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Título mundial do Corinthians sobre o Chelsea é exibido 49 vezes na TV em 2012
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A conquista do bicampeonato mundial do Corinthians foi explorada ao máximo pelas emissoras de televisão. De acordo com levantamento realizado pela Informídia Pesquisas Esportivas, a vitória sobre o Chelsea por 1 a 0 no Japão foi exibida para todo o Brasil em 49 oportunidades, entre transmissões ao vivo, VTs e compactos em 2012.

Quatro emissoras transmitiram ao vivo a vitória corintiana. Depois disso, a partida foi exibida outras 45 vezes (12 na Bandsports, 11 no SporTV, 11 no SporTV3, nove no SporTV2 e duas na Bandeirantes). Os números aumentam para 71 transmissões se contabilizada a semifinal entre Corinthians e Al Ahly.

O interesse das emissoras no título corintiano foi muito superior ao apresentado em outras competições disputadas no segundo semestre. A partida entre Palmeiras e Fluminense, que garantiu o título brasileiro ao time carioca, foi transmitida em 28 oportunidades. Já os dois jogos da decisão da Copa Sul-Americana entre São Paulo e Tigre teve 18 exibições ao todo.

O estudo ainda ressaltou a grande exposição das marcas da Caixa e da Nike, únicos patrocinadores do Corinthians permitidos pela Fifa no Mundial. O banco estatal teve seu logotipo estampado pelas câmeras de TV e jornais brasileiros 10.119 vezes, sendo 1.615 apenas na decisão. Já a empresa de material esportivo contabilizou 32.245 aparições, 4.542 delas na final.


Sportv reprisa final do Mundial dez vezes nos últimos três dias e vira assunto no Twitter
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Toru Hanai/Reuters

O Corinthians conquistou o bicampeonato mundial no dia 16 de dezembro e assegurou ao Sportv a maior audiência da TV por assinatura em 2012. Mais de duas semanas depois, o canal continua reprisando a vitória sobre o Chelsea.

Só em 2013, já foram dez exibições, sendo cinco no Sportv 1, que mostrou a partida em todas as manhãs dos últimos três dias.

A vitória do Corinthians tem sido reprisada tanto na íntegra, com duração de duas horas, quanto no compacto da retrospectiva “Grandes Campeões”, com uma hora e meia.

Neste ano, já são 19 horas da grade do Sportv dedicadas às reprises de Corinthians e Chelsea. Sem contar as vezes em que o jogo foi reexibido ainda em 2012.

A repetição da final do Mundial de Clubes gerou repercussão no Twitter. Alguns internautas protestaram contra as seguidas reprises da vitória corintiana, enquanto outros comemoraram:

 

 

 

 


Galvão coloca “Azar” no time do Chelsea e repórter da Globo entrega reclamação de Oscar
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Tudo que esperamos de Galvão Bueno esteve na transmissão da TV Globo na final do Mundial de Clubes entre Corinthians e Chelsea. Se ele até se segurou um pouco no início do jogo, teve um segundo tempo de puro ufanismo, colocou até o jogador “Azar” no time inglês, e ainda testemunhou um repórter entregar ao vivo uma reclamação de Oscar.

>> Guerrero se consagra, Corinthians derrota o Chelsea é campeão mundial
>> Veja o gol da vitória do Corinthians sobre o Chelsea na final do Mundial

Vamos pensar que Galvão já tem sua empolgação tradicional, então a ideia desse post é tentar ver os fatos fora da curva da normalidade. Por exemplo: ele quase perdeu o início da partida. Concentrado na homenagem do jogo às vítimas do massacre nos EUA, ele já voltou a falar com o jogo iniciado, não teve nem o clássico: “Está rolando..”

Rei do “Corinthians é Brasil no Mundial”, Galvão pegou um pouco mais leve em seu ufanismo. Apesar de estar ao lado do time brasileiro – NORMAL – não se mostrava tão empolgado quanto esperado. Estava mais contido, mais parcial (ninguém esperaria parcialidade dele). Isso no primeiro tempo.

Ele também adotou, desde que chegou ao Japão, uma teoria e a defendeu com unhas e dentes o jogo inteiro: o Corinthians tinha que usar o lado esquerdo da defesa do Chelsea. Não foram poucas as vezes que ele falou sobre isso durante a partida.

Dentre os desafios linguísticos de um jogo internacional, o que mais entreteu Galvão Bueno foi com o atacante belga Hazard, Ele não tentou usar nem a pronúncia francesa nem a inglesa do nome do jogador, ele foi para o português mesmo: virou AZAR. Ele colocou Azar no time do Chelsea e até brincou com isso. “Não, não estou falando que o jogador do Corinthians deu azar”.

Quem também apareceu bem na transmissão foi o repórter de campo da TV Globo Mauro Naves. Ele entregou um “off” do meia brasileiro Oscar, que começou o jogo como reserva e estava se aquecendo: “Vou entregar aqui o que o Oscar me falou, pois sei que isso não vai chegar ao Rafa Benitez [técnico do Chelsea]”, disse o repórter antes de explicar que o meia reclamou de estar no banco e que por isso a equipe inglesa estava levando pressão.

Mas é claro que, em poucos minutos, a fala do jogador brasileiro já estava sendo repercutida na imprensa da Inglaterra e de uma forma ou de outra chegaria ao treinador.

Sabe a ponderação de Galvão Bueno? Ficou no primeiro tempo. Com a proximidade do final do jogo, tivemos a volta do bom e velho estilo do narrador, empurrando o time brasileiro e empolgado com a torcida corintiana no estádio japonês. Após o gol corintiano, então virou “mais um louco no bando de loucos”. Nada mais Galvão Bueno.

(Por Jorge Corrêa)


Oscar vira “cameraman” e David Luiz assume microfone de repórter da Espn em Londres
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Crédito: Reprodução

David Luiz e Oscar resolveram deixar o futebol de lado e experimentar novas funções nesta quinta-feira em Londres. Em entrevista ao canal Espn, os jogadores assumiram os papéis de “cameraman” e repórter da emissora.

O correspondente da emissora em Londres, João Castelo Branco, acabou virando o entrevistado de David Luiz em uma reportagem com os jogadores na cidade inglesa.

Em sua conta no Twitter, o jornalista postou foto dos jogadores em suas novas funções e brincou: “nova equipe da Espn em Londres”.

Mas os jogadores devem voltar logo ao esporte, já que defendem o Chelsea em clássico contra o Manchester United no próximo domingo, pelo Campeonato Inglês.

 

 


Vampeta revela ajuda de “paquera” para ensaio nu e leva o troféu da semana na TV
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O UOL Esporte Vê TV apresenta mais uma edição do seu salão de troféus, premiando os destaques da grade esportiva na semana que passou. O blog preparou uma série de categorias para os deslizes e melhores momentos dos narradores e comentaristas. Segue abaixo a seleção de momentos inspirados da telinha nos últimos sete dias.

“Concentração” de Vampeta
Durante participação no programa Roberto Justus +, da Record, Vampeta confessou que não ficou à vontade durante ensaio nu que fez para uma revista em 1999. Em tom descontraído, Vampeta ainda confessou que precisou se concentrar bastante durante o ensaio e que precisou de ajuda de “uma paquera” para ter a ereção exigida para as fotos da revista. Leia o post completo

 

Chelsea derrota o Corinthians… no Playstation
A piada sobre o Corinthians ser campeão da Libertadores apenas no Playstation ficou no passado com a conquista continental em 2012. A brincadeira, porém, serviu de inspiração para a Band criar um duelo virtual entre o clube brasileiro e o Chelsea, provável adversário no Mundial de clubes, durante o programa Jogo Aberto. E no videogame quem fez a festa foi a equipe inglesa. Leia o post completo

 

Sonnen faz ponta em seriado de comédia
Chael Sonnen está entre os cinco lutadores que mais vendem pay-per-view, o que se deve mais ao seu lado performático e falastrão do que à sua capacidade dentro do octógono. E o “American Gangsta” resolveu começar a capitalizar a sua habilidade diante das câmeras. O lutador participou do trailer da nova temporada do seriado cômico “It’s Always Sunny In Philadelphia”, que brinca sobre uma hipotética troca de elenco dos personagens da série. Leia o post completo

 

Esquiva Falcão vence musa da pornochanchada
Em quadro inusitado, o boxeador brasileiro Esquiva Falcão, que levou a medalha de prata na categoria até 75 kg nas Olimpíadas de Londres-2012, ganhou uma TV no Programa do Ratinho. Esquiva participou do quadro que leva o nome de ‘Presa ou Predador’ e venceu Aldine Müller, musa da pornochanchada nos fim dos anos 1970. Leia o post completo


Galvão corneta careca de apresentador e faz trocadilho na final da Liga dos Campeões
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Ricardo Zanei, em São Paulo


Foto: Reprodução de TV

Foi, mais uma vez, um show de frases de efeito. Galvão Bueno roubou a cena na transmissão da Globo da vitória do Chelsea sobre o Bayern de Munique na final da Liga dos Campeões. O narrador usou a careca de Alex Escobar para elogiar o apresentador e aproveitou um termo do vôlei para fazer um trocadilho com o nome de Petr Cech, goleiro do Chelsea.

Leia também: >> Retranca funciona, Chelsea vence Bayern nos pênaltis e pela 1ª vez é campeão europeu

“O que ele tem de talento e de tamanho, não tem de cabelo”, disse Galvão, que vem perdendo seus cabelos ao longo dos anos, mas isso não o impediu de tirar um sarro com a careca de Alex Escobar, apresentador do “Central da final da Liga dos Campeões”.

Para a decisão da Liga, a Globo montou um esquema de Copa do Mundo. Galvão e os repórteres Pedro Bassan e Tino Marcos falaram direto da Alemanha. No Brasil, além de Escobar, a transmissão contou com os comentaristas Arnaldo Cézar Coelho, Caio Ribeiro e Casagrande. Mas, mesmo com tanta gente para opinar e analisar, o show foi de Galvão.

Um dos pontos altos aconteceu no segundo tempo, quando o narrador usou o sobrenome do goleiro do Chelsea, Cech, para fazer um trocadilho com uma jogada de vôlei, a “bola de xeque”. Nas quadras, o lance acontece quando a defesa falha e passa a bola de graça, deixando um atacante rival livre para definir o ponto na rede.

Aos 30min, Ribéry avançou rente à linha de fundo e cruzou. A bola foi desviada e Cech se esticou todo para mandar para escanteio. Foi a deixa para Galvão. “Como um jogador de vôlei, o Cech subiu… Como naquela ‘bola de xeque’ no voleibol, ele subiu e mandou pela linha de fundo. Foi uma bola de “Xeque”, que é o nome dele. Não é bem “Xeque”, é Cech, a gente forçou um pouco a barra, mas valeu.”

A cada jogo, Galvão vem mostrando que não é apenas um narrador. Ele é comentarista, dá palpite, filosofa, seca aqui e ali. Suas transmissões acabam se transformando em um show de frases de efeito, ora pertinentes, ora sem nexo. A final da Liga repetiu o roteiro das transmissões “galvanianas”. Veja, abaixo, algumas frases divertidas do narrador na decisão:


Comentaristas usam retranca e até sorte para desvendar queda do Barça “melhor do mundo”
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Foto: Stefan Wermuth/Reuters

Retranca, marcação, vontade, superação, tática e até sorte. Esses foram alguns dos fatores que levaram o Chelsea a eliminar o Barcelona e avançar para a final da Liga dos Campeões. É essa a análise dos comentaristas da TV brasileira, que repercutiram nesta quarta-feira o empate que deu a vaga para o time inglês. Mas, mesmo com o tropeço, a equipe espanhola continuou a ser apontada como a melhor do mundo.

Veja, abaixo, as opiniões dos especialistas:

Vitor Birner
Comentarista do UOL e do Cartão Verde

O Barcelona é de longe o melhor time do mundo, não tem o que discutir. Mas futebol também é superação é você, assim como o Chelsea, saber se defender, se superar e vencer um time superior

 

Gustavo Hofman
Comentarista da ESPN
O Barcelona, para mim, segue sendo o melhor time do mundo, o que joga o futebol mais vistoso, mais bonito. O Chelsea só tinha essa opção para jogar contra o Barcelona, se defendendo muito. O Chelsea não é time de jogar na retranca assim, é time que joga no ataque, mas contra o Barcelona teve que se defender. O Chelsea mostrou que há várias maneiras de se jogar futebol. O Barcelona não estava em um dia feliz, não estava em uma de suas melhores noites, o Messi não fez seu melhor jogo, se escondeu um pouco, mas jogou bem.

 

Chico Lang
Comentarista da TV Gazeta

O Chelsea já fez o que tinha que fazer, tirar esses espanhois chatos, metidos, arrogantes. Sabe quem é o pior deles? Um argentino! Então, sabe, vai tomar banho!

 

Osmar de Oliveira
Comentarista da Bandeirantes
O time do Barcelona não é imbatível. A prova disso é o que aconteceu na Inglaterra. Mas não dá pra falar do Guardiola, que escala o Tello, o Cuenca. Gente, vocês não moram na Espanha, não assistem a nenhum treino do Barcelona, e vão falar do Guardiola? O Barcelona ainda é um grande time, o melhor do mundo. Mas também não dá pra falar que é o melhor time de todos os tempos, porque não é.

 

André Rizek
Comentarista do SporTV

Para bater o Barcelona, você tem que contar com a sorte também. E isso só acontece no futebol. Fosse o Barcelona um time de basquete, que joga melhor que o seu adversário em dois jogos, seria impossível o Chelsea eliminar o Barça. É impossível um tenista que jogue melhor do que outro perder para o seu adversário.

 

Celso Cardoso
Comentarista da TV Gazeta
O Barça foi melhor nos dois jogos, mas o Chelsea foi muito bem na retranca. Infelizmente não deu para o Barça, mas eu continuo achando o Barcelona o melhor time do mundo. É normal ser eliminado nos mata-matas assim, não quer dizer que o trabalho do Guardiola seja um lixo. Eu continuo sendo muito fã do Barcelona.

 

Paulo Calçade
Comentarista da ESPN

O Chelsea não joga assim todo o dia, ele jogou assim hoje. O Chelsea ganhou o jogo no contra-ataque. Conta o Barcelona, todo mundo faz isso, porque reconhece o estilo de jogar do Barcelona. O tiem do Barcelona estava nervoso, errou muitos passes. Não vejo nada de mais no jogo do Chelsea, não foi melhor em campo. Mas jogou dentro da sua proposta e ganhou, méritos para o Chelsea.

 

Carlos Eduardo Éboli
Comentarista da CBN e do SporTV
O Barcelona não é imbatível. Derrotas e tropeços são absolutamente normais, mas geram um espanto porque é o Barcelona. E isso apenas engrandece ainda mais o Barcelona. Não há motivo nenhum para fazer terra arrasada, crise no Barcelona, fora Guardiola. O futebol não pode ser tão descartável assim. E não venceu também o anti-futebol; venceu o futebol mais eficiente, que jogou da maneira que tinha que jogar, para derrotar um estilo tão difícil quanto o do Barcelona.

 

Denilson
Comentarista da Bandeirantes

O Chelsea escolheu o caminho certo para vencer, apesar de eu achar um futebol feio, uma tática feia, mas deu certo. O jogo foi totalmente do Barcelona, que criou as chances que tinha que criar, mas, ironicamente, não conseguiu nos pés do Messi, que perdeu o pênalti. Eu ouvi que o Barcelona perdeu o encanto. Pra mim, continua sendo o melhor time do mundo.

 

Mauro Cezar Pereira
Comentarista da ESPN
O Barcelona é sensacional, maravilhoso, um dos melhores time da história do futebol, mas a gente tem que aproveitar o que o futebol nos ensina, o futebol é imprevisível. Ninguém acreditava no Chelsea, porque o Barcelona é melhor e porque o Chelsea vinha muito mal e jogou com a defesa remendada, mas teve méritos de ter se defendido bem e, realmente, hoje não era um grande dia do Barcelona.

 

Dácio Campos
Comentarista do SporTV

Essa derrota do Barcelona faz com que retornássemos um pouco no tempo, para a derrota do Santos contra o Barcelona. Tudo bem, o Barcelona é o Roger Federer, mas o Santos só faltou pedir autógrafo pro Barcelona naquele jogo. Metade foi crédito do Barcelona, metade foi na conta do Santos, que entrou derrotado na partida. Que o Barcelona é superior, tudo bem, mas o Santos é uma ótima equipe, com grandes jogadores. Poderia ter sido diferente, e a prova é o Chelsea.


Galvão corneta Mano, Casagrande seca Messi, e Tiago Leifert vira casaca na Liga
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Ricardo Zanei, em São Paulo


Foto: Felice Calabro/AP

Galvão Bueno cornetou o técnico da seleção brasileira, Mano Menezes, quando Ramires marcou o primeiro gol do Chelsea durante a transmissão da Globo da partida contra o Barcelona, pela segunda semifinal da Liga dos Campeões. O narrador ainda criou um novo jogador para o time inglês, “Da Mata”, enquanto Casagrande “secou” o argentino Messi, que até perdeu pênalti que poderia ter dado a classificação à equipe espanhola.

Leia também: >> Chelsea elimina o Barça com golaço de Ramires e pênalti perdido de Messi

Nos instantes finais do primeiro tempo, Ramires encobriu o goleiro e fez o primeiro gol do Chelsea na Espanha. O lance serviu como estopim para que Galvão desse uma espécie de “dica” para Mano e suas próximas convocações. “Rrrrrramires! Olha o Ramires aí, Mano Menezes”, disse o narrador. “Que golaço do Ramires. Ô Mano!”.

No “Central da Champions League”, a versão desta terça do “Show do Intervalo”, Tiago Leifert perguntou a Casagrande porque Ramires não vem sendo chamado para a seleção. “Talvez não chamem ele por não estar prestando atenção no trabalho que ele faz, caindo pela esquerda e pela direita”, alfinetou o comentarista.

Galvão voltou a exaltar o futebol de Ramires no segundo tempo, mais uma vez, dando uma dica para o técnico da seleção: “Ô, Mano, olha ele aí!”. “Essa brincadeira que estou fazendo com o Mano é por causa de uma entrevista que ele deu falando sobre a seleção.”

Secando Messi
Para Casagrande, Messi sentiu a pressão desde o começo da partida, quando perdeu duas chances de abrir o placar. “Ele está chegando frente a frente com o goleiro, mas não consegue marcar. Está sentindo muito mais a dificuldade nos últimos jogos do que a equipe do Barcelona”, disse. Galvão perguntou: “Ele está sentindo a pressão?”. O comentarista não ficou em cima do muro. “Acho que sim.”

Dito e feito: no início da segunda etapa, o argentino desperdiçou uma cobrança de pênalti, e o assunto “pressão” voltou à tona. “Quando o jogador bate dessa forma, no alto, é que ele não está seguro. Ele se assustou com a presença do goleiro. O Cech estava na bola: se a bola vai mais para baixo, ele faria a defesa. O Messi é o melhor jogador do mundo, mas não está numa fase tranquila.”

Nome errado
Juan Mata veste a camisa 10 do Chelsea, mas, em todo o primeiro tempo, foi chamado de “Da Mata” por Galvão. “O ‘Da Mata’ está completamente fora de sua característica, que é de armação”, disse o narrador, que repetiu o nome errado sempre que citou o meia.

A falha contaminou também Casagrande. “O ‘Da Mata’ está fazendo uma dobradinha na marcação”, afirmou o comentarista. Galvão ainda tentou justificar o uso de ‘Da Mata’, mas errou mais uma vez o nome do meia. “Ele chama Juan da Mata [na verdade, o nome completo é Juan Manuel Mata García]. Mas é o Mata, vamos lá.”

“Camp Nounazo”
A derrota do Brasil para o Uruguai, na final da Copa de 1950, ficou conhecida como “Maracanazo”. Galvão criou um novo termo para definir a queda do Barcelona diante do Chelsea. “Foi um ‘Camp Nounazo'”, disse o narrador. E fim de jogo.


Galvão vacila antes de a bola rolar na Liga e comete gafe com técnico do Chelsea
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Ricardo Zanei, em São Paulo


Foto: Marisa Cauduro/Folhapress

Com a bola rolando, foi tudo bem. Mas, antes do apito inicial, Galvão Bueno aprontou outra vez e cometeu uma gafe na transmissão da Globo de Chelsea x Barcelona, na tarde desta quarta-feira, pelo jogo de ida das semifinais da Liga dos Campeões.

Galvão conversava com Casagrande e o comentarista convidado, o ex-jogador Belletti, quando se confundir ao falar sobre o ex-técnico do Chelsea, André Villas-Boas, demitido no começo de março.

Leia também: >> Chelsea aproveita erro do apagado Messi, vence Barcelona e ameaça “final dos sonhos” na Liga

Quando a câmera mostrou Roberto Di Matteo, que assumiu o comando com a saída do português, ele se enrolou. “Esse é o Di Matteo, o auxiliar-técnico do Chelsea, porque o técnico está… [silêncio] suspenso”, disse. Em seguida, tentou arrumar a situação: “Não, na verdade ele assumiu mesmo.”

Galvão só tirou a dúvida do telespectador sobre quem era Di Matteo aos 15min do primeiro tempo, quando o italiano novamente apareceu na tela. “Esse é o Di Matteo. Era assistente e, com a saída do Villas-Boas, ganhou a posição.”

Belletti
O torcedor que não se surpreenda se Belletti começar a comentar jogos aqui e ali nos canais da Globo. O ex-lateral e volante de Chelsea e Barcelona teve uma participação interessante na partida, deu dica para Casagrande e foi até elogiado por Galvão. “O Belleti pegou rápido o jeito aqui, hein?”, afirmou o narrador.


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