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Tatá Werneck xaveca Casagrande e deixa comentarista sem jeito
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Casagrande era um grande centroavante. É um ótimo comentarista. Mas parece um enferrujado quando o assunto é xavecar… Neste sábado, ele foi alvo de uma brincadeira da atriz Tatá Werneck durante o Caldeirão do Huck. E acabou muito sem jeito – como o próprio parceiro Galvão Bueno admitiu.

Para quem não vê novela, Tatá é a interprete da periguete Valdirene, de Amor à Vida – na trama, ela faz de tudo para engravidar de um homem rico e já invadiu, inclusive, o quarto de Neymar para tentar seduzí-lo.

Aproveitando o sucesso da personagem, Tatá resolveu brincar com Casagrande e apareceu em seu quadro no Caldeirão (em que comanda um link com torcedores no pré-jogo de Brasil x Itália) com a camisa “Casão To Te querendo”. O comentarista entrou na onda e mostrou, quando apareceu, a sua resposta: “Tatá, tamo junto”.

O problema veio quando a atriz fez uma dança sensual em resposta: “Não consigo ouvir o Casão, mas senti com meu corpo”. Ao voltar para o estádio da Fonte Nova, na Bahia, de onde Casagrande conversava, o narrador Galvão Bueno teve de aparecer. “Nunca tinha visto alguém tão sem jeito como o Casão agora. Acho que foi a primeira vez que ele ficou sozinho em um transmissão aqui”, falou o narrador, rindo.

A resposta comprovou o quanto o comentarista estava encabulado: “Me abandonaram, né?”


Casagrande diz que voltou a ter prazer em comentar e clama: “Sou imparcial”
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Crédito da imagem: Reinaldo Marques/TV Globo

Francisco De Laurentiis
Do UOL, em São Paulo 

O ex-jogador Walter Casagrande Jr. comenta futebol na TV Globo há quase 15 anos. Durante boa parte desse tempo, porém, seu trabalho não lhe deu nenhum prazer. Muito pelo contrário: era um incômodo.

A dependência das drogas fez com que Casão perdesse, pouco a pouco, o amor pelas transmissões. Perdeu até mesmo o amor por si mesmo, e chegou ao limite quando bateu o carro e entrou em coma, em 22 de setembro de 2007.

>>> Casagrande diz que excesso de jogos afasta telespectadores e aprova convidados

Durante dois anos, ficou em tratamento para se livrar dos entorpecentes, longe até mesmo da família. Neste período, também ficou ausente das cabines, e só foi voltar à Globo em 2009.

Walter Casagrande

Walter Casagrande

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Hoje, é um novo homem. Recuperado após longo tratamento, diz ter usado o tempo para repensar a vida. Recentemente, lançou sua biografia, e quer usá-la para ajudar dependentes químicos a buscar tratamento.

Em entrevista ao UOL Esporte, Casagrande diz que recuperou o “tesão” em trabalhar na TV, e que, diferente de outros tempos, agora sente prazer em comentar.

>>> Casagrande diz que sua biografia foi feita para ajudar dependentes 

Também disse quem são seus narradores e comentaristas favoritos, lembrou suas transmissões inesquecíveis e ressaltou sua imparcialidade, mesmo admitindo torcida e paixão pelo Corinthians.

Confira o bate-papo com Casão:

UOL: Depois de tudo o que você passou, qual o seu prazer em trabalhar com futebol?
Casagrande: Na realidade, agora é que eu tenho tesão em comentar futebol. Antes de me internar, de passar pelo tratamento [contra as drogas], não via o trabalho como uma coisa importante. Para te falar a verdade, eu não tinha satisfação nenhuma em comentar. Depois do tratamento, passei a ter uma visão melhor das coisas. Voltou o prazer de trabalhar, e, principalmente, de viajar. Essas últimas viagens para comentar os jogos da seleção, pra Suíça, Suécia, foram ótimas, muito agradáveis. Hoje, encaro o cargo de comentarista como minha profissão de verdade. É o que eu melhor sei fazer, e cada dia me esforço para fazer da melhor forma possível.

UOL: Acha que o fato de ser corintiano faz torcedores de outros times terem antipatia por você?
Casagrande: De jeito nenhum! Eu comento jogos há 15 anos e sempre fui imparcial, cara! Sou muito honesto naquilo que faço. Eu torço para o Corinthians desde pequeno, sempre falei, mas isso nunca me impediu de ser imparcial. Quando o Corinthians está mal, falo que está mal, e quando está bem, faço elogios. Mesma coisa para os outros times… (suspira). Mas vou te falar: o dia em que mais me senti à vontade [durante uma transmissão] foi na final do Mundial, Corinthians contra Chelsea. Naquele dia, não tinha problema torcer, porque o outro time era inglês. Fiquei de boa e torci pra caramba (ri)! Mas não acho que tenham antipatia comigo porque sou torcedor.

>>> Casagrande diz que fazia sexo “proibido” na época da Democracia

Casagrande com a cantora Gal Costa, no programa “Altas Horas”: comentarista vai voltando a curtir o trabalho (foto: Reinaldo Marques/TV Globo)

UOL: Falando nesse jogo, quais foram as transmissões que mais te marcaram?
Casagrande: Poderia citar várias, mas acho que a melhor de todas foi a final da Copa do Mundo entre Brasil e Alemanha, em 2002. Foi sensacional, indescritível. Essa e a final do Mundial de Clubes contra o Chelsea foram as que, certamente, mais mexeram comigo.

UOL: Como é trabalhar com Galvão Bueno e Cléber Machado?
Casagrande: É ótimo! Me dou muito bem com eles. Cada um tem um estilo muito diferente de narrar e comandar a transmissão, mas me dou muito bem com os dois. Eles conseguem tirar de mim muitas coisas, conseguem me envolver na transmissão e às vezes me ajudam a recordar algumas coisas que eu já nem lembrava mais. Temos um entrosamento muito legal.

UOL: Fora eles, quem são seus narradores e comentaristas favoritos?
Casagrande: Eu gosto muito do Milton Leite [narrador do Sportv], acho ele divertido, espontâneo. Gosto do Neto [comentarista da TV Bandeirantes], gosto do Caio [Ribeiro, comentarista da TV Globo]… Trabalhar com o Caio é ótimo, gosto muito de dividir os comentários com ele e com o Júnior [comentarista da TV Globo], acho legal quando temos opiniões diferentes. Mas te confesso que não assisto a muitos jogos. Quando não estou trabalhando, vejo muito pouco futebol, quase não assisto. Quando é dia de trabalhar, vejo os gols da rodada e me preparo, mas não fico vendo futebol nos outros dias.

>>> Casagrande revela intuição antes da morte de Sócrates

UOL: Até quando pensa em trabalhar na TV? Gostaria de fazer outra coisa?
Casagrande: Eu gosto de trabalhar em rádio. Gosto muito de música. Já fui produtor do Raul Seixas por um ano, produzi Nando Reis, Kiko Zambianchi… Tendo essa paixão pela música, talvez faça algo com isso, quem sabe ter um programa… Mas acho que vou comentar por muito tempo ainda.

UOL: Ainda gosta de jogar futebol?
Casagrande: Não, não… Não jogo bola há anos! Tenho um problema sério no joelho… Meu, se eu jogar uma pelada, nem que seja só um pouquinho, tenho que tomar injeção de anti-inflamatório, fazer gelo… Não tenho mais saco pra isso…


Apesar da boa fase, Palmeiras é cornetado por comentaristas no CQC
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Crédito da foto: Reprodução/Band

Apesar da boa fase vivida pelo Palmeiras, o clube paulista ainda não escapa das cornetas dos comentaristas. Durante o lançamento da biografia de Casagrande, na última semana, o time alviverde foi criticado.

O primeiro a cornetar foi José Trajano, da ESPN Brasil. O alvo do jornalista foi o meia chileno Valdívia. “Ele (zelador do meu prédio) podia jogar no lugar do Valdívia. Ele pelo menos entraria em campo, o outro não entra”, disse Trajano.

Logo em seguida, quem falou sobre a fase do Palmeiras foi o próprio Casagrande, que lançava o livro e comenta partidas pela Globo.

“Com todo respeito a tradição do Palmeiras, esse time do Palmeiras está difícil”, falou Casagrande.

As declarações dos comentaristas aconteceram antes do Palmeiras se garantir na próxima fase da Libertadores, após vencer o Libertad por 1 a 0.


