ele era cego, e eu aprendi com ele forró”, afirmou Maurren. O segredo para seu sucesso é simples, já que ela aprende fácil os passos e consegue ser conduzida com facilidade.

E foi assim sua estreia no quadro de Dança. A campeã olímpica foi a primeira colocada – superando favoritas como Viviane Araújo. Ela dançou um som eletrônico, “Heroes (We Could Be)” de Alesso, com o bailarino Roberto Motta. Ganhou elogios pelo molejo e o suingue, com jurados destacando que muitos dos atletas que tentam a sorte dançando tem o corpo duro.

“A Dança está tomando todo o meu tempo. Cansa muito, tanto que chego em casa depois do treino, durmo e só depois que acordo vou fazer minhas coisas. É exaustivo. É difícil comparar com o atletismo, mas também cansa bastante. É difícil, porque mexo muitos músculos que eu nem sabia que existiam. Tive dores musculares que nunca senti”, relata ela.

Superando a timidez

A saltadora diz que não é de sair muito para baladas, mas que gosta de chacoalhar o esqueleto com amigos e família.

“Eu sou tímida em relação a aparecer em publico pra fazer algo que nunca fiz na vida. Mas queria me divertir de verdade, abracei a causa. Eu não sabia se conseguiria dançar em público, achei que fosse me ferrar na primeira dança (risos), mas o coreógrafo é fantástico. Treinei com o Roberto Motta, uma pessoa incrível, sensacional, criativo. E não coloquei restrição para mim. O que eu não souber, aprendo. E foi muito bacana, estou muito motivada e até espantada que o público gostou de me ver dançando”.

A rotina de Maurren vem sendo treinar suas danças duas horas por dia, de terça a sábado, sendo que neste último já há prova de roupas e outros detalhes para que tudo esteja pronto no domingo.

Adeus às pistas aos 40

Maurren Maggi já sabe os planos para dar o adeus definitivo ao atletismo. A saltadora – beneficiária do Bolsa Atleta -, pretende fazer um último evento, especial e comemorativo, no mês de seu 40º aniversário, em junho de 2016.

“Quero fazer uma competição chamando amigas do atletismo. Medalhistas olímpicas, finalistas, grandes nomes do salto. Só gente top. Saltando ou não, quero a presença destas atletas top, como a Brittney Reese, com quem já cheguei a conversar. Então traria essas meninas para o Brasil para este evento em junho, quando completo 40 anos”, explicou.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Ele atuava com demografia, foi pra TV e articulou chapéu da Record na Globo
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Eduardo Zebini passou por SBT, Band, Manchete, Record e, agora, Fox (Foto: Edu Moraes/Divulgação)

Eduardo Zebini passou por SBT, Band, Manchete, Record e, agora, Fox (Foto: Edu Moraes/Divulgação)

As transmissões esportivas movimentam bilhões de reais, desde Copa e Olimpíadas aos campeonatos de futebol nacionais e internacionais. Mas, a maioria dos executivos não são conhecidos pelo público neste meio de negociação que envolve as maiores emissoras do país. Eduardo Zebini é um destes ilustres (quase) desconhecidos dos fãs, mas muito influentes no meio. Vice-presidente sênior de produção, programação e marketing da FOX Brasil, ele construiu uma carreira em que conseguiu feitos importantes para seus canais. Quando estava na Record, conduziu a negociação que tirou a Olimpíada-2012 da Globo. Hoje, pelo Fox Sports, soube fazer da Libertadores uma de suas principais armas para acordos históricos para o canal. E, curiosamente, tudo começou quando era apenas um profissional da área de demografia.

Seu começo foi bem diferente do comum e por meio de uma figura ilustre. Fã de esportes e jogador de basquete na adolescência, trabalhou no jornal Gazeta Mercantil por conta da demografia – área da ciência geográfica que estuda a dinâmica populacional humana – e seu domínio na parte de estatística. Foi quando conheceu o comentarista Osmar de Oliveira. Dali, foi parar na TV.

