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R$ 1,3 bi por Neymar? Casão não aceita e daria outro destino ao dinheiro
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(Crédito: Reprodução/Rede Globo)

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Estreando o quadro “Fala, Casão” nesta terça na edição paulista do Globo Esporte, o ex-jogador comentarista Walter Casagrande disse que daria outro destino se tivesse os cerca de R$ 1,3 bilhão que se especula que o Manchester United estaria propenso a gastar na contratação do craque brasileiro Neymar junto ao Barcelona. Fosse dono de toda essa bolada, faria o investimento não em futebol, mas em causas sociais.

“Eu ajudaria a Etiópia e a Somália, [acabar com] a fome no mundo, ajudaria as situações sociais, não só na África como no Brasil, também. É muito complicado pra mim discutir uma bolada dessa para um jogador de futebol. Apesar de que não tem nada a ver, o mundo do futebol é outro, o mundo que a gente vive é outro, mas eu acho muito difícil aceitar que se gaste esse dinheiro todo num jogador de futebol, sendo que o mundo tá cheio de problema”, afirmou.

Casão ainda respondeu a perguntas de telespectadores do programa:

Com a perda de volantes lesionados, Palmeiras ainda consegue ao menos uma vaga na Libertadores?

“Perdeu volantes, perdeu Gabriel, caiu um pouco, Marcelo entrou em dificuldade, fez um bom jogo contra o Atlético-MG, mas o Palmeiras é um todo. Tem chance de chegar entre os quatro, sim. Não tem que ficar encucado com volante. Palmeiras é uma boa equipe.”

(Crédito: Reprodução/Rede Globo)

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Osorio é o técnico certo para o São Paulo?

“O Osorio é um grande treinador, vai acrescentar pro futebol brasileiro. Ele saiu prejudicado nessa história aí, saíram jogadores, está tentando montar uma equipe. Eu não concordo que ele faz rodízio, ele tá tentando armar um time, modifica pra achar um time, porque ele não tem um time. Ano que vem, com os jogadores que o Osorio vai querer pro time, vai montar uma grande equipe. Trabalho dele é pro ano que vem.”

Vagner Love vai desencantar ou os dois gols contra o Cruzeiro foram por sorte?

“Eu acho que o Vagner Love vinha jogando bem, mas não vinha fazendo gol e a cobrança do 9 [centroavante] é sempre em cima de gols. Eu acho que ele pode desencantar, mas não é uma garantia.”

Santos vai eliminar o Corinthians na Copa do Brasil?

“O Santos fez uma grande partida semana passada, Lucas Lima jogou muito bem, deu os dois passes para os gols, o Corinthians praticamente não jogou por mérito do desempenho do Santos. O Corinthians em casa é muito forte, como o Santos é na Vila. Depende muito de como desenrolar o jogo. Se o Corinthians fizer o gol nos 10, 15 minutos, a coisa fica difícil pro Santos, que tem time também para fazer gol.”


Jornal Nacional explica limitações da Globo para cobertura do Pan
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Por meio da edição deste sábado do Jornal Nacional, a Rede Globo deu o tom de como pretende noticiar os Jogos Pan-Americanos de Toronto: breves informações do dia de competições, atualização do quadro de medalhas e fotos do COB (sem muitas imagens em vídeo) que ilustrem resultados dos brasileiros.

Neste sábado, reportagem de 1 minuto e 15 segundos de Pedro Bassan limitou-se a apresentar dados do evento (6200 atletas de 41 países, sendo 590 brasileiros, disputando 36 modalidades) e retratar o espírito da cidade-sede para receber o Pan e dizer sobre o quão similar seria a estratégia canadense em relação ao que o Brasil pretende fazer na Olimpíada do Rio de Janeiro em 2016, além de dizer que muitos dos atletas ali estariam já pensando nos Jogos do Rio, com briga por vagas, inclusive.

“A maior cidade do Canadá quer mostrar aos visitantes que é possível ser ao mesmo tempo gigante e tranquila. A Fórmula para agradar todo mundo é parecida com a das Olimpíadas do Rio no ano que vem: juntar esporte e natureza. Aqui em Toronto, muitos locais de competições estão espalhados pelas margens do lago Ontário. A cerimônia de abertura foi ontem à noite no estádio de beisebol da cidade”, resumiu o texto da matéria, ilustrado, sim, com imagens, mas apenas da cidade.

