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Comentarista de segurança da Record chama Jade Barbosa de “bombadinha”
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Na edição paulista do programa Balanço Geral nesta quinta-feira, o comentarista de segurança da Record, Renato Lombardi, chamou a ginasta Jade Barbosa de “bombadinha”.

A carioca Jade e outras duas atletas dos Jogos Pan-Americanos de Toronto foram analisadas por fotos pelo jornalista, juntamente com os colegas, o apresentador Reinaldo Gottino e a especialista em fofocas de celebridades Fabíola Reipert, numa espécie de etapa de seleção sobre quem seria a musa do Brasil no Pan.

“Gostou da Jade, Lombardi?”, quis saber Gottino. “Médio”, respondeu Lombardi. “A primeira [nadadora capixaba, Daiene Dias] é mais bonita. A Jade tá muito bombadinha, né? Coitada”, opinou o analista de segurança da Record.

Fabíola também votou em Daiene, enquanto Gottino disse preferir a terceira da lista, a paranaense Vivian Morimoto, atleta do softbol brasileiro.


Mylena Ciribelli consegue realizar sonhos ao trocar Globo por Record
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Hoje a TV está recheada de rostos femininos. Mas, há não muito tempo, o cenário era bem diferente. As poucas garotas que conseguiam se meter na área tinham de desbravar o terreno, ter personalidade marcante para conquistar seu espaço e abrir caminho para outras mulheres. Mylena Ciribelli foi uma das pioneiras, iniciando sua trajetória no rádio – também predominantemente masculino – e emplacando na Globo. E, mesmo com 18 anos de emissora, ela não desistiu dos sonhos. Foi por isso que, a partir de 2009, ela virou a cara do esporte da Record.

O motivo para a mudança foi uma frustração que a incomodava, um sonho não realizado em tanto tempo no canal carioca. Ainda lhe faltava carimbar o passaporte de uma cobertura de Olimpíada, in loco. Fã de esportes olímpicos, ela viu a Record tomar os direitos de transmissão de Londres-2012 da concorrente. E um convite da emissora paulista pavimentou um caminho que pareceu ser o mais claro a seguir – e no que ela se mantém até hoje.

Em entrevista ao blog, Mylena retomou a época dessa decisão, falou de seu atual momento – ela comanda o Esporte Fantástico, além de participar de outras transmissões do canal, como o Pan do Canadá, exclusividade do canal – e relembrou como uma baixinha que não deu certo no vôlei virou locutora apresentando rock no rádio e mais tarde retomou a paixão por esportes.

A GAFE – Estar ao vivo na TV é dar sopa para o azar. Não há quem escape de um mico aqui, ou uma gafe acolá. Mylena teve a sua na Record, durante a transmissão olímpica, em 2012. Por problemas no retorno, que geraram dificuldades de comunicação entre ela e a produção, um desabafo foi parar no ar. “Fala aqui na p… do retorno”, foi possível ouvir. Sobre o caso, ela leva na boa: “Eu não estava no ar, então foi um técnico que esqueceu de tirar o microfone. Era uma reclamação interna, não tinha retorno, não sabia o que estava acontecendo. Mas, quando acabou, normal”, garante ela. “Você está num evento ao vivo, fora do seu país, com delay no ouvido… E estávamos começando, um dos primeiros dias de transmissão. Aí eu reclamei… Mas achei legal que depois meus fãs mandavam mensagens: ‘poxa, o Faustão ganha um monte pra falar isso o dia inteiro, e a Mylena fala um e todo mundo sacrifica’. Foi só uma expressão do momento, e não estava xingando ninguém, então não fiquei traumatizada (risos).”

Da garota nova, mas com estilo próprio, que chegou à Globo e virou referência ao lado de Léo Batista e Fernando Vanucci, a apresentadora passou por quase tudo no canal. Mas foi com sua saída que experimentou mais liberdade e enfim realizou o que tanto queria.

“Eu adoro a Globo, muita gente ainda me chama da rua e fala que não tem me visto na TV. Assim como outros vem falar que me assistem na Record. Foram 18 anos, uma marca, uma vida toda profissional. E eu agradeço muito; além de ter aprendido, fiz bons amigos, convivi com grandes profissionais. Isso é muito edificante. Mas, quando a Record me chamou, me chamou para realizar meu sonho: participar de uma Olímpiada”, conta ela, que fez pela Globo a Copa de 1998, na França, mas não viajou para Jogos Olímpicos.