“O Osmar se interessava muito por dados estatísticos e tinha uma teoria: a quantificação de acontecimentos se repetia na história das partidas, como no nível de ocorrências estatísticas possíveis de serem administradas”, conta Zebini.

O gosto em comum rendeu um convite inusitado: trabalhar no SBT. Ainda dentro do seu contexto científico, ele virou produtor de TV e aprendeu uma nova função, começando com um especial sobre a seleção brasileira de Telê Santana. O chefe Silvio Santos chegou a colocá-lo em um desafio diferente no SBT. “Ele me pôs a frente de um projeto de pesquisa eleitoral. Ao final desse processo, o resultado da pesquisa foi exatamente igual ao das urnas. Isso deu bastante credibilidade para o canal naquele momento”, relembra.

Show do Esporte, Manchete e Record

Mas o esporte era o caminho que seguiria. Após a Copa de 86, trabalhou na Bandeirantes, como gerente de produção do “Show do Esporte”. Em três anos, virou diretor de produção do canal, trabalhando nos maiores eventos esportivos da casa. Depois veio uma temporada na Manchete e então, já nos anos 2000, o convite da Record.

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Zebini recebe das mãos de Boni troféu ganho pela Fox Sports em premiação de veículos esportivos (Divulgação)

“Na época, era uma questão de você acreditar que a Record poderia ser uma forte concorrência no mercado onde pudesse desenvolver minhas ideias de cobertura de eventos. O [executivo Eduardo] Lafon garantiu que teria todas as condições de competir com os demais canais em um curto espaço de tempo e começamos com Luiz Alfredo, Mario Sergio, Eloi Coimbra, Datena e Marcio Moron”, relata Zebini.

Uma parceria marcante foi com Milton Neves em programas como “Terceiro Tempo” e “Debate Bola”. O apresentador explica um pouco do sucesso de Zebini. “Ele tem uma visão muito moderna. E tem um alto poder de discernimento, de ouvir as pessoas, até porque tem as maiores orelhas da televisão brasileira”, brinca Milton. “Ele foi fundamental na compra dos Jogos Olímpicos”.

Chapéu olímpico

Fazer com que uma grande cobertura não fosse transmitida pela Globo era quase que uma obsessão da Record. Zebini foi o responsável por conduzir a negociação com cartolas do COI para ficar com os direitos de Londres-2012. Tinha, claro, um grande suporte financeiro por trás. Mas diz que fez mais do que apenas chegar com uma boa oferta: usou seu poder negociador para convencer os organizadores de que acertar com um canal que até então vinha trabalhando pouco com esportes não era um grande risco.

“A Record sempre teve uma linha de concorrência muito forte com a Rede Globo. Eu pude entender qual era o anseio da emissora e de que forma poderia ser concorrente na área esportiva. Nós já tínhamos tentado a compra das Copa do Mundo de 2010 e 2014, sem êxito. Quando as negociações para as Olimpíadas surgiram novamente, meu trabalho foi mostrar na Record que era uma grande aquisição e depois instrumentalizar a proposta, que saiu vencedora.”

Até hoje se vê reflexos dessa negociação – como se percebeu no Pan, em que a Globo só mostrou a competição por fotos, ainda que o SporTV tivesse a transmissão na TV fechada. Apesar do feito na Record, acabou saindo em 2009. Não detalha os motivos e se limita e dizer que foi consequência de divergências quanto à condução do esporte na emissora após adquirir os direitos da Olimpíada. “A compra do direito exclusivo de um evento de tamanha importância criava um contexto de possibilidade de exploração dos demais eventos internacionais. A Record pretendeu se utilizar do evento com exclusividade e diante da minha visão diferente da companhia, meu espaço ficou restrito.”

Baixa e a volta por cima

Zebini viveu um período de baixa após a saída da Record. “De executivo top, ele ficou numa situação muito complicada. Só foi à Copa de 2010 como credenciado da rádio Itatiaia. Mas o ressurgimento dele foi meteórico com a Fox. Hoje está num momento especial”, disse Milton Neves.