“A TV Globo não tem os direitos de transmissão do Pan de Toronto, por isso tem limitação no uso de imagens das competições, mas não deixaremos de acompanhar de perto com nossas equipes no Canadá o desempenho e a conquista de medalhas dos atletas brasileiros e os principais momentos do evento”, justificou William Waack, em uma espécie de editorial lido no principal telejornal da emissora.

Os direitos televisivos do Pan de Toronto 2015 pertencem à Rede Record que, privilegiando a sua programação na TV aberta, opta por não mostrar tudo do evento, deixando a cobertura mais ampla dos Jogos para o seu canal de notícias Record News.

Como emissora sublicenciada do Pan, o Sportv também exibe os Jogos Pan-Americanos, porém com uma cobertura completa, não só das competições, mas com reportagens e um programa especial, o Conexão Sportv, também ao vivo, direto do Canadá.


Ivan Moré resgata seu quadro de “caronas” na estreia como titular do GE
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Com um velho novo apresentador, Ivan Moré, e um novo editor-chefe, Daniel Minozzi, esperam-se algumas mudanças no Globo Esporte de SP. No entanto, o próprio Moré fez questão de deixar claro que a atração seguirá apostando na mesma fórmula: “a partir de agora peço licença para entrar na tua casa pra informar esporte com entretenimento e muita diversão. Cê Tá comigo? Tamo junto, então”, discursou nesta terça, um dia depois da despedida do antigo titular, Tiago Leifert. Porém, foi possível notar já algumas pequenas mudanças ali.

O GE paulista apresentou dois quadros novos em relação ao que se fazia na Era Leifert: “GE 10″, uma lista feita pela atração com os dez principais lances da rodada, e “Laboratório do GE”, com explicações científicas sobre aspectos dos esportes (quadro que já havia sido testado no fim do ano passado). Nesta terça, aproveitando a disputa do torneio de Wimbledon, foi ao ar uma reportagem sobre as diferenças dos pisos de tênis e das bolinhas e do quanto isso interfere no jogo dos atletas.

Com Moré titular, também voltou um quadro que ele próprio já fazia quando era o principal apresentador substituto de Leifert, o “Carona do Globo Esporte”, quando aproveita para fazer uma rápida entrevista com um jogador ao volante. Jadson, meia do Corinthians, foi o participante de hoje.

“Sou meio barbeiro, não vai ficar com medo, não”, brincou com Ivan o jogador corintiano, que gosta de moto, tem uma, mas anda pouco por causa da profissão.

“A visibilidade é muito maior no Corinthians e a cobrança é maior. Acho que no Corinthians tudo é mais, né?”, também disse Jadson, comparando com o São Paulo, seu ex-clube, porém declinando de analisar o técnico Dunga, da Seleção. “Cê quer me complicar, cara, vou te largar aqui, pula na rua, mesmo”, brincou com Ivan Moré.


Leifert chora em adeus ao Globo Esporte: “Diziam que duraria uma semana”
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Tiago Leifert fez nesta segunda-feira (06) sua despedida do comando do Globo Esporte de São Paulo. E, assim como ocorreu com Ivan Moré no Esporte Espetacular do último domingo, o apresentador se emocionou e não segurou as lágrimas ao se despedir do público.

“Queria dizer que estou mais nervoso agora do que quando comecei aqui em 2009. Nossa vida mudou muito nesse período, eu me casei e vou ter minha sobrinha. A vida muda muito nesses seis anos e meio. Acham bobagem o pessoal chorando no ar, mas isso aqui é nossa vida, a  gente gosta demais disso tudo. Define nossa rotina, nosso fim de semana. É uma mudança de rotina brutal e é por isso que a gente se emociona desse jeito”, disse Leifert.

“Me sinto um privilegiado de poder conversar com vocês e poder dizer a vocês que me assistem que o começo foi muito difícil, diziam que não duraria uma semana e meia. Mas o importante é que você assistiu, você acreditou, você me deixou ser diferente. Você fez uma escolha da qual não vou esquecer e serei eternamente grato”, completou.

A despedida de Leifert foi transformada em uma atração do programa desta segunda. O adeus do apresentador foi amplamente divulgado nas redes sociais, em outros programas da emissora e até em seu braço esportivo na TV paga, o Sportv.

Logo no início da manhã, Leifert fez uma rápida participação no Redação Sportv a pedido do apresentador André Rizek, que fez questão de chama-lo para cumprimenta-lo.