Mylena ri ao contar que há quem tenha “certeza” de que ela foi às Olimpíadas pela Globo. “Muita gente jura que me viu (nos Jogos). Mas, na verdade, me viram em um estúdio lindo, achando que eu estava em Pequim. Eu queria muito viajar. É como o sonho de um atleta. Pensei: ‘não vou ficar mais esperando’, porque a Record já tinha comprado os direitos (para Londres-2012) e a seguinte, ninguém sabia de quem seria. Eu falei: ‘eu quero, então vou atrás do meu sonho’. Foi por isso que saí”.

A apresentadora admite que o sentimento antes da mudança era de frustração. “Tinha uma tristeza. Mas, claro que eu entendia que participava de um trabalho de equipe, apesar de quere a experiência in loco”. Já na Record, ela viajou à Copa de 2010 para fazer matérias exclusivas, mesmo que a emissora não tivesse os direitos de transmissão. Também foi aos Jogos de Inverno, e, enfim, a Londres para a tão sonhada Olimpíada.

A liberdade na Record também é em torno de uma linguagem menos formal e de participar de matérias onde ela pode por seu “molho”. O lado mais irreverente sempre foi uma marca de Mylena, desde o rádio, mas foi um pouco limitado na Globo, que era mais quadrada em seus tempos de Globo Esporte e permitia mais experimentações no Esporte Espetacular.

“Na Globo logo comecei a trabalhar com o Vannucci e com o Léo, e eles sempre me ajudaram bastante. Eu cheguei para levar meu jeito descontraído, foi o que chamou a atenção da Globo. Vivemos de tudo, tem histórias engraçadas, outras tristes. Lembro de uma vez levarmos um cachorro para o Esporte Espetacular, no estúdio, e ele me morder e eu ter de continuar lá, rindo. O esporte tem mais momentos alegres, são notícias mais agradáveis”, recorda.

“O Globo Esporte, por ter que mandar as notícias mais quentes, tinha necessidade de uma velocidade maior. Sempre foi mais ágil, demorou a ter apresentadores levantantados. Já o Esporte Espetacular era diferente. Eu era vanguarda, até demais. E na época as pessoas não estavam preparadas totalmente para mudanças, então pediam para segurar um pouco, não exagerar nas brincadeiras. Eu já tinha vontade, criatividade, mas ainda não tinha o espaço, não era o tempo, o momento. Mas muita gente fala que já fazíamos o que se vê hoje”, explicou ela, em comparação com o jornalismo mais ousado iniciado por Tiago Leifert na Globo.

Pai esportista e filha rock and roll

Ser mulher também foi um desafio para Mylena. À época, só Isabela Scalabrini trabalhava com esporte e, pouco depois, foi para Belo Horizonte deixando a editoria. Hoje, Fernanda Gentil, Renata Fan, Paloma Tocci e outras tomam espaços que já foram masculinos. Mas, bem antes disso, esse assunto já era uma questão, quando ela entrou para o rádio, na parte musical.

O esporte sempre esteve na vida de Mylena, por conta do seu pai. Em Niterói, ele era atleta, fazendo corridas, e abriu um clube, aproveitando a pista de atletismo do estádio Caio Martins para dar aulas. De bicicleta, o professor carregava dardos, pesos e, depois de trabalhar como bancário, comandava as aulas de atletismo por lá. A mãe de Mylena conta que ele até checou a canela dos filhos para ver se eram finas e renderiam bons corredores.

A garota acabou gostando mais de dança, balé, mas sempre esteve ao lado do pai para jogar basquete, futebol e, principalmente, vôlei, seu favorito. Com apenas 1,64 m de altura e numa época em que não existia líbero, suas chances eram nulas. Então, o caminho do rádio caiu em seu colo.

Andando na rua, em Niterói, um amigo locutor comentou de um estágio em uma rádio local. Interessada, ela foi se candidatar, mas acabou sendo contratada em outro cargo, diretamente para fazer locução. Tudo por que tinha uma boa voz, sabia falar inglês e pronunciava corretamente os nomes de bandas, como Led Zeppelin e Deep Purple. Aprovada de cara, começou após um treino rápido, de uma semana e, apesar da inexperiência, não parou mais. Foi lá que criou seu estilo, começou a aprender sobre jornalismo e pavimentou sua carreira.

“Sempre fui pioneira, comecei quando existia só locução masculina no rádio, e as mulheres não entendiam de rock and roll. Homens ligavam e ficavam impressionados. Vim inovando desde lá, com linguajar da garotada. Então, quando comecei na TV, sabia como era entrar num reduto masculino, mas agora falando de esporte. A maioria gosta da voz feminina, de ouvir locução feminina”, explica ela.

Do rádio, Mylena foi para a TV, na Manchete, entrevistando bandas e artistas gringos, como The Cure e Tony Bennet. Deste último, se surpreendeu enquanto esperava por uma entrevista. “Nosso diretor estava cuidando da luz. E o Tony lá, numa paciência, esperando. De repente, ele sentou no piano e começou a desenhar. E olhava para mim, sorria… Daqui a pouco ele me dá um desenho, um retrato meu. Fiquei: ‘Meu Deus, tenho um retrato do Tony Bennet’. Até hoje está na minha estante”, relata a apresentadora.

Foi na própria Manchete que ela fez a transição de volta para o esporte. “Eu adorei, já gostava. Eram minhas duas paixões, esporte e música. E eu queria um trabalho mais constante, que ganhasse um salário melhor. Então comecei na Manchete Esportiva e fazia o Grid de Largada, com os boletins de Fórmula 1, até que a Globo me chamou para o Esporte Espetacular e depois entrei no Globo Esporte.”

Como em tudo em que ela teve de se arriscar, até entrar na forte Globo teve narizes torcidos. “Quando a Globo chamou foi: ‘Meu Deus! A Globo me chamando. Claro que umas pessoas tentaram me demover da ideia. Dizendo que era Globo, muita gente. Mas eu queria ir, ver como ia ser, ter a experiência. E acabei ficando 18 anos”, completa ela, agora com seis anos de Record e já às vésperas de realizar seu segundo sonho olímpico.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


TV põe boleiros para opinar sobre o Lulu e Amaral alerta para ‘perigo’
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O aplicativo Lulu, que permite às mulheres avaliarem homens presentes em suas redes sociais, fez um barulho enorme e causou polêmica nas últimas semanas. Na TV, alguns boleiros entraram no tema e comentaram as vantagens e desvantagens de serem alvos da mulherada na internet.

O “Esporte Fantástico”, da TV Record, foi ao encontro de alguns jogadores e ex-jogadores para falar do aplicativo e contou com o bom humor deles.

Amaral, tão conhecido pelas atuações no Palmeiras, foi por outro lado e falou do perigo do Lulu. “Tem mulher que é ciumenta, não consegue dividir o pão, então tem que ter cuidado”, riu o veterano.

Jogador do Santos, Victor Andrade entrou na onda e fez graça com as perguntas. “Quando a mulher critica muito é porque ela quer”, disse ele. “Mas me falaram que minha nota é boa. Eu sou um cara de boa, caseiro, bom pra casar. Só pela câmera dá para ver, sou bonito, simpático, educado.”

Questionado sobre que nota ele acha que merece, foi mais humilde: “Nove é muito, oito tá bom”.

Gabriel Barbosa, o Gabigol do Santos, também brincou ao ser questionado sobre o Lulu. “Eu fui bem, não estou preocupado. Sou muito amoroso, bonito e gostosão. Nota dez!”.

Amaral
Amaral

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Record ataca Globo e culpa rival por estádios vazios no Brasileirão
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O programa Esporte Fantástico, da Record, abriu sua edição deste sábado com uma reportagem criticando sua principal concorrente, a Rede Globo. A matéria atacou o controle da emissora na transmissão dos jogos do Brasileirão e a culpou pelo esvaziamento dos estádios brasileiros nos últimos anos.

A longa reportagem trouxe depoimentos de vários torcedores criticando a Globo, que moldaria as tabelas de jogos de acordo com sua grade programação. O principal alvo foram os “jogos após a novela”.

A matéria trouxe ainda depoimentos do polêmico jornalista Jorge Kajuru, que levantou suspeitas sobre o processo de negociação da venda dos direitos de transmissão.

“Deveria ser investigado pelo Congresso, deveria ser criada uma CPI. É mais que um monopólio, é uma ditadura da audiência. Ela só vende para Band porque a Band só faz cócegas nela”, afirmou Kajuru.

No fim, a reportagem ainda cita números da queda da audiência da Globo nas transmissões de jogos do Brasileirão e afirma que o monopólio da emissora é mais uma prova da decadência do futebol nacional.

“Acho que a CBF não tem uma interferência tão grande, ela cuida mais da seleção brasileira. Quem cuida do futebol brasileiro é a Globo”, disse à reportagem o meia Alex, do Coritiba.

ENQUETE: QUEM É O MELHOR APRESENTADOR ESPORTIVO DO BRASIL?