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Zebini com Kobe Bryant na Copa (Foto: Terceiro Tempo)

Para pessoas próximas, o perfil negociador de Eduardo Zebini é o que o difere de outros executivos. É assim que ele conseguiu, por exemplo, levar a Copa do Mundo aos canais Fox em todo mundo pela primeira vez, em 2014. No caso da Libertadores, em que teve jogos exclusivos – inclusive do campeão de audiência Corinthians – e deixou a Globo sem partidas que geralmente ela levava à TV aberta, contou com boas contrapartidas para construir a vantagem do seu canal.

Questionado se de fato foi um chapéu, ele nega: “De forma alguma. Foram escolhas feitas dentro de um quadro possível, algo natural, dentro daquilo que é a prática das escolhas dos jogos da Libertadores. Em nenhum momento houve uma situação que possa se parecer com isso”.

A fase do Fox Sports

A atual fase de Zebini já dura três anos e meio. Ele chegou ao Fox Sports por indicação de um executivo de conteúdo. À época, trabalhava na área técnica operacional da transmissão da Copa, no Comitê Organizador, mas sentia falta da produção esportiva em TV. Hoje, cuida de dois canais Fox Sports e também dos de entretenimento da FIC Brasil: Fox, NatGeo, FX e Fox Life.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Carol Barcellos comandará novo programa de esportes olímpicos da Globo
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A Rede Globo definiu 5 de agosto para a estreia do Balada Olímpica, novo programa de fim de noite (ou, mais precisamente, de início de madrugada) sobre a Olimpíada do Rio de Janeiro, comandado por Carol Barcellos. Mensal, a atração será exibida sempre na primeira segunda-feira de cada mês. A estreia, porém, será excepcionalmente numa quarta, ocupando o espaço do Corujão do Esporte, justamente no dia que marcará um ano exato para o início dos Jogos de 2016.

A segunda edição já está certa para ir ao ar no dia 7 de setembro. Durante a Olimpíada, o Balada passará a ser diário e terá também a função de fazer um balanço do dia de competições no Rio.

Após se destacar na marcante cobertura do maior terremoto já registrado no Nepal ao lado do colega de Planeta Extremo, Clayton Conservani (aliás, a temporada 2016 do programa de aventuras radicais terá gravações normalmente, mesmo com o Balada), Carol ganha cada vez mais espaço na Globo.

A morena, casada com o repórter do Sportv Bruno Cortes, já é até comparada à “musa da Copa” Fernanda Gentil, em alta na emissora e que recentemente passou a ser a apresentadora titular do Globo Esporte no Rio de Janeiro. Nesta segunda (13), inclusive, Carol apresentou o quadro esportivo do telejornal matinal Bom Dia Brasil, geralmente a cargo de Luís Ernesto Lacombe.

Além da Rede Globo, Record e Band irão transmitir os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na televisão aberta brasileira.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


‘Balada’ dificulta trabalho de repórter do UFC, e Cleber faz graça
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Nesta madrugada de UFC na Globo, pouco antes da transmissão do combate entre o brasileiro Lyoto Machida e o cubano Yoel Romero, pela categoria dos médios, o narrador Cleber Machado brincou com o sofrimento do repórter Cesar Augusto que foi chamado por ele a falar ao vivo em meio a um som altíssimo no local do evento, o Seminole Hard Rock Hotel e Cassino de Hollywood (perto de Miami).

Cleber-balada-reporter_Reproducao-TVGlobo“Beleza Cesar Augusto, trazendo as informações. Então o Anderson ainda tem pouco mais de um mês para apresentar essa nova defesa e aguardar o resultado da comissão do UFC”, disse Cleber, sobre o trabalho árduo do colega para depois comentar: “e você viu que entre uma luta e outra, para quem gosta de uma balada o som é bacana por lá.”

