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Trajano entrega estrelismo de Armando Nogueira em Cartão Verde especial
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O programa da TV Cultura “Cartão Verde” uma das tradicionais mesas redondas que discutem futebol no país, completou este mês 20 anos. Para celebrar, o convidado foi José Trajano, um dos apresentadores/comentaristas durante esta longa jornada. Ele contou causos do passado, citando Armando Nogueira e uma história cômica com o futebol alemão.

Em uma destas histórias, Armando Nogueira teria deixado a emissora às vésperas de uma Copa do Mundo. A emissora estava com corte de gastos e deu uma passagem econômica a ele, que recusou: “Armando Nogueira não viaja se não for de classe executiva”, teria dito. “Ele estava acostumado ao padrão da Globo, e não aceitou. Ele não foi para Copa do Mundo e saiu do programa”, contou José Trajano.

Na época da Copa de 1998, a TV Cultura anunciou no programa que a saída do hoje falecido Armando Nogueira ocorreu pelo fato de a emissora não ter direitos de usar imagens do Mundial na França, e que ele não aceitou trabalhar desta maneira.

Outro causo foi do dia em que estava em uma transmissão de uma partida do Campeonato Alemão na TV Cultura. O problema é que, com 30 minutos de jogo, eles foram avisados – por telefonemas de alemães que moravam no Brasil – que estavam narrando a partida errada. Eles tiveram de reconhecer o erro: “Ainda bem que estava 0 a 0…”, riu Trajano.

O programa ainda transmitiu diversas imagens do passado e recebeu homenagens de nomes como Neymar e Paulo Henrique Ganso.


Morre Luiz Noriega, ex-narrador e pai do comentarista Mauricio Noriega
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Morreu, na última quarta-feira, o ex-narrador Luiz Noriega, famoso pela sua passagem pela TV Cultura nos anos 1970 e 1980. Pai de Mauricio Noriega, comentarista do Sportv, ele tinha 82 anos e teve uma infecção generalizada e será velado nesta quinta-feira no hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

Além de Mauricio, Luiz Noriega deixa outras duas filhas e netos. O enterro será às 13h, no cemitério São Paulo, na capital paulista.

Nascido em Nova Aliança, no interior paulista, Luiz Noriega começou a carreira em Olimpia e passou com sucesso pela rádio Tupi Difusora de São Paulo antes de ir para a TV Cultura. Na emissora pública, fez diversas narrações e chegou a chefiar o departamento de esportes.

Atualmente, ele trabalhava como assessor de imprensa da Federação Paulista de Tênis, onde também havia exercido o cargo de vice-presidente.

Crédito da foto: Reprodução/TV Tem


Alex Atala admite que estava nervoso e relembra gafe no sorteio da Copa das Confederações
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Ao errar a cesta da qual deveria retirar uma bolinha durante o sorteio da Copa das Confederações, Alex Atala roubou a cena no evento. Na segunda-feira, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o chef tentou se esquivar ao falar sobre o gafe, mas não escapou das perguntas a respeito.

“Eu acho que é uma alegria para a cozinha brasileira eu estar lá. O que eu fui fazer lá? Eu fui representar o Brasil. Não sei se fiz bem, mas fiz”, disse Atala.

RELEMBRE: Alex Atala erra bolinha e sorteio se torna “um pouco caótico”

A respeito do ocorrido, o chef admitiu que estava nervoso, mas deu a entender que tem crédito por promover o Brasil internacionalmente com seu trabalho.

“Emoção, nervoso, confusão, organização, acho que a gente pode falar uma série de coisas que não mudam o fato. Aconteceu? Aconteceu. Assumo a minha parcela de culpa, não sei se é devida ou indevida mas assumo, e tem uma coisa a mais que é o que eu acho que eu falei: eu venho batalhando pelo Brasil não é de hoje. São muitos anos, mais de dez anos de malinha debaixo do braço andando pelo mundo mostrando meu país”, declarou.

“Reclamei muitas vezes na minha vida que meu país me maltratava e não me dava condições, e o país está dando agora. Não chegou a hora de parar, chegou a hora de ir para frente, e se eu tiver de pagar mais 500 micos, que sejam micos dessa ordem, não sejam dentro da minha cozinha. Não vou me punir por não fazer bem o que eu não faço todo dia”, completou.