Morena do Fred beija Britto Jr. na Record
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Crédito das imagens: Antonio Chahestian/TV Record

Após beijar Fred no trânsito de Belo Horizonte e ganhar fama nacional, a estudante de radiologia Izabela Araújo foi convidada ao “Programa da Tarde”, da TV Record, e levou o público ao delírio ao dar um selinho no apresentador Britto Jr.

Britto, inclusive, ficou tão empolgado com o beijo que só “largou” a morena após intervenção de Ana Hickman e Ticiane Pinheiro. “Marquei um golaço!”, celebrou.

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Enquanto a atração perguntava “Quem beija melhor: Britto ou Fred?”, a gata apenas sorriu, timidamente, sem dar resposta.

De acordo com o jornal Extra, a morena vem cobrando cerca de R$ 2,5 mil para dar entrevistas a jornais e TVs. Ela também já recebeu propostas para posar nua e para gravar comerciais de creme dental.

O selinho de Britto, aliás, não saiu nada barato. Segundo informou a própria TV Record, Izabela ganhou R$ 4 mil para beijar o apresentador.


Repórter da Globo aparece em programa da Record e apresentador tira sarro
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Um dos mais experientes repórteres da TV Globo, Tino Marcos fez uma participação especial na concorrente Record nesta terça-feira. Antes da convocação da seleção brasileira no Rio de Janeiro, ele estava pronto para uma entrada ao vivo em sua emissora quando apareceu no programa Balanço Geral. A câmera focou o “rival” e o apresentador Geraldo Luis começou a tirar sarro com ele.

“Ele não tá vendo que é nossa câmera? (risos) Ô Tino, essa câmera é da Record”, dizia o apresentador entre gargalhadas. “Essa câmera é minha, a sua é da direita. Vaza, meo.”

 

No entanto, não dá para saber se Tino Marcos realmente confundiu as câmeras. Como ele não falou nada, em nenhum momento em que apareceu na Record, pode ter sido, simplesmente, vítima de uma brincadeira da emissora rival.

Mas as redes sociais foram implacáveis com o repórter. Assim que aconteceu, começaram a brincar com ele no Twitter e no Facebook, dizendo que  tinha errado de câmera.

 

 

 


Anão da Record rouba a cena na apresentação de Pato, faz barulho, discute e é barrado
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Alexandre Pato não teve o tratamento de Ronaldo e Roberto Carlos e foi apresentado na sala de imprensa do CT Joaquim Grava. Se não lotou um estádio, o novo reforço alvinegro ao menos reuniu uma pequena multidão de jornalistas, que se acotovelou para acompanhar as primeiras declarações do atacante como jogador do Corinthians.

Um outro personagem, no entanto, dividiu a atenção com Pato em alguns momentos: o anão Marquinhos, atração do programa Balanço Geral SP, da Record. Vestido com uma camisa do Corinthians, ele entrou no ar ao vivo quando os cerca de 120 repórteres, fotógrafos e cinegrafistas presentes na sala de imprensa ainda aguardavam Alexandre Pato.

Marquinhos é uma atração conhecida do programa, que costuma alcançar bons índices de audiência a partir das 12h. Como faz tradicionalmente, nesta sexta ele esbanjou animação e, em cima de uma caixa, pulou e gritou para avisar seus telespectadores que Pato estava quase chegando.

O barulho pegou os demais jornalistas de surpresa, e o anão aproveitou para provocar. No ar, ele disse que os repórteres estavam ficando nervosos e disse “Aqui é Corinthians”, enquanto um de seus produtores tentava animar todos a puxarem uma vaia para o anão, sem sucesso.

Quando Pato finalmente chegou, Marquinhos passou a ser um espectador. Na confusão para arrumar um lugar na plateia, ele acabou atrapalhando a visão de um cinegrafista, o que levou a uma discussão áspera. Quando a situação se controlou, ele passou a querer participar da entrevista coletiva.

A produção da Record tentou fazer com que ele fizesse uma pergunta em mais de uma oportunidade, mas não obteve êxito. A quantidade de jornalistas presentes era muito grande, o tempo era escasso e havia um temor de que o personagem pudesse colocar Alexandre Pato em uma saia justa. Por isso, ele acabou sendo barrado.

O expediente é comum em eventos nos quais equipes de programas de humor dividem espaço com jornalistas. CQC e Pânico, por exemplo, já sofreram com vetos parecidos em outras oportunidades. Por estarem ambos em férias, os dois programas não passaram pelo mesmo problema nesta sexta, já que sequer mandaram equipes de reportagem ao CT Joaquim Grava.

Sem espaço na entrevista coletiva. Com bom humor, a equipe da Record percorreu pontos do CT “procurando o Pato” que, obviamente, a esta altura já estava de volta à concentração. Mesmo assim, o anão Marquinhos explorou o local, entrevistou pessoas e fez brincadeiras com o mote da busca ao atacante. No fim, não achou ninguém.

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Crédito da foto: Reprodução/Record


Descontraído, Ney Franco toca violão e canta música de Belchior na Record
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Ney Franco abriu as portas de sua casa no Rio de Janeiro para receber a reportagem do programa Esporte Fantastico, da TV Record, exibido neste sábado. Em tom descontraído, e à vontade, o treinador encerrou o quadro tocando violão e cantando a música “Tudo outra vez”, um dos maiores sucessos do cantor Belchior.

“Eu vim de São Paulo ao Rio (de Janeiro) de carro, e pensava muito nessa música. Até peguei a estrada cantando, pois tem muito a ver com o momento. Ela também tem um passado que me marcou muito”, disse Ney Franco antes de tocar.

Ney é apreciador de música, já formou banda antes de se tornar técnico profissional, mas destacou que jamais pensou em levar o hobby a sério: “Não levaria esse meu lado músico em frente pois não tenho o dom para ser profissional”, disse.

Por fim, o treinador foi perguntado se o São Paulo teve alguma atuação “por música” sob seu comando. Ney Franco lembrou de dois jogos especificamente.

“A final da Sul-Americana o time jogou por música, foi envolvente. O duelo contra a Universidad do Chile (5 a 0 no Pacaembu pelas quartas de final da Sul-Americana também”, finalizou Ney.

Ney Franco, técnico de futebol

Ney Franco, técnico de futebol

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“Jesus Fortão” é desafiado por chef-apresentador em braço de ferro e não dá colher de chá
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O brasileiro Wagner Bortolato conseguiu duas medalhas de prata no último fim de semana, no Mundial de luta de braço realizado em São Vicente. Tetracampeão mundial, ele teve sua história contada pelo UOL Esporte e, nesta quarta-feira, foi chamado para mostrar sua força na Record, no programa “Hoje em Dia”, da Record.

O “Jesus Fortão” (ele é apelidado de “Giant Jesus” pelos estrangeiros pela sua aparência e seus 110 kg de músculos) explicou algumas técnicas do braço de ferro e mostrou parte de suas manias e comemorações, como se estapear antes da luta, bater na mesa e bradar.

Mas não foi só, ele teve uma fila de desafiantes, entre funcionários da própria Record e, como “estrela” do quadro, o chef-apresentador Edu Guedes. O “Jesus Fortão” deixou Guedes brincar um pouquinho, mas não deu colher de chá e “cravou” a mão do oponente com facilidade, como era de se esperar.

Veja como foi sua participação no Mundial:

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34º Campeonato Mundial de Luta de Braço

34º Campeonato Mundial de Luta de Braço

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Record para transmissão da cerimônia de encerramento para mostrar comerciais
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A Record, única emissora da TV aberta com os direitos dos Jogos Olímpicos de Londres, não passou a íntegra cerimônia de encerramento. O canal aproveitou a parte inicial para, em duas oportunidades, cortar a festa e passar comerciais. Resultado: pelo menos 12min do evento foram trocados por propagandas.

Apenas 13min depois do início da cerimônia, o narrador Maurídio Torres chamou os comerciais. Por cerca de 6min, o telespectador deixou de ver a celebração, mas pode se deliciar com uma série de propagandas, inclusive, de programas da casa, como o “Domingo Espetacular”.


Nesse período, a dupla Pet Shop Boys cantou “West End Girls”, e o grupo One Direction entoou um de seus hits, “What Makes You Beautiful”, mas o telespectador da Record não viu. Quando a transmissão foi retomada, a banda Stomp fazia sua performance. “Um espetáculo o Stomp, coreografia e percussão”, disse Torres, sem citar o que o telespectador perdeu.

Aos 37min, uma nova paralisação. “Daqui a pouco a gente volta, Olimpíadas 2012, tá na Record, tá no Brasil”, afirmou Torres. Uma propaganda de “A Fazenda” abriu a segunda pausa, de cerca de 5min. Enquanto isso, por exemplo, a câmera exclusiva do SporTV captava as primeiras imagens do desfile da delegação brasileira em Londres.

Depois de mais de 3h de cerimônia, a Record anunciou os próximos grandes eventos com a participação do canal: Olimpíadas de Inverno em Sochi-2014, os Jogos Pan-Americanos de Toronto-2015 e os Jogos Olímpicos do Rio-2016. Na despedida, Torres agradeceu aos torcedores e, também, as agências de publicidade.