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Rizek se desculpa no ar com Vagner Love por tê-lo chamado de “manco”
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(Crédito: SporTV/Reprodução)

(Crédito: SporTV/Reprodução)

Em depoimento ao vivo nesta segunda durante o Redação SporTV, do qual é apresentador, o jornalista André Rizek se desculpou com Vagner Love por tê-lo chamado de “manco” na semana passada em comentário que fez sobre a atuação do atacante após substituir o lesionado titular Luciano na derrota por 2 a 0 do Corinthians para o Santos, na Vila Belmiro, pela Copa do Brasil.

“O Vagner Love ouviu comentários, inclusive um que eu fiz aqui, que é inaceitável para um jornalista. Estava ao vivo e o que falei, que ele é igual jogador manco, é um desrespeito ao atleta profissional. Peço desculpas. Não poderia falar isso de nenhum jogador. É um erro da minha parte”, assumiu Rizek, que no programa de quinta-feira passada declarou: “ele [Luciano] ficou uns sete minutos mancando em campo, e vendo a partida, fiquei imaginando se ele não ficou esse tempo todo porque o Tite sabia que Vagner Love em campo é igual a Luciano ‘manco’.”

“Com todo respeito ao Vagner Love, embora ele se esforce, se doe em campo, corra uma maratona pelo Corinthians, mas quando tá com a bola é uma coisa constrangedora o que acontece, ele não consegue chutar em gol”, complementou a crítica naquele dia o apresentador do SporTV.

“Ele ouviu comentários maldosos, como esse meu, e ficou quietinho, na dele, trabalhando e dentro de campo fez a melhor partida dele pelo Corinthians. É o que eu gostaria de falar ao Vagner Love. Quando a gente dá uma derrapada, uma escorregada, a gente tem que mostrar e falar: ‘opa, falhei ali’. Não deveria ter falado o que falei porque isso é extremamente desrespeitoso”, finalizou Rizek.

Na vitória por 3 a 0 do líder Corinthians sobre o Cruzeiro, neste domingo, em Itaquera, o atacante foi um dos destaques ao marcar dois gols, ajudando o Timão a manter a vantagem de quatro pontos sobre o segundo colocado Atlético-MG.


Sem oba-oba: a um ano dos Jogos, programa do SporTV ataca ‘feridas’ do Rio
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André Rizek, apresentador do Redação SporTV (Crédito: Reprodução)

André Rizek, apresentador do Redação SporTV (Crédito: Reprodução)

A manhã desta quarta-feira, que marcou um ano para a Olimpíada do Rio de Janeiro, não teve só celebração, mas um tom bastante crítico. Foi o que se viu no Redação SporTV, que atacou também colocou o dedo nas feridas dos Jogos. O programa apresentou depoimentos de correspondentes internacionais sobre a visão dos estrangeiros sobre o evento e um relato de violência da cidade do próprio apresentador André Rizek.

“O que o seu veículo quer saber de você, correspondente, sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016?” Essa foi a pergunta da atração esportiva. Seguem as respostas:

Eric Frosio, correspondente do jornal L’Equipe (França)

“A cidade do Rio tem coisas muito positivas e coisas muito negativas. Tem ainda aquela visão de ser uma cidade um pouco perigosa, violência, favela, tráfico etc., e ao mesmo tempo tem o lado do mar, da beleza, da qualidade de vida incrível. Essa mistura faz do Rio de Janeiro uma cidade muito interessante para os franceses. Querem saber como funciona essa cidade. Os cariocas estão um pouco cansados desses investimentos que para eles não deram nada. Legado da Copa do Mundo não teve nada e o que as Olimpíadas irão deixar é difícil de enxergar. Os cariocas estão um pouco de saco cheio de tudo isso.”

Eric Frosio, correspondente do jornal francês L'Equipe (Crédito: Reprodução)

Eric Frosio, correspondente do jornal francês L’Equipe (Crédito: Reprodução)

João Pacheco, correspondente da emissora RTP (Portugal)

“Hoje em dia tá muito em evidência esses escândalos todos de corrupção e se isso terá reflexo nas obras que estão sendo feitas para os Jogos Olímpicos.”