Casagrande revela intuição antes da morte de Sócrates
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Crédito da imagem: Reprodução

A amizade entre Walter Casagrande e o ex-jogador Sócrates nunca foi segredo no meio esportivo. Companheiros de Corinthians quando profissionais, os atletas sempre se deram muito bem fora dos gramados. No entanto, uma história entre os dois era pouco conhecida pelo público até a noite deste domingo.

Em entrevista ao Fantástico, da Globo, para falar sobre o lançamento de seu livro, Casagrande revelou ter sentido uma intuição antes da morte de Sócrates, que aconteceu em dezembro de 2011. Poucos dias antes de o amigo morrer, o hoje comentarista disse que ligou para o ex-companheiro para uma última conversa.

“Eu tive a intuição e veio a vontade de ligar para ele e dizer : “eu te amo e você é uma das pessoas mais legais que conheci”. Não é simples de falar, não é simples de ouvir”, comentou Casagrande.

O comentarista ainda falou sobre a admiração que tinha por Sócrates e como eles possuíam um forte laço de amizade.

“Tínhamos um complemento muito forte. Ele era um gênio, que fazia coisas fantásticas quando você menos esperava. Eu gostaria muito de sair com ele e dizer: “Eu ainda te amo”, afirmou.

Durante a entrevista Casagrande voltou a falar sobre o período em que foi dependente químico. O ex-jogador disse que não conseguia aceitar o fato de ser viciado em drogas e que o trabalho foi fundamental para que ele conseguisse se recuperar.


Casagrande diz que excesso de jogos afasta telespectadores e aprova convidados
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Crédito da imagem: Reinaldo Marques/TV Globo

Francisco De Laurentiis*
Do UOL, em São Paulo 

Enquanto boa parte dos times brasileiros ganha cada vez mais dinheiro com patrocínios e tira jogadores da Europa, como Seedorf, Forlán e Alexandre Pato, a audiência do futebol na TV aberta segue caindo a ano a ano. Em 2010, por exemplo, a Globo marcava média de 21 pontos** no Ibope com a bola rolando. Já neste ano, o número é 17,4 – uma queda de 17,1% nos últimos três anos.

Vários motivos são dados como explicação sobre o porquê da redução da audiência, como o aumento das opções de lazer e o baixo nível técnico das partidas. Mas, para quem está diretamente ligado às transmissões, o problema é outro.

Walter Casagrande

Walter Casagrande

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Segundo Walter Casagrande, principal comentarista da TV Globo, o excesso de jogos sem importância e a falta de partidas decisivas são os principais fatores que vêm afastando os telespectadores das rodadas do futebol. Em entrevista ao UOL Esporte, Casão disse que apenas duelos mais atrativos dão audiência, e também aprovou uma das medidas adotadas pela emissora para tentar reerguer a audiência.

>>> “Bem, Amigos” tem Casagrande emocionado e invasão de Jô Soares 

“Eu faço muitos jogos, e vejo que, nas grandes partidas, a audiência é bem alta. Acho que o excesso de jogos prejudica demais… Toda hora passa muito jogo, futebol vira uma coisa corriqueira. Antigamente, passava muito menos, cada jogo era uma atração”, diz o comentarista, que, recentemente, lançou sua autobiografia.

“Hoje, as pessoas só se interessam quando o jogo é legal, decisivo. Jogo de Libertadores, por exemplo, dá audiência altíssima. Finais também sempre vão bem (na audiência). Até os jogos da seleção, mesmo sem serem por campeonatos oficiais, continuam dando bons números. Quando o evento é bom, todo mundo quer ver. Quando o evento é ‘mais ou menos’, as pessoas pensam duas vezes”, completa

Casagrande com o amigo Serginho Groisman, no “Altas Horas”. Para o comentarista, é necessário que haja mais jogos decisivos na televisão aberta (Crédito da imagem: Reinaldo Marques/TV Globo)

Casagrande, aliás, diz que não é apenas a audiência do futebol que está caindo na TV: “O Ibope televisivo está em declínio em todas as áreas. Hoje, as pessoas tem internet e um monte de outras coisas para passar o tempo. Não é só o futebol que está caindo. Tudo relacionado a televisão está experimentando queda”, afirma.