Foto: Reprodução/TV Cultura


Anunciado como convidado, Emerson Sheik não aparece no Cartão Verde
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Nesta terça-feira, Emerson Sheik, jogador do Corinthians, foi anunciado como convidado do programa Cartão Verde, da TV Cultura. No entanto, o atacante acabou não comparecendo.

“Você que enviou sua pergunta ao Emerson, ele viria ao nosso programa, mas não apareceu. Por isso, fica a justificativa do porquê de não estarmos lendo as perguntas”, afirmou o apresentador Vladir Lemos, exibindo e-mails enviados por espectadores.

O comentarista Vitor Birner, que costuma ser responsável por ler perguntas vindas do Twitter, leu comentários de internautas que questionavam a respeito da ausência de Emerson.

“Nós também gostaríamos de saber: cadê o Sheik? Ainda estamos aguardado”, declarou, após ler uma mensagem postada na rede social. Ainda teve um internauta que brincou perguntando se o jogador estava perdido nos estúdios.

Foto: Reprodução/TV Cultura

Emerson Sheik

Emerson Sheik

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Rivellino volta à TV inspirado em comentaristas globais e com inusitada defesa da arbitragem
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Bruno Freitas, do UOL Esporte 

Um dos mais célebres comentaristas de futebol entre aqueles com origem dentro de campo está de volta à televisão. O campeão mundial Roberto Rivellino retomou as atividades na opinião esportiva após um hiato de dez anos, com a estreia como integrante fixo do Cartão Verde da TV Cultura na noite da última terça-feira.

Famoso pela dobradinha com Luciano do Valle na Bandeirantes ao longo da década de 90, Rivellino disse que volta à TV reconhecendo o trabalho de nomes de Globo/Sportv como os destaques da função nos últimos anos. O ídolo de Corinthians e Fluminense ainda apresentou em sua noite de estreia uma inusitada defesa da arbitragem, classe massacrada pela crônica esportiva particularmente neste Brasileiro de 2012, semana após semana, em razão de sucessivos erros graves em partidas da competição.

“Coitados dos árbitros hoje. Antigamente tinha uma câmera. Hoje no futebol você não pode fazer nada. E os árbitros, coitados, é aquela fração de segundo, e a gente critica. Aí o comentarista que está fazendo o jogo fala: ‘esse ângulo não é bom, põe outro ângulo, não deu para ver’. O errar faz parte. Eles estão muito expostos neste aspecto. Você tem várias câmeras, e o árbitro não tem essa visão. E ele tem que decidir”, disse Rivellino ao UOL Esporte nos bastidores, em opinião reproduzida também ao vivo no programa.

“Hoje acontece uma coisa, e aí você espera uma semana para resolver, para você julgar. Isso não existe. O que o árbitro faz lá? Então põe uma câmera, porque o juiz nem autoridade tem mais”, concluiu o ex-jogador, que se diz um defensor da malandragem como recurso de jogo.

A reportagem do UOL conversou com Rivellino ao acompanhar a estreia do ídolo, nos bastidores do Cartão Verde, na sede da TV Cultura em São Paulo. Antes do programa o titular da seleção campeã do mundo em 1970 foi tietado pela apresentadora do Jornal da Cultura, Maria Cristina Poli, e respondeu perguntas de como vê o trabalho de comentarista praticado hoje em dia, com poucos desempenhos dignos de menção, em sua visão.

“Eu gosto muito do Casão (Casagrande), da maneira como ele foca o jogo, como ele enxerga o jogo. O (Maurício) Noriega também é uma pessoa que eu tenho um carinho. Ele vê o jogo de uma maneira legal, parece que a gente está vendo a mesma coisa. Tem o Caio (Ribeiro) hoje, um garoto que está muito bem, tem um foco muito legal. Mas são poucos. Você não tem tantos comentando bem”, opina o novo integrante do Cartão Verde.

Rivellino também discorreu sobre sua formação na TV, em processo que diz ter contado com intervenção decisiva de Luciano do Valle. Também cita o comentarista Juarez Soares, o apresentador Elia Júnior, o falecido repórter Ely Coimbra e a estrela José Luiz Datena como profissionais que ajudaram em seu desenvolvimento na telinha.

NO AR, RIVA DIZ QUE NEYMAR JOGARIA NA SELEÇÃO DE 70

Além da defesa da arbitragem Rivellino pontuou sua estreia no Cartão Verde com opiniões de algum risco, descartando o conforto de “cima do muro”, como por exemplo ao dizer que Muricy Ramalho e Abel Braga são hoje os técnicos mais adequados para dirigir a seleção brasileira, apesar de reconhecer que o tempo não é de mudanças.

No debate com os jornalistas Vladir Lemos, Vitor Birner e Celso Unzelte, Rivellino ainda lamentou o que entende ser uma safra ruim do futebol brasileiro, com a exceção única de Neymar. O campeão do mundo disse que o craque santista tem mostrado ser bom o suficiente a ponto de ser hipoteticamente encaixado na decantada seleção do tri de 1970.

“No meu lugar, não”, disse em tom descontraído sobre a escalação de Neymar na equipe que tinha Pelé como camisa 10. “Teria lugar, poderia ser útil para a seleção de 70”, acrescentou.

RIVELLINO OCUPA LACUNA DEIXADA POR SÓCRATES

O Cartão Verde completa 20 anos em março do próximo ano e fecha 2012 preenchendo a lacuna deixada pela morte de Sócrates há 11 meses. A equipe do programa debateu alguns nomes para a posição de origem boleira da “mesa redonda” e chegou a Rivellino em uma sacada de Michel Laurence, veterano jornalista da TV Cultura e idealizador da atração.

Na noite de estreia o apresentador Vladir Lemos elogiou a desenvoltura do novo integrante do programa, ao lado dos demais comentaristas fixos. O jornalista celebra a aquisição famosa para o time de opinião do programa.

“É um grande prazer. Não existe essa comparação. Quem conheceu o Magrão (Sócrates) sabe que era um cara insubstituível, uma figura ímpar. E a gente precisava de alguém que tivesse vivido o futebol, que tivesse essa experiência. E a gente teve a sorte de contar com um cara da envergadura do Rivellino. Para a gente foi um salto”, afirmou o apresentador.

Da sua parte, Rivellino comemora que pode voltar a ser comentarista sem precisar sacrificar seus finais de semana, em uma rotina de décadas como jogador e igualmente na primeira parte de sua vida na TV. Tudo porque, atualmente, o Cartão Verde é exibido pela TV Cultura às terças-feiras, às 22h.

Fotos: Jair Magri/TV Cultura/Divulgação

Na 2ª foto (da esq. para a dir.): Vitor Birner, Vladir Lemos, Roberto Rivellino e Celso Unzelte

 


Cartão Verde acerta com Roberto Rivellino para preencher lacuna deixada por Sócrates
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A partir de terça-feira, Roberto Rivellino passará a integrar o quadro de comentaristas do programa Cartão Verde, da TV Cultura. O ex-jogador, que teve passagens destacadas por Corinthians, Fluminense e seleção brasileira, vai ocupar a cadeira que era de Sócrates e atuar ao lado dos jornalistas Vladir Lemos, Vitor Birner e Celso Unzelte.

“Gostei muito do convite. Fiquei lisonjeado. Ainda mais em se tratando de Cartão Verde, um programa que já frequentei diversas vezes”, disse Rivellino.

Novo companheiro de bancada de Rivellino, Lemos destaca a chegada do ex-jogador para substituir Sócrates, que morreu no fim do ano passado, e lembra que o momento da contratação é propício, já que Corinthians e Fluminense, principais times da carreira do novo comentarista, passam por bom momento.

“Desde a perda do nosso Magrão, a gente tinha esse desfalque de alguém que realmente tenha vivido dentro do campo”, disse o apresentador.

“(São esses) os dois grandes times da vida dele, e que agora estão na ordem do dia. Acho que isso é um bom presságio”, completou.

A contratação de Rivellino também foi elogiada por Celso Kinjô, gerente de jornalismo da TV Cultura.

“Rivellino representa muita coisa não só no futebol paulista ou carioca, como também no mundial. Os ventos sopraram na direção certa para que ele viesse abrilhantar sua presença no Cartão Verde”, afirmou.

Foto: Rivellino (ao centro) ao lado de diretores e jornalistas da cultura.
Crédito: Jair Magri/Divulgação


Pérolas do Baú: Aos 17 anos, Ronaldo recebia orientações do “veterano” Roberto Carlos, 21
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Crédito da imagem: Reprodução

Ronaldo é hoje um ex-jogador e homem de negócios. Teve uma carreira brilhante, conquistou títulos em diversas equipes que defendeu e foi um dos maiores atacantes da seleção brasileira, onde conquistou duas Copas do Mundo.

Mas é bom lembrar que, um dia, Ronaldo já foi apenas uma promessa. Aos 17 anos, o maior goleador dos Mundiais era apenas um garoto tímido, de aparelho nos dentes e com uma trajetória meteórica desde o Cruzeiro até a seleção brasileira de Carlos Alberto Parreira, que venceu a Copa de 1994.

O vídeo abaixo é da época em que Ronaldo havia acabado de confirmar sua presença na equipe, encantando os comentaristas do programa Cartão Verde. Armando Nogueira, por exemplo, repete inúmeras brincadeiras sobre a idade do garoto, que deslumbra também Flávio Prado. Outro convidado do programa era Roberto Carlos, então com 21 anos, mas que já discursava como se fosse um veterano. Veja esta pérola:

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“Cartãozinho Verde” estreia e diverte ao debater futebol no estilo “criança fala a verdade”
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Por Ricardo Zanei

Sem alarde, a TV Cultura estreou na noite desta segunda-feira o “Cartãozinho Verde”, programa de debate esportivo em que os comentaristas giram entre 8 e 12 anos. Sabe aquela máxima que criança sempre fala a verdade? Se depender do que os analistas mirins disseram na estreia, surgiu o programa de esportes mais sincero da TV brasileira.

Segundo a emissora, o programa irá ao ar diariamente a partir das 19h15, com 15min de duração. O comando é da atriz e educadora Cristina Mutarelli, a tia Marli de “Mundo da Lua” e Zoraide de “Caras e Bocas”, entre outros trabalhos. Pelo que aconteceu na estreia, é pouco tempo para as análises dos especialistas, cada um com a camisa de seu time de coração: o corintiano João Braga, o palmeirense Eric Lanfredi, o são-paulino Pedro Crema e o santista Matheus Ribeiro.

A estreia contou com os gols das semifinais do Paulistão, ilustrados por comentários que prezaram pela total sinceridade. “Não gosto do Júlio César”, disse um, quando os gols de Corinthians x Ponte Preta passavam na TV. “Quem gosta?”, retrucou outro.

O corintiano João Braga foi taxativo em suas análises. “Acho que ele foi espalmar para fora e espalmou para dentro. Ele se acha o melhor goleiro do mundo”, disse, sobre o primeiro gol sofrido pelo goleiro alvinegro. “O time jogou muito mal, a vitória para o Táchira fez muito mal para o time. Achou que ia ganhar muito fácil, mas nos três gols teve falha”, afirmou.

Os “comentários-verdade” continuaram com os gols de Guarani x Palmeiras na tela. “Os três gols foram falhas do Deola”, disse um. “Sempre que é gol olímpico parece que o goleiro errou”, afirmou outro. “Outro glu-glu. O Cicinho não acompanhou. Todo mundo falhou nesse gol”, completou o terceiro analista.

Para o palmeirense Eric Lanfredi, “o Palmeiras não jogou nada”. “Deola falhou nos três gols, Cicinho não acompanhou no segundo e terceiro gols”, comentou. Já o pequeno corintiano lembrou a derrota alviverde para o seu time na fase de classificação. “O Palmeiras estava jogando bem ao longo do Paulista, mas perdeu para o Corinthians e começou a jogar mal.”

Com o tempo acabando, os gols de São Paulo x Bragantino tiveram poucos comentários. A falta bem cobrada de Luis Fabiano foi “à la Marcos Assunção”, e o são-paulino Denis “fez a mesma coisa que o Julio Cesar” no gol da equipe do interior. Já o gol de Neymar em Santos x Mogi Mirim teve um “uhu!” de Cristina, deixando no ar qual é o seu time de coração.

Antes do fim, uma homenagem à estrela santista, e os comentaristas mirins dançaram “Eu quero tchu, eu quero tchá”, de João Lucas e Marcelo. Com as letrinhas subindo, nada melhor do que as brincadeiras de criança: dois garotos trocaram passes, e outros dois jogaram futebol de botão. E fim de jogo.

“Cartãozinho Verde” começou sem fazer barulho e não chamou nenhum super-comentarista da TV brasileira para analisar o futebol. Pelo contrário, tratou o mundo da bola como uma grande brincadeira de criança e divertiu pela simplicidade e sinceridade. E como criança sempre fala a verdade, o programa estreou com um golaço.


“Grandes Momentos do Esporte” vira quadro no “Cartão Verde”
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Mauricio Stycer

Um dos programas esportivos mais antigos da televisão, o “Grandes Momentos do Esporte”, da TV Cultura, em São Paulo, deixará de existir. No ar havia mais de duas décadas, o esportivo vai virar um quadro dentro do “Cartão Verde”.

Por muitos anos, o “GME” foi exibido aos domingos. Com o apoio do acervo da TV Cultura, o programa tinha um caráter histórico, que fazia a alegria dos fãs. Em 2011, ele sofreu uma reformulação total, passando a ir ao ar às quartas-feiras, às 20h30.

O “GME” não resistiu à nova onda de cortes e à reestruturação da grade da emissora ocorrida neste início de 2012.

Procurada, a TV Cultura entende que o programa não acabou, já que continuará sendo exibido dentro do “Cartão Verde”, às terças-feiras, às 22h. A emissora diz que ainda não tem detalhes de como será o quadro.


Carlos Alberto Torres se diz ofendido com Gaúcho como capitão e critica seleção: “não ganha Copa”
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Eterno capitão da seleção brasileira, Carlos Alberto Torres, mostrou descontentamento com o atual time do Brasil. Convidado do Cartão Verde desta terça-feira, o Capita disparou contra o trabalho feito por Mano Menezes e contra o fato de Ronaldinho Gaúcho assumir o posto de capitão da equipe nacional.

Carlos Alberto Torres ergue a taça da conquista da Copa do Mundo-1970 - Foto: Arquivo/Folha Imagem

Carlos Alberto Torres ergue a taça da conquista da Copa do Mundo-1970 - Foto: Arquivo/Folha Imagem

“Tá tudo errado. Vai completar agora dois anos da Copa da África do Sul e, desde que terminou a Copa, nós sabíamos que a seleção ia precisar de uma renovação, mas cadê a renovação? A gente vê alguns novos nomes, mas não há renovação. O que a gente vê é um Ronaldinho convocado para ser capitão da seleção. Eu que já fui capitão me sinto desprestigiado”, comentou.

Além do planejamento, o ex-jogador ainda foi cético em relação ao atual time escalado pelo técnico Mano Menezes e foi alvo de críticas. “Uma coisa que precisamos ter coragem de falar para o povo brasileiro, e eu falo, ponho a minha mão no fogo, é que esse time não ganha Copa do Mundo. Esse time que a gente viu hoje e vê desde o ano passado não ganha Copa do Mundo, mesmo que ela seja do Brasil, em qualquer lugar”, bradou.

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A previsão negativa de Torres foi vista como pessimista por um telespectador que enviou mensagem ao programa contestando o Capita. Mas o ex-jogador foi enfático ao responder, mantendo sua opinião. “Se você pensa que essa seleção tem time para vencer a Copa do Mundo, você segura essa sozinho. Eu que não vou falar que esse time ganha a Copa. Eu sou convidado aqui para falar a verdade. Então você me desculpe porque eu falo o que eu sinto e o pouco que eu sei de futebol, por isso que eu fui chamado para o programa aqui. Tem cara que vive disso, então fala o que querem ouvir. Eu não vivo de audiência”, retrucou Torres.

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