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Comentarista revela “bolhas no traseiro” na transmissão da F-1
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Créditos: Instagram/Reprodução

Burti posa ao lado de Barrichello nos tempos em que dividia a cabine de transmissão da Globo com o atual campeão da Stock Car

O comentarista da TV Globo e ex-piloto da Fórmula 1, Luciano Burti, fez uma revelação no mínimo inusitada durante a transmissão da terceira etapa do campeonato da categoria, nesta madrugada, na China. O atualmente piloto da Stock Car contou ter sofrido com bolhas nas nádegas devido ao excesso de calor no cockpit.

O comentarista falava sobre as reclamações de alguns pilotos de que o assento estava quente demais e lembrou de um ‘incidente’ que ocorreu quando corria pela Jaguar. “Aconteceu comigo no GP do Canadá, em 2001. O banco esquentou e chegou a formar bolhas no traseiro.”

A revelação provocou risos de Reginaldo Leme e do narrador Cléber Machado. Burti, então, tentou se justificar, dizendo que não era algo fora do comum na Fórmula 1. “Não é brincadeira, esquenta de verdade! Inclusive já vi o Rubinho [Barrichello] tenho o mesmo tipo de problema”, garantiu.

Rindo, Cléber pediu que o comentarista se acalmasse.

O assunto surgiu devido à reclamação de Lewis Hamilton, da Mercedes, que chegou a pedir para a equipe trocar seu assento devido ao calor. Felipe Massa, da Williams, também teve problemas, interrompendo uma sequência de voltas no treino livre devido à fumaça que se instalou em seu cockpit.

Ambos os problemas têm a mesma origem: uma alteração feita no regulamento deste ano previu a instalação de uma placa de titânio no assoalho dos carros para gerar faíscas, reproduzindo um efeito visual que ficou famoso nos anos 1980. Contudo, quando os carros passaram pela maior reta do calendário, na China, a placa acabou superaquecendo-se em alguns carros e o calor passou a entrar no cockpit, causando as queixas.

Para encerrar o assunto, Cléber ponderou. “Esse negócio de espetáculo para o público tem o seu limite.”


Relembre as parcerias esportivas mais marcantes da TV e vote na melhor
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Há duplas de ataque famosas como Pelé e Coutinho. Certeiras como Michael Jordan e Scottie Pippen. Ou as que fazem fama pelas brigas acirradas, como Ayrton Senna e Alain Prost. Na TV, não é diferente. Apresentadores, narradores e comentaristas na maioria das vezes não brilham sozinhos. E, neste post, lembramos algumas das tabelinhas mais marcantes das transmissões esportivas brasileiras.

Das três décadas de Galvão Bueno e Reginaldo Leme aos mais jovens Tiago Leifert e Caio Ribeiro, há espaço para todo estilo de personalidades.

Confira abaixo as duplas e vote em qual mais te marcou do outro lado das telas.

Leia também:
– Galvão foi comentarista e narrou jogo errado. Veja histórias dele em Copas
– Antes e depois: Do Valle narrou golaços e já chamou Band de Globo
– Cléber Machado se destaca por poucos bordões e muitas gafes; ouça narrações


Burti conta como foi difícil se meter no meio do ‘casal’ Galvão e Reginaldo
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Luciano Burti

Luciano Burti

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Uma das parcerias mais longevas da TV brasileira é a formada por Galvão Bueno e Reginaldo Leme, que trabalham juntos desde 1975 e há mais de três décadas lideram as transmissões de Fórmula 1 na Globo. Há dez anos, um estranho foi colocado no meio do “casal”. Era Luciano Burti, jovem ex-piloto da categoria que teve de encarar o desafio de estrear como comentarista com o desafio de não pisar nos calos dos “chefes” e ao mesmo tempo encontrar seu espaço entre eles.

Hoje, Burti tem sua posição consolidada, faz revezamento nos comentários com Reginaldo e Rubens Barrichello e encontrou um estilo próprio. Quando o assunto é técnico ou surgem os áudios de conversas entre equipes e pilotos, é ele quem dá a visão de quem esteve dentro do carro em corridas e testes. Mas nem sempre foi assim.

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Burti admite que penou e precisou de muito esforço nos dois primeiros anos para superar as dificuldades de iniciar uma nova carreira e principalmente a de achar seu espaço entre Galvão e Reginaldo, mostrando ao mesmo tempo que tinha talento para estar naquele posto e que não estava atuando para “puxar o tapete” de ninguém.

“Entrar no meio do Galvão e do Reginaldo foi difícil, conquistar um espaço foi muito difícil. Ouvir de casa e fazer uma crítica é fácil, mas estar lá e fazer é complicado. Não é só sentar lá e falar”, afirmou Burti.

O primeiro desafio sempre foi não atrapalhar a dinâmica dos companheiros. “Eu vejo (Galvão e Reginaldo) como um casal, é como marido e mulher mesmo, que tem uma relação com conflitos, que vivem como se fosse uma família e que se entendem do jeito deles. Quando comecei, precisava entrar sem atrapalhar uma relação que já existe, me encaixar para somar e não tomar o espaço ou pisar no calo de ninguém. Tive de mostrar jogo cintura e eles me apoiaram”, conta Burti.

Apesar do apoio, Burti admite que o veterano Reginaldo Leme precisou de mais tempo para crer que não estava com os dias contados em sua posição.

“Eu fui muito bem acolhido, principalmente no início, com o Galvão. Com o Reginaldo levou mais tempo para a gente se entrosar. Ele não sabia se eu estava chegando para roubar um espaço. No começo tive que conquistá-lo, mas depois dos dois primeiros anos a gente construiu uma relação de grande amizade”, detalhou ele.

Para Burti, o desafio era achar o seu tempo certo para falar no meio da dupla. Foi assim que ele acabou se destacando pelos comentários mais técnicos, mas sempre didáticos. Na preparação, o piloto fez muitas sessões de fonoaudiologia – e ainda o faz – e por um bom tempo assistiu em detalhes todas as transmissões das quais participou para fazer uma análise do que poderia melhorar.

Hoje o trio de comentaristas parece ter encontrado o ponto certo para trabalhar junto. Mas vale lembrar que em 2013, quando a Globo passou a ter um rodízio, com Leme, Burti e Barrichello trabalhando aos pares – e portanto deixando um de fora por fim de semana de GP – Reginaldo Leme não escondeu o descontentamento. Ele ficou fora de uma transmissão pela primeira vez em mais de 20 anos quando não foi escalado para o GP da Espanha (leia mais aqui).

Galvão, o comandante da nau

Stock: Burti em seu melhor carro

  • O ano de 2014 também servirá para Burti tentar alçar voos mais altos na Stock Car. Ele foi duas vezes quinto colocado e já venceu duas provas na categoria. Agora, considera que terá sua melhor chance de brigar ainda mais à frente pelo título. Burti agora é piloto da Vogel Motorsport, na primeira dupla de ex-pilotos da F1 da Stock, ao correr junto com Ricardo Rosset. Para ele, o grande desafio será se adaptar à principal novidade da temporada. “A Stock é muito competitiva e esse ano tem o diferencial de ter duas corridas por fim de semana. Não sabemos como vai funcionar em estratégia e acerto de carro e quais serão as vantagens e desvantagens. Em relação ao carro, no meu caso, estou numa equipe nova e a mais competitiva dos últimos anos na categoria. Espero bons resultados”. Como a Globo faz o calendário da Stock Car para não coincidir com os fins de semana de Fórmula 1, o paulistano não terá problemas em combinar as duas funções.

Se o desafio de Burti já era grande em se encontrar como comentarista ao lado de Reginaldo, o fato de Galvão Bueno ser conhecido por “falar pelos cotovelos” tem sempre seu lado positivo e negativo. Mas o piloto é só elogios e viu vantagem nisso.

Como o narrador assume o papel de maestro, o comandante da transmissão, isso lhe deu pistas de como atuar.

“O Galvão realmente comanda tudo, e faz tudo muito bem. Tem que diga que ele fale de mais, ou fale de menos… Mas assumir a posição que ele assume, saber comunicar ao público o que ele precisa ouvir e conseguir dividir a transmissão com os comentaristas é difícil. Ele faz como ninguém. Ele tem essa missão de dominar o espaço e isso nunca causou problemas, pelo contrário”, explicou Burti.

Depois de desbravar o caminho, o piloto da Stock Car ganhou um companheiro ex-piloto no ano passado, com Rubens Barrichello passando a fazer parte do time. Rubinho ainda adicionou um toque de espontaneidade com suas idas ao grid antes da largada, arrancando frases e declarações de pilotos e dirigentes no calor do momento.

“Esse papel existe nas transmissões da Europa há muito tempo e sempre funcionou bem. Como ele está no ambiente que conhece, foi natural que funcionasse bem”, concluiu o piloto e comentarista.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Chuva atrapalha, e Sportv muda programação para transmitir treino da F-1
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(Foto: Daniel Munoz/Reuters)

A Sportv anunciou no começo da noite deste sábado que transmitirá ao vivo o treino classificatório da F-1, adiado para às 21h devido à chuva, que molhou muito a pista pela manhã e impediu os pilotos de marcarem seus tempos. Até as 19h, a programação do canal fechado não previa a transmissão, já que a grade estava ocupada por um jogo do Campeonato Gaúcho e um da Superliga de vôlei

Através de seu twitter oficial, porém, a emissora avisou aos fãs da velocidade que fará a transmissão ao vivo do treino.

A TV Globo não adotou a mesma postura e não vai transmitir o treino, já que manterá sua programação habitual com o Jornal Nacional e a novela Salve Jorge no horário nobre. O Sportv tem uma flexibilidade maior, e por isso optou pela mudança.

Até então, de acordo com a página na internet, o Sportv exibiria a partida entre Grêmio e Lajeadense, pelo Campeonato Gaúcho. Às 21h30, quem ocupa a programação é a Superliga Masculina de vôlei.

A programação online do Sportv 2 prevê a transmissão ao vivo das finais do Mundial de Patinação Artística Feminino às 21h. Já no Sportv 3, no mesmo horário, os telespectadores poderão acompanhar a semifinal masculina do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia.

A chuva que insistiu em cair sobre o circuito Albert Park já havia atrapalhado a transmissão da Globo na madrugada de sábado. O narrador Galvão Bueno e o comentarista Reginaldo Leme foram obrigados a “enrolarem” na transmissão, já que o tempo total de espera ultrapassou uma hora.

Galvão teve que chamar os clipes gravados sobre os principais favoritos ao título da temporada, Fernando Alonso e Sebastian Vettel, e ainda deu tempo para uma homenagem a Wilson Fittipaldi, que morreu na última semana.

 


Galvão faz previsão do tempo no GP da Austrália: “A chuva vem do mar”
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No início da transmissão do treino de classificação para o GP da Austrália na madrugada deste sábado, o narrador Galvão Bueno saudou a sua 31ª temporada ao lado do comentarista Reginaldo Leme nas transmissões de Fórmula 1 da Globo: “Se fosse casamento, tinha até neto”, brincou.

Quem acompanha as corridas com Galvão durante todos esses anos conhece a sua famosa frase sobre o mau tempo que costuma atingir o GP do Brasil em Interlagos: “A chuva vem da represa”. O narrador voltou a fazer previsão do tempo também em Melbourne, onde choveu tanto no sábado que o treino precisou ser adiado para o dia seguinte.

“É tempestade de cidade à beira-mar. O vento que vem do mar traz a chuva, e a força do vento é realmente muito grande”, observou Galvão durante uma das pausas estabelecidas pela direção de prova para esperar as nuvens passarem.

A chuva, no entanto, insistiu em permanecer sobre o circuito de Albert Park, o que forçou Galvão e Reginaldo a “enrolarem” na transmissão, já que o tempo total de espera ultrapassou uma hora. Durante essas pausas, o narrador não hesitava em chamar clipes gravados sobre os principais favoritos ao título da temporada: Fernando Alonso e Sebastian Vettel.

Deu tempo também para uma homenagem a Wilson Fittipaldi, que morreu na última semana. “Quando eu era menino e narrava partidas de futebol de botão, imagina o que foi ver ele narrando o filho ser campeão”, relembrou Galvão.


Ex-piloto chama GP de chato e Reginaldo Leme rebate: “ele é sempre negativo”
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O GP do Canadá, vencido por Lewis Hamilton, foi emocionante nas voltas finais, mas nem tanto no restante da corrida. Na transmissão da TV Globo, porém, a análise dividiu opiniões. Jacques Villeneuve, ex-campeão mundial de Fórmula 1, chegou a chamá-lo de “chato”, para logo depois ser advertido pelo comentarista Reginaldo Leme.

O canadense, que venceu a categoria com a Williams em 1997, foi entrevistado pelo repórter Carlos Gil durante a corrida. Jacques é filho de Gilles Villeneuve, ex-piloto da Ferrari morto há 30 anos que dá nome ao autódromo de Montreal, onde ocorreu a prova. Depois de responder sobre seu pai, ele foi questionado sobre a possibilidade de Hamilton vencer e tornar-se o sétimo a subir no lugar mais alto do pódio na temporada.

“Até agora o GP tem sido chato. É bom que tenham vencedoras diferentes, mas é melhor termos corridas mais animadas”, disse Jacques Villeneuve. Naquele momento, Hamilton liderava uma corrida sem emoção, seguido de perto por Alonso e Vettel, que pouco o ameaçavam.

Logo depois do ex-piloto se despedir do repórter da Globo e voltar ao paddock, o narrador Luís Roberto brincou sobre o histórico de polêmicas do entrevistado. Reginaldo Leme emendou e não perdoou: “Ele é polêmico e negativo, sempre muito negativo”, disse o comentarista, como quem apostava em uma mudança no rumo do GP.

De fato, no fim a corrida esquentou. Hamilton fez uma parada a mais e foi buscar Alonso e Vettel nas voltas finais, com duas ultrapassagens importantes que o colocaram na liderança do campeonato.

Crédito da foto: Reprodução

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