“E estou muito feliz de estar saindo sem ter dado nada errado, está tudo bem, a audiência está boa e eu estou saindo para fazer uma outra coisa. Eu sinto que ganhei a Champions League, sem brincadeira’”, disse Leifert a Rizek.

Antes do início do Globo Esporte, o apresentador transmitiu ao vivo nas redes sociais um pouco dos bastidores de seu último programa e gravou alguns vídeos – um deles imitando o ex-presidente do São Paulo Juvenal Juvêncio, um de seus ‘personagens’ favoritos.

#jujueterno #vainãovai #éhoje

Posted by Tiago Leifert on Segunda, 6 de julho de 2015

Acostumado a se emocionar no ar, o apresentador já anunciava horas antes do início do programa que provavelmente não conseguiria segurar as lágrimas em sua despedida.

“A voz da consciência já preparou uma caixa de lenço para a arte decorar e deixar a postos”, contou em sua transmissão ao vivo dos bastidores.

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Nos três primeiros blocos, a despedida foi deixada de lado e o Globo Esporte seguiu seu ritmo normal, contou com a presença de Caio Ribeiro nos comentários da rodada do Brasileirão e da Copa América e teve o costumeiro tom de bom humor ditado pelo apresentador. Uma das vítimas foi o narrador do Sportv Odinei Ribeiro, alvo de uma brincadeira por conta de um espirro mostrado no ar.

A habitual zoeira das derrotas da Argentina também deu as caras na reportagem sobre o revés dos hermanos para o Chile na decisão da Copa América.

“Dia difícil, de coração partido. Essa geração maravilhosa da Argentina… só dá alegria! Vice de novo! Seis vices campeonatos seguidos. Nada mais apropriado para um país banhado pelo rio da Prata”, disse a reportagem narrada por Leifert. “Higuaín é hoje o melhor atacante do futebol brasileiro. Só nos resta ver os jogos da Argentina porque eles andam nos dando bem mais alegria que a seleção brasileira”.

A promessa de lágrimas, feita logo na abertura e repetida durante o programa, foi cumprida apenas no último bloco, com a presença de Caio Ribeiro e Ivan Moré, que substituirá Leifert no comando da atração. Sempre citada como “Voz da Consciência” por Leifert, Renata Cuppen também apareceu no último bloco ao lado de Leifert, Caio e Moré, agradecendo ao colega pelo período em que trabalharam juntos.

As mudanças no esporte da TV Globo

Tiago Leifert ruma a um novo desafio na carreira, no entretenimento da Rede Globo, como um dos apresentadores do É de Casa, nova atração das manhãs de sábado, a partir de 8 de agosto,com Patrícia Poeta, também ex-jornalismo (esteve na bancada do Jornal Nacional), além de Zeca Camargo, Cissa Guimarães, Ana Furtado e André Marques. Por lá, Leifert vai falar de esporte e cultura nerd.

No seu último GE nesta segunda, Tiago passará a Ivan Moré a apresentação da edição paulista do esportivo. A partir do próximo domingo, Alex Escobar passa a coapresentar, em lugar de Moré, o Esporte Espetacular ao lado de Glenda Kozlowski, enquanto Fernanda Gentil assume o Globo Esporte do Rio de Janeiro.


Leifert fala antes de despedida: “saio sem nada errado, ganhei a Champions”
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Convidado para uma rápida participação no Redação Sportv desta segunda, dia que marca a sua despedida como apresentador e editor do Globo Esporte de São Paulo, Tiago Leifert manifestou o seu contentamento por, segundo suas palavras, estar saindo do programa sem que nada tivesse dado errado para gerar a mudança como, geralmente, ele avalia, as coisas ocorrem na TV.

“Na televisão, as coisas só funcionam quando dão errado, né? Depois que termina, você troca, aí vem um cara, começa a dar certo, depois troca de novo porque deu errado, então quando dá errado acontece alguma coisa. E eu tô muito feliz de estar saindo sem ter dado nada errado, tá tudo bem, a audiência tá boa e eu tô saindo para fazer uma outra coisa. Eu sinto que ganhei a Champions League, sem brincadeira”, declarou ali, relatando sobre a emoção também que já toma conta dos bastidores da atração. “Obviamente, no ar eu vou chorar pra caramba, nesse momento a ‘voz da consciência’ [Renata Cuppen] tá chorando ali, e o Bruno Laurence, também. Estava consolando o Bruno”, contou.

André Rizek, comandante do Redação Sportv no Rio de Janeiro, relembrou com Leifert na escuta dele, na redação de São Paulo, do quanto achava maluco, há seis anos, a ideia de o colocarem para comandar o GE paulista. “Quando fiquei sabendo, em 2009, que ele iria apresentar o Globo Esporte, eu falei ‘que loucura, esse moleque vai durar três dias lá’. Deu certo e deu tanto certo que o Tiago ele transformou a linguagem do jornalismo esportivo no Brasil, essa empresa aqui, quebrou tabus, falou de coisas que a gente achava que não falaríamos antes, fez uma revolução. Parabéns, você arrebentou e sucesso na nova empreitada”, afirmou.

“Mal sabia você que no projeto original do Globo Esporte lá em 2009, quando você me achava um maluco, eu tinha colocado seu nome para ser comentarista do programa, também, então você se salvou dessa barca”, devolveu Leifert, rindo, que agradeceu: “mas eu fico feliz de ver você aí no Redação. Tenho um carinho enorme pelo Sportv, porque foi aí que eu comecei, foi quem me contratou.”

As mudanças no esporte da TV Globo

Tiago Leifert ruma a um novo desafio na carreira, no entretenimento da Rede Globo, como um dos apresentadores do É de Casa, nova atração das manhãs de sábado, a partir de 8 de agosto,com Patrícia Poeta, também ex-jornalismo (esteve na bancada do Jornal Nacional), além de Zeca Camargo, Cissa Guimarães, Ana Furtado e André Marques. Por lá, Leifert vai falar de esporte e cultura nerd.

No seu último GE nesta segunda, Tiago passará a Ivan Moré a apresentação da edição paulista do esportivo. A partir do próximo domingo, Alex Escobar passa a coapresentar, em lugar de Moré, o Esporte Espetacular ao lado de Glenda Kozlowski, enquanto Fernanda Gentil assume o Globo Esporte do Rio de Janeiro.


Ivan Moré não segura emoção e chora em despedida do Esporte Espetacular
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Dando início às mudanças no esporte da Globo, Ivan Moré, que vai para o Globo Esporte de São Paulo no lugar de Tiago Leifert, despediu-se, com direito à emoção e lágrimas neste domingo do Esporte Espetacular, que coapresentou há pouco mais de dois anos ao lado de Glenda Kozlowski.

“Foram dois anos e meio de muita felicidade e muito aprendizado e eu saio feliz, vou assumir o Globo Esporte de São Paulo. É difícil falar chorando”, declarou, tocado com a despedida e amparado por Glenda e pelo novo apresentador do EE, Alex Escobar no estúdio.

Em seu lugar no dominical esportivo, como já adiantado pelo UOL Esporte, assume Alex Escobar, que além de apresentador também faz as vezes de narrador na Globo. Foi uma das vozes globais na última Copa do Mundo. Ainda como parte do troca-troca nos programas esportivos, Fernanda Gentil assume o comando do GE do Rio de Janeiro.

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Amanhã, segunda-feira, é a vez de Leifert – que inclusive teve em Moré o seu principal reserva no comando do GE paulista – mudar de ares. Sai do programa esportivo para o entretenimento, como um dos apresentadores do É de Casa, nova atração da emissora para as manhãs de sábado, e que ainda terá Zeca Camargo, Patrícia Poeta, Cissa Guimarães, Ana Furtado e André Marques.

Na semana passada, Leifert adiantou em participação no Vídeo Show que vai falar de esporte e cultura nerd na nova atração da Globo.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Esporte olímpico é naufrágio na audiência, diz chefão do esporte da Globo
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Responsável da TV Globo pelo planejamento da cobertura das Olimpíadas do Rio-16, Renato Ribeiro foi um dos palestrantes do congresso promovido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). O jornalista defendeu a política de priorizar o futebol na grade de programação e transmitir poucos eventos de outras modalidades, apesar da proximidade dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro-2016.

“Não é papel da TV aberta passar outros esportes. É um naufrágio na audiência”, disse Ribeiro, que ressaltou que, ainda assim, a emissora transmitirá ao vivo 15 partidas de vôlei em 2015. Já o futebol terá aproximadamente 80.

Ribeiro contou que está afastado das reportagens desde a Copa do Mundo. O jornalista revelou que a programação dos Jogos está voltada para conquistar o público feminino.

