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Ele atuava com demografia, foi pra TV e articulou chapéu da Record na Globo
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Eduardo Zebini passou por SBT, Band, Manchete, Record e, agora, Fox (Foto: Edu Moraes/Divulgação)

Eduardo Zebini passou por SBT, Band, Manchete, Record e, agora, Fox (Foto: Edu Moraes/Divulgação)

As transmissões esportivas movimentam bilhões de reais, desde Copa e Olimpíadas aos campeonatos de futebol nacionais e internacionais. Mas, a maioria dos executivos não são conhecidos pelo público neste meio de negociação que envolve as maiores emissoras do país. Eduardo Zebini é um destes ilustres (quase) desconhecidos dos fãs, mas muito influentes no meio. Vice-presidente sênior de produção, programação e marketing da FOX Brasil, ele construiu uma carreira em que conseguiu feitos importantes para seus canais. Quando estava na Record, conduziu a negociação que tirou a Olimpíada-2012 da Globo. Hoje, pelo Fox Sports, soube fazer da Libertadores uma de suas principais armas para acordos históricos para o canal. E, curiosamente, tudo começou quando era apenas um profissional da área de demografia.

Seu começo foi bem diferente do comum e por meio de uma figura ilustre. Fã de esportes e jogador de basquete na adolescência, trabalhou no jornal Gazeta Mercantil por conta da demografia – área da ciência geográfica que estuda a dinâmica populacional humana – e seu domínio na parte de estatística. Foi quando conheceu o comentarista Osmar de Oliveira. Dali, foi parar na TV.

“O Osmar se interessava muito por dados estatísticos e tinha uma teoria: a quantificação de acontecimentos se repetia na história das partidas, como no nível de ocorrências estatísticas possíveis de serem administradas”, conta Zebini.

O gosto em comum rendeu um convite inusitado: trabalhar no SBT. Ainda dentro do seu contexto científico, ele virou produtor de TV e aprendeu uma nova função, começando com um especial sobre a seleção brasileira de Telê Santana. O chefe Silvio Santos chegou a colocá-lo em um desafio diferente no SBT. “Ele me pôs a frente de um projeto de pesquisa eleitoral. Ao final desse processo, o resultado da pesquisa foi exatamente igual ao das urnas. Isso deu bastante credibilidade para o canal naquele momento”, relembra.

Show do Esporte, Manchete e Record

Mas o esporte era o caminho que seguiria. Após a Copa de 86, trabalhou na Bandeirantes, como gerente de produção do “Show do Esporte”. Em três anos, virou diretor de produção do canal, trabalhando nos maiores eventos esportivos da casa. Depois veio uma temporada na Manchete e então, já nos anos 2000, o convite da Record.

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Zebini recebe das mãos de Boni troféu ganho pela Fox Sports em premiação de veículos esportivos (Divulgação)

“Na época, era uma questão de você acreditar que a Record poderia ser uma forte concorrência no mercado onde pudesse desenvolver minhas ideias de cobertura de eventos. O [executivo Eduardo] Lafon garantiu que teria todas as condições de competir com os demais canais em um curto espaço de tempo e começamos com Luiz Alfredo, Mario Sergio, Eli Coimbra, Datena e Marcio Moron”, relata Zebini.

Uma parceria marcante foi com Milton Neves em programas como “Terceiro Tempo” e “Debate Bola”. O apresentador explica um pouco do sucesso de Zebini. “Ele tem uma visão muito moderna. E tem um alto poder de discernimento, de ouvir as pessoas, até porque tem as maiores orelhas da televisão brasileira”, brinca Milton. “Ele foi fundamental na compra dos Jogos Olímpicos”.

Chapéu olímpico

Fazer com que uma grande cobertura não fosse transmitida pela Globo era quase que uma obsessão da Record. Zebini foi o responsável por conduzir a negociação com cartolas do COI para ficar com os direitos de Londres-2012. Tinha, claro, um grande suporte financeiro por trás. Mas diz que fez mais do que apenas chegar com uma boa oferta: usou seu poder negociador para convencer os organizadores de que acertar com um canal que até então vinha trabalhando pouco com esportes não era um grande risco.

“A Record sempre teve uma linha de concorrência muito forte com a Rede Globo. Eu pude entender qual era o anseio da emissora e de que forma poderia ser concorrente na área esportiva. Nós já tínhamos tentado a compra das Copa do Mundo de 2010 e 2014, sem êxito. Quando as negociações para as Olimpíadas surgiram novamente, meu trabalho foi mostrar na Record que era uma grande aquisição e depois instrumentalizar a proposta, que saiu vencedora.”