“A grande dúvida é quanto aos prazos, que tudo seja feito com segurança. Como no Mundial, pontualmente durante a Olimpíada o Rio de Janeiro vai estar mais seguro, vai ser o período que as pessoas vão sentir menos medo. A dúvida é o que vai acontecer depois dessa operação concreta e pontual. Os estrangeiros têm em relação ao Rio essa dúvida, esse receio.”

João Pacheco, correspondente da emissora portuguesa RTP (Crédito: Reprodução)

João Pacheco, correspondente da emissora portuguesa RTP (Crédito: Reprodução)

Tim Vickery, correspondente da BBC (Inglaterra)

“Cheguei a Londres três semanas antes dos Jogos [de 2012] e tudo, tudo era negativo. Parecia que o evento não pertencia ao povo, todo mundo reclamando do COI (Comitê Olímpico Internacional), um clima muito negativo.“

“Começou a mudar com a passagem da tocha olímpica pelos vários bairros da cidade, porque era uma coisa inclusiva. E com a Cerimônia de Abertura ficou quase impossível criticar, porque ela foi feita para nós, para o público inglês, britânico. Tanto que tiveram narradores brasileiros que não entenderam muita coisa, mas é que não era feito para eles, era feito para nós. E o povo adorou tanto isso que ficou duas semanas num estado de graça, foi extraordinário viver esse clima.”

“Pode debater sobre gastos valeram a pena ou não, se todos os objetivos foram alcançados, mas ninguém discute que aquelas duas semanas foram boas demais. E eu espero o mesmo clima aqui no Rio de Janeiro daqui a um ano.”

Karin Duarte, correspondente do SporTV em Nova York, nos EUA

“Quando a gente fala que é brasileiro e fala-se de Olimpíada a primeira pergunta é: o Rio está pronto? Tá preparado a um ano dos Jogos? Vai dar tudo certo? A cidade tem condições de receber um evento como esse? Depois do sucesso de organização da Copa do Mundo, não só no Rio, mas em todo o Brasil, essa preocupação dos estrangeiros diminuiu um pouco e muita gente confia que o Rio de Janeiro vai conseguir fazer bons Jogos.”

“A questão da segurança é muito importante. Um jornalista de uma TV do Texas que já está no Brasil é acompanhado o tempo todo por um produtor brasileiro justamente por questões de segurança para que tudo ocorra bem. E a CNN fala de um relatório da Anistia Internacional que fala que a Polícia Militar teria cometido 16% dos homicídios na cidade do Rio nos últimos cinco anos e que mais de 1,5 mil pessoas morreram pelas mãos da polícia, de acordo com a organização dos direitos humanos.”

Prédio blindado da Globosat

As respostas dos correspondentes dos veículos francês e português, falando de violência e corrupção, mereceu o seguinte desabafo de André Rizek no programa que comanda: “a vergonha que eu tenho vendo esses depoimentos, e sei que você aí em casa tem essa mesma vergonha, é que parece impossível para o estrangeiro falar do Brasil sem citar corrupção e violência.”

E Rizek aproveitou na mesma atração para expor uma situação prática do problema da violência que os cidadãos cariocas têm de conviver no dia-a-dia, incluindo funcionários da TV.

“Nós, da Globosat, estamos na Barra da Tijuca, que é um bairro nobre do Rio de Janeiro, relativamente próximos aos locais de competição e saindo do trabalho eu conto mais de dez funcionários da casa que já foram assaltados em qualquer hora do dia. E no local onde era a Globosat até 2010, o prédio tinha vidros blindados, porque era perto de uma comunidade e de vez em quando uma bala perdida respingava no prédio da Globosat.”

O Redação SporTV ainda repercutiu declaração do biólogo brasileiro Mario Moscatelli, referência quando o assunto é poluição, ao jornal El País. À publicação espanhola, ele garante em reportagem publicada nesta semana não haver interesse por parte das autoridades na limpeza da Baía de Guanabara, local de competições náuticas nos Jogos do Rio.

“A recuperação da Baía não correu porque os políticos se beneficiam de sua degradação: a cada certo período de tempo recebem recursos milionários para sua limpeza, mas não gastam com responsabilidade. A Baía de Guanabara degradada é uma mina de ouro para gestores acostumados à impunidade”, afirmou o profissional.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Miele faz jornalistas do Sportv revelarem que viam game erótico escondidos
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Miele-Redacao_ReproducaoSportv

A presença de Luís Carlos Miele no Redação Sportv desta sexta-feira (31) fez jornalistas do canal falarem do ‘Cocktail’, programa do convidado no SBT na década de 90 e dedicado ao público adulto, com nudez feminina. “Miele faz parte das minhas reminiscências de infância e adolescência”, comentou um animado Carlos Cereto, editor-chefe do jornalismo do canal.

