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Finalista do Dancing Brasil, Amaral foi "paparicado" até por Caio Castro

UOL Esporte

15/12/2018 04h00

Crédito: Divulgação/TV Record

De alguém que nunca havia dançado na vida a um "semi-dançarino". Foi esta a transformação que tomou conta de Amaral após a participação no programa Dancing Brasil, da TV Record. O folclórico ex-jogador foi uma das grandes atrações do reality show de dança e, mesmo sem ter muita ginga para o desafio, conseguiu cativar todo mundo e chegar à grande final.

O primeiro lugar não veio, mas o resultado acabou sendo o de menos. Em entrevista exclusiva ao UOL Esporte, o sempre bem-humorado Amaral contou sobre a experiência e a "chuva" de mensagens que recebeu pela participação no programa. Desde ex-companheiros do mundo do futebol, como o pentacampeão Cafu, até atores de renome como o global Caio Castro.

"Ah, tiveram vários, não só jogadores, como também atores. Eles me deram os parabéns, falaram que se surpreenderam comigo. Eu falei com o Bebeto e ele me disse que chegou a se emocionar, a chorar com a esposa dele. É legal receber este carinho. Até as pessoas de fora do Brasil como o próprio Roberto Carlos e o Daniel Alves, Marcos Assunção, Cafu, Viola, Marcelinho Carioca, Edilson Capetinha… O Edmundo também; ele me chama de primo, e disse: 'Ô primo, você está com molejo, hein'? O ator Caio Castro também, me deu bastante moral", brincou.

Ciente de sua evolução nas pistas de dança, Amaral fez questão de deixar todos os méritos com a coreógrafa Bruna Bays. "Foi difícil pra caramba, mas deu tudo certo. O nosso objetivo era fazer uma boa participação e acabamos indo para a final; mas o mérito mesmo é da Bruna. Ela é uma baita bailarina e soube me conduzir bem, teve o maior cuidado comigo por causa do meu joelho, que estava operado. Ela me transformou em um semi-dançarino", disse.

"Eu cheguei, como se diz, pelado, sem roupa, e a Bruna foi me calçando, me ensinando, pegando na minha cintura, porque eu sou meio duro mesmo [risos]. Às vezes tinha que fazer algumas reboladas e eu perguntava para ela: 'Mas tem que fazer isso aqui mesmo?' E ela respondia: 'Tem que fazer isso aqui mesmo'. E a gente já dá graças a Deus só pelo fato de chegar à final", disse.

Amaral diverte Xuxa e as "tias do camarim"

Quem acompanha a trajetória do ex-jogador do Palmeiras sabe que qualquer aparição sua pode render boas gargalhadas. Foi assim em várias passagens do programa e também nos bastidores. Amaral conta que fez grandes amizades e revelou até uma "choradeira danada" na hora de se despedir das "tias do camarim", com quem acumulou histórias hilárias – para variar.

"Eu já conhecia a Xuxa, já cantei no programa dela. Ela é uma pessoa maravilhosa, que serve de inspiração. Eu sou grato ao programa dela, e até às pessoas do camarim, às tias que a gente brincava bastante… Eu contava histórias para as tias do camarim quando eu ia experimentar roupas, e elas gostaram muito de mim. No último dia foi uma choradeira danada. Elas falavam que eu ia dançar com uma roupa que chamava Bauru, e eu falava: 'Bauru é lanche, né'? E elas davam risada. São aquelas fitas que ficam na cintura para aparecer o quadril", brincou.

"A Xuxa falou para o público que eu fui uma surpresa para o programa porque, com tantos participantes melhores, eu consegui chegar à final, então eu só agradeço à direção da Record e a todas as meninas, às camareiras, que não aparecem, mas que foram muito importantes nesta minha trajetória no programa", acrescenta Amaral, hoje com 45 anos de idade.

Mensagem de vida: "é só acreditar que você consegue"

Deixando – só um pouco – o jeito extrovertido de lado, Amaral voltou a transmitir uma mensagem que já havia passado ao final do programa da Record: quem acredita, sempre alcança.

"Quando me convidaram eu fiquei bastante feliz… Fiquei meio assim para dançar porque é difícil, mas graças a Deus a gente fez boas amizades e as portas foram abertas, porque, queira ou não, eu fui um exemplo ali, de transmitir mensagens para todas as pessoas. Eu vi pessoas dançando melhor que eu, como mais técnica, mas eu procurei levar emoção, determinação, e eu acho que é isso aí que cativa as pessoas. Não que os dançarinos não tenham isso, mas o que eu levei para as pessoas de mensagens foi muito bacana", disse o ex-jogador.

"Foi muito legal e gratificante, e a mensagem que a gente levou às pessoas que não dançam: tudo você pode, é só acreditar, treinar e, com humildade, você consegue alcançar os objetivos", completou.

Por Marcello De Vico e Vanderlei Lima
Do UOL, em Santos e São Paulo

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