Até hoje se vê reflexos dessa negociação – como se percebeu no Pan, em que a Globo só mostrou a competição por fotos, ainda que o SporTV tivesse a transmissão na TV fechada. Apesar do feito na Record, acabou saindo em 2009. Não detalha os motivos e se limita e dizer que foi consequência de divergências quanto à condução do esporte na emissora após adquirir os direitos da Olimpíada. “A compra do direito exclusivo de um evento de tamanha importância criava um contexto de possibilidade de exploração dos demais eventos internacionais. A Record pretendeu se utilizar do evento com exclusividade e diante da minha visão diferente da companhia, meu espaço ficou restrito.”

Baixa e a volta por cima

Zebini viveu um período de baixa após a saída da Record. “De executivo top, ele ficou numa situação muito complicada. Só foi à Copa de 2010 como credenciado da rádio Itatiaia. Mas o ressurgimento dele foi meteórico com a Fox. Hoje está num momento especial”, disse Milton Neves.

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Zebini com Kobe Bryant na Copa (Foto: Terceiro Tempo)

Para pessoas próximas, o perfil negociador de Eduardo Zebini é o que o difere de outros executivos. É assim que ele conseguiu, por exemplo, levar a Copa do Mundo aos canais Fox em todo mundo pela primeira vez, em 2014. No caso da Libertadores, em que teve jogos exclusivos – inclusive do campeão de audiência Corinthians – e deixou a Globo sem partidas que geralmente ela levava à TV aberta, contou com boas contrapartidas para construir a vantagem do seu canal.

Questionado se de fato foi um chapéu, ele nega: “De forma alguma. Foram escolhas feitas dentro de um quadro possível, algo natural, dentro daquilo que é a prática das escolhas dos jogos da Libertadores. Em nenhum momento houve uma situação que possa se parecer com isso”.

A fase do Fox Sports

A atual fase de Zebini já dura três anos e meio. Ele chegou ao Fox Sports por indicação de um executivo de conteúdo. À época, trabalhava na área técnica operacional da transmissão da Copa, no Comitê Organizador, mas sentia falta da produção esportiva em TV. Hoje, cuida de dois canais Fox Sports e também dos de entretenimento da FIC Brasil: Fox, NatGeo, FX e Fox Life.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Fox Sports fará transmissão in loco de abertura do Alemão e clássico inglês
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(Divulgação/Fox Sports)

(Divulgação/Fox Sports)

O Fox Sports pretende estrear em grande estilo a cobertura da Bundesliga, o Campeonato Alemão, nova liga europeia cujos direitos adquiriu pelas temporadas 2015-2016 a 2017-2018. O canal mandará à Europa uma equipe de transmissão para a cobertura da abertura do torneio. De quebra, farão um clássico inglês, também in loco, dias depois.

O narrador Gustavo Villani e o comentarista Paulo Vinicius Coelho embarcam segunda-feira para a Alemanha. Juntamente com o repórter Fernando Caetano, que já está por lá, produzirão material sobre o início da Bundesliga para a programação do canal e na sexta que vem, dia 14, às 15h30 (horário de Brasília), transmitirão ao vivo, direto da Allianz Arena, em Munique, o jogo de abertura Bayern x Hamburgo.

No sábado, o trio viaja a Manchester para a cobertura e transmissão ao vivo, às 12h de domingo, dia 16, de City x Chelsea, clássico no Etihad Stadium pela segunda rodada da Premier League, o Campeonato Inglês, cuja abertura já acontece neste fim de semana.

Na viagem, PVC e Fernando Caetano ainda deverão passar pela Espanha para gravarem chamadas do Campeonato Espanhol, outra liga nacional que passou a fazer parte dos eventos do canal da Fox por cinco temporadas (até 2019/2020), via acordo de sublicenciamento com a ESPN Brasil, detentor desses direitos e que também segue exibindo o Alemão pelo mesmo tipo de acerto com o Fox Sports, dono dos direitos.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Fox exalta aposta na Libertadores e audiência contra concorrente Sportv
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 A Fox Sports apresentou índices de audiência superior à da concorrente Sportv em alguns jogos da Libertadores. As partidas do Corinthians contra o San Lorenzo (em Itaquera) e Guaraní (no Paraguai), por exemplo, deixaram a Fox na liderança de audiência entre os canais pagos.

Pela fase de grupos, a Fox teve audiência maior do que a Sportv com Danubio 1 x 2 São Paulo. Os duelos de ida das oitavas entre Atlético-MG x Inter e São Paulo x Cruzeiro também deixaram a Fox à frente da Sportv em audiência.

Um dos trunfos da Fox para esse aumento de audiência é o fato de ter direito a escolher o jogo que irá transmitir na Libertadores. A Sportv também tem os direitos do torneio, mas define a partida a ser exibida somente depois da opção feita pela Fox.    

No jogo Guarani 2 x 0 Corinthians, em Assunção, a Fox Sports registrou 2,49% de audiência, contra 0,45% da Sportv, maior vantagem entre os dois canais.