“A gente olha as Olimpíadas pensando nas mulheres. Elas são protagonistas e são elas que mandam na audiência da TV aberta”, opinou.

Ribeiro ainda rebateu as críticas de que teria uma cobertura pouco crítica em relação às Olimpíadas e outros grandes eventos por ter os direitos de transmissão e, em boa parte dos casos, ser parceira de comunicação.

“Jornalisticamente a gente cobre [desapropriações e obras atrasadas]. O Rio cobre mais, jornais locais”, afirmou o jornalista, que se diz otimista sobre as obras para os Jogos.

“O atraso preocupa. Acho que as arenas vão ficar prontas a tempo. Não vai assustar. Acho que Deodoro vai ficar pronto com emoção. Engenhão é o que me preocupa mais. A prefeitura fala que está mexendo no teto, mas parece que não está acontecendo nada”, disse. “O golfe é complicado. Vai sair, mas é complicado. Metrô eu não sei se fica pronto. As obras de infraestrutura estão muito atrasadas. É que são obras feitas pela Odebrecht e Andrade Gutierrez”.

Sobre a cobertura dos Jogos, Ribeiro contou que a Globo estreará no dia 5 de agosto o programa ‘Balada Olímpica’, que será apresentado por Carol Barcellos após o Jornal da Globo. As transmissões dos esportes olímpicos passarão a contar com ‘mesas táticas’ similares às do futebol (os jogos de vôlei já têm utilizado este artifício).

“O maior desafio é fazer os atletas [comentaristas da Globo] mexerem nisso”, afirmou Ribeiro, que revelou que até mesmo a natação ganhará sua ‘piscina tática’.

* Por Guilherme Ceciliano
Do UOL, em São Paulo


Chico Pinheiro celebra Brasil não pegar Argentina: “atropelamento”
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Durante o momento esportivo no Bom Dia Brasil, os apresentadores não esconderam o alívio pelo Brasil ter sido eliminado antes da Copa América e não ter precisado encarar na semifinal a Argentina de Messi que, nas palavras de Giuliana Morrone, “trucidou os paraguaios”.

“Na vida tudo é questão de referência, tudo é relativo. Acredita que não foi assim tão ruim assim perder perder pro Paraguai”, disse ela, acompanhada do sempre espirituoso e realista Chico Pinheiro. “Cê imagina o atropelamento da Seleção, da camisa amarela por 6 a 1 ou 7 a 1 depois da Alemanha.”

“Já tem gente na internet agradecendo ao Thiago Silva, ‘valeu, Thiago’, por ter metido a mão na bola e ter dado aquele pênalti para o Paraguai”, comentou Lúís Ernesto Lacombe, apresentador do quadro esportivo no telejornal matinal da Globo, referindo-se ao inusitado lance do zagueiro brasileiro que resultou no empate, 1 a 1 no tempo normal de Brasil e Paraguai, que depois virou eliminação brasileira naquela quartas de final ao perder nas disputa por pênaltis, 3 a 4.


Cleber Machado detona astros “paparicados” e vê futebol brasileiro obsoleto
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O narrador Cleber Machado participou na madrugada desta terça para quarta-feira do Programa do Jô e deu opiniões contundentes sobre a atual fase do futebol brasileiro e sobre os escândalos de corrupção descobertos em investigação que se tornou pública no último mês de maio. Para ele o futebol brasileiro está perdendo a identidade. O locutor da TV Globo não mencionou Neymar, mas criticou de uma maneira geral a característica da geração de jogadores do país.

“De um tempo pra cá são todos estrelas, o fone, todo o entorno, tem assessor, tem não sei o quê, viraram tão estrelas que acabam sendo paparicados, acabam sendo salvador da pátria. Agora, se o Brasil ganhar a Copa América sem o Neymar, a gente pode abrir mão do Neymar? Nunca. E se perder ele é culpado?”, levantou a questão ali.

“Tenho a impressão – e falei isso outro dia para o Oscar Schmidt, e ele acha que não – que o Neymar nervoso, principalmente contra a Colômbia… Será que ele não sente que o negócio não tá andando e que precisa resolver tudo sozinho? E que aí, quando começa a não rolar, ‘se eu não pegar essa bola aqui, driblar quatro e fazer o gol’… Lógico que ele nunca vai falar isso em público, mas acho que o nosso time é limitado, normal”, acrescentou.

Dizendo-se fã de Zico, o narrador disse considerar possível que Neymar chegue ao nível do Galinho na sua carreira. “Ele não é o Pelé, ninguém é o Pelé. Pode vir a ser um cara do nível do Zico, do Garrincha, eu sou absolutamente fã do Zico, ninguém foi melhor que o Zico pra mim. É nível Maradona, Cruyff, Platini. O Rivellino jogava pouco?”, brincou com Jô.

Analisando o que se joga atualmente, Cleber disse na atração que vê os grandes times do futebol mundial e mesmo seleções internacionais atuando mais ou menos como o Brasil costumava jogar em seus melhores tempos, um jogo moderno, enquanto o Brasil, segundo ele, está preso a um futebol obsoleto, ultrapassado, de décadas passadas.

“A gente tá ainda lá na década de 90. Sabe Mauro Silva e Dunga? Foram bem na Copa do Mundo de 94, ganharam, mas a seleção encantou? Não encantou. Aí depois os outros países vão melhorando, voltando a ter meio-campistas que sabem jogar bola, lateral que não precisa atacar toda hora e a gente continua com aquela visão: ‘não, o meio-campo marca, cobre lateral que ataca’. E aí o jogo não anda”, avaliou.

Apesar dessa análise, o narrador da Globo poupou o técnico Dunga, visto por ele hoje como um profissional mais atualizado, evoluído em relação à primeira passagem dele como técnico da Seleção, entre 2006 e 2010. “O Dunga foi uma surpresa lá em 2007 quando foi escolhido para ser o treinador. Em 2010 ele perde um jogo na Copa do Mundo e é demitido, aí ele volta agora e me parece que nesse período o Dunga deu uma conversada, uma atualizada”, opinou.

Sobre o escândalo da Fifa, Cleber Machado disse que aquilo não surpreendeu a ninguém e considerou a reação muito tímida após as prisões dos dirigentes ligados à entidade, entre eles o ex-presidente da CBF, José Maria Marin.

“Precisava ver o que vai acontecer. A gente tem que ter esperança que as coisas possam melhorar, de aproveitar o momento para arejar o futebol, mas eu achei que as reações foram muito tímidas aqui no Brasil e no mundo inteiro. O Platini, presidente da Uefa, bateu um pouquinho, foi um grande jogador, mas não sei, precisa ver como vai ser a próxima eleição. Os candidatos parecem de um naipe diferente, se rolar Zico, Platini, agora o Maradona falou que vai se lançar, se esses caras estiverem bem preparados, bem intencionados e montarem uma equipe legal de trabalho… Porque o futebol não vai perder a paixão, o interesse, mas perde a credibilidade, né?”, enfatizou na entrevista ao talk show da Globo.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Fátima Bernardes esbanja otimismo e palpita na seleção sem ver o jogo
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(Reprodução/TV Globo)

(Reprodução/TV Globo)

Aproveitando a temática “dia da reconciliação” do seu programa Encontro nesta segunda (22), a apresentadora Fátima Bernardes, que admitiu não ter visto o jogo da seleção contra a Venezuela para poder prestigiar uma apresentação de canto da filha, logo no início da atração fez questão de relacionar o tema às declarações de Neymar admitindo que foi ele próprio quem se colocou na “situação chata” que o tirou da Copa América.

“Segunda-feira, pensou que eu ia dizer que é dia de fazer dieta, né? Mas não, segunda é dia internacional da reconciliação. Muita gente apronta no fim de semana e aproveita a segunda-feira para tentar fazer as pazes, reconhecer um erro e não é só entre casais, não. Esta segunda foi o dia que o craque da nossa seleção, Neymar, resolveu reconhecer alguns erros que cometeu durante essa Copa América”, afirmou Fátima, chamando a repórter Cristiane Dias que direto do Chile falou ao programa destacando a entrevista de Neymar admitindo as falhas dele na pesada suspensão de quatro jogos que levou da Conmebol.

Apesar de ter acompanhado a partida da seleção apenas pela internet, a apresentadora deu seus pitacos sobre a classificação, falou sobre a necessidade da seleção readquirir a confiança em si própria e procurou demonstrar certo otimismo.

“Tenho certeza que a entrada do Robinho foi importante, por exemplo, para tranquilizar o time, aquelas coisas que a gente imagina, deixa mais equilibrado. Ganhamos, vamos em frente. Tem que deixar isso [7 a 1] no passado e começar ganhar, ganhar, ganhar pra poder a autoestima voltar, também”, analisou a senhora Bonner.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo