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O "filtro" de Alê Oliveira, mulher e mãe: conheça Tereza, a Dona Encrenca

UOL Esporte

06/02/2018 07h38

Ana Carolina Silva
Do UOL, em São Paulo

Alê Oliveira é “meio criança”. Não somos nós que estamos dizendo: quem fez essa descrição foi a esposa do comentarista, Tereza, que você provavelmente conhece como a “Dona Encrenca” que ele tanto menciona. Mulher e assessora pessoal de um dos principais nomes do Esporte Interativo, cabe a ela a função de filtrar o que deve ou não virar piada em rede nacional.

“Eu, como assessora, quero que grandes marcas o vejam. Quero que o procurem por essa essência, essa verdade que ele passa. Mas também não quero que ele diga algo pejorativo que doa no meu ouvido: sou mulher, mãe e também faço o papel de filtro. Eu falo para ele: Alê, achei isso aqui pesado e não gostei, não”, disse ao UOL Esporte. “A gente é muito parceiro. Para não ficar uma coisa machista, porque a ideia não era essa, criou-se a brincadeira dos dois lados.”

Mas uma das brincadeiras foi problema em casa… E também em rede nacional: quando Alê elogiou uma musa do carnaval na ESPN, sua ex-emissora exibiu um áudio enviado por ela para o marido. “Você é comentarista esportivo, só pra avisar! Beleza? Beleza? Ah, tá! Dá uma lidinha no seu contrato, você é comentarista es-por-ti-vo. Beleza, tá tranquilo?”, brigou Tereza em fevereiro de 2016. Veja abaixo.

O comentarista tentou amenizar a discussão em casa. “Ele brincava e saía um pouco da DR, porque ele não leva nada a sério mesmo. Foi aí que surgiu a briga: ele disse que tinha três coisas que ele mais gostava: futebol, cerveja e mulher. Como assim ‘mulher’? Tem que amar a sua mulher! Não tem que falar de mulher no geral!”, divertiu-se a assessora, hoje mais tranquila. Não que Alê tenha deixado de dar trabalho.

“O Alê, como a maioria dos homens, não pensa muito. Ao invés de falar a real e contar que tomou uma cerveja depois do futebol, ele inventava história. E voltava de madrugada! Então vinha com umas desculpas muito esfarrapadas. Que volta ao mundo é essa? Diz que vai no churrasco porque o amigo vai morrer. Quem faz churrasco porque vai morrer? O Alê é meio que uma criança, não pensa muito nas coisas. Dá mais trabalho que filho”, afirmou.

Em uma ocasião, a Dona Encrenca reclamou ao vivo na ESPN que Alê ainda não tinha feito a mala para viajar. “A gente vai viajar, o cara não fez a mala… Eu não sei nem o que ele está fazendo aí ainda! Ô Bruno [Vicari, apresentador], você acha que o Alê tem maturidade pra isso? Recado ao vivo: ele não é município, mas tem limite, sim!”, avisou, também em fevereiro de 2016.

Tereza diz isso tudo com muito carinho. Para começo de conversa, ela sempre confiou que o marido poderia triunfar e ser um sucesso se mostrasse sua própria personalidade diante das câmeras. “Eu sabia que a partir do momento em que ele fosse ele, sem uma máscara, tudo daria certo. Não o desencorajei. A gente só tem que tomar cuidado por não saber bem até onde ele vai”, voltou a dizer.

“Eu conheço o Alê há muito tempo, desde a época em que ele não era da ESPN. Desde a época do universitário. Ele treinava a FAAP e eu era da FAAP. Sempre foi um cara de grupo, coração imenso. Nada do que diz é pejorativo. Ele ficou muito chateado com as duas polêmicas dessa galera do mimimi”, acrescentou Tereza, referindo-se ao decreto em que ele disse “viu o penta? Já aguenta”.

A outra polêmica é a saída da ESPN, causada pelas acusações de que Alê teria feito insultos racistas contra uma maquiadora do canal. É por isso que sua esposa, que não citou o nome da ex-emissora em momento algum desta entrevista, faz tantos elogios ao acolhimento do Esporte Interativo. “Quando eles contrataram o Alê, já sabiam o perfil e o que queriam. Queriam, de fato, o Alê nessa essência que ele tem”, contou.

(foto: reprodução/Instagram)

Alê Oliveira é pai. Como lidará quando Maluzinha crescer e se interessar por homens da farra, como ele próprio foi antes do casamento? “Acho que ele não parou para pensar nisso ainda. Ele se mostra bem ciumento e preocupado, mas vai saber separar. Vai ter o olhar de pai, de saber se o cara é um fanfarrão do bem ou se tem um caráter duvidoso”, refletiu Tereza, antes de dizer que a meta também é ensinar o mesmo discernimento para a pequena.

Se você acompanha a carreira e as redes sociais do comentarista, sabe bem o que ele gosta de fazer quando não está com a esposa: cerveja, churrasco e futebol. Para manter as coisas em pé de igualdade, perguntamos o que ela faz no tempo livre, quando não está ocupada sendo a “Dona Encrenca” de Alê Oliveira.

“A gente sai muito nos fins de semana e tá sempre junto, mas eu tenho meu grupo de amigas. A gente vai no barzinho, toma cerveja… Eu tenho meu próprio grupo da Luluzinha. Por que será que a gente se reúne? Para falar mal do casamento, contar as fofocas. A mulherada também tem resenha própria”, encerrou Tereza, aos risos. Gostou? Então está liberado o decreto da Dona Encrenca para as mulheres “poderosas”.

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