“Quem não assistiu ao Cocktail, as garotas tim-tim? Isso aí faz parte da história da televisão brasileira”, completou ele, empolgado, motivando pergunta de Miele: “Cereto, o que você fazia escondido naquela época, enquanto assistia, chamava de ‘reminiscências’?”

“Exatamente. Tinha que assistir escondido, pois não tinha idade pra isso”, respondeu Cereto.

O apresentador André Rizek foi outro que mostrou-se empolgado com as ‘recordações infanto-juvenis’. “Eu também assistia escondido o Cocktail”, comentou.

“Você também se ‘reminiscenciava’?”, questionou Miele. “Eu me reminiscenciei muito vendo Cocktail”, brincou o apresentador.

Exibido pela TV de Silvio Santos entre 1991 e 1992, o Cocktail era uma espécie jogo disputado entre dois participantes, geralmente um homem e uma mulher. Na atração havia as ‘garotas tim-tim’, representando frutas diferentes, que exibiam os seios conforme cada brincadeira.

Também participavam as ‘garotas-estado’, que faziam um quase completo striptease. O programa terminava justamente com uma das modelos tirando toda a roupa.

“Tinha uma coisa engraçada [no programa]: quem descobriu o Brasil? Pedro Álvares Cabral. Acertou, então mostra o peitinho. Quem descobriu o Brasil? Cristóvão Colombo. Errou, mostra o peitinho. Eu pensei em fazer do Cocktail uma coisa levando assuntos até meio culturais, usando de pretexto a mulher nua para chegar nesses assuntos, mas não era bem o que o programa pretendia”, relembrou Miele.

“Engraçado que, para muita gente, fiquei como um demônio. Uma vez estava esperando o elevador, a porta abriu e tinha uma senhora com uma criança. Quando ela me viu, tampou o rosto da criança. [Como se falasse] ‘olha, o demônio está aí’. Mas hoje [o Cocktail] seria um programa infantil”, brincou Miele.


Apagão em cenário no RJ obriga dupla de SP a comandar programa do Sportv
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Barreto-escuro-estudioRJ_Reproducao-SportvFoto: Reprodução

O programa Seleção Sportv sofreu um apagão nesta quinta-feira no Rio de Janeiro, que é a sede do programa, mas que excepcionalmente precisou ser ancorado dos estúdios da Globo em São Paulo. No comando, os comentaristas Maurício Noriega e Caio Ribeiro.

A queda de energia se deu quando o apresentador Marcelo Barreto justificava o atraso na participação do prometido convidado Elias, jogador do Corinthians. “O Elias estava sendo esperado para as 14h30, teve algum atraso que a gente tá vendo o que é, daqui a pouco eu atualizo”, começou a explicar Barreto. “Nevoeiro, nevoeiro”, comentou Noriega, de São Paulo.

“É acho que nevoeiro bai…ih, rapaz, nevoeiro baixou aqui no estúdio”, reagiu o apresentador que, às escuras, chamou o intervalo. Na volta, nada do Rio de Janeiro e Noriega e Caio tiveram que se virar e tocar a atração de forma improvisada da Globo em São Paulo, mesmo.

“Seleção tá de volta. Enquanto o nevoeiro não passa no Rio, dizem que Lédio Carmona [um dos debatedores no Rio] foi quem puxou o fio da tomada”, brincou Noriega, com o apoio de Caio: “ele quer derrubar o Barreto”. No entanto, essa queda não foi definitiva e Marcelo Barreto e seus colegas do Sportv no Rio de Janeiro retornaram.

“Estamos com os problemas técnicos resolvidos aqui, Noriega e Caio continuam conosco. Não quero falar nada sobre a razão desse problema técnico, mas a primeira vez que o André Sanches [jornalista da CBN, ali presente] foi convidado a participar no estúdio o programa não foi ao ar, mudança na grade e não teve. Hoje, teve nevoeiro, Elias atrasou, Noriega não conseguiu embarcar e a luz caiu. Não quero falar nada”, brincou Barreto com o colega.

Falando sério, ele depois explicou que o problema que impediu a participação ao vivo de Elias foi outro, sem qualquer relação com o apagão nos estúdios do Rio. Nem poderia, porque Elias estava em São Paulo e até acabou sendo ouvido pela atração, porém em entrevista gravada pelo repórter Anselmo Caparica. “Problema lá foi de questões de transmissão”, esclareceu.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Sportv fará piada com polêmica de Peninha sobre Ronaldinho e Fluminense
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peninha

“O jogador mais mau caráter da história do Brasil, Ronaldinho Gaúcho, vai jogar no time mais mau caráter do Brasil, o Fluminense, que deveria estar na Série C, que roubou e voltou para a Série B sem pagar a Série C, que ganhou um Brasileiro roubando cinco jogos, um atrás do outro, que deveria estar na Série B agora. Um clube mal caráter para um jogador mal caráter”. Essa fala do jornalista e escritor gaúcho Eduardo Bueno, o irreverente Peninha, no Extra Ordinários do último domingo, apesar de dada num programa de entretenimento do Sportv cheio de gracinhas e nenhuma preocupação jornalística, fez um barulho entre torcedores do clube carioca. Como resolver o imbróglio? Farão piada na edição seguinte, domingo que vem.

O diretor do Extra Ordinários, Gabriel Moojen, afirmou à colunista Patricia Kogut, do jornal “O Globo”, que ninguém ali tem nada contra o Fluminense e que usarão uma forma divertida para colocar fim à discussão: brincarão de “contra ou favor” da ida de Peninha para a “geladeira” (afastamento), com direito à vídeos postados por seus companheiros de programa, Xico Sá, Felipe Andreoli e os Cassetas, cada um deles com seus pareceres sobre o caso.

Vale lembrar que Eduardo Bueno é gremista doente e, justamente por isso, dessa condição dele de torcedor, não tem lá muito carinho pelo meia que, em 2011, gerou irritação entre torcedores do tricolor gaúcho ao optar por voltar ao futebol brasileiro não ao Grêmio, como era dado como certo, mas ao Flamengo.

O clube havia preparado uma grande festa para anunciá-lo, com direito a faixas e caixas de som no estádio Olímpico e, com a reviravolta na negociação, entendeu-se ali que Ronaldinho e seu empresário, o irmão Assis, usaram o clube, fazendo leilão, em busca apenas da melhor condição financeira. E isso ele tendo sido revelado no Grêmio. Pegou mal aquele “agora eu sou Mengão” no coração tricolor.

Peninha e a polêmica com os nordestinos

Eduardo Bueno, o Peninha, que tem na irreverência uma de suas características mais fortes, falava sobre a presença holandesa no Nordeste brasileiro no século 17 quando soltou uma frase que gerou polêmica no mesmo Extra Ordinários, durante a Copa do Mundo: “a Holanda juntou o útil de ocupar a área açucareira do Brasil, porque todo o açúcar era refinado na área rica do Brasil – aquela bosta lá do Nordeste”.

“Isso é uma piada”, falou, na sequência. Em vão. O comentário gerou revolta em alguns telespectadores, “grita” nas redes sociais. Chegaram até a abrir uma petição pública pedindo processo criminal contra Eduardo Bueno por discriminação.

No programa seguinte, Peninha desabafou sobre o assunto em longa fala, com direito a um fo…-se às redes sociais:

“Eu tenho que falar um tema sério, sério de verdade. Não é brincadeira, é um pronunciamento. O negócio é o seguinte: eu quero declarar guerra! Guerra a nordestino babaca! Está cheio de nordestino babaca e eu conjuro e chamo todos os nordestinos verdadeiros que amam o Nordeste como eu. Eu conjuro e chamo aqui nesta sala Pierre Verger, que não era nordestino, era francês, mas sabia tudo de lá. Eu chamo Carybé, aquele homem maravilhoso que eu conheci, Antonio Risério, Leonardo Dantas, Xico Sá, Torquato Neto, que a gente cantou aqui.

Pra encher meu saco no Twitter, ficar de piu, piu, piu, pra encher meu saco em rede social. Pra entrar em protesto contra mim tem que ter lido pelo menos quarenta livros sobre o Nordeste. Tem que ter lido Rui Facó, tem que ter lido ‘Geografia da Fome’, do Josué de Castro, tem que ter lido ‘Nordeste’, do Gilberto Freyre, tem que ter lido Euclides da Cunha. Tem que ter lido!

O Nordeste que eu conheço. O Nordeste que eu adoro. O Nordeste que eu sei a formação geológica. Todos vocês que são babacas, f…-se as redes sociais. Se quiserem fazer protesto contra mim, façam. É o seguinte: chega dessa ditadura desses babacas de Twitter. Quer brigar comigo? Vem, mas leia quarenta livros e ame e venere o Nordeste como eu amo e venero o Nordeste. É isso aí! Tem uma petição pública querendo me processar. Pegaram o cara errado!”

Veja Álbum de fotos


Programa do Sportv sobre o Pan estreia falando de… seleção brasileira!
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Em uma terça-feira de início discreto dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, o Sportv estreou na madrugada, à 0h30 (horário de Brasília), o Conexão Sportv, programa sobre o campeonato apresentado de um estúdio panorâmico no centro da cidade canadense. E sem ter muito o que discutir até então, a atração recorreu a matérias sobre curiosidades da cidade e até a um debate sobre… a seleção brasileira de futebol!

O ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman, chefe da missão brasileira em Toronto, foi perguntado pelo apresentador Luis Carlos Jr. se achava técnico estrangeiro uma boa para o time nacional, hoje comandado por Dunga, assim como já acontece com o polo aquático masculino (croata Rakto Rudic) e o feminino (canadense Pat Oaken).

Curiosamente, uma questão levantada bem no dia da exibição da bombástica entrevista de Daniel Alves na concorrente ESPN Brasil, quando o lateral revelou que “Pep Guardiola queria treinar o Brasil antes da Copa do Mundo, mas não quiseram”.

E Bernard usou o argumento mais comum desse tipo de discussão. “Acho que o Brasil tem uma tradição cultural tão forte do futebol que vai ser muito difícil o povo entender a gente ter um estrangeiro”, disse ele. Praticamente a mesma explicação que teria colaborado para que o treinador catalão, hoje no Bayern de Munique, não fosse chamado para a seleção Brasileira de futebol, apesar do seu desejo.

“A gente tem muita gente competente aqui, sim, é uma questão da gente poder avaliar. Estamos numa fase difícil de valores, onde a maioria dos atletas está fora, coletivamente não existe um treinamento específico a longo prazo porque não dá, a maioria dos times não faz isso, e naturalmente se reflete no resultado da seleção”, acrescentou o dirigente do Pan.

Conexão

Logo no início do programa do Sportv, José Vicente de Sá Pimentel, embaixador do Brasil no Canadá, falou de tudo, menos de esporte. “Aqui o clima é uma variável indispensável do seu dia-a-dia. Todo dia de manhã você tem que verificar a previsão do tempo, porque o inverno aqui dura coisa de seis meses. Posso ir por baixo, pegar metrô, ir a um supermercado, shopping, cinema [via acesso subterrâneo], mas mesmo no inverno, com toda a neve, eu gosto é de andar por cima, mesmo, perfeitamente viável, possível. O organismo da gente se acostuma até com uma certa rapidez”, contou.

Fora isso, o programa fez uso de reportagens que contaram sobre o estilo da cidade, cosmopolita e multicultural. Em um quadro destinado a mostrar curiosidades do país e da própria Toronto, chamado “Oh, Canada”, o repórter Tiago Maranhão falou de uma guloseima típica, o prato popular Poutine (batata frita coberta com queijo derretido, com calabresa ou carne defumada misturada).

O Conexão Sportv também apresentou um dos principais locais de competições, o parque olímpico Exhibition Place, que receberá 16 modalidades, a maioria, mas não todas. Há outras sedes espalhadas por Toronto, em outras regiões da cidade.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Leifert fala antes de despedida: “saio sem nada errado, ganhei a Champions”
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Leifert-Rizek-RedacaoSportv_Reproducao-Sportv
Convidado para uma rápida participação no Redação Sportv desta segunda, dia que marca a sua despedida como apresentador e editor do Globo Esporte de São Paulo, Tiago Leifert manifestou o seu contentamento por, segundo suas palavras, estar saindo do programa sem que nada tivesse dado errado para gerar a mudança como, geralmente, ele avalia, as coisas ocorrem na TV.

“Na televisão, as coisas só funcionam quando dão errado, né? Depois que termina, você troca, aí vem um cara, começa a dar certo, depois troca de novo porque deu errado, então quando dá errado acontece alguma coisa. E eu tô muito feliz de estar saindo sem ter dado nada errado, tá tudo bem, a audiência tá boa e eu tô saindo para fazer uma outra coisa. Eu sinto que ganhei a Champions League, sem brincadeira”, declarou ali, relatando sobre a emoção também que já toma conta dos bastidores da atração. “Obviamente, no ar eu vou chorar pra caramba, nesse momento a ‘voz da consciência’ [Renata Cuppen] tá chorando ali, e o Bruno Laurence, também. Estava consolando o Bruno”, contou.

André Rizek, comandante do Redação Sportv no Rio de Janeiro, relembrou com Leifert na escuta dele, na redação de São Paulo, do quanto achava maluco, há seis anos, a ideia de o colocarem para comandar o GE paulista. “Quando fiquei sabendo, em 2009, que ele iria apresentar o Globo Esporte, eu falei ‘que loucura, esse moleque vai durar três dias lá’. Deu certo e deu tanto certo que o Tiago ele transformou a linguagem do jornalismo esportivo no Brasil, essa empresa aqui, quebrou tabus, falou de coisas que a gente achava que não falaríamos antes, fez uma revolução. Parabéns, você arrebentou e sucesso na nova empreitada”, afirmou.

“Mal sabia você que no projeto original do Globo Esporte lá em 2009, quando você me achava um maluco, eu tinha colocado seu nome para ser comentarista do programa, também, então você se salvou dessa barca”, devolveu Leifert, rindo, que agradeceu: “mas eu fico feliz de ver você aí no Redação. Tenho um carinho enorme pelo Sportv, porque foi aí que eu comecei, foi quem me contratou.”

As mudanças no esporte da TV Globo

Tiago Leifert ruma a um novo desafio na carreira, no entretenimento da Rede Globo, como um dos apresentadores do É de Casa, nova atração das manhãs de sábado, a partir de 8 de agosto,com Patrícia Poeta, também ex-jornalismo (esteve na bancada do Jornal Nacional), além de Zeca Camargo, Cissa Guimarães, Ana Furtado e André Marques. Por lá, Leifert vai falar de esporte e cultura nerd.

No seu último GE nesta segunda, Tiago passará a Ivan Moré a apresentação da edição paulista do esportivo. A partir do próximo domingo, Alex Escobar passa a coapresentar, em lugar de Moré, o Esporte Espetacular ao lado de Glenda Kozlowski, enquanto Fernanda Gentil assume o Globo Esporte do Rio de Janeiro.


Galvão dispara mais críticas, vê seleção “medíocre” e ironiza virose
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“O que eu acho é que temos que ter mudanças, mudanças comportamentais, mudanças de nomes, nós temos que ter mudanças”. Assim Galvão Bueno, em fase de crítico da Seleção, bradou na volta ao seu programa Bem, Amigos nesta segunda-feira. O alvo principal na maior parte da atração do Sportv: o treinador Dunga, sobretudo.

Com mais tempo, o narrador continuou as fortes críticas já iniciadas no sábado, após a partida, e que continuaram no domingo, durante participação no Esporte Espetacular.

“Diria que foi a pior, a mais medíocre participação do futebol brasileiro em toda a história da Copa América, e olha que estou em Copa América desde 1983. Jamais vi uma participação tão medíocre, uma coisa que fere a história construída por pessoas como Ronaldo Fenômeno e Roberto Carlos ao longo dos tempos, através dos anos”, falou grosso, indignado com a campanha brasileira, na presença dos dois convidados citados.

E o programa teve de tudo: de cobrança por jogadores não convocados, passando por menção ao sucesso dos técnicos argentinos das seleções semifinalistas do torneio, até a exibição de entrevistas dos jogadores que não batiam com o discurso do comandante do time brasileiro.

“Vamos ver o trecho da entrevista coletiva do Dunga quando ele surpreende todo mundo com a história da virose”, anunciou assim uma sonora da fala do treinador para, posteriormente, perguntar: “quando começou essa virose, quando ela veio? O Mauro Naves [repórter da Rede Globo] foi conversar com o médico que disse: ‘foi aqui’. Aí depois não tinha sido em Concepción, já tinha sido antes de sair em Santiago, mas os jogadores treinaram normalmente na quinta e na sexta-feira e estavam todos aptos a jogar.”

E, na sequência, o narrador fez questão de escancarar o que chamou de “falta de entrosamento até nas respostas”. Referia-se a possíveis incoerências nas declarações de Dunga e de seus atletas, expostas ali em longa reportagem de Eric Faria, repórter da Globo, para o Esporte Espetacular, de atletas como Willian, Jefferson e Thiago Silva relatando os problemas da virose. Em uma delas, o meia do Chelsea diz que chegou a passar mal, mas que depois voltou a se sentir melhor e só saiu do jogo porque o técnico quis.

Após as falas dos atletas e de Dunga na reportagem, Galvão disparou. “Nos grandes times, nos grandes momentos, nas boas fases, quando há identidade e integração, as respostas são todas muito semelhantes, né? O que se percebe é um desencontro.”

E Ronaldo seguiu Galvão na “fritura” do atual trabalho comandado por Dunga. “A falta de transparência, nesse caso, leva a crer que há sempre algum coisa obscura. (A virose) está sendo usada para se defender. Nesse caso, mostrou que claramente houve um desencontro de respostas dos jogadores com o treinador e o médico”, disse.

Já o outro campeão do mundo presente ali, Roberto Carlos, adotou discurso diferente e preferiu falar também da necessidade de um algo mais dos jogadores em campo. “Por mais que o Dunga seja o comandante do barco, eu acho que perdemos aquela liderança de três ou quatro jogadores dentro de campo, de se unir mais dentro de campo e não sobrar só para o treinador”, ponderou. “Pela minha experiência de jogador e agora de treinador, o jogador quando pode fazer um pouco mais, dar a mãozinha pro companheiro e dizer ‘vamos’, aí vai todo mundo, puxa três, quatro, cinco ali e vai embora”, completou, destoando completamente das falas dos demais na atração.

Galvão já havia reclamado das decisões de Dunga para o mesmo programa Esporte Espetacular, o mesmo da reportagem tão elogiada no Bem, Amigos pelo narrador. “Sou contra esconder as coisas. Muito treino fechado, muita coisa escondida. Esconderam muito, quando esconde, é porque a coisas não caminham certo”‘, condenou.

Em outro momento, Galvão opinou sobre os treinos de Dunga. “Ele trabalha muito bem o treino, intensidade. Acho que ele se perde fora do trabalho de bola”, afirmou sem dar mais detalhes do que falava, confirmando apenas que ele e Júnior assistiam aos treinos.

E ele repetiu na atração do Sportv declaração similar à que deu ao programa dominical da Globo, sobre jogadores não chamados por Dunga para a Copa América: “Cadê o Lucas, cadê o Lucas?”. Falava do atacante de lado de campo do Paris Saint-Germain, Lucas Moura. Também cobrou, sem citar o nome de Dunga, pela ausência de jogadores mais cascudos, experientes no grupo, como Kaká e Hernanes.

“Não quero crucificar jogador nenhum. Todos bons jogadores, talvez fora do momento exato, fora da conjuntura ideal. Não quero sacrificar ninguém”, explicou-se sobre aqueles convocados por Dunga. E ainda fez questão de isentar de culpa os possíveis vilões das recentes eliminações brasileiras, agora, no Chile, e antes na Copa do Mundo de 2014.

Rogério Jovanelli
Do UOL, em São Paulo


Capita se irrita com jogadores da seleção e discute com Edinho no Sportv
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Capita-irritado_Reproducao-Sportv

O ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão da seleção do Tri em 1970 e colaborador do Sportv na cobertura da Copa América, demonstrou indignação com os jogadores do Brasil em participação no Troca de Passes deste domingo. Irritado, chegou a elevar o tom várias vezes no programa.

“Eu vi um garoto desembarcar em São Paulo. Pô, aquilo não é jogador de Seleção Brasileira, cara, é jogador de pelada. De capuz na cabeça. Aí o Uruguai foi eliminado e todo mundo sai [bem vestido]”, começou o ‘Capita’.

Em sua explanação, criticou a postura dos jogadores brasileiros, mais profissionais e corretos em seus clubes na Europa e completamente diferentes na seleção, com seus fones de ouvido e, segundo ele, sem a cabeça no campo.

O também ex-jogador Edinho tentou ponderar, defender os jogadores: “é o estilo de hoje”. Em vão. Carlos Alberto Torres não deu ouvidos e o confrontou por vários momentos: “não interessa, eles vão pra Europa, tu vê Neymar, todo mundo de terninho e gravata, tudo bonito, respeitando a instituição. Aqui, os caras não respeitam mais a seleção brasileira.”

Carlos Alberto estava bem bravo, enfurecido. “Edinho, não vamos defender o que está errado”, irritou-se. “Eu não tô defendendo, eu tô dizendo o seguinte…”, tentou argumentar Edinho, sem que pudesse concluir.

“A gente tem que começar daqui, vamos gritar pra mudar, senão nós vamos continuar perdendo e todo mundo: ‘ah, vamos ganhar’. Desse jeito, o Brasil não ganha nada. Por que a CBF não começa a mudar?”, questionou Capita. “Isso é cultural”, defendeu Edinho.

“Ah não, tem que mudar essa coisa de cultura, também, rapaz. Ali é que você vê se o jogador tá com a cabeça pra servir a nossa seleção ou não, porque os caras [tão nem aí], se perder tudo bem, vão embora, não têm que encarar torcedor domingo no Maracanã.”

“Acho que a nossa maior dificuldade tá dentro de campo e por filosofia”, entrou na conversa o jornalista Raphael Rezende.

“Tá dentro de campo, porque leva coisa errado de fora pra dentro de campo. Vai por mim. Eu mais ou menos conheço futebol, conheço comportamento de jogador. Joguei aqui e no exterior. No exterior são profissionais, igual os nossos jogadores quando chegam lá, aí quando chegam no Brasil é oba-oba e não ganham nada. Enquanto a gente não tiver peito de mudar comportamento de jogador extracampo…”, reclamou.

Carlos Alberto Torres ainda comparou a realidade atual dos atletas, independentes financeiramente na Europa, com a da sua época, quando, segundo deu a entender, os brasileiros precisavam mais da seleção para ganhar dinheiro do que na atualidade.

“Antigamente, jogador dependia da seleção para fazer um bom contrato. Hoje, não estão nem ligando. Se perder, que se dane, não preciso da seleção ganhar nada. Tem que mudar, porra. Vão pro campo sem pensar no jogo, descem tudo de [fones de ouvido]”, criticou.

Em outro embate com Edinho, Capita divergiu do companheiro sobre o nível dos jogadores brasileiros. Para ele, a diferença não é tão grande assim em relação ao que se joga em outras seleções. “Edinho, nós não estamos tão longe assim dos caras”, opinou e voltou novamente a relacionar o extracampo com o mau rendimento nos gramados. “Os caras lá são profissionais, nós não somos” e, dessa vez teve a concordância do colega. Ao menos no profissionalismo dos atletas brasileiros quando atuando em seus clubes fora do país.


Apresentador do Sportv assume que audiência bomba com Luxa: acima da média
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Não é muito comum ver alguém da Rede Globo falar da própria audiência no ar. Pois foi o que fez nesta quinta André Rizek, apresentador do Redação Sportv, mesa redonda matinal do canal da Globosat. Dizendo-se estar propondo uma reflexão ali, Rizek analisou todo o peso midiático do técnico Vanderlei Luxemburgo: “reflito um pouco, e é mérito do Luxemburgo isso, sobre como o Vanderlei é um cara que atrai mídia, desperta a atenção das pessoas”, avaliou

E então o jornalista citou o bom resultado da audiência do próprio Sportv, segundo ele fora do padrão normal, segundo ele pela simples presença de Luxa na tela da emissora esportiva: “a gente mostrou aqui ao vivo, no Redação, a entrevista coletiva que ele deu, quando o Flamengo anunciou a demissão dele, e a audiência foi fantástica, não só de flamenguistas, tivemos uma audiência acima da nossa média.”

“Nem sei se posso contar essas coisas, mas já tô contando”, afirmou, na sequência, possivelmente ciente que havia feito algo fora do padrão global, e depois disse notar grande destaque ao “pofexô” inclusive na Globo aberta, em seus principais telejornais, como o bloco de gols do Jornal da Globo. “É um cara que atrai muita mídia. Mérito do Vanderlei, maior vencedor de campeonatos brasileiros e que desperta muita curiosidade”, finalizou.