O repórter da Globo falava nos Estados Unidos sobre uma possibilidade de Spider e seus advogados tentarem não uma absolvição do caso de doping, mas ao menos atenuar a pena, isso baseados em um segundo exame descoberto, não anexado ao processo, cujo resultado deu negativo. Teriam até o dia 7 de agosto para apresentar essa defesa.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Galvão lamenta no JN comentário infeliz de Dunga sobre afrodescendentes
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Em participação no Jornal Nacional desta sexta-feira, o narrador Galvão Bueno não deixou passar batido a declaração polêmica de Dunga na entrevista coletiva às vésperas do confronto contra o Paraguai que decidirá o futuro do Brasil na Copa América: “acho que eu sou afrodescendente de tanto que apanhei e gosto de apanhar. Os caras olham para mim: ‘vamos bater nesse aí'”, disse o técnico da Seleção.

O narrador global lamentou a polêmica declaração de Dunga interpretada como racista: “Eu espero que em campo o Dunga seja mais feliz do que foi hoje na escolha das palavras”, disse Galvão, para depois fazer referência à nota da CBF, emitida três horas depois do incidente, na qual o treinador pediu desculpas.

“Quero me desculpar com todos que possam se sentir ofendidos com a minha declaração sobre os afrodescendentes. A maneira como me expressei não reflete os meus sentimentos e opiniões”, pronunciou-se Dunga no site da CBF.


Galvão recusa pedido de desculpa do “Pânico” após polêmica com repórter
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Galvão Bueno "ignora" pedido de desculpas do Pânico (Divulgação)

Galvão Bueno “ignora” pedido de desculpas do Pânico (Divulgação)

Após a polêmica envolvendo o apresentador da Globo, Galvão Bueno, e o repórter Daniel Peixoto, o Alfinete, do Pânico, a equipe da atração dominical resolveu tentar fazer as pazes com a estrela global, mas não teve muito sucesso.

Tudo começou quando Galvão Bueno postou em uma rede social sobre um problema que o voo em que estava teria enfrentado. Entretanto, o repórter do Pânico polemizou ao afirmar, em entrevista ao portal Terra, que o ocorrido não tinha sido tão grave assim e que o apresentador havia postado isso como “marketing” e para “causar comoção em suas redes sociais”.

Porém, as declarações não foram bem aceitas pelo narrador. Cientes do mal-estar causado, Alfinete e Vesgo tentaram pedir desculpas para Galvão, mas não foram bem recebidos. Na tentativa, uma bela modelo foi escolhida para entregar flores ao apresentador, mas tanto o presente quanto a moça foram ignorados.

Para o repórter, que está no país para cobrir a Copa América, suas declarações foram interpretadas de outra maneira e acabaram causando uma repercussão desnecessária.

“Não entendi porque o Galvão ficou chateado comigo. Sobre o episódio do avião, falei exatamente a mesma coisa que ele falou para o Jornal Nacional, mas acho que ele interpretou de outra maneira. Adoro o Galvão Bueno e o respeito muito. Não gostaria que ele ficasse chateado comigo ou com o programa, mas não vou mudar minha versão para agradá-lo. Relaxa Galvão, não mete o louco, sou teu fã número 1”, declarou Peixoto.

Vesgo também saiu em defesa do colega de emissora e tentou amenizar o entrevero entre os dois, enviando um recado ao apresentador e pedindo paz.

“Sai que é tua, Galvão! É a rosa da paz! O Alfinete é seu fã”, finalizou Vesgo.

A tentativa frustrada de reconciliação será exibida no próximo domingo (28/06) durante o programa.

 


Não é só Ivan Moré. Leifert tem mais um substituto no Globo Esporte
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Tiago Leifert foi a cara do Globo Esporte de São Paulo desde 2009, não apenas apresentando o programa, mas sendo o editor-chefe e mudando a cara do programa – um padrão mais leve que se refletiu em todo o jornalismo da Globo. Com sua saída confirmada do Esporte para se dedicar apenas à parte de Entretenimento, no The Voice Brasil e em um novo programa matinal aos sábados, o “workaholic” não será substituído só por Moré. Seu papel será dividido por duas pessoas.

Segundo o blog apurou, a direção da emissora decidiu por deixar Moré exclusivamente na apresentação, por ele não ter o perfil para também chefiar o programa, e convocou Daniel Minozzi para ser o novo editor-chefe do Globo Esporte – o que já foi comunicado aos funcionários do canal internamente. A assessoria de imprensa da Globo confirmou Minozzi no cargo.

Minozzi era editor no Foot Brazil, uma braço do jornalismo esportivo da Globo que cuida das transmissões e materiais para fora do Brasil, passando, por exemplo, jogos de clubes brasileiros em inglês para outros países. Assim, pouco lidava com a equipe que chefiará agora, apesar de sempre estar próximo, na mesma redação.

Com 12 anos de casa, o paulista é formado pela PUC de Campinas, sua cidade natal, foi da afiliada local EPTV e passou para a Globo em 2003, crescendo na carreira até chegar ao comando do Globo Esporte.

No lugar de Minozzi no Foot Brazil foi colocada quem ficou conhecida como a “voz da consciência” de Tiago Leifert, Renata Cuppen.

A divisão dos papeis à frente do programa também mostra o afinco de Leifert na função. Ele geralmente chegava antes das 7h da manhã na redação para produzir o programa, assistia e trabalhava em todos os VTs e tinha conhecimento de tudo o que ia para o ar – algo que dava segurança para ele apresentar com mais leveza e sem ajuda de teleprompter.

Ivan Moré estava fixo como apresentador do Esporte Espetacular e volta a um papel que já fez muitas vezes, já que por um bom tempo foi o número 2 de Leifert. Em seu lugar, Alex Escobar assume o programa dominical, ao lado de Glenda Kozlowski.

Além do The Voice Brasil, Tiago Leifert está confirmado no novo programa matinal de sábados, ainda a estrear na Globo. Além dele, apresentarão a atração Zeca Camargo e Patricia Poeta, André Marques, Cissa Guimarães e Ana Furtado.

O último Globo Esporte com Tiago Leifert será no dia 6 de julho, uma segunda-feira, como anunciou o próprio na última quinta-feira.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Globo transmite ao vivo luta de Machida no caótico UFC de Miami
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UFC bagunçado tem Lyoto tentando manter respeito na categoria

Em meio a más notícias no bagunçado UFC de Miami – sem as finais do TUF Brasil 4 em função do imbróglio técnico dos EUA para a emissão dos vistos aos brasileiros – , um aspecto positivo: o combate entre o brasileiro Lyoto Machida e o cubano Yoel Romero, pela categoria dos médios, será transmitida ao vivo pela Rede Globo na madrugada de sábado para domingo (pouco antes da 1h), logo após o programa Altas Horas. Sem aquilo de exibição 30 minutos depois da realização do evento, portanto, como é previsto em contrato para cards no exterior.

A narração será de Cleber Machado e os comentários do lutador Júnior Cigano. Ambos iriam para o local da luta (Seminole Hard Rock Hotel e Cassino de Hollywood, a 30 minutos de Miami), dentro de toda uma ideia da emissora de se fazer uma cobertura especial, mas com a não realização das finais do TUF 4 por lá, remanejadas para o UFC 190, no Rio de Janeiro, o plano foi cancelado.

A Globo ainda promete exibir o duelo entre o americano Eddie Gordon “Truck” e o brasileiro Antônio Carlos Júnior “Cara de Sapato”, na categoria peso médio, possivelmente também ao vivo (vai depender do horário da luta).

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Casagrande detona atual geração da seleção: ‘pior de todos os tempos’
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O Brasil é favorito contra o Paraguai no duelo deste sábado, às 18h30, pela Copa América, certo? Não para Walter Casagrande. O comentarista fez uma crítica ferrenha à atual geração do futebol brasileiro durante o programa Corujão do Esporte, da Globo, na madrugada desta quinta-feira, e afirmou que, hoje, a seleção está no mesmo nível de outras seleções menos tradicionais da América do Sul.

“Acho essa geração do futebol brasileiro a pior de todos os tempos. Nós temos um time mediano e um supercraque que é o Neymar, referencial, um dos três melhores jogadores do mundo da atualidade. Sem Neymar, jogamos pau a pau com Paraguai, Colômbia, com o Chile”, começou a sua análise sobre o time do técnico Dunga e já projetando o duelo do fim de semana em Concepción, no Chile.

“São detalhes que podem resolver. Talvez a camisa ainda pese, o Paraguai fique com um pouco de medo e o Brasil consiga desenvolver um futebol coletivo e vencer, mas eu não cravaria favoritismo para o Brasil. Nós temos que olhar para aquilo que temos aí e o que temos é igual ao que o Paraguai tem. Lá no Paraguai os caras olham pro time deles como a gente olha aqui [para o nosso]”, comentou Casão.

Não é a primeira vez que Casagrande faz previsões pessimistas para o futuro próximo da seleção brasileira. Há duas semanas, em sua primeira aparição na TV após se recuperar de um infarto, o comentarista criticou duramente o combinado nacional e disse que Neymar não vencerá uma Copa do Mundo pelo Brasil por não ter um time à altura.

“Acredito que o Neymar vá bater todos os recordes, mas acho que não vai conseguir ser campeão do mundo pela seleção. Acho que o Brasil é parecido com Portugal: tem 10 medianos e o Cristiano Ronaldo”, declarou Casão no dia 15 de junho durante o programa Bem, Amigos.

Brasil e Paraguai se enfrentam neste sábado, às 18h30, com transmissão da TV Globo e do Sportv e com acompanhamento em tempo real do Placar UOL Esporte. Justamente por causa do jogo, a Globo decidiu excepcionalmente não exibir nesse dia os capítulos de suas novelas das 6 e das 7, Sete Vidas e I Love Paraisópolis.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Fátima Bernardes esbanja otimismo e palpita na seleção sem ver o jogo
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(Reprodução/TV Globo)

(Reprodução/TV Globo)

Aproveitando a temática “dia da reconciliação” do seu programa Encontro nesta segunda (22), a apresentadora Fátima Bernardes, que admitiu não ter visto o jogo da seleção contra a Venezuela para poder prestigiar uma apresentação de canto da filha, logo no início da atração fez questão de relacionar o tema às declarações de Neymar admitindo que foi ele próprio quem se colocou na “situação chata” que o tirou da Copa América.

“Segunda-feira, pensou que eu ia dizer que é dia de fazer dieta, né? Mas não, segunda é dia internacional da reconciliação. Muita gente apronta no fim de semana e aproveita a segunda-feira para tentar fazer as pazes, reconhecer um erro e não é só entre casais, não. Esta segunda foi o dia que o craque da nossa seleção, Neymar, resolveu reconhecer alguns erros que cometeu durante essa Copa América”, afirmou Fátima, chamando a repórter Cristiane Dias que direto do Chile falou ao programa destacando a entrevista de Neymar admitindo as falhas dele na pesada suspensão de quatro jogos que levou da Conmebol.

Apesar de ter acompanhado a partida da seleção apenas pela internet, a apresentadora deu seus pitacos sobre a classificação, falou sobre a necessidade da seleção readquirir a confiança em si própria e procurou demonstrar certo otimismo.

“Tenho certeza que a entrada do Robinho foi importante, por exemplo, para tranquilizar o time, aquelas coisas que a gente imagina, deixa mais equilibrado. Ganhamos, vamos em frente. Tem que deixar isso [7 a 1] no passado e começar ganhar, ganhar, ganhar pra poder a autoestima voltar, também”, analisou a senhora Bonner.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo