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Arquivo : Téo José

6 coisas que você não sabia sobre preparação dos narradores para o Carnaval
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Encarar até dez horas de narração ininterrupta não é uma das tarefas das mais fáceis. Cada narrador tem seu truque para driblar imprevistos no desfile ou mesmo para não ter sono durante a madrugada. Bebidas energéticas e ‘colas’ no papel são algumas das receitas utilizadas para ajudar na transmissão.

O UOL Esporte conversou com os narradores esportivos Téo José, da Bandeirantes, Vanessa Riche, do Sportv, e Luis Roberto, da Globo, todos eles escalados para cobrir o Carnaval.

Confira algumas estratégias usadas pelos profissionais durante o Carnaval:

  • Téo José: até 10 latinhas de energético para transmitir o Carnaval

1 – Energético para tirar o sono – o narrador da rede Bandeirantes Téo José revela que bebe várias latinhas de energético durante os desfiles noturnos. Para o narrador, o estimulante o deixa ligado para horas de narração.

“Em jogos de futebol, costumo beber só um antes da partida. Mas no Carnaval eu redobro. Eu tomo uma latinha por hora. Eu já bebi 10 latinhas de energético em um desfile. Virou um costume para mim. Sinto que melhora o raciocínio  e ajuda a ficar acordado”, diz Téo José, que neste ano fará a cobertura do Carnaval no Recife pela Band.

“Eu bebo tanto energético no Carnaval que só consigo dormir cinco horas depois de chegar ao quarto”, completa.

2 – Whatsapp para matar a saudade dos filhos – A jornalista Vanessa Riche pela primeira vez atuará como narradora de desfile carnavalesco (desfile das campeãs do Rio pelo canal pago Viva). Até então ela atuava como repórter na pista da Sapucaí, entrevistando os foliões.

  • Vanessa Riche narrará desfile das campeãs do Rio e deixará a babá para cuidar dos gêmeos

Vanessa diz que a maior dificuldade para este ano será deixar seus filhos em casa. Os meninos gêmeos têm 10 meses. A solução encontrada foi se comunicar via Whatsapp com a babá durante a transmissão do Carnaval.

“Já deixei combinado com a babá para ela mandar mensagens e fotos dos bebês enquanto eu estiver lá no estúdio montado na Sapucaí. Aí eu dou uma olhada no Whatsapp [aplicativo de mensagens via celular], vejo que está tudo bem com eles, e continuo a transmissão mais tranquila”, sorriu Vanessa.

3 – Comentaristas dormindo durante desfile – É uma tarefa árdua encarar longas jornadas carnavalescas sem bocejar. Não é raro ver pessoas cochilando na área carnavalesca. O problema é que o sono também atinge profissionais da imprensa. E quando isso acontece, a solução é improvisar.

“Eu não vou dar nomes, mas já aconteceu de eu narrar o Carnaval de São Paulo com as duas comentaristas ao meu lado dormindo na bancada. Continuei a narração por 40 min sem que ninguém percebesse a ausências das comentaristas. Carnaval é 100% improviso”, relembra Téo José.

4 – Nada de falar ‘gostosa’ – Mesmo com tantas mulheres exuberantes na avenida, os narradores, sobretudo homens, precisam se controlar nas narrações. Téo José dá a dica:

“Não fica bem dizer que ela está ‘gostosa’. Têm diversas maneiras de exaltar a foliã de uma forma muito mais suave. Eu falo, por exemplo, que aquela mulher é ‘danadinha’. Ou quando aparece uma mulher bonita na avenida eu digo ‘olha aí mais uma beleza no Band Folia’.

5 – Visitas aos barracões antes dos desfiles – A missão dos narradores não é apenas chegar ao sambódromo e transmitir o que vê. Os narradores costumam fazer um “vestibular” em barracões para ficar por dentro dos temas e intenções de cada escola.

  • “Em uma transmissão falei que a bateria era ‘invocada’. A escola gostou tanto que batizou a ala de ‘Bateria Invocada'”, disse Luis Roberto, narrador do Carnaval carioca pela Globo

“Durante quarenta dias, faço entrevistas com carnavalescos, coreógrafos, mestres de bateria, cantores, mestre sala e porta bandeira, diretores de carnaval e harmonia, entre outros. A ideia é justamente ter maior base para narração. Essa anotação é fundamental para as transmissões”, comentou Luis Roberto, responsável pela transmissão do Carnaval carioca de 2014.

6 – Narradores levam ‘cola’ para as transmissões – Vanessa Riche e Luis Roberto adiantaram que levarão suas ‘colinhas’ para os desfiles.

“A emissora já prepara um resumo detalhando enredo, fantasia, alegorias. Eu estive na Cidade do Samba [reduto das escolas de samba do Rio] para conferir a preparação. Anotei tudo”, disse Vanessa.

“Certamente vale usar uma ‘cola’. Muitas informações já estão na cabeça, mas o Carnaval é um universo gigantesco”, acrescenta Luis Roberto.

Por Bruno Thadeu

Do UOL, em São Paulo


Téo José relembra gafe de bordão na Indy e ‘não’ de Pelé quando era mascote
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Téo José

Téo José

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“Nããão peeerde maaais!”. O narrador Téo José caminha por futebol, automobilismo e até o carnaval, mas é com este bordão usado em suas transmissões da Fórmula Indy que ele ganhou fama. E nem sempre a frase deu certo, vide o caso em que ele acabou tendo de voltar atrás e o “Não perde mais” virou um “Perde, perde, perde!”, há 14 anos. O locutor da Bandeirantes conta que poderia ter apagado este erro da sua carreira, já que teve a opção de regravar a cena. Mas preferiu ir adiante, no episódio que mais marcou uma jornada no rádio e na TV que começou muitos anos antes, em Goiânia, quando era um simples mascote de clube de futebol.

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Ainda garoto, Téo José não era um grande fã da velocidade. Seu sonho era ser jogador de futebol. Baixinho, foi goleiro no seu colégio. Mais grave que isso é que por dois anos ele foi o titular na meta de seu time da oitava série. Ele repetiu de ano de propósito. “Eu tomei pau, errei duas questões bobas numa prova para ficar mais um ano! Não é exemplo para ninguém, eu sei. Eu queria ser jogador de futebol, mas por causa da altura eu não tinha futuro”, ri ele, ao relembrar seus causos.

A paixão pelo futebol era tão grande que ele diz que trocava namoradas para acompanhar seu clube de coração, o Goiás. E foi até mascote. “Você entrava com o time, sentava do lado do banco, ouvia o treinador. Era muito diferente de hoje. Na primeira vez que entrei em campo como mascote do Goiás, foi contra o Santos, um empate. E o Pelé me negou um autógrafo”, conta.

Téo José chegou a abrir uma torcida organizada: picava papel para a entrada do time, produzia bandeirões e acompanhava o time onde fosse. Foi este mundo de dedicação ao futebol que o levou, indiretamente a ser narrador. Ele primeiro trabalhou em rádios FM, apresentando músicas. Daí, teve a chance de ser repórter esportivo no rádio e, curiosamente, ele foi parar no automobilismo, cobrindo corridas no autódromo de Goiânia, antes do futebol.

“Não perde mais”/“Perde, perde, perde!”

Téo José sabe que ser narrador significa ter suas atuações analisadas atentamente e que uma gafe já repercute instantaneamente. Mas diz que lida bem com isso. Tanto que cita com carinho o mais especial de seus casos, na Fórmula Indy de 1999.

Naquele ano, Massimiliano Papis liderava o GP de Michigan e parecia não ter chance alguma de perder. Então, Téo começou a soltar seu bordão: “Não peee…”. Mas um problema no carro de Papis fez Tony Kanaan ultrapassá-lo, e o narrador mudar tudo em instantes. “Perde, perde, perde! Passa Tony, passa Tony!”. Foi a primeira vitória do baiano, que ganhou o seu “Não perde mais” na sequência, pela primeira vez.

Uma curiosidade marca a narração. “O interessante dessa história é que o SBT transmitia a Indy com um compacto de uma hora, à noite. Então, eu gravava ao vivo, durante o dia, para ir ao ar depois. Com o ocorrido, a direção falou para eu refazer a narração do final da prova. Mas eu disse: ‘Não, não, vamos manter’. Assumi o erro”, conta ele, que até hoje ouve dos fãs a estrelas, como até o colega Galvão Bueno, imitações do ocorrido. “O próprio Tony lembra disso, gente da rua vem falar, comentar… Me marcou, essa é uma das coisas mais marcantes que tive.”

Bordões fixos e de ‘temporada’, com direito a Annita

Téo vê importância no uso de bordões pelos narradores. Mais que isso, busca inclusive se renovar e não ficar apenas preso aos antigos. Tem suas frases fixas, que sempre usa, mas também cria algumas novidades temporada a temporada. Principalmente se inspirando com o que ouve no meio musical.

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2013/10/22/voce-acha-que-um-narrador-deve-revelar-seu-time.js

“Eu gosto de bordão, tenho alguns que estão desde o início de carreira e outros que são de temporada. Para esses de temporada, gosto de ouvir rádio e pegar frases de música. Eu falava, por exemplo o ‘Agora eu fiquei doce, doce, doce’”, afirma ele, sobre a música “Camaro Amarelo”.

Outra moda que ele pegou foi a do funk de Annita. “Essa eu vou usar até o verão. Quando tem falta perigosa, eu falo: ‘prepara, que agora é hora…’. Mas devo diminuir, até porque ela deve ser contratada da Globo para um programa”, explica.

Outros, como o “Não, não é assim”, foram mais pensados, já que ele sentia falta de algo para dizer em lances de erros bizarros. “Esporte tem que ter informação – já que é uma narração jornalística – emoção e descontração. E o bordão é a forma de descontrair”, completa Téo.

Críticas e o calor da torcida

Ainda sobre gafes, Téo conta que não tem problemas em ser criticado, mas com respeito. Ele diz que até no Twitter precisa filtrar o que vai postar, para evitar causar polêmicas ou ser mal entendido. E procura sentir o calor da torcida antes de narrar seus jogos, como um termômetro para saber sua aceitação.

FILHO HOMENAGEIA ZANARDI

  • Uma curiosidade da vida pessoal de Téo José é a homenagem que ele fez quando escolheu o nome de seu filho, hoje com 17 anos. Na época de optar pelo nome, ele resolveu usar Alessandro.

    “Quando ele nasceu, o piloto Alessandro Zanardi estava no auge dele na Indy e tínhamos um jornalista amigo , italiano, que andava na nossa turma. Por causa desse italiano, Zanardi se aproximou da gente, jantava junto, conversava… Eu tinha o bordão, ‘Segura o italiano’ e ele repetia no paddock”, relembra Téo.

    “Ele é guerreiro, era um esportista exemplo. Sempre gostei das coisas da Itália e demos o nome dele… Depois perdemos o contato, ele foi pra F-1 e não nos falamos mais. Mas espero fazer um especial com ele um dia pra TV. Ele é um exemplo”, completa o narrador, lembrando a superação do piloto, que perdeu as duas pernas num acidente em corrida.

“Tem as duas situações. Tem quando alguém entra e faz uma colocação, e eu procuro responder tudo o que me mandam. Mas quando as pessoas vêm com falta de educação e respeito, a vontade é baixar o nível, mas me seguro. As pessoas confundem profissionalismo com a emoção. Tem gente que acha absurdo de um narrador falar do time que torce. Mas, antes de ser narrador, eu torcia para um time”, defende ele.

“Eu gosto de chegar nos estádios pelo portão, de andar no meio das pessoas. Porque no dia que eu estiver sendo achincalhado por todo mundo, aí é porque não tá legal. Eu gosto de ter esse termômetro”, adiciona.

Este termômetro ficará ainda mais quente em 2014, quando ele estará na transmissão da Copa do Mundo. Téo vê a Copa das Confederações deste ano como sua melhor atuação na carreira. Ele recentemente abriu mão do rádio, onde transmitia a Fórmula 1, para se dedicar ainda mais à TV.

“Tivemos algumas dificuldades na Copa das Confederações, por ser aqui no Brasil, já que as coisas não estavam totalmente prontas. Mas com certeza ir para o estádio narrar a Copa no Brasil é uma motivação. Fora que teremos uma resposta muito mais rápida. Tanto positiva, que aumenta a motivação, quanto a negativa, para você se recuperar”, explicou.

Goiás: Magro, Walter tem vez na seleção

O lado torcedor de Téo José, com sua adoração ao Goiás, ganhou um novo ídolo recentemente, com o destaque do gordinho Walter, balançando as redes pelo clube.

“Dentro de campo, fazia tempo que o Goiás não tinha um ídolo com tanta carisma quanto ele tem. Ele está acima do peso, sabe que poderia render mais, mas diz que não consegue, porque come bolacha, toma Coca-Cola… Mas é impressionante. Ele é um guerreiro e com a simplicidade dele, é ídolo. Eu já colocaria como um dos principais de todos os tempos do Goiás”, analisa ele.

Para Téo, se Walter perder alguns quilinhos, pode entrar na briga por uma vaga na seleção de Luiz Felipe Scolari.

“Acho que ele tem de perder peso, mas vai longe. Hoje, no Brasil, ele é o melhor que está atuando. Olha, vou dizer para você: vendo que o Felipão já que chamou Pato, Fred, Jô, Diego Costa… o Walter joga mais. Acho que não vai acontecer pelo peso. Mas, na bola, ele tem chance, sim”, concluiu o narrador.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo

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Denilson dança “Kuduro”, e Neto pede “voltinha” para gatas da Indy na Band
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Foto: Reprodução de TV

A rotina dos programas “Jogo Aberto” e “Os Donos da Bola” foi quebrada nesta terça-feira. Não, não foi nenhuma notícia bombástica, mas sim a presença de quatro das 12 candidatas ao concurso Gatas da Indy 2012, promovido pela Band em meio à etapa de São Paulo da categoria, que acontece neste fim de semana e tem transmissão da emissora. Denilson arriscou passos do hit “Danza Kuduro”, e Neto pediu que elas dessem a tradicional “voltinha”.

No “Jogo Aberto”, Renata Fan deixou a candidata Andressa Urach, dançarina do Latino, dar uma aula de “Kuduro” para Denilson. “Faz o primeiro passo que eu vou seguindo”, disse Denilson, petrificado com o rebolado da loira. “Fecha o som, fecha o som que tá dando calor, nêgo. Assim você mata papai”, brincou o ex-jogador.


Foto: Reprodução de TV

A participação das moças continuou nos “Donos da Bola”. “Ô, Fernanda, fica esperta, hein?!”, disse Neto, lembrando que Fernanda é a mulher do apresentador. “Meu Deus! Eu estou de olhos fechados”, afirmou, sem olhar para as moças, trajadas com uma roupa verde colada – bem colada – ao corpo.

Depois de pedir para que o comentarista Ulisses Costa, o narrador Téo José, o técnico da Ponte Preta, Gilson Kleina, e o ex-jogador Juninho Paulista votassem na mais bonita, Neto foi além e pediu para as beldades ficarem de costas para as câmeras.

“Dá uma voltinha”, disse o apresentador, enquanto as moças mostravam os seus, digamos, atributos. “Fiquem de costas que tem um negocinho ali”, completou Neto, antes de as moças deixarem os estúdios.


Barrichello é centro das atenções em estreia, mas ufanismo da Band vai para Helinho
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Todas as atenções estavam voltadas para ele: Rubens Barrichello. Afinal, não é todo dia que um recordista da Fórmula 1 vai parar na Indy, estreando em uma nova categoria aos 39 anos. Chance de atrair torcedores e, principalmente, audiência nas telas da transmissora oficial do evento, a Band.

Rubinho estreia com 17ª posição, e Helio Castroneves vence abertura da Indy

Diferentemente do esperado, no entanto, a transmissão de Téo José, o homem da velocidade no canal, não foi de discursos ufanistas e tons exagerados em relação a Rubinho. Em seu lugar, a moderação foi a escolha da vez. Com o veterano largando só na 13ª colocação, o discurso foi de que a estreia era um momento de aprendizado.

Ao lado do comentarista Felipe Giaffone, sobraram análises de que Barrichello ganharia muito em ficar na pista até o fim da corrida, em termos de experiência, e que por todas as novidades de carro e regulamentos o momento era de absorver o máximo possível para entrar na briga de fato no seguimento da temporada.

Com uma corrida morna, a última meia hora de transmissão acabou esquentando os ânimos e a torcida na transmissão. Helio Castroneves conseguiu uma bela ultrapassagem e disparou para voltar a vencer depois de mais um ano. Téo José, em sua marca registrada, não perdeu a chance de bradar: “Nããão peeerde mais, Helio Castroneves”.

A transmissão ficou com um erro no posicionamento de Barrichello. A Band anunciou que ele encerrou a corrida em 16º e cortou rapidamente para o futebol, devido ao horário – a opção foi por mostrar a prova na íntegra e perder os primeiro momentos de Corinthians x Palmeiras. O brasileiro acabou em 17º.

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Zagueiro do Botafogo marca e abraça repórter da Band: “Sempre que ele me entrevista, dá sorte”
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Foto: Reprodução de TV

Dessa vez, não teve dancinha, muito menos declaração de amor para a namorada. Antônio Carlos, zagueiro do Botafogo, fez o gol da vitória contra o Volta Redonda e comemorou com um forte abraço no repórter Sandro Gama, da Bandeirantes.

“Tive que dar um abraço, porque sempre que você me entrevistou, eu fiz gol. Dá sorte”, disse o zagueiro-artilheiro, ao ser entrevistado pelo próprio repórter ao fim da partida.

A celebração repercutiu na edição desta segunda-feira dos programas “Jogo Aberto” e “SP Acontece”. “Muito íntimo, hein, Sandro? O Antônio Carlos faz o gol e vai abraçar o Sandro. Rolou um clima. Beijou a aliança e tal”, disse o apresentador Neto. Téo José completou: “Rolou um clima, hein, Sandro?”.

O repórter explicou o que aconteceu. “Antes do jogo, você tem que escolher um jogador pra entrevistar. Aí veio Antônio Carlos, e eu falei que nas quatro últimas vezes que eu entrevistei ele, ele fez gol. E ele lembrou disso. A última vez tinha sido no Morumbi. E ele guardou isso. Eu fiz a entrevista e mais nada. Deu quarenta minutos de jogo, eu tava atrás do gol e, quando ele marcou, veio atrás de mim e me abraçou. Foi só isso.”

Os detalhes do abraço viraram motivo de debate no “SP Acontece”:

Denílson: Por que você deu um abraçao tímido nele?

Sandro Gama: Ah, foi reflexo. Eu tava lá, veio o cara e eu fiquei assustado.

Neto: O que ele falou no seu ouvido?

Sandro Gama: Ele não falou nada. Só falou “bem que você falou que eu marco gol quando você me entrevista”.

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Leia também: >> Botafogo perde muitos gols, mas vence Volta Redonda e segue como único invicto


Neto chama de “gorda”, e Débora Rodrigues faz “strip” para mostrar boa forma
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Foto: Reprodução de TV

Quem diria que uma espécie de “strip tease” marcaria a edição desta sexta-feira do “SP Acontece”, da Band? Em entrevista a Téo José, a piloto da Fórmula Truck e estrela do programa “Mulheres Ricas”, Débora Rodrigues, tirou parte de sua roupa para rebater as críticas de Neto, que a chamou de “gorda”.

“Téo José, você está do lado da Débora Rodrigues, e eu tenho a Playboy guardada em casa. Se o marido dela gosta ou não, o problema é dele. Eu tenho a Playboy dela guardadinha em casa”, disse Neto, ao chamar o narrador e a piloto.


Foto: Reprodução de TV

“Trouxe a Débora aqui porque no programa passado você disse que ela estava gorda, que estava comendo muito”, afirmou Téo José. Neto retrucou: “Eu não falei que ela estava gorda, falei que ela estava comendo muito. Caviar pra lá, champanhe pra cá. Ela tá bonita, mas tem o direito de resposta. Helloooo!”, afirmou, usando o bordão de outra participante de “Mulheres Ricas”, Val Marchiori.

Depois de elogiar o programa de Neto, foi a vez de Débora rebater as afirmações do apresentador sobre a sua forma física. “Eu sou paranaense e costumo dizer que a gente mata a cobra e mostra o pau. Então…”. Foi aí que a piloto surpreendeu e abaixou a parte de cima do macacão, mostrando os seus dotes. “Eu sou forte, mas eu sou magra”, disparou, apontando para a barriga malhada.

No estúdio, Neto e outros participantes do programa (Dirceu Maravilha, Estevan Ciccone e José Calil) foram ao delírio. “Meu Deus! Você está bem, hein, Débora? Fica assim o programa inteiro. Fica assim, fica assim. Téo, pode entrevistar ela assim aí que a audiência subiu.”


Foto: Reprodução de TV

Depois da brincadeira, Téo José perguntou para a piloto sobre uma suposta proposta para posar nua novamente para a Playboy. A ex-sem terra foi capa da edição número 267 da revista, em outubro de 1997. “Não recebi nenhum convite. Foi ótimo pra mim, foi muito bom, devo muito a Playboy, mas também não falo que eu não faço. Tem que ouvir as propostas.”

Ao fim da entrevista, que também serviu para promover a primeira etapa da temporada 2012 da Fórmula Truck, em Nova Santa Rita (RS), que tem transmissão da Band, Neto encerrou o assunto com mais uma pérola. “Vou falar a verdade, hein? A Débora é gostosa, hein?”.


Barcos ganha elogios curiosos de narradores após golaço: “danadinho” e “lento”
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Foto: Célio Messias/AE

O golaço de Hernán Barcos contra do Linense causou reações distintas e curiosas dos narradores Téo José, da Band, e Cléber Machado, da Globo. O atacante palmeirense foi elogiado com palavras como “danadinho” e “lento” (no bom sentido).

“Olha o Barcos aí, ó. Ele é valente, ele é danadinho. Olha o toque por cobertura, vai pintar o golaço”, disparou Téo José. “Eu falei que ele era danadinho, que ele era valente”, completou, depois que o atacante palmeirense encobriu o goleiro e marcou o segundo gol na vitória por 3 a 1 sobre o Linense.

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Até Renata Fan brincou com a narração do companheiro de Band, na edição desta quinta-feira do “Jogo Aberto”. “O Téo José falou que o Barcos é danadinho, danadinho. Agora, todo mundo vai chamar o Barcos de danadinho.”

Já Cléber deixou no ar que Barcos não é aquela maravilha, mas sabe fazer gols. “Vai se revelando como um jogador com bons recursos. Ele é lento, ele não é habilidoso. Ele deu um pique bom. E deu uma meia-lua espetacular no Pablo. E para completar, um toque sutil.”

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Datena leva estilão direto do “Brasil Urgente” para transmissão da Liga dos Campeões
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Foto: Reprodução de TV

Por Ricardo Zanei

Foram cerca de 15min de caso Eloá e mais 4min de comerciais antes da transmissão do pré-jogo do duelo entre Milan e Arsenal, nesta quarta-feira, pela Liga dos Campeões. A Band passou a partida ao vivo, com Teo José na narração e Mauro Beting nos comentários. O elo de ligação entre as duas atrações da emissora foi José Luiz Datena, que saiu da edição-relâmpago do “Brasil Urgente” para atuar como convidado especial em mais um jogo de futebol como se nada tivesse mudado.

Hoje, o nome de Datena é ligado ao jornalismo policial e às tragédias cotidianas. Mas, no início da carreira, ele ganhou dois prêmios Vladimir Herzog, em 1983 e em 1987, com reportagens ligadas à cidadania e aos direitos humanos, ambas pela TV Ribeirão (EPTV). Em seguida, foi justamente para a Band, virou repórter esportivo e recebeu o carinhoso apelido de José Luiz “Da Trena”, em referência a um dos patrocinadores das transmissões.

No “esquenta” para a partida, Teo José apresentou Datena como um jornalista “que acompanha tudo de futebol europeu”. Ele, que vem comentando os jogos da Liga, não fez feio em sua análise inicial, falando das mudanças táticas e técnicas das duas equipes e elogiando o zagueiro Thiago Silva, “um dos maiores nomes do futebol mundial”.

Mesmo antes de a bola rolar, no entanto, Datena deixou no ar que seu estilo “Brasil Urgente”, de falar diretamente para o telespectador, seria repetido no futebol. “Se o Milan não conseguir a vitória, tá ferrado. Mas eu confio no Milan”. Sobre o tamanho do pé de um dos auxiliares, disparou: “Não sabemos a profissão dele, mas deve esquiar bem.”

Robinho beija escudo do Milan após marcar contra o Arsenal na Liga - Foto: Claudio Villa/Getty Images

Robinho beija escudo do Milan após marcar contra o Arsenal na Liga - Foto: Claudio Villa/Getty Images

O glamour de um jogo de Liga dos Campeões foi abaixo com os comentários de Datena. Por exemplo, ele destacou o “frio desgraçado” em Milão e criticou o gramado do estádio San Siro: “A gente fala do Brasil, mas esse aí tá um pasto”. “É a neve, velho”, explicou, ao seu jeito, o escorregão de Nocerino.

Datena ainda deu o seu parecer sobre alguns jogadores em campo, como Van Bommel, que “gosta de dar porrada pra caramba”. Sobre Pato, que começou na reserva, foi taxativo: “Depois que começou a namorar a filha do Berlusconi, tá com as pernas bambas, faz tempo que ele não joga, hein?”.

Criticado em transmissões anteriores, Kevin-Prince Boateng calou a boca de Datena ao abrir o placar para o Milan. “É o maior jogador de todos os tempos. Que Messi, que nada. No último jogo, metemos o pau nesse cara e levamos ferro. Agora, de novo”. Depois que Antonini perdeu uma boa chance de marcar, repetiu a ironia. “Daqui a pouco ele faz um gol de bicicleta para calar a boca da gente.”

Sagna foi outro que recebeu um elogio por sua participação pífia no segundo gol do Milan. “Parecia que tinha comido uma feijoada”. Ao saber que Robinho havia comemorado dançando “Ai, se eu te pego”, elogiou o autor do hit, “iluminado, Michel Teló, fantástico”. E, nos minutos finais do primeiro tempo, explicou a situação do Arsenal na partida. “Devia pegar o avião e voltar para a Inglaterra.”

Antes do início da segunda etapa, fez um daqueles trocadilhos ao ver o nome do técnico do Milan, Massimiliano Allegri, em uma faixa da torcida. “Nunca vi um cara chamar Allegri e ser tão triste”. Nos minutos finais, o alvo foi Ambrosini. “O nome dele parece aquele doce, ambrosia”. “Mas ambrosia é gostosa”, disse Mauro Beting. “Bom, não vou entrar nesse mérito”, reparou o comentarista oficial, em meio à risada de Datena.

O ponto alto, no entanto, foi a análise do convidado sobre dois lances, um impedimento no primeiro tempo e uma falta no segundo. Questionado por Teo José se a posição foi ilegal e se tinha sido infração, o comentarista se limitou a dizer um sonoro “ô!”. Datena, no futebol, é o mesmo do “Brasil Urgente”. Só faltou o tradicional “me ajuda aí!”.

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“Jogo Aberto” enche a bola e aproveita Rubinho para promover etapa de São Paulo da Indy
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Foto: Reprodução de TV

Rubens Barrichello foi o convidado especial da edição desta terça-feira do programa “Jogo Aberto”, da Band. O assunto, como não poderia deixar de ser, foi a possibilidade de o piloto competir na Indy em 2012, e a apresentadora, Renata Fan, aproveitou a presença ilustre para promover a etapa de São Paulo da categoria, que tem transmissão da emissora.

Recebido com uma série de elogios, Rubinho foi apresentado por Renata como um piloto de “uma carreira excepcional”. “Quem acompanha e quem gosta do automobilismo sabe tudo que ele já fez pelo Brasil, o quanto ele é resepeitado dentro da Fórmula 1 e de outras categorias. Rubinho, é um prazer recebê-lo no ‘Jogo Aberto’, sinta-se em casa.”

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A primeira pergunta da apresentadora foi sobre o contrato de Rubinho com a Indy, “o povo brasileiro quer saber”, disse. Em seguida, Renata chamou o VT de uma matéria “muito” especial, lembrar momentos “muito” importantes do piloto.

Na volta aos estúdios, a etapa paulista da Indy foi lembrada. “Se você acertar com a Indy, São Paulo será uma cidade pequena”, disse Renata. “Todo mundo quer ver você subir no pódio e dar uma sambadinha pra gente”, afirmou, antes de emendar uma propaganda da venda de ingressos para a prova.

Fim da participação de Rubinho no programa, comerciais no ar. A primeira propaganda foi da venda de ingressos para a Indy em São Paulo. Curiosamente, o escolhido para promover a prova é Tony Kanaan, responsável pelos testes de Rubinho com a sua equipe, a KV Racing. Mera coincidência?


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