Os dois jogos de melhor audiência na Globo este ano tiveram o Corinthians  e a Libertadores como protagonistas: contra Tijuana (México) e Millonarios (Colômbia), a emissora marcou 24 pontos. Já o pior Ibope veio do Paulistão, competição criticada pela extensão: Guarani x São Paulo marcou 8 pontos.

>>> Casagrande diz que sua biografia foi feita para ajudar dependentes 

Já na Bandeirantes, que não transmite a competição continental, a melhor audiência veio em um clássico paulista: São Paulo 1 x 2 Corinthians, no final de março, deu 8 pontos. A pior foi em um jogo da Liga dos Campeões da Europa: Paris Saint-Germain (França) x Valencia (Espanha), pelas oitavas de final, marcou 3,5 no Ibope.

Comentarista aprova convidados especiais

Uma das estratégias usadas pela Globo para tentar subir seus números do futebol foi repetir uma ideia do final dos anos 1990: levar convidados especiais, como músicos e atores, para comentar as partidas com Galvão Bueno, Cléber Machado e cia.

Casagrande gostou de comentar ao lado do ator Aílton Graça e do ex-jogador Zé Maria (Crédito da imagem: Reinaldo Marques/TV Globo)

No fim da década passada, nomes como os dos pagodeiros Netinho de Paula e Alexandre Pires foram os atrativos. Já neste ano, personalidades como a cantora Luiza Possi, o ator Aílton Graça e o técnico de vôlei José Roberto Guimarães já participaram de jogos em São Paulo, tanto no Estadual quanto na Libertadores. No Rio de Janeiro, vários outros artistas famosos também deram seus palpites.

Casagrande aprova a estratégia e diz que os convidados, mesmo não sendo na maioria das vezes ex-jogadores ou técnicos, acrescentam muito às discussões futebolísticas.

>>> Casagrande diz que fazia sexo “proibido” na época da Democracia

“É uma coisa diferente. Pela queda da audiência, as pessoas têm que inventar outras maneiras de chamar a atenção. Acho legal quando trazem cantores, porque eu gosto muito de música, mas atores e ex-jogadores também são muito legais. Quando veio o Zé Maria [comentar Corinthians x Millonarios] foi sensacional”, lembrou Casão.

“Na maioria das vezes, eles deixam a transmissão muito rica. Quando o cara acompanha e entende bastante de futebol, fica muito legal. Por exemplo, o [ator] Aílton Graça é corintiano doente, entende tudo do Corinthians, então, ele sabe bem do que está falando. Essa transmissão ficou muito legal. Às vezes até nem acrescenta nada na discussão futebolística, mas o fato da pessoa de outra área dar a opinião dele também agrega à transmissão”, opina o comentarista da TV Globo.

*Colaborou Erich Beting, do blog Negócios do Esporte

**Cada ponto equivale a 62 mil domicílios sintonizados na Grande São Paulo


Aniversário do “Bem, Amigos” tem Casagrande emocionado e invasão inusitada de Jô Soares
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Crédito da foto: Reprodução/Sportv

A emoção tomou conta do comentarista Walter Casagrande Júnior durante o aniversário de dez anos do programa “Bem Amigos”, do SporTV, nesta segunda-feira. O ex-jogador quase chorou com a homenagem feita pelo apresentador Galvão Bueno durante a atração.

Ao anunciar o ex-jogador como um dos convidados do programa, Galvão fez um longo discurso para falar sobre a luta do ex-atleta contra as drogas e o lançamento do livro “Casagrande e seus demônios”, que será lançado nesta terça. As palavras do narrador deixaram o comentarista muito emocionado e com os olhos marejados.

“Você falou de amor aos meus filhos, família, profissão. Mas o mais importante é o amor com a minha vida. Eu só tinha uma carta na mão e joguei. Está um jogo mais tranquilo, com a força dos amigos. Quando eu vou fazer um jogo, me sinto seguro, encontro força”, agradeceu Casagrande.

Outra surpresa foi uma invasão bastante inusitada de Jô Soares. O apresentador da Rede Globo entrou no estúdio para conversar rapidamente com os convidados e aproveitou para dar um palpite sobre qual deveria ser o ataque titular da seleção brasileira.

“Eu acho que Pato e Fred devem ser titulares. Tem outros que estão concorrendo ao lugar. Eu prefiro o Pato e o Fred, mas ele arrebentou o joelho”, disse o apresentador.

Jô Soares também “cornetou” o técnico Tite, do Corinthians, e pediu que Pato permaneça em campo por mais tempo.

“Eu só não entendo por que ele começa e não joga o jogo todo. Tem que usar o menino porque o Berlusconi vai levar ele para a Itália”, brincou.

O programa também contou com uma rara participação do narrador Cléber Machado, ex-apresentador do Arena SporTV.


Na volta de Felipão, transmissão Globo/Sportv tem abraço de Galvão para Mano e cornetadas
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Crédito da imagem: Reprodução

Na volta do técnico Luiz Felipe Scolari ao comando da seleção brasileira, a Globo e o Sportv comandaram as transmissões nas TVs aberta e fechada. E Galvão Bueno, como sempre, foi o grande destaque, diretamente do estádio Wembley, em Londres.

Pouco antes de início da partida (que terminou 2 a 1 para a Inglaterra), Galvão fez questão de mandar um abraço para Mano Menezes, ex-técnico da seleção brasileira. Segundo o narrador, a lembrança foi pelo “grande trabalho” que o treinador fez na seleção brasileira antes de ser demitido para a chegada de Felipão.

O abraço de Galvão foi bastante criticado por internautas no Twitter. Segundo os tuiteiros, o trabalho de Mano não foi digno de abraços do narrador. Outros criticaram o global por estar querendo “fazer média”.

O narrador da Globo também caiu na boca do povo ao pedir o retorno de Kaká à seleção brasileira, além de passar boa parte do jogo tecendo elogios ao goleiro Julio César.

“Gostaria de ver o Kaká voltando a jogar pela seleção, mas o grande problema é que o técnico do Real Madrid não coloca ele em campo…”, lamentou. “E o Julio Cesar fez uma belíssima partida, temos que ressaltar”, completou Galvão.

A estrela da Rede Globo também lembrou os próximos adversários da seleção brasileira e destacou: daqui pra frente, a equipe de Felipão só vai enfrentar adversários de “primeiríssimo nível”.

“O Felipão traz muita experiência, os jogadores tem confiança em seu trabalho, mas a partir de agora só tem adversários difíceis, de primeiríssimo nível. Teve a Inglaterra hoje (quarta), depois terá Itália, Rússia, Suíça, Inglaterra de Novo e França até a estreia da Copa das Confederações. Vamos ver como o time vai reagir”, finalizou.

PC Vasconcellos dá show de cornetadas
Já no Sportv, o destaque ficou por conta do comentarista Paulo César Vasconcellos, que tocou todas as notas de sua corneta durante o amistoso da seleção brasileira. Um dos principais alvos do jornalista foi o atacante Neymar.

“Neymar optou por uma jogada sendo que ele tinha outras opções melhores. Às vezes ele precisa pensar um pouco mais no melhor para a equipe”, disparou PC, logo após o craque do Santos se complicar em mais um lance.

Em seu resumo do jogo, o comentarista do Sportv salvou poucos atletas (Julio Cesar entre eles, assim como fez Galvão) e soltou mais críticas.

“O problema do Brasil é a ligação do meio com o ataque.  Os volantes não conseguem achar os meias para tocarem e muitas vezes a bola é rifada para a frente. O Paulinho acha o Oscar, mas não o Ronaldinho”, disse.

“A Inglaterra foi superior à seleção brasileira num todo. É um time mais bem organizada, não é uma equipe que está em formação. Julio (Cesar) saiu-se muito bem, Dante não complicou, jogou o simples, não pode ser reprovado. Arouca foi um jogador que apareceu pouco e apareceu no lance que resultou no gol da Inglaterra. Neymar foi discreto, Ronaldinho discreto. Esse é o primeiro passo de um longo caminho que só terminará na Copa do Mundo de 2014″, completou PC.


Galvão entrega choro de Casagrande e transforma estádio japonês em Pacaembu
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Com sua empolgação que já lhe é costumeira, Galvão Bueno vestiu a camisa do Corinthians para a transmissão da estreia do time no Mundial de Clubes contra o Al Ahly, do Egito. Ele se mostrava nitidamente entusiasmado com os torcedores que cantavam nas arquibancadas do estádio em Toyota.

>> Corinthians leva sufoco do Al Ahly, mas vence por 1 a 0 e fica a uma vitória do bi
>> Torcida corintiana cumpre expectativa e produz clima de Pacaembu em Toyota

Mas a emoção foi ainda maior para outro membro da equipe da TV Globo que está no Japão. Durante a apresentação das equipes no campo, o narrador entregou que o comentarista Casagrande estava chorando com a entrada do time do Corinthians.

“Gente, preciso parar aqui e falar. Vejo lágrimas nos olhos do Casagrande”, disse Galvão.

“Ah, Galvão. Estou bastante feliz, bastante ansioso para esse momento. Esperamos muito tempo, então hoje em posso torcer um pouquinho também”, retrucou o comentarista com a voz muito embargada pelas lágrimas.

Bueno também aproveitou para exaltar muito a torcida corintiana nos primeiros minutos de jogo. Para ele, o time alvinegro estava se sentindo como se jogasse no estádio do Pacaembu. “É como se o Corinthians estivesse jogando em casa. Ouça esse som. A torcida deita e rola e comanda o estádio aqui no Japão”, completou.

O segundo tempo ficou marcado pelo sufoco que o Corinthians levou do time egípcio. Não faltaram seus bordões clássicos para esses momentos, como “está dramático o jogo”, “haja coração”, “é teste para cardíaco” e, no último lance, um bom e velho “sai que é tua, Cássio”, relembrando os bons momentos de Tafarel.

Pérolas de Galvão Bueno

“Podemos ter um final contra o Monterrey, Casão?”
- secando o Chelsea na outra semifinal

“Espero que ele tenha melhorado, Arnaldo, porque ele já fez muita lambança no futebol”
- cornetando o árbitro mexicano Marco Rodríguez

“Quando a bola entra, ela faz um PIIIII…”
- explicando o novo recurso eletrônico no gol

“É a hora de colocar a bola debaixo do braço”
- usando uma metáfora do basquete

“Quareeeeeeeenta e nove minutos”
- estava acabando o jogo, Galvão

(por Jorge Corrêa, atualizado às 10h50)

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Em Fla x Corinthians, Globo esquece SP x Vasco e “tira” vaga corintiana na Libertadores-2013
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A promessa para a capital paulista era de transmissão de Flamengo x Corinthians, com flashes de São Paulo x Vasco. Pelo menos era o que dizia a propaganda espalhada pela programação da TV Globo durante a semana. Quem ficou ligado na emissora acompanhou, sim, a vitória corintiana no Engenhão, mas não ficou sabendo de quase nada do sucesso vascaíno.

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A expectativa por um tratamento especial para mais um duelo entre paulistas e cariocas na rodada não se confirmou, já que São Paulo x Vasco teve o mesmo destaque que os demais jogos da rodada.

Os tais “flashes” da partida no Morumbi não foram mostrados. De bola rolando, apenas os melhores lances, no “Show do Intervalo”, e o gol marcado por Fagner. “O Fagner chutou, e o Denis, que pegou muito contra o Palmeiras no fim de semana, não segurou”, disse o narrador Cléber Machado. O duelo só foi citado quando chegou ao fim, e Cléber assumiu a transmissão global para todo o país. E foi só.

No Engenhão, a Globo repetiu o que aconteceu na final da Copa do Brasil e deixou vazar, mais de uma vez, os xingamentos da torcida. Se em Coritiba x Palmeiras, o alvo era a própria emissora, agora, quem sofreu com o grito da galera foi o técnico do Fla, Joel Santana. “Ei, Joel, vá tomar no…”, foi o que se ouvia dos mais de 12 mil torcedores presentes no estádio.

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Já Casagrande foi responsável pela gafe da noite. Ao responder uma pergunta do internauta, que perguntou até onde Flamengo e Corinthians poderiam chegar no Brasileirão, Casagrande “tirou” o atual campeão da Libertadores da próxima edição do torneio. “A princípio, lutam por uma vaga na Libertadores. Acho que o Corinthians, por ser uma equipe mais bem estruturada, deve chegar em outubro brigando pelo título. Mas acho que ambos lutam por uma vaga na Libertadores”, disse o comentarista.

Instantes depois, Cléber Machado lembrou que o título corintiano garantiu uma vaga à equipe na edição 2013 da Libertadores. Casagrande, então, reiterou. “Mesmo assim, é um time que eu acho que vai brigar pelas primeiras posições”, afirmou. E o Corinthians recuperou seu lugar na próxima Libertadores.

Ricardo Zanei
Do UOL, em São Paulo


Globo transmite xingamento da torcida e tem narração “Mãe Dinah” na final da Copa do Brasil
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A festa verde no Couto Pereira teve ampla cobertura da Globo. O som ambiente calibrado fazia com que o torcedor ouvisse claramente os gritos das torcidas, primeiro a do Coritiba, depois, a do Palmeiras, que se sagrou campeão da Copa do Brasil com o empate por 1 a 1. Mas, quem diria, a qualidade da transmissão foi um tiro no pé da emissora, que acabou foi xingada pelos palmeirenses antes do fim da partida.

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Aos 40min do segundo tempo, o telespectador em casa ouviu claramente a rima: “Ô Rede Globo, vá se f…, o meu Palmeiras não precisa de você”. O grito foi uma alusão ao primeiro jogo da decisão, que chegou a ter sua transmissão na TV aberta vetada pela emissora. A liberação só veio no fim da manhã da última quinta-feira, data da partida, e a Bandeirantes foi o único canal aberto a para passar a final.

Curiosamente, dois, três minutos depois, quando o grito contra a Globo foi encerrado, o narrador Cléber Machado chamou a atenção para a festa da torcida palmeirense em Curitiba. “11 de julho de 2012, o reencontro do Palmeiras com um grande título (…) Agora é a vez do hino”, disse, enquanto os alviverdes comemoravam soltando a voz nas arquibancadas.

Premonição
O Coritiba saiu na frente com Ayrton, e o gol fez com que o lado “Mãe Dinah” aflorasse em Cléber Machado. “Como vai reagir o Coritiba? Como vai reagir o Palmeiras?”, perguntou.

O narrador, então, lembrou que o Palmeiras fez 2 a 0 em Porto Alegre na semifinal, mas, em casa, saiu perdendo. Não deu tempo de continuar o raciocínio e dizer que o gol de empate saiu em seguida contra o Grêmio: “Bateu o Assunção… Gooooool do Palmeiras”, narrou. Era o Palmeiras repetindo o que havia feito diante do tricolor gaúcho.

Quem foi contra a maré foi o ex-árbitro Leonardo Gaciba, comentarista de arbitragem. Para ele, não houve infração em Mazinho no lance que originou o gol palmeirense. “Na verdade, ele já tinha caído quando aconteceu o contato. Eu não consigo ver falta nesse lance”, disse, mantendo a opinião após ver e rever a jogada em vários ângulos.

Chavão com razão?
“O gol saiu na hora certa. Não tem hora certa para o gol, toda hora é a hora certa para o gol, mas esse gol do Palmeiras saiu na hora certa”, disse Cléber, ao comentar o empate alviverde. O chavão, um dos maiores do futebol mundial, ganhou força – e razão – no comentário de Casagrande. “Realmente, é isso mesmo, fez o gol na hora certa. Se passasse mais um pouquinho, ia sofrer pressão do Coritiba.”

Fim de jogo
Clima frio em Curitiba, clima quente em campo, clima morno na transmissão. Repetindo o que fez em Corinthians x Boca Juniors, Globo seguiu o seu padrão em mais uma final. Teve o equilíbrio necessário em um jogo de futebol, mas, por ser uma decisão, poderia ter mais emoção.

Felipão levava a taça na direção da torcida palmeirense enquanto Cléber anunciava que o “Jornal da Globo” traria mais informações sobre o título palmeirense, mas só depois do episódio da novela “Gabriela”. Ao fundo, dava para ouvir que a galera continuava em festa, dessa vez, sem alusão à emissora: “Chiqueiro, chiqueiro, festa no chiqueiro”, foi o grito alviverde que encerrou a Copa do Brasil na Globo. Fim de jogo, e apenas o começo da expectativa para Corinthians x Palmeiras na Libertadores 2013.

Ricardo Zanei
Do UOL, em São Paulo