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Fernanda Gentil faz 28 anos. Relembre 10 momentos marcantes dela na TV
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Fernanda Gentil é o que se pode chamar de “fenômeno da televisão”. Parece até elogio clichê do Faustão, né, mas a verdade é que a repórter e hoje apresentadora combinou carisma, beleza e, claro, competência, e teve uma ascensão meteórica que, em menos de 5 anos, a levou de simples setorista de clubes do Sportv para apresentadora da Globo.

Para celebrar os 28 anos que Gentil completa neste domingo, o UOL Esporte relembra 10 momentos marcantes da jornalista na TV. Mesmo nos micos, Fernanda esbanjou bom humor e deu a volta por cima. Afinal, até hoje ela consegue rir de quando tentou dar um aperto de mão em um cego!

Parabéns, Fernanda!

1 – A clássica cena do ceguinho

Em 2010, Fernanda Gentil, que poucos meses antes era uma simples repórter local do Sportv no Rio de Janeiro, estava na bancada de um dos programas da emissora na cobertura da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Naquela época, já mostrava a descontração de hoje em dia. Até que certa vez, recebeu no programa da manhã um deficiente visual. Fernanda estendeu a mão para o convidado. Mas ele, cego, obviamente não retribuiu o cumprimento. Na ocasião, ela não tocou no assunto e deu início à entrevista, com ligeiro constrangimento. Hoje, ri da situação.

2 – O choro pela seleção

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Não é comum ver jornalista chorando no ar. Quando acontece, portanto, é motivo de surpresa e até críticas. Foi o que aconteceu com Fernanda quando ela caiu nas lágrimas durante o programa de Fátima Bernandes no dia seguinte à goleada sofrida pelo Brasil diante da Alemanha na Copa. “Foi muito difícil, né Fátima. Vocês estavam falando sobre as crianças e isso é o que pesa mais. Se a gente não consegue explicar, imagina o que a gente vai explicar para eles, né?”, disse ela, aos prantos. Muitos espectadores reprovaram a atitude da repórter, que depois foi às redes sociais se defender.

3 – Celular ao chão

Antes do episódio do choro, Fernanda já havia se destacado na cobertura da Copa do Mundo por um outro momento inusitado. Tendo a missão de entrar ao vivo em todos os programas da Globo durante a manhã e no começo da tarde, uma hora ou outra ela seria pega desprevenida. E aconteceu. Ao ser chamada pela apresentadora Cristiane Dias para falar sobre o dia da seleção, Fernanda estava mexendo no celular. Sem o menos pudor, jogou o aparelho no chão. “Estava me inteirando do que estava acontecendo quando ouço sua voz, como sempre uma melodia aos meus ouvidos, até larguei o celular! Espero que não tenha quebrado. Não, não quebrou não…”, respondeu Fernanda Gentil, com seu habitual jogo de cintura.

4 – Homenageada pelos colegas

Percebe-se que um jornalista ficou importante na Globo quando ele vai aos programas de entretenimento da casa como entrevistado e recebe homenagens. Aconteceu com Fernanda Gentil logo no dia seguinte à final da Copa do Mundo. A repórter esteve no Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga, e ouviu elogios gravados dos pais e dos, como ela diz, ídolos Glenda Kozlowski e Tiago Leifert. Fernanda, naturalmente, se emocionou com as palavras dos companheiros.

5 – Fã e cantora

Antes de ser a “cara da Copa” nos programas de Fátima Bernades em 2014, Fernanda já havia sido a responsável pelos boletins da seleção durante o programa da apresentadora na Copa das Confederações, em 2013. Coincidentemente, herdou de Fátima o título de “musa da seleção”. Naquela cobertura, mostrou toda a sua desenvoltura e, em certa edição do Encontro, deixou qualquer timidez de lado. Além de tietar a apresentadora (“Eu queria te agradecer. Você é um exemplo como mulher, um exemplo de mãe, exemplo de jornalista, principalmente pra gente que está começando “), Fernanda, fã de Chitãozinho & Xororó, cantou, ao vivo, um dos sucessos da dupla, que estava no estúdio enquanto ela fazia sua entrada ao vivo. Até o atancante Fred, mais tarde, elogiou.

6 – Estreia no Globo Esporte

Discreta. Assim foi a primeira participação de Fernanda Gentil como apresentadora do Globo Esporte SP para substituir Tiago Leifert, “emprestado” ao The Voice. A jornalista preferiu não ser o destaque do programa logo de cara e fez poucas piadas e intervenções no programa do dia 8 de setembro. Aos poucos, ao longo das edições, foi ficando mais descontraída, dando sua cara ao programa e deixando os espectadores com poucas saudades do apresentador titular. “Segura essa saudade” virou a marca de Fernanda ao final das edições de sexta-feira. Aos fins de semana, a apresentação fica a cabo de outros repórteres da casa.

7 – Nasr e Senna… Ãh??

Apresentadora do Globo Esporte na ausência de Tiago Leifert enquanto ele comanda o The Voice neste final de ano, Fernanda Gentil apresentou o programa esportivo direto do circuito de Interlagos durante os dias de GP Brasil em 2014. Foi descontraída, fez boas trocas com a repórter Natalie Gedra e chegou a brincar com os torcedores nas arquibancadas. Mas cometeu uma gafe que até para o bom humor dela fica difícil de entender. Enquanto Natalie entrevistava o piloto Felipe Nasr, Fernanda disse que o sobrenome dele, ao contrário, lembrava Senna. Oi? Será que ela pensou que era “Nasser”? Mesmo assim, não faz muito sentido. Ninguém entendeu nada e as redes sociais ficaram cheias de críticas.

8 – O quadro que não deu certo

Ao lado da apresentadora Glenda Kozlowski, da atriz Christine Fernandes e da escritora Thalita Rebouças, Fernanda Gentil participou das edições de 2013 e 2014 do quadro Bolsa Redonda, no Esporte Espetacular. O quadro não caiu no gosto popular. O programete tentava aproximar o futebol do mundo feminino, mas para muitos, foi visto como mais uma demonstração machista de que mulheres não entendem do esporte, ainda que Glenda, Christine e Fernanda sejam exatamente o oposto disso.

9 – E o programa que deu certo

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Talvez não tenha sido perfeito, mas o programa apresentado por Fernanda Gentil e Cristiane Dias para antecipar a Copa do Mundo teve seus méritos. Juntas, elas comandaram o Rumo à Copa durante quase dois meses antes da estreia do Mundial, sempre às segundas-feiras. O programa intercalava entrevistas com convidados, pequenas “aulas” sobre as seleções que estariam na Copa e ainda dava espaço para a dupla bater bola, jogar pebolim e até futebol de botão.

10 – Críticas a Sheik

Talvez o momento mais controverso de Fernanda Gentil tenha sido uma entrevista recente que ela deu no Programa do Jô. Claro, ela tem direito a ter suas opiniões. Mas uma delas não pegou muito bem. Quando questionada sobre o que achava de uma declaração dada pelo atacante Sheik durante um jogo do Botafogo, em que ele disse que a CBF era uma “vergonha”, a jornalista criticou o comportamento do jogador. “Pode virar uma bagunça”. A resposta de Fernanda surpreendeu até mesmo Jô, que fez cara de espantou ao ouvir a opinião da apresentadora.

 


Guga distribui sorrisos e aprova a própria estreia como comentarista
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Gustavo Kuerten foi comentarista pela primeira vez, e pelo visto gostou. Em sua estreia no Sportv, o maior tenista brasileiro da história esbanjou simpatia, sorridente e brincalhão o tempo todo. No fim, disse ter adorado a nova experiência.

“Ah, [gostei] bastante. Ainda mais com Eusebio [Resende, narrador do Sportv] aqui do meu lado. Fiquei relembrando os momentos lá dentro quando eu ouvia a voz dele. Foi espetacular. Estar perto do tênis é muito bom”, disse Guga, que acompanhou a semifinal do torneio Final da ATP entre Novak Djokovic e Kei Nishikori.

A simpatia, marca registrada do ex-tenista, esteve presente em toda a transmissão. Quem acompanhou a partida percebeu Guga sorrindo mesmo quando ele não aparecia na tela. Sobraram elogios a Djokovic, comentários mais técnicos do que aquilo que se costuma ver e até dicas para quem é um tenista ocasional.

“Momentos de oscilação acontecem com todo mundo. Um pequeno deslize e a concentração vai embora. Então não se assuste quando isso acontecer no seu tênis do dia-a-dia”, disse Guga, ao comentar o set que Djokovic perdeu para Nishikori.

Curiosamente, Guga perdeu a chance de estrear com um feito histórico para o tênis nacional. Um jogo antes do ex-número um do mundo comentar a partida de Djokovic, Marcelo Melo venceu a semifinal do torneio de duplas das Finais ao lado do croata Ivan Dodig e foi para a grande decisão do último torneio do ano.

É a primeira vez que um brasileiro chega à final desde o próprio Guga, que ganhou as Finais em 2000, batendo Andre Agassi na decisão.

“Marcelo e o Bruno [Soares, outro duplista de sucesso que caiu na primeira fase] têm feito campanhas sólidas ano após ano. Eles têm sido um ponto quase garantido para o Brasil na [Copa] Davis”, disse Guga, ao comentar o feito.

Crédito da foto: Reprodução

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Comentaristas ex-boleiros do Sportv detonam coletiva de Luxa: “covardia”
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Crédito das imagens: Reprodução/Sportv

Os ex-jogadores e hoje comentaristas do Sportv Carlos Alberto Torres e Edinho não gostaram nada da entrevista coletiva concedida pelo técnico Vanderlei Luxemburgo após o empate do Flamengo com o Sport por 2 a 2 no domingo (09). Durante o programa Troca de Passes, ambos criticaram bastante a postura do treinador, que acusou os jogadores de fazerem corpo mole em campo nos minutos finais da partida, justamente no período em que o time pernambucano conseguiu seus dois gols.

“Eu acho que ele está no time certo, porque se o Flamengo tivesse dois caras de grande nome, duvido que ele iria entregar publicamente os jogadores como ele fez hoje aí. Eu como desportista, como um cara que fui jogador de futebol, que fui técnico, que nunca falei publicamente de jogador, reprovo o que o Vanderlei está fazendo com os jogadores do Flamengo. Isso é covardia, ele tinha que cobrar os jogadores lá dentro do vestiário. Vanderlei, tá errado, heim!”, detonou o capitão da seleção brasileira no título mundial de 1970.

Edinho fez coro com o colega de bancada e lembrou que as críticas de Vanderlei ao time deveriam ter sido feitas na última quarta-feira, na derrota por 4 a 1 para o Atlético-MG que eliminou o Flamengo da Copa do Brasil.

“Ele foi também oportunista. Apesar de eu gostar muito do Vanderlei, de eu achar que toda essa campanha que o Flamengo fez se deve muito ao trabalho do Vanderlei, mas ele foi oportunista também porque o ano praticamente já acabou para o Flamengo. Ele teria que ter falado isso na quarta-feira”, avaliou o ex-jogador.

Durante a entrevista, Luxemburgo criticou a apatia dos flamenguistas nos minutos finais da partida contra o Sport e chegou a dizer que foi o pior jogo da equipe desde que ele retornou ao clube.

“Não gostei do que vi nos dez minutos finais. Foi um time soberbo, virando a bunda para um lado, para o outro, sem produtividade alguma. Desse tempo todo que estou no Flamengo, este foi o pior jogo para mim em função do que a equipe demostrou em campo”, esbravejou.

Ainda no Troca de Passes, o jornalista André Rizek amenizou as críticas dos colegas e analisou a declaração de Luxemburgo sob outra perspectiva.

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“Eu entendo o discurso do Capita [Carlos Alberto], que é o discurso de quem já jogou, de quem já foi técnico, perfeito, é um código de ética da profissão”, comentou. “Eu concordo com os amigos que a crítica pode pegar mal, mas vou falar da visão mais fácil de quem nunca jogou, nunca dirigiu, de quem apenas observa. É que eu acho que às vezes a gente alivia muito para os jogadores, fica tudo muito em cima do técnico. Eu acho interessante que às vezes a gente discuta também a postura dos jogadores, não fique só no técnico. Então, pelo menos o Vanderlei levantou uma discussão aqui. Agora, o dano que isso pode causar lá dentro é uma outra história”, completou.


Felipe Nasr leva arma especial à F1 do Sportv: o rádio interno da Williams
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O GP dos EUA aconteceu em um horário ingrato para o público brasileiro: às 18h, no meio da rodada do Campeonato Brasileiro, o que impediu a Globo de transmitir a corrida. Escalada para a missão, a equipe do Sportv contou com um convidado de luxo e sua arma especial. Piloto de testes da Williams, Felipe Nasr levou à cabine o rádio interno da equipe e suas informações privilegiadas.

A novidade foi anunciada pela equipe do Sportv como um trunfo já no começo da transmissão. Nasr, que pleiteia um lugar no grid da Fórmula 1 no ano que vem, costuma treinar às sextas com o carro de Valteri Bottas. Parte do time, ele ouviu toda a comunicação interna do time de Felipe Massa, ou seja, todos os rádios sem a edição da FIA.

Como faz Luciano Burti nas transmissões da Globo com Galvão Bueno e Reginaldo Leme, Nasr serviu de intérprete das conversas entre equipes e pilotos, auxiliando Sérgio Maurício e Lito Cavalcanti. Com o rádio, ele ainda conseguiu ir além.

Foi ele quem identificou primeiro a ordem da Williams para que Bottas fosse primeiro para os boxes na segunda parada. A decisão foi fundamental na corrida de Massa, que parou depois, fez um pit stop mais lento e, por isso, foi ultrapassado por Daniel Ricciardo.

No fim da corrida, o rádio especial de Nasr brilhou novamente. Quando o australiano da Red Bull começou a ter problemas com pneus, o brasileiro foi incentivado pela equipe a apertar o ritmo e brigar pela terceira colocação. Mais uma vez, a comunicação interna é que fez a diferença.

Crédito: Reprodução/Sportv

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Técnico do Santos rebate comentarista da Globo sobre Leandro Damião
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Convidado do programa Arena Sportv, Enderson Moreira, técnico do Santos, rebateu um comentário de Carlos Cereto, repórter e comentarista do canal. Um dia depois do jornalista dizer que ele havia sido contratado para escalar Leandro Damião, o comandante do time praiano argumentou que nunca recebeu uma orientação do tipo.

“Ontem [segunda] eu estava assistindo ao Redação Sportv e vi um comentário do Cereto, que é uma pessoa qualificada, bom repórter, sempre com boas informações, bons comentários. Mas talvez ontem ele não tenha sido tão feliz. Ele colocou de maneira muito clara que fui contratado para escalar o Damião. Isso não tem nada ver, quem acompanha meus trabalhos vê que a gente tem feito bons trabalhos, tem conquistado títulos, chegado onde muita gente não imaginava”, disse Enderson Moreira, que prosseguiu com a explicação.

“Aqui o presidente e o Conselho Gestor me deram total liberdade. O presidente disse: ‘Você não vai me ver no CT, a não ser que ache necessária uma palavra minha’. Antes de eu acertar com o Grêmio já tinha tido uma sondagem do Santos, antes do Oswaldo [de Oliveira, antecessor de Enderson no cargo] fechar, ou seja, já tinha uma atenção, uma admiração pelo trabalho. De maneira alguma teve imposição. A responsabilidade de escalar é exclusivamente minha”, completou o treinador.

O comentário de Cereto foi feita na manhã da última segunda, quando o programa matutino do Sportv repercutia a vitória do Santos por 3 a 1. A análise do jornalista é de que o time com Lucas Lima, Robinho, Geuvânio e Gabriel é mais ágil e dá mais resultado que a formação com Leandro Damião. Foi aí que o repórter emendou com a informação que incomodou Enderson Moreira.

“O Oswaldo,é bom que se diga, foi demitido porque não queria escalar o Leandro Damião. Podem negar, podem dizer que não, mas ele não queria porque entendia que com Damião o time não andava. Para usar a expressão consagrada com Fred na Copa, ele parecia um cone. E aí o Enderson Moreia entrou, insistiu… O Enderson Moreira foi contratado para escalar o Leandro Damião”, disse Cereto, taxativamente, antes de relembrar a mudança que levou o mesmo treinador a colocar o centroavante de R$ 42 milhões no banco.

“Não sei o que o Damião fez de tão ruim para as pessoas. É um menino bom, um grande atleta, não chegou à seleção de graça, à toa. Como qualquer profissional, ele tem momentos bons e de dificuldade. É muito fácil encostar o Damião e dizer que ele não joga mais. Esse é o meu desafio, tirar o máximo de cada atleta. O Brasil perdeu de 7 a 1 e a culpa é do Fred e do Felipão. Eu aprendi no futebol, como gestor de pessoas, que ganha a equipe e perde a equipe”, disse Enderson.

Crédito da foto: Cristiano Andujar/Getty Images


Acorda, Derico! Músico do Jô toca trilha da ESPN em programa do Sportv
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Crédito: Reprodução/Sportv

Crédito: Reprodução/Sportv

O músico Derico foi responsável por um deslize na tarde desta quarta-feira, durante sua participação na programação do canal de TV por assinatura SporTV. O motivo: uma menção indireta à ESPN Brasil, concorrente direta do canal.

O saxofonista, conhecido integrante do sexteto musical que anima o “Programa do Jô” (Rede Globo), foi convidado para debater no programa “Arena SporTV”. Durante sua participação, atendeu ao pedido para tocar algumas músicas.

Uma das escolhidas por Derico foi o clássico Um a Zero, chorinho composto Pixinguinha e Benedito Lacerda. O “problema”: a música é conhecida pelos fãs do futebol por ser tocada na abertura do programa “Bate Bola”, da ESPN Brasil.

A derrapada, é claro, foi percebida por telespectadores.

No entanto, ao que tudo indica, a execução da música no SporTV não incomodou quem estava no estúdio do SporTV.


Minotauro fecha acordo para ser comentarista e já mira virar apresentador
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Rodrigo Minotauro

Rodrigo Minotauro

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Aos 38 anos e com apenas mais duas lutas para realizar, de acordo com seus planos de parar antes dos 40 e em 2015, Rodrigo Minotauro já está de olho no que poderá fazer após a aposentadoria. Ele já é empresário e mais um caminho que já começa a ser trilhado desde agora é o de comentarista. O baiano fechou um acordo com o SporTV e o canal combate para analisar os eventos do UFC, mas o objetivo final vai além disso: é virar apresentador.

A estreia da parceria está marcada para o UFC 179, que será realizado no Rio de Janeiro, com José Aldo cedendo a revanche para Chad Mendes. O combate vale o cinturão dos penas, em posse do manauara, e acontece no próximo dia 25.

Rodrigo Minotauro já trabalhou como comentarista para a TV Globo, mas em uma ocasião isolada, em maio de 2013, quando Antônio Pezão desafiou o campeão dos pesados Cain Velasquez.

Agora, segundo o blog apurou, Minotauro busca dar novos passos no jornalismo esportivo. Ele tem uma coluna no jornal Extra, será comentarista e almeja se preparar para apresentar um programa próprio no canal Combate, num futuro próximo.

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Com o plano de se aposentar em 2015, Minotauro ainda persegue mais dois combates antes do adeus. Isso fará da sua nova função mais esporádica, e a entrega plena ao trabalho de comentarista deverá acontecer depois que ele se despedir dos octógonos.

O baiano quer como próximo rival Frank Mir. Ele já comentou que gostaria de uma terceira luta contra o norte-americano, mesmo tendo perdido nas duas vezes em que eles se encontraram. Mir foi o primeiro a nocautear Minotauro, em 2008, e o primeiro a finalizar o baiano, em 2011.

Minotauro vem de duas derrotas seguidas no UFC, tendo sido finalizado por Fabrício Werdum, em junho de 2013, e nocauteado por Roy Nelson, em abril de 2014.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Narradores do Sportv criticam venezuelano da F1: ‘acidente de auto escola’
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140822maldonadoCrédito da foto: Yves Logghe/AP

O narrador do Sportv, Sérgio Maurício, e o comentarista Lito Cavalcanti não se conformaram com a maneira como o piloto Pastor Maldonado, da Lotus, se acidentou no treino livre desta sexta, em Spa-Francorchamps, na Bélgica. A batida foi típica de um piloto iniciante, disparou Lito Cavalcanti.

Maldonado perdeu o controle de sua Lotus quando estava em linha reta, com a roda sobre a faixa zebrada, acertando a lateral direita do carro no muro.

“Isso é erro de auto escola”, comentou Cavalcanti.

“É erro de quem pegou um Fórmula 1 pela primeira ou segunda vez. Nunca falei que ele é bom piloto. Ele é rápido, mas bom não é”, prosseguiu o comentarista.

A Lotus comunicou que o piloto venezuelano foi encaminhado ao hospital para exames rotineiros pós acidente, mas informou que Maldonado está bem.

Maurício e Lito Cavalcanti citaram histórico de trapalhadas de Maldonado na Fórmula 1 e acreditam que a permanência do piloto na categoria se deve ao aporte financeiro que recebe da petrolífera PDVSA, estatal venezuelana.

“Os petrodólares venezuelanos bancaram o Maldonado. Então, prepare a caixa de ferramentas. Há muito de se consertar”, declarou Sérgio Mauricio.

Lewis Hamilton fechou a sexta-feira com o melhor tempo dos treinos livres para o GP da Bélgica. Felipe Massa registrou o quarto tempo.