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Galvão dispara mais críticas, vê seleção “medíocre” e ironiza virose
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“O que eu acho é que temos que ter mudanças, mudanças comportamentais, mudanças de nomes, nós temos que ter mudanças”. Assim Galvão Bueno, em fase de crítico da Seleção, bradou na volta ao seu programa Bem, Amigos nesta segunda-feira. O alvo principal na maior parte da atração do Sportv: o treinador Dunga, sobretudo.

Com mais tempo, o narrador continuou as fortes críticas já iniciadas no sábado, após a partida, e que continuaram no domingo, durante participação no Esporte Espetacular.

“Diria que foi a pior, a mais medíocre participação do futebol brasileiro em toda a história da Copa América, e olha que estou em Copa América desde 1983. Jamais vi uma participação tão medíocre, uma coisa que fere a história construída por pessoas como Ronaldo Fenômeno e Roberto Carlos ao longo dos tempos, através dos anos”, falou grosso, indignado com a campanha brasileira, na presença dos dois convidados citados.

E o programa teve de tudo: de cobrança por jogadores não convocados, passando por menção ao sucesso dos técnicos argentinos das seleções semifinalistas do torneio, até a exibição de entrevistas dos jogadores que não batiam com o discurso do comandante do time brasileiro.

“Vamos ver o trecho da entrevista coletiva do Dunga quando ele surpreende todo mundo com a história da virose”, anunciou assim uma sonora da fala do treinador para, posteriormente, perguntar: “quando começou essa virose, quando ela veio? O Mauro Naves [repórter da Rede Globo] foi conversar com o médico que disse: ‘foi aqui’. Aí depois não tinha sido em Concepción, já tinha sido antes de sair em Santiago, mas os jogadores treinaram normalmente na quinta e na sexta-feira e estavam todos aptos a jogar.”

E, na sequência, o narrador fez questão de escancarar o que chamou de “falta de entrosamento até nas respostas”. Referia-se a possíveis incoerências nas declarações de Dunga e de seus atletas, expostas ali em longa reportagem de Eric Faria, repórter da Globo, para o Esporte Espetacular, de atletas como Willian, Jefferson e Thiago Silva relatando os problemas da virose. Em uma delas, o meia do Chelsea diz que chegou a passar mal, mas que depois voltou a se sentir melhor e só saiu do jogo porque o técnico quis.

Após as falas dos atletas e de Dunga na reportagem, Galvão disparou. “Nos grandes times, nos grandes momentos, nas boas fases, quando há identidade e integração, as respostas são todas muito semelhantes, né? O que se percebe é um desencontro.”

E Ronaldo seguiu Galvão na “fritura” do atual trabalho comandado por Dunga. “A falta de transparência, nesse caso, leva a crer que há sempre algum coisa obscura. (A virose) está sendo usada para se defender. Nesse caso, mostrou que claramente houve um desencontro de respostas dos jogadores com o treinador e o médico”, disse.

Já o outro campeão do mundo presente ali, Roberto Carlos, adotou discurso diferente e preferiu falar também da necessidade de um algo mais dos jogadores em campo. “Por mais que o Dunga seja o comandante do barco, eu acho que perdemos aquela liderança de três ou quatro jogadores dentro de campo, de se unir mais dentro de campo e não sobrar só para o treinador”, ponderou. “Pela minha experiência de jogador e agora de treinador, o jogador quando pode fazer um pouco mais, dar a mãozinha pro companheiro e dizer ‘vamos’, aí vai todo mundo, puxa três, quatro, cinco ali e vai embora”, completou, destoando completamente das falas dos demais na atração.

Galvão já havia reclamado das decisões de Dunga para o mesmo programa Esporte Espetacular, o mesmo da reportagem tão elogiada no Bem, Amigos pelo narrador. “Sou contra esconder as coisas. Muito treino fechado, muita coisa escondida. Esconderam muito, quando esconde, é porque a coisas não caminham certo”‘, condenou.

Em outro momento, Galvão opinou sobre os treinos de Dunga. “Ele trabalha muito bem o treino, intensidade. Acho que ele se perde fora do trabalho de bola”, afirmou sem dar mais detalhes do que falava, confirmando apenas que ele e Júnior assistiam aos treinos.

E ele repetiu na atração do Sportv declaração similar à que deu ao programa dominical da Globo, sobre jogadores não chamados por Dunga para a Copa América: “Cadê o Lucas, cadê o Lucas?”. Falava do atacante de lado de campo do Paris Saint-Germain, Lucas Moura. Também cobrou, sem citar o nome de Dunga, pela ausência de jogadores mais cascudos, experientes no grupo, como Kaká e Hernanes.

“Não quero crucificar jogador nenhum. Todos bons jogadores, talvez fora do momento exato, fora da conjuntura ideal. Não quero sacrificar ninguém”, explicou-se sobre aqueles convocados por Dunga. E ainda fez questão de isentar de culpa os possíveis vilões das recentes eliminações brasileiras, agora, no Chile, e antes na Copa do Mundo de 2014.

Rogério Jovanelli
Do UOL, em São Paulo


Capita se irrita com jogadores da seleção e discute com Edinho no Sportv
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O ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão da seleção do Tri em 1970 e colaborador do Sportv na cobertura da Copa América, demonstrou indignação com os jogadores do Brasil em participação no Troca de Passes deste domingo. Irritado, chegou a elevar o tom várias vezes no programa.

“Eu vi um garoto desembarcar em São Paulo. Pô, aquilo não é jogador de Seleção Brasileira, cara, é jogador de pelada. De capuz na cabeça. Aí o Uruguai foi eliminado e todo mundo sai [bem vestido]”, começou o ‘Capita’.

Em sua explanação, criticou a postura dos jogadores brasileiros, mais profissionais e corretos em seus clubes na Europa e completamente diferentes na seleção, com seus fones de ouvido e, segundo ele, sem a cabeça no campo.

O também ex-jogador Edinho tentou ponderar, defender os jogadores: “é o estilo de hoje”. Em vão. Carlos Alberto Torres não deu ouvidos e o confrontou por vários momentos: “não interessa, eles vão pra Europa, tu vê Neymar, todo mundo de terninho e gravata, tudo bonito, respeitando a instituição. Aqui, os caras não respeitam mais a seleção brasileira.”

Carlos Alberto estava bem bravo, enfurecido. “Edinho, não vamos defender o que está errado”, irritou-se. “Eu não tô defendendo, eu tô dizendo o seguinte…”, tentou argumentar Edinho, sem que pudesse concluir.

“A gente tem que começar daqui, vamos gritar pra mudar, senão nós vamos continuar perdendo e todo mundo: ‘ah, vamos ganhar’. Desse jeito, o Brasil não ganha nada. Por que a CBF não começa a mudar?”, questionou Capita. “Isso é cultural”, defendeu Edinho.

“Ah não, tem que mudar essa coisa de cultura, também, rapaz. Ali é que você vê se o jogador tá com a cabeça pra servir a nossa seleção ou não, porque os caras [tão nem aí], se perder tudo bem, vão embora, não têm que encarar torcedor domingo no Maracanã.”

“Acho que a nossa maior dificuldade tá dentro de campo e por filosofia”, entrou na conversa o jornalista Raphael Rezende.

“Tá dentro de campo, porque leva coisa errado de fora pra dentro de campo. Vai por mim. Eu mais ou menos conheço futebol, conheço comportamento de jogador. Joguei aqui e no exterior. No exterior são profissionais, igual os nossos jogadores quando chegam lá, aí quando chegam no Brasil é oba-oba e não ganham nada. Enquanto a gente não tiver peito de mudar comportamento de jogador extracampo…”, reclamou.

Carlos Alberto Torres ainda comparou a realidade atual dos atletas, independentes financeiramente na Europa, com a da sua época, quando, segundo deu a entender, os brasileiros precisavam mais da seleção para ganhar dinheiro do que na atualidade.

“Antigamente, jogador dependia da seleção para fazer um bom contrato. Hoje, não estão nem ligando. Se perder, que se dane, não preciso da seleção ganhar nada. Tem que mudar, porra. Vão pro campo sem pensar no jogo, descem tudo de [fones de ouvido]”, criticou.

Em outro embate com Edinho, Capita divergiu do companheiro sobre o nível dos jogadores brasileiros. Para ele, a diferença não é tão grande assim em relação ao que se joga em outras seleções. “Edinho, nós não estamos tão longe assim dos caras”, opinou e voltou novamente a relacionar o extracampo com o mau rendimento nos gramados. “Os caras lá são profissionais, nós não somos” e, dessa vez teve a concordância do colega. Ao menos no profissionalismo dos atletas brasileiros quando atuando em seus clubes fora do país.


Apresentador do Sportv assume que audiência bomba com Luxa: acima da média
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Não é muito comum ver alguém da Rede Globo falar da própria audiência no ar. Pois foi o que fez nesta quinta André Rizek, apresentador do Redação Sportv, mesa redonda matinal do canal da Globosat. Dizendo-se estar propondo uma reflexão ali, Rizek analisou todo o peso midiático do técnico Vanderlei Luxemburgo: “reflito um pouco, e é mérito do Luxemburgo isso, sobre como o Vanderlei é um cara que atrai mídia, desperta a atenção das pessoas”, avaliou

E então o jornalista citou o bom resultado da audiência do próprio Sportv, segundo ele fora do padrão normal, segundo ele pela simples presença de Luxa na tela da emissora esportiva: “a gente mostrou aqui ao vivo, no Redação, a entrevista coletiva que ele deu, quando o Flamengo anunciou a demissão dele, e a audiência foi fantástica, não só de flamenguistas, tivemos uma audiência acima da nossa média.”

“Nem sei se posso contar essas coisas, mas já tô contando”, afirmou, na sequência, possivelmente ciente que havia feito algo fora do padrão global, e depois disse notar grande destaque ao “pofexô” inclusive na Globo aberta, em seus principais telejornais, como o bloco de gols do Jornal da Globo. “É um cara que atrai muita mídia. Mérito do Vanderlei, maior vencedor de campeonatos brasileiros e que desperta muita curiosidade”, finalizou.


Record enxuga equipe, e Pan de 2015 vai ser maior na TV fechada
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Álvaro José será um dos três narradores da Record em Toronto nos Jogos Pan-Americanos de 2015

Disputados no auge de um período de vultosos investimentos da TV Record no esporte, os Jogos Pan-Americanos de 2011, disputados em Guadalajara, foram símbolo da política que a emissora havia adotado naquele momento. Foi um projeto grandioso, que levou 245 profissionais para o México. A edição 2015 do evento, em Toronto, mostrará um momento diferente. Após mudanças de diretrizes, o canal aberto enviará apenas 70 pessoas à cidade canadense. O enxugamento é o inverso do que acontece na TV fechada, que dará mais espaço ao produto.

Em 2011, a Record teve direitos exclusivos do Pan – o evento foi dividido apenas com a Record News, que é do mesmo grupo e também é aberta. A estratégia da emissora paulista mudou nesse aspecto, e os Jogos de 2015 foram repassados para o Sportv, que faz parte das Organizações Globo.

O Sportv enviará 50 profissionais para Toronto, mas envolverá um total de 200 pessoas na cobertura do evento. Serão 280 horas de transmissão ao vivo, com alguns dos principais profissionais da emissora – os narradores Roby Porto, Luiz Carlos Júnior e Sérgio Maurício, por exemplo. “Em Guadalajara-2011, não tínhamos direitos e mandamos apenas uma equipe de reportagem”, comparou Raul Costa Júnior, diretor do canal.

A Record envolverá um total de 300 pessoas no projeto, mas ainda não definiu quantas horas o evento terá em sua grade. “O brasileiro gostar de torcer pelo brasileiro e precisamos lembrar que temos um histórico de participações bem-sucedidas. Em Guadalajara, por exemplo, tivemos quase 150 medalhas, uma média de oito por dia, sendo três de ouro. Queremos mostrar a força do nosso esporte”, disse Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record.

A equipe do canal para o Pan terá três narradores (Álvaro José, Dudu Vaz e Lucas Pereira) e dois comentaristas (Fernando Scherer e Luísa Parente) em Toronto. Além disso, Eduardo Savóia participará do projeto no Brasil.

“Desde 2010, iniciamos um ciclo de transmissões de eventos olímpicos, com os Jogos de Inverno de Vancouver, o que nos trouxe um grande amadurecimento nesse tipo de cobertura. O Pan de Toronto é mais uma etapa importante nesse processo de consolidação da Record como emissora cada vez mais interessada no desenvolvimento do esporte no país. Exatamente por isso, o evento é um dos mais importantes da nossa programação de 2015, um projeto no qual estamos trabalhando desde o final das Olimpíadas de Londres, em 2012”, completou Tavolaro.

A primeira equipe de reportagem da Record já está no Canadá, aliás. O grupo liderado pelo repórter Jean Brandão viajou a Toronto ainda na primeira quinzena de abril para começar a produzir um material sobre a sede do Pan.

A Record tem os direitos televisivos dos Jogos Pan-Americanos até 2019, ano em que será parceira global de mídia do evento – com exceção do Peru, país-sede da competição. Além disso, o canal aberto será um dos que exibirão os Jogos Olímpicos de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro – os outros são Bandeirantes e Globo.

Os Jogos Pan-Americanos de 2015 serão disputados entre os dias 10 e 26 de julho. A Globo, que não tem direitos do evento para TV aberta, mandará apenas uma equipe de reportagem para o Canadá.

Guilherme Costa
Do UOL, no Rio de Janeiro


Sportv estreia “Planeta” e prepara mudanças em seus correspondentes
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O Sportv estreará na próxima segunda, 25, o “Planeta Sportv”, programa que falará de esporte no mundo aproveitando os correspondentes do canal espalhados em algumas das principais cidades do planeta. Noticiará futebol, mas terá um propósito olímpico, também, de cobrir os esportes que veremos em disputa ano que vem no país, nos Jogos do Rio de Janeiro.

“O nosso planeta é muito grande. Cada povo vive o esporte de um jeito diferente. Para você rodar o mundo sem sair do lugar, é só ligar no ‘Planeta Sportv, estreia segunda, 15h45”, diz o texto narrado no comercial veiculado que anuncia a nova atração, sem tantos detalhes, mas que mostra participações de jornalistas do canal falando de cidades como Buenos Aires, Bruxelas, Montevidéu, Lisboa, Madrid e Berlim.

Dentro da proposta de privilegiar o “ao vivo”, tendência na TV atual, não só esportiva, o “Planeta” é mais um programa do Sportv a valorizar entradas de repórteres de vários pontos. No caso, por todo o mundo, segundo a proposta.

Troca de correspondentes e novo apresentador no ‘Sportv News’

Quem assiste atualmente ao Sportv tem notado mudanças em seus programas: desde segunda o ‘Redação’ é apresentado de um cenário na própria redação do Sportv (com a expectativa de levar para o ar um pouco da atmosfera, do clima dos jornalistas trabalhando ali no local) e o ‘Troca de Passes’ apresenta novo formato, mais cedo, das 16h30 às 18h30, com dois apresentadores no Rio de Janeiro (Thiago Oliveira e Bárbara Coelho) e um em São Paulo (Alexandre Oliveira) e mais “entradas” dos repórteres. Sem contar o ‘Seleção Sportv’ que já de algum tempo ocupou o lugar do extinto ‘Arena Sportv’. Tudo dentro da ideia de muito “ao vivo” na programação, com informação e debate o dia todo.

E o que mais está por vir de novidade? O UOL Esporte conta: o canal esportivo da Globosat deverá em breve promover mudanças exatamente em seu time de correspondentes internacionais, possivelmente já em junho, e também terá um novo apresentador do telejornal Sportv News – Edição Noite.

Felipe Brisola vai para Londres, enquanto Fernando Saraiva deixa de ser correspondente do canal na Europa e volta ao país para assumir o Sportv News noturno (edição e apresentação). Bruno Souza, atual apresentador, também é narrador e deve exercer essa função, além de ser usado como apresentador folguista.

Karin Duarte (Estados Unidos) e Tiago Maranhão (Ásia) também retornam ao Brasil. Serão repórteres especiais do Sportv. Bruno Cortes irá para os Estados Unidos (para o posto de Karin), enquanto Felipe Diniz vai para Portugal.

Rogério Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Fox exalta aposta na Libertadores e audiência contra concorrente Sportv
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 A Fox Sports apresentou índices de audiência superior à da concorrente Sportv em alguns jogos da Libertadores. As partidas do Corinthians contra o San Lorenzo (em Itaquera) e Guaraní (no Paraguai), por exemplo, deixaram a Fox na liderança de audiência entre os canais pagos.

Pela fase de grupos, a Fox teve audiência maior do que a Sportv com Danubio 1 x 2 São Paulo. Os duelos de ida das oitavas entre Atlético-MG x Inter e São Paulo x Cruzeiro também deixaram a Fox à frente da Sportv em audiência.

Um dos trunfos da Fox para esse aumento de audiência é o fato de ter direito a escolher o jogo que irá transmitir na Libertadores. A Sportv também tem os direitos do torneio, mas define a partida a ser exibida somente depois da opção feita pela Fox.    

No jogo Guarani 2 x 0 Corinthians, em Assunção, a Fox Sports registrou 2,49% de audiência, contra 0,45% da Sportv, maior vantagem entre os dois canais.

A Fox ficou à frente do Sportv em audiência no jogo São Paulo 1 x 0 Cruzeiro (1,22% contra 1,16%, segundo o Ibope), transmitido pelas duas emissoras.

Segundo a Fox, a audiência do canal no quadrisemestre de cresceu 16% em relação ao mesmo período do ano passado.


Férias do Sportv tiram Milton Leite de clássicos paulistas decisivos
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milton-leite-narrador-do-sportv-1399681098199_936x1920Foto: Divulgação/Sportv

Principal narrador do Sportv, Milton Leite estará ausente dos dois jogos mais importantes do São Paulo no primeiro semestre. Caberá a Luiz Carlos Jr. assumir o microfone nos duelos do Tricolor Paulista contra Santos e Corinthians, pela semifinal do Campeonato Paulista e pela Libertadores, respectivamente.

As férias de Milton Leite foram anunciadas pelo próprio narrador em sua página no Facebook na última segunda-feira, 12 de abril. Antes disso, narrou a partida entre Palmeiras e Botafogo-SP, válida pelas quartas de final do Campeonato Paulista. Seu retorno ao canal é previsto para maio.

Na mesma rede social, Luiz Carlos Jr. divulgou sua escala de trabalho nos próximos dias. Neste sábado (18), às 18h30, o narrador trabalhará pelo canal de pay-per-view Premiere FC, braço dos canais Globosat, no clássico entre Botafogo e Fluminense, pela semifinal do Campeonato Carioca.

Em contato com o UOL Esporte, a assessoria de imprensa do Sportv confirmou a escala de narrações de Luiz Carlos Jr.

A partir de domingo (19), o trabalho de Luiz Carlos Jr. será em partidas do São Paulo. Primeiramente, contra o Santos, às 18h30, pela semifinal do Campeonato Paulista. Depois disso, na quarta-feira (22), contra o Corinthians, em um duelo em que o Tricolor precisa da vitória para não depender do resultado do San Lorenzo para se classificar na Libertadores.


Galvão se emociona após homenagem em seu programa do Sportv
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Crédito: Reprodução/Sportv

O narrador e apresentador Galvão Bueno se emocionou durante o programa Bem, Amigos!, do Sportv, após homenagem preparada pela produção. Galvão ficou com os olhos marejados ao assistir depoimentos de profissionais da emissora, entre eles Tino Marcos e Mauro Naves, contando histórias ligadas ao narrador.

“Eu sou um contador de histórias. Vivo de juntar palavras. E pela primeira vez que euu não acho palavras para juntar…”, disse Galvão, segurando o choro.

Notando a emoção do narrador, o comentarista de arbitragem Arnaldo Cézar Coelho se aproximou de Galvão e o “ajudou” a chamar o intervalo.

O vídeo que balançou Galvão também apresentou momentos marcantes dos 34 anos do profissional na emissora, exibindo transmissões de Copa, Fórmula 1 com Ayrton Senna, além de passagens bem humoradas em programas da Globo.

Livro Fala, Galvão

Galvão Bueno está em “turnê” pelo país para lançamento de seu livro “Fala, Galvão” – com histórias de bastidores dos mais de 40 anos de carreiras.

Durante a coletiva de imprensa, o locutor esbanjou bom humor e até foi interrompido por uma invasão do piloto Rubens Barrichello.

No meio da coletiva, o piloto da Stock Car, que já dividiu cabine de transmissão com Galvão Bueno na Fórmula 1, invadiu e chegou pedindo autógrafo. Ele queria ser o “primeiro” a garantir a assinatura do narrador.

Integrantes do programa Pânico que estavam no evento aproveitaram para brincar com a situação, afinal Rubinho “chegou atrasado” para a coletiva ao aparecer no meio.


De ‘espevitada’ do SporTV a mulherão, ela explica por que deixou holofotes
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Ana Luiza Castro foi um dos nomes fortes do jornalismo esportivo da TV no começo dos anos 2000, e foi à frente das telas que se viu a evolução do que era uma garota “espevitada”, segundo sua chefia no SporTV, para um mulherão, e de uma apresentadora novata a uma jornalista que ia ao ar em horário nobre na Band, concorrendo com o Jornal Nacional. A bela, também conhecida pelos ensaios sensuais que exaltavam os olhos azuis, o bocão e o corpo, hoje está com 35 anos, casada, e se afastou dos holofotes.

O lado “musa” de Ana Luiza acabou ganhando protagonismo, e sua imagem ficou marcada justamente pelos ensaios e pela vida social – namorando famosos como os ex-pilotos Tarso Marques e Pedro Paulo Diniz e o ator Malvino Salvador. Ainda que a beleza tenha ajudado, o lado jornalista sempre falou mais alto para ela, tanto que hoje ela segue atuando na área, figurando principalmente em vídeos institucionais.

Já realizando alguns trabalhos como modelo, a escolha nos estudos pelo jornalismo foi levada por sua vontade de trabalhar como apresentadora, deixando de lado outro gosto, a psicologia. Quando cursava apenas o segundo período, Ana Luiza soube de um teste para o Zona de Impacto, programa de esportes radicais do SporTV. Por que não tentar a sorte? Aos 19 anos, a aposta deu certo. Ela foi aceita para apresentar o Extra, um jornal diário dentro do Zona de Impacto.

“Foi demais no segundo período da faculdade já entrar no Sportv, como apresentadora de um programa que tinha um público grande e era super ‘cool’. Eu adorava o canal e entrei de cabeça na história toda”, relembra ela. “Às vezes ficava nervosa, mas o programa era gravado, então era um clima mais tranquilo. Eu comecei com 19 anos, e era bem menina no jeito, na voz, no corpo e fui crescendo alí, no vídeo. Fiquei no Sportv dos 19 aos 23. Fiz fono, exercícios de apresentação, e fui perdendo aquele jeito mais adolescente, digamos, e me tornando mais mulher.”

O lado menina era um grande atrativo, de fato. “Lembro que o meu chefe na época, o Olívio Petit, disse que quando viu aquele teste de uma menina meio espevitada, falante, resolveu apostar (risos) . Mas eu aprendi muito ali, na raça”, acrescenta Ana Luiza, que chegou a ter “quatro ou cinco programas”, ao mesmo tempo. Mais presente no estúdio, ela também se arriscava em algumas atividades “radicais” fora – até corrida de pé de pato chegou a gravar, algo nem tão radical assim.

Crescendo em um programa leve, para um público jovem, Ana Luiza teve uma grande vitrine e chamou a atenção de concorrentes. A Band foi quem comprou o “passe” da garota, que agora precisava virar uma mulher mais madura, apresentando todo tipo de esporte nos jornais da emissora.

“Aí acabou a brincadeira né!? (risos). Tinha 23 anos, morava no Rio, trabalhava no SporTV, morava com a minha mãe, volta e meia estava na praia, saindo com as amigas, vivia aquela vida do Rio maravilhosa! Mas fiquei bem feliz e instigada quando recebi o convite da Band para apresentar o principal jornal de esporte deles e ao vivo. Não pensei duas vezes”, conta ela.

Ana Luiza Castro nunca tinha atuado ao vivo, e foi contratada para um desafio enorme. Apresentaria o Esporte Total, na edição noturna. Isso significava ir ao ar na mesma faixa de horário que William Bonner e o Jornal Nacional. Mas não foi só isso que aconteceu.

“(O Esporte Total) era um dos carros chefes da emissora, tinha um ibope bacana. Mas quando cheguei lá, a apresentadora do jornal do meio-dia estava indo embora, e me colocaram lugar. Ou seja, eu passava o meu dia inteiro dentro da Band e ainda fazia o Show do Esporte aos domingos do meio-dia às 20h. Dei uma pirada, praticamente morava dentro da Band, sempre maquiada”, relata a jornalista, que vê hoje que toda aquela responsabilidade virou aprendizado. “E, olha, modéstia a parte, posso dizer que leio um teleprompter com maestria (risos).”

A nova Ana Luiza Castro

Casada com um executivo da Red Bull, Ana Luiza trocou a torcida pelo Fluminense pela do clube da marca de energéticos. Ela conta que conhece o clube há oito anos - bem antes do marido. “Agora o meu time do coração é o Red Bull Brasil, sou super torcedora, vou no estádio e quando não posso vejo os jogos pelo pay per view. Faço muitos institucionais, e uma das empresas em que trabalho é a Red Bull, estou com eles há oito anos e acompanhei toda a luta do time, desde a quarta divisão do paulista até chegar a primeira divisão. Vi eles baterem na trave algumas vezes e todo o trabalho maravilhoso que fazem, com os meninos carentes da base, inclusive acho um absurdo alguns jornalistas que não conhecem a história do time ficarem criticando. Eles poderiam, pela grana que têm, ‘comprar’ o lugar na primeira divisão do paulista mas vieram lá de baixo fazendo a coisa direito”.

Casada com um executivo da Red Bull, Ana Luiza trocou a torcida pelo Fluminense pela do clube da marca de energéticos. Ela conta que conhece o clube há oito anos – bem antes do marido. “Agora o meu time do coração é o Red Bull Brasil, sou super torcedora, vou no estádio e quando não posso vejo os jogos pelo pay per view. Faço muitos institucionais, e uma das empresas em que trabalho é a Red Bull, estou com eles há oito anos e acompanhei toda a luta do time, desde a Quarta Divisão do Paulista até chegar à Primeira. Vi eles baterem na trave algumas vezes e todo o trabalho maravilhoso que fazem, com os meninos carentes da base, inclusive acho um absurdo alguns jornalistas que não conhecem a história do time ficarem criticando. Eles poderiam, pela grana que têm, ‘comprar’ o lugar na primeira divisão do paulista mas vieram lá de baixo fazendo a coisa direito”.

Hoje uma rápida busca na internet mostra que Ana Luiza sumiu dos holofotes. Ela chegou a ter trabalhos na MTV e no GNT – com o programa “Pílulas da Moda” –, mas foi depois de se casar, em 2013, que passou a “voar abaixo do radar”, sem presença em redes sociais e praticamente desaparecida do noticiário de celebridades, do qual sempre fez parte, com aparições em festas e eventos.

Ana Luiza, agora com 35 anos, casou em um evento de gala com Pedro Navio, empresário da Red Bull, e admite que mudou um pouco o perfil antigo. “Me vi mais caseira e curtindo mais a vida a dois, nunca tive esse sonho de casar como algumas amigas, mas estou amando, meu marido é tranquilo e respeita super meu espaço, a gente se dá muito bem”.

O lado sumido dos holofotes tem seus dois lados.”Amo minha liberdade e tenho uma vida bastante agitada. Um contrato como os que eu já tive me prenderia nessa questão de fazer todas as coisas que gosto e quero”, explicou ela.

Profissionalmente, além dos vídeos para empresas, espera voltar em breve à TV, mas não pretende retornar ao esporte.

“Hoje eu viajo bastante para vários lugares legais, gosto muito de fazer yoga ashtanga e de alguns retiros espirituais. Faço trabalhos como apresentadora para várias empresas, institucionais. Essa coisa da apresentadora ficou muito marcada e sempre me chamam, devo fazer algo em TV a cabo relacionado a moda e para a internet também, ainda este ano.”

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Saudades? Roberto Avallone será comentarista convidado do Sportv
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Flávio Florido/Folhapress

Roberto Avallone está de volta aos programas esportivos. Apresentador ícone da televisão aberta, ele será comentarista convidado do Redação Sportv. O canal fechado chegou a um acordo com o jornalista para uma participação semanal, sem dia fixo.

Aos 66 anos de idade e com quase 40 de experiência no jornalismo esportivo, Avallone se diz animado com o novo momento na carreira e comemora o acerto com a emissora.

O convite veio do próprio apresentador André Rizek, durante um almoço. Ele já havia participado da atração em 2014, no centenário do Palmeiras. Na última terça-feira (17), o jornalista retornou outra vez como convidado e agora frequentará o programa uma vez por semana.

“Fico feliz. Eu gosto do Sportv, me senti bem, um canal de nível. O chefe é o Rizek, com quem me dei bem. Eu nem sabia que ele assistia em outros tempo ao Mesa Redonda, da Gazeta, no local. Achei o nível muito bom, dos participantes, dos profissionais. Estou gostando”, disse em entrevista ao UOL Esporte.

Após anos na televisão aberta, Avallone terá pela primeira vez a experiência de participar em uma atração de emissora fechada e em um programa de manhã, sem ser no tradicional horário do almoço ou no domingo à noite. Mesmo assim, o agora comentarista não vê tanta diferença.

“A única coisa diferente da TV aberta é que lá não se sabe o ibope online. Eu gostava com a adrenalina de ver como estava a audiência. Agora eu gosto porque fico mais calmo”, analisou.

Apesar de não ter exatamente um contrato profissional com o canal, Avallone não descarta outras oportunidades, tanto que pode emplacar em breve outro projeto. Sem entrar em detalhes, ele diz trabalhar com a ideia de um game show independente, que já chamou atenção do canal fechado.

O último programa comandado por Roberto Avallone, o “No Pique”, da CNT, saiu do ar em 2012. Na Copa do Mundo de 2014, ele foi comentarista do UOL Esporte.

Patrick Mesquita 

Do UOL, em São Paulo 

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