A Fox ficou à frente do Sportv em audiência no jogo São Paulo 1 x 0 Cruzeiro (1,22% contra 1,16%, segundo o Ibope), transmitido pelas duas emissoras.

Segundo a Fox, a audiência do canal no quadrisemestre de cresceu 16% em relação ao mesmo período do ano passado.


Corinthians exclusivo deu liderança de audiência à Fox entre canais pagos
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Crédito da foto: AP 

A Fox Sports teve exclusividade na transmissão de jogo do Corinthians contra o Guaraní, vencido pelos paraguaios por 2 a 0, na semana passada, em Assunção. Sem concorrentes, a emissora liderou a audiência entre canais pagos no jogo válido pelas oitavas da Libertadores.

A Fox Sports teve audiência de 2.49% com o jogo Guaraní x Corinthians. A Sportv obteve 0.45% na mesma faixa horária.

Esta foi a terceira maior audiência em jogos da Fox Sports no ano.

Outro canal da Fox Sports, o Fox Sports 2 também alcançou liderança de audiência entre canais pagos com a exibição de Atlético Mineiro 2 x 2 Internacional.

A emissora teve média 1.30% de audiência, com pico de 1.82%, à frente da Sportv, que obteve 1.16% no mesmo horário. Esta foi a maior audiência da Fox Sports 2 desde a estreia do canal em janeiro de 2014.

Na quarta-feira, a Fox Sports novamente terá exclusividade em jogos envolvendo brasileiros na Libertadores. A emissora transmitirá Cruzeiro x São Paulo, pelas oitavas da competição.


Mário Sérgio não suportou ser chamado de moleque e deu banho em cartola
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Mário Sérgio sempre foi conhecido por seu estilo polêmico, e em entrevista à “Revista FOX Sports”, o agora comentarista do canal revelou mais um de seus causos, ocorrido quando foi contratado pelo Fluminense, em 1975, em um time recheado de estrelas, como Roberto Rivellino.

“Fomos excursionar pela Europa. Na Alemanha, os jogadores resolveram fazer uma festa no hotel depois da partida, com mulheres, bebida e tudo mais”, relembra o ex-jogador. “No outro dia, o presidente Francisco Horta deu um esporro em todo mundo, mas direcionou a maior parte das críticas em mim. Mas quem fez a merda toda no hotel, foi o Rivellino. Ele me chamou de moleque e tudo mais. Deitou e rolou. Fiquei com aquele negócio atravessado na garganta”.

A bronca de Francisco Horta, que segundo Mário Sérgio aconteceu por conta de seu pouco tempo de clube (havia acabado de chegar do Vitória), teve mais um capítulo pouco tempo depois, já no Brasil.

“Quando a excursão acabou, nós voltamos para o Rio e o campeonato estadual estava por um fio. Nós ficamos em uma situação de chegar e ganhar todos os jogos para ir à final. Se perdêssemos um ou empatássemos, estaríamos fora”. “Antes de entrar em campo, o presidente Francisco Horta, no vestiário, deu mais um esporro: ‘Cambada de moleque. Vamos ver se vocês conseguem apagar aquela imagem negativa lá da Alemanha’. Ele dava o esporro e sempre olhava para minha cara”.

Foi então que o troco foi dado. “Subimos para o campo, começamos perdendo por 1 a 0, eu peguei a bola e acabei com o jogo. Viramos por 3 a 1″. “O Francisco Horta, acompanhado do Carlos Eugênio Lopes, que era o auxiliar dele, e hoje é diretor jurídico da CBF, veio em minha direção com a mão esticada e disse: ‘Meu craque’. Quando ele chegou perto, agarrei a mão dele, puxei para baixo e enfie ele debaixo do chuveiro com roupa e tudo. O Carlos Eugênio Lopes falava: ‘Ele é o presidente’ e eu respondi: ‘F**-se! Moleque é o c***! Moleque é a p*** que te p***!‘”.

Por conta do ocorrido, Mário Sérgio acabou sendo afastado do elenco, voltando apenas tempos mais tarde. “Só voltei ao time porque existia um companheirismo que hoje em dia eu não vejo. O elenco exigiu a minha volta, mas não aliviaram nas piadas relacionadas à minha temporada com os juniores”.

Mário Sérgio ficou no Fluminense durante os anos de 1975 e 1976. No Tricolor, conquistou duas vezes o Campeonato Carioca.


Fox Sports vai passar jogos na madrugada apenas com canções de ninar
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O que você faz quando seu filho recém-nascido chora de madrugada: Reclama? Pede para a mãe levantar? Se depender da Fox Sports, o pai vai direto para a frente da televisão. O canal fechado decidiu inovar nas reprises e anunciou nesta quarta-feira que passará jogos de madrugada com o som apenas com canções de ninar.

Isso mesmo. A ideia é que os homens tenham um motivo a mais para levantar durante a madrugada e fazer o bebê dormir novamente enquanto a mãe descansa, pelo menos é isso que espera o canal. Os duelos “para dormir” vão passar sempre às 2 horas da manhã.


Comentaristas da TV cornetam juiz e veem falta de Emerson em gol corintiano
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Ricardo Marques Ribeiro, o árbitro do clássico entre Corinthians e São Paulo no Itaquerão, não passou ileso do crivo dos comentaristas de TV. Em um jogo polêmico, com muitos lances ríspidos, o juiz foi alvo em praticamente todas as transmissões por conta do erro no segundo gol alvinegro, que terminou 2 a 0 para os donos da casa.

O lance em questão aconteceu bem perto do meio-campo, quando Emerson Sheik desarmou Bruno e iniciou o contra-ataque que culminou no gol de Jadson. Quando as transmissões mostraram o lance de perto, é possível ver o atacante corintiano apoiar as duas mãos no ombro do rival, que caiu e perdeu a bola.

“Emerson fez falta em Bruno, falha grosseira de Ricardo Marques”, disse Carlos Eugênio Simon, ex-árbitro e hoje comentarista do Fox Sports. “Tem uma carga clara do Emerson em cima do jogador. Foi falta”, ratificou Leonardo Gaciba, outro que trocou o apito pelos microfones, mas na Rede Globo.

O impacto do replay foi tão forte nas transmissões quem mesmo os comentaristas que não são especialistas de arbitragem atacaram Ricardo Marques Ribeiro.

“Eu vou chamar de desarme, mas eu concordo com o Simon, para mim foi falta”, disse Paulo Vinicius Coelho no Fox Sports.

“Foi falta, você vê que ele chega com as duas mãos nas costas do Bruno”, disse Mauricio Noriega, no Sportv.


Constrangido, narrador é proibido de falar sobrenome de argentino em jogo
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Milton Caraglio, ou apenas Milton (Crédito: Vélez Sarsfield/Divulgação)

Milton Caraglio, ou apenas Milton (Crédito: Vélez Sarsfield/Divulgação)

Se você se lembra dos malabarismos dos narradores brasileiros anunciando o goleiro costarriquenho José Porras na Copa do Mundo de 2006, talvez não estranhe tanto o caso. Mas um atacante do Vélez Sarsfield teve seu nome ‘trocado’ pela Fox Sports nesta terça-feira, em meio à transmissão do jogo contra o Boca Juniors pelo Torneio de Verão 2015.

O jogador em questão é o atacante Milton Caraglio, de 26 anos. O camisa 9 começou o jogo sendo chamado de Caraglio, e, no meio da transmissão virou apenas Milton. O anúncio foi feito pelo Twitter do narrador da partida, Marco de Vargas, no intervalo. “Milton Caraglio será apenas Milton a partir de agora. Ordens”, explicou o narrador na rede social.

Depois, confirmou que fez a troca depois de ser orientado pela emissora . “No meu próprio Twitter, centenas de mensagens indicaram: por que vocês não chamam pelo sobrenome? É uma prática comum da América Latina”, contou ao UOL Esporte.

Curiosamente, o atacante do Velez foi um dos nomes do jogo no empate por 2 a 2 entre as duas equipes marcar os dois tentos do time azul e branco. No primeiro gol marcado pelo camisa 9, no primeiro tempo, seu nome foi pronunciado na íntegra. Já na segunda etapa, virou apenas Milton ao marcar o 2 a 1.


PVC leva estatísticas a estreia no Fox Sports e agrada fãs no Twitter
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Gustavo Villani e Paulo Vinícius Coelho (Crédito: Reprodução)

Gustavo Villani e Paulo Vinícius Coelho (Crédito: Reprodução)

Paulo Vinícius Coelho estreou nesta quinta-feira como comentarista dos canais Fox Sports. Em sua primeira partida, PVC comentou a vitória do Tottenham por 5 a 3 sobre o Chelsea pela 20ª rodada do Campeonato Inglês.

Ao longo da partida, o comentarista apresentou informações e estatísticas bastante específicas, a exemplo do que fazia na ESPN Brasil. Segundo seus dados, a derrota foi a primeira do Chelsea comandado por José Mourinho por mais de quatro gols. Além disso, o Tottenham não goleava o rival de Londres desde 1961.

Ainda segundo as estatísticas de PVC, o gol marcado por Diego Costa (o primeiro do Chelsea e da partida) foi o primeiro dele fora de casa desde 8 de novembro. Na ocasião, o brasileiro naturalizado espanhol balançou as redes em Anfield Road, na vitória por 2 a 1 do Chelsea sobre o Liverpool.

Os comentários de PVC agradaram aos fãs no Twitter.