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Arquivo : abril 2012

Milton Neves aconselha diretoria do São Paulo: “Vendam o Lucas antes que ele vire um Lulinha”
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Crédito da imagem: Julia Chequer/Folhapress

Milton Neves começou o programa Terceiro Tempo, da Band, aconselhando a diretoria do São Paulo a vender o meia-atacante Lucas. O apresentador, apesar de feliz com a vitória do Santos na semifinal do Campeonato Paulista, também não poupou o árbitro Paulo Cesar de Oliveira e pediu a aposentadoria do oficial.

“Um recado para a diretoria do São Paulo: vende o Lucas logo! Real Madrid quer ele, vende logo, não ouve essas pessoas que ficam falando que Lucar é Neymar porque não é. Vende ele logo porque senão Lucas vai virar Lulinha”, apontou ele. Neto, mais uma vez, discordou do apresentador e aproveitou para criticar o ex-jogador e comentarista da TV Globo, Caio Ribeiro. ”Claro que não! Você não entende nada de futebol! Sabe quem entende de futebol? O Casagrande. Ele sim sabe de futebol. E você, Caio, não sabe nada também”, acusou Neto.

Outra vítima das cornetadas de Mílton Neves foi o árbitro da partida. “Piris tinha que ser expulso, o menino Rodrigo Caio também. Teve um gol mal anulado do Santos e o gol do São Paulo estava impedido. Paulo César, tá na hora de se aposentar! Tá na hora de parar Paulo Cesar!”, exclamou Neves.

O ex-jogador e comentarista Neto ficou do lado de Paulo César. “Isso não é a opinião do Terceiro Tempo! Isso é a sua opinião! Eu não acho isso. Eu acho que o Paulo Cesar foi muito bem hoje. Por que só você pode dar a opinião?”, questionou.


Neto ironiza contratação de Roberto Justus pelo São Paulo: “Quem é ele?”
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Foto: Reprodução de TV

A contratação do empresário Roberto Justus para atuar no departamento de marketing do São Paulo gerou discordâncias no “Jogo Aberto”, da Band. Na edição desta quarta-feira do programa, O comentarista Neto reprovou o “novo reforço” são-paulino.

“Quem é Roberto Justus? Tá de brincadeira comigo! Quem é mais importante? Palhinha, Careca, Raí ou Roberto Justus?”, ironizou o ex-jogador.

Osmar de Oliveira e Ulisses Costa fizeram ressalvas, mas aprovaram a contratação: “O presidente deve ter seus motivos. Ele é um empresário competente, mas tem que ver se isso não vai causar uma desagregação política. E ele já começa com um grande desafio, que é vender a camisa do São Paulo, que ainda continua sem patrocínio”, disse Osmar.

Neto ainda reelembrou a briga judicial envolvendo Justus e o companheiro de Bandeirantes, Milton Neves. O apresentador pede indenização porque deixou a Record em 2008, a convite de Justus, para fazer com ele o programa Terceiro Tempo, na Band. O programa, no entanto, foi abortado.

“O Milton Neves adora ele. Parceiraço”, disse Neto, que ainda ironizou a carência de centroavantes na equipe tricolor, com a lesão de Luís Fabiano e a suspensão de Willian José: “Bota o Roberto Justus de centroavante!”, brincou.

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Milton Neves “acusa” Dr. Osmar de pintar o cabelo de acaju
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Logo após o fim da rodada dominical, no auge dos debates no programa Terceiro Tempo, na Band, o dr. Osmar de Oliveira dava sua opinião sobre o Corinthians quando foi bruscamente interrompido. Fingindo indignação, Milton Neves “acusou” o comentarista de pintar o cabelo.

“Olha como é que tá dr. Osmar. Vira de lado para a gente ver. Está mais castanho. Está acaju. Está parecendo uma égua que eu tenho lá em Guaxupé”, disse um empolgado Milton Neves, arrancando risos de Neto, que participava da conversa por um link, já que ele havia comentado a partida entre Corinthians e Linense.

Dr. Osmar não só rejeitou as “acusações” como quis provar sua “inocência”. “Eu aposto todos os seus milhão contra um centavo meu. O dia que isso acontecer pode me matar. Pintar o cabelo é o começo, e aí depois cada um faz as suas escolhas. Eu já fiz as minhas”, disse o comentarista, que também levou a piada de Milton Neves na brincadeira.

Crédito da foto: Reprodução/Band

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Comentaristas exaltam futebol do Barcelona diante do Santos e Milton Neves fala em estupro
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A goleada sofrida pelo Santos diante do Barcelona na decisão do Mundial de clubes por 4 a 0 levou os comentaristas esportivos a algumas reflexões. Enquanto André Rizek comparou o clube catalão à seleção brasileira da Copa de 70, Milton Neves falou que o confronto foi um estupro. Veja alguns comentários:

André Rizek, no Troca de Passes (SporTV)

O time de 70 também só tinha um volante, o Clodoaldo, e não tinha centroavante. Também tocava muito a bola. Você não precisa de um volante brucutu para marcar nem de um centroavante pra fazer gol. O Brasil de 70 era muito parecido em sua escalação e formação tática com esse time Barcelona.

 

 

Milton Neves, no Terceiro Tempo (Band)
É momento de reflexão do futebol brasileiro. Hoje nós somos coadjuvantes. Aqui no Japão, eu pude ver o campo inteiro. Foi um negócio monstruoso que eles fizeram com o Santos. Foi um estupro, foi isso que aconteceu. Precisava de um filho da putão no meio de campo. Tavam tudo freira nesse time do Santos.

 

 

 

Marcelo Barreto, no Troca de Passes (SporTV)
O titulo não parou a cidade aqui em Barcelona. Neste domingo, a gente não pode usar o chavão que a cidade esta pintada de azul e grená e que a festa não tem hora para acabar. Acho que em mais meia hora acaba sim….

 

 

Paulo César Vasconcelos, no Troca de Passes (SporTV)
O futebol brasileiro perdeu o apreço pela troca de passes. O futebol brasileiro hoje em dia tem dificuldades em dar início, meio e fim a uma jogada. Invariavelmente vem um chutão, uma bola rifada lá para frente.

 


Apresentador Milton Neves terá biografia lançada em 2012
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O apresentador Milton Neves ganhará em 2012 uma biografia assinada pelo jornalista Claudio Tognolli, que recentemente levou ao mercado um livro sobre vida e obra do cantor Lobão (Cinquenta anos a mil).

A estrela da programação de esporte da Rede Bandeirantes divulgou uma foto de um encontro com o autor em seu site oficial.

Tognolli trabalha com a Editora Lazuli e espera levar a biografia de Milton Neves ao mercado em abril do próximo ano, em data que coincide com o centenário do Santos, clube do coração do apresentador, que inclusive faz parte do conselho.

Foto: Mastrangelo Reino/Folha Imagem


Milton Neves manda Neto calar a boca em programa
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Mesmo depois de dizer em uma entrevista que não coloca a mão no fogo pelo colega Milton Neves e pedir desculpas ao vivo no Terceiro Tempo, Neto não para de provocar o apresentador.

Neste domingo, Milton Neves dizia que o diretor da Band, José Emílio Ambrosio, falava com ele pelo ponto eletrônico quando Neto o interrompeu: “É mentira isso aí! O Zé Emílio Ambrosio não está no seu ponto, não!”, exclamou.

Aparentemente perdendo a peciência, Milton Neves retrucou xingando o comentarista. “Cala a boca Neto! Você é um cornão! Você é um bundão, você é um camundongo piolhento!”, disparou o apresentador.

Não foi a única discussão entre os dois no programa. Eles costumam criar polêmicas um com o outro, muitas vezes em tom de brincadeira.

Quando Milton comentava sobre o jogo do Corinthians, Neto cortou o que ele dizia para fazer uma constatação constrangedora: “Você está usando batom, Milton!”

O apresentador desmentiu Neto, ironizando-o: “Nossa, é tanta coisa que a gente tem que aguentar! A gente já ganha pouco e ainda tem que aguentar esse tipo de coisa!”, reclamou Milton.

Inconformado com a afirmação, Neto retrucou. “Você ganha pouco? Você está com quatorze merchan no Terceiro Tempo hoje e ganha pouco? Que mentira!”, exclamou.

Em uma última tentativa de Neto de tocar no assunto, Milton Neves negou que estava usando batom, mas sem ser convincente. “Eu não estou usando batom, pô! É o brilho!”, justificou o apresentador.

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Após críticas ao MMA, Milton Neves ‘encara’ Minotouro
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Foto: Reprodução

Depois da grande repercussão do UFC Rio, na semana passada, o jornalista Milton Neves fez duras críticas ao evento e ao esporte. Através de sua conta no twitter, o apresentador da Band postou, entre outros, que “Chamar essa m… de UFC de esporte é como chamar Saddam Hussein e Muammar Kaddafi de amantes inveterados da bondade e da democracia.”

Mas Milton Neves teve de arcar com as consequências de suas declarações. Ele teve de encarar pessoalmente o lutador Rogério Minotouro, irmão de Rodrigo Minotauro. A “luta” foi exibida neste domingo durante o programa Pânico na TV, organizador do “duelo”, que teve a mediação de personagem Tucano Huck.

O humorista telefonou para Milton e agendou, sem que ele soubesse, o “combate” no escritório do apresentador.

Quando Milton viu que Minotouro estava presente, perguntou ao lutador “você não vai me bater, né?”. Durante “três rounds”, o jornalista teve de responder a várias perguntas de Tucano Huck sobre os comentários postados no twitter.

Diferentemente do que havia escrito no microblog, Milton elogiou o esporte (“O MMA é uma coisa maravilhosa.”) e culpou Mauro Beting pelos posts polêmicos (“Foi o Mauro Beting, ele tem minha senha.”).

“Eu peço desculpas. Eu não sou mais contra. É porque sou polêmico”, desculpou-se o apresentador, que ainda teve de se ajoelhar diante de Minotouro, a pedido do humorista. Não tendo sido o bastante, Milton Neves teve de beijar a bochecha do lutador.

No final, o jornalista fez um convite para que os humoristas do Pânico na TV mudassem para a Band.

O assunto repercutiu no Twitter. A hashtag miltonnevesarregao ficou entre as 5 mais comentadas desta segunda-feira. A maioria ironizou o comportamento do apresentador de TV diante de Minotauro.

“Falou mal do esporte dos caras no twitter e agora disse que foi outro cara que escreveu no lugar dele”, postou Cris Garcia.

“Eu acho que o @miltonneves foi muito infeliz nas suas declarações em relação ao UFC”, Nicolas Freire.

“Se o Milton Neves dar uma cabeçada no Minotouro ele mata!!”, Animalle.


Milton Neves leva apito, pede volta do caixão e chama árbitro de bundão no Jogo Aberto
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Bastou Renata Fan se ausentar para Milton Neves tomar conta do programa Jogo Aberto, da TV Bandeirantes, nesta quinta-feira. O apresentador não poupou esforços para comandar um festival de brincadeiras entre ele e o comentarista Neto. De quebra, ele ainda usou seu lado descontraído para chamar um jogador do Corinthians de “anão”, dizer que um árbitro foi “bundão” e ressuscitar o “apito amigo”, ao comentar um suposto favorecimento da arbitragem ao clube do Parque São Jorge.

Neto e Milton Neves trocaram brincadeiras durante o programa desta quinta-feira. Foto: Reprodução

Para começar, Milton Neves disse que Neto não comentaria nada no programa, já que hoje é o aniversário do Corinthians. O bom humor continuou quando o apresentador “cornetou” o programa. “Tinha que voltar o caixão! O menino lá copiou e a gente não usa mais”, disse, rindo, referindo-se a Tiago Leifert, apresentador do Globo Esporte.

Em seguida, Milton fez uma piadinha com Ramon. O lateral do Corinthians, autor de um dos gols da vitória por 3 a 2 sobre o Grêmio na quarta, não agüentou e caiu na risada: “Como é que pode um anão desses jogar bola?”, bradou o apresentador.

Neto, que vestia uma camisa do Corinthians, mostrou-se irritado (de brincadeirinha, claro). O comentarista tirou um apito que Milton levou e usou para provocar o Corinthians (o tal do “apito amigo”) e o mandou para longe com um chute.

Neto manteve o clima descontraído logo depois: ao oferecer um diploma de torcedor honorário do Bahia a Milton, o ex-jogador não perdeu a chance: “agora você tem um diploma, mesmo sem ter estudado”.

Milton Neves, que também levou um machado de brinquedo para incrementar o lado folclórico, reclamou de Elmo Alves Resende Cunha, árbitro do jogo entre São Paulo e Fluminense. “Ele é um bundão, por isso não expulsou o Rogério Ceni”, disse, referindo-se ao cartão amarelo dado ao goleiro do São Paulo por se queixar no fim do jogo contra o Fluminense.

Na hora do debate, Milton Neves escolheu outra “vítima” para suas provocações: o doutor Osmar. “Queira que você executasse o apito amigo”, pediu, oferecendo o objeto – para ser prontamente ignorado.  O comentarista devolveu: ”Esse senhor tem três profissões. Ele é publicitário, ele é jornalista e anti-corintiano”.

Depois, ao comentar as declarações de Jorge Henrique ao fim da partida contra o Grêmio, Milton elogiou o desabafo do jogador corintiano: “é de quem tem saco roxo”.

Houve até espaço para um momento filosófico do apresentador: “Quanto mais estrume no pé, mais eu cresço”, disse, respondendo às críticas.

Para fechar em “grande estilo”, doutor Osmar se irritou com uma matéria sobre o aniversário do Corinthians, que comemora 101 anos nesta quinta. Nela, alguns dos entrevistados tiraram sarro do clube. “Achei um desrespeito isso aí. É como se eu fosse convidado para um aniversário e chamasse sua mãe de vagabunda”, disparou.


Encontro de gerações e alguns vira-casacas formam a lista de santistas ilustres
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O UOL Esporte Vê TV dá sequência à série sobre os times do coração das personalidades de televisão brasileira apresentando dez fãs do Santos. O passado glorioso com Pelé e companhia e a recente retomada de títulos mesclou torcedores “das antigas” com jovens entusiastas pelo clube alvinegro – além de um ou outro vira-casaca.

Sophia Reis

A filha do cantor Nando Reis representa a “jovem guarda” santista nesta lista de torcedores ilustres. A ex-VJ da MTV e atual apresentadora de A Liga, da Band, pertence a uma família conhecida pela paixão são-paulina, mas anos atrás cometeu uma heresia: se descobriu santista. Contar a novidade no lar doce lar não foi fácil. Papai ficou arrasado e o irmão até deixou escorrer algumas lágrimas de decepção. “Hoje, ele já aceitou e até me apresentou o Robinho. Digo que o São Paulo está no sangue e o Santos no coração”.

Tony Tornado

Quem nesta lista pode dizer que torce para o Santos antes mesmo de Pelé? Tony Tornado pode. Aos 80 anos, o ator e cantor que presenciou o Maracanazzo “in loco” afirma ter visto até mesmo seu Dondinho (o pai de Pelé) atuando pelo Noroeste, de Bauru. Ou seja, ele tem propriedade suficiente para falar do Santos e cravar: o time bicampeão brasileiro de Robinho e Diego era melhor que os campeões da América liderados por Neymar e Ganso. Pelé e sua turma, claro, estão fora da discussão.

Supla

Há santistas que torcem pelo clube por causa da geração de Pelé. Outros pelos títulos recentes com Robinho e Diego ou Neymar e Ganso. Outros porque nasceram na Baixada Santista. Supla – e também seu irmão João Suplicy – foram influenciados pelo “papito”, Eduardo Suplicy. Político que é, o senador foi competente no lobby e hoje a dupla é uma espécie de torcedor-símbolo do clube, compondo inclusive um música em homenagem aos Santos de Robinho, Ganso e Neymar.

Faustão

Fausto Silva é hoje um dos maiores comunicadores da televisão brasileira e desde 1989 comanda o Domingão do Faustão, na rede Globo, mas o que nem todo mundo sabe é que o rechonchudo apresentador dominical trabalhou com esporte no início da carreira. Repórter de campo no rádio nos anos 70, provavelmente é mais um torcedor que se tornou santista por causa do Santos de Pelé e sua turma.

Milton Neves

O filho mais ilustre da cidade mineira de Muzambinho é um santista tão roxo que já se deixou tomar pela emoção durante a semifinal do Brasileirão de 1995: “Canta, Pacaembu. Canta, Pacaembu. Santos, meu amor”, bradou aos microfones da Joven Pan. Há quem diga que o apresentador do Terceiro Tempo, da Band, torce para o Corinthians, outra falam do Bahia e até do Santa Cruz…  trata-se de um engano provocado pelo esforço de Milton Neves em manter um bom relacionamento com times de massa.

Oscar Magrini

O ator que despontou para o sucesso como o malvado Ralf , da novela global O rei do gado, pertence ao grupo de torcedores que nasceu e cresceu torcedor do Santos. Nascido em 1961 na cidade da baixada santista, se formou em educação física na cidade, mas quis o destino que Oscar Magrini se tornasse ator. Nos dias de hoje, entretanto, o principal esporte praticado na vida do artista é a paixão pelo clube alvinegro.

Marcos Frota

Natural de Guaxupé, no estado de Minas Gerais, o ator da Globo costumava viajar mais de 150km ao lado do pai para ver o Santos enfrentar o Comercial, tradicional equipe de Ribeirão Preto. Se o Santos é o time do coração de Marcos Frota, o ator costuma dizer que tem outro clube “adotado”: o Atlético-MG. Isso por conta de uma homenagem que recebeu do outro alvinegro, diante de um Mineirão lotado, por conta de seu projeto com a escola de artes circenses.

Nuno Leal Maia

Poucos nesta lista podem dizer que conhecem tão bem o Santos quanto Nuno Leal Maia. Isso porque o ator, antes de trabalhar no palcos, foi um bom jogador de futebol e chegou inclusive a atuar nas categorias juvenis do seu clube do coração. Lá, atuou ao lado de ninguém menos que Clodoaldo. Antes disso tudo, quando ainda era criança, Nuno Leal Maia era são-paulino, mas logo virou a casaca para seguir os passos do pai, um santista fanático.

Marcelo Tas

A paixão do apresentador do CQC, da Band, pelo Santos começou na infância, quando saía da boa e velha Guaxupé para passar férias na baixada santista. Nessa idas e vindas, acompanhou treinos e jogos do time e se encantou com o futebol de Pelé, Edu, Carlos Alberto Torres, Clodoaldo, etc. Na sua terrinha, acompanhava os jogos do Santos quando a equipe enfrentava o Comercial, tradicional equipe de Ribeirão Preto.

Juliana Silveira

Modelo, atriz e cantora, Juliana Silveira é outra que virou torcedora do clube por respirar os ares santistas. Nascida na cidade, a ex-Angelicat não é muito chegada em futebol – “Para mim é um mistério. Só acompanho mesmo a Copa do Mundo” -, mas acaba de ter um filho com o empresário João Vergara. Levando em conta o empenho da mamãe em torcer, Bento terá total liberdade para escolher seu time do coração.


Milton Neves 60 anos: blog conta histórias de beijo em comentarista e luta inventada
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O blog UOL Esporte Vê TV rende homenagem neste sábado ao apresentador de rádio e televisão Milton Neves. Hoje no grupo Bandeirantes, a estrela da comunicação esportiva nacional completa 60 anos de muitas histórias, polêmicas e notoriedade.

Nascido em 6 de agosto de 1951 no interior de Minas Gerais (na “Grande Muzambinho”, como gosta de dizer), Milton Neves construiu carreira sólida em muitos anos no rádio, antes de migrar para a TV aberta.

Entre outras coisas, o jornalista mineiro fez seu nome através do talento como frasista, dominando técnicas de comunicação com características publicitárias. Não por acaso, também atua neste segmento há um bom tempo. No repertório de frases, provocações e exaltações.

Nos anos 90, criou uma série delas a respeito dos times paulistas, em material que virou mania em formato de adesivos, consagrados com bordões repetidos incansavelmente pela Rádio Jovem Pan, sua casa na época. Ele emplacou sentenças como “Torcer para o São Paulo é uma grande moleza” e “Santos, melhor jamais”.

Um dos êxitos de Milton Neves como comunicador é o perfil de um homem da mídia que não passa indiferente. Muitos os seguem (os “miltistas juramentados”, como diz no rádio) e outros tantos não vão com a sua cara.

Na legião de críticos desponta o argumento de que Milton exagera na inserção de merchandising em sua atuação no rádio e TV, comprometendo a natureza jornalística dos programas.

Sem entrar no mérito da polêmica, o UOL Esporte Vê TV separa abaixo cinco histórias a respeito do aniversariante, algumas delas conhecidas, outras nem tanto. Confira:

INVENTOU LUTA DE BOXE NO RÁDIO

Numa manhã de 1974, como de praxe, o narrador Osmar Santos pediu para Milton Neves um destaque internacional na abertura da transmissão da Jovem Pan. Como o telex havia quebrado, o iniciante jornalista não hesitou e inventou a imaginária luta de boxe entre o chileno Juan Contreras e o argentino Ortiz Peña.

De volta com a palavra, Osmar Santos pediu a opinião do comentarista Claudio Carsughi sobre a luta, que valia o título sul-americano, segundo o relato fantasioso de Neves.

TORCEDOR DE MIL E UM TIMES

O apresentador nunca escondeu sua paixão pelo Santos, que nasceu nos tempos de Pelé quando ainda escutava futebol por rádio em Muzambinho. Hoje em dia, até concilia a atuação na mídia com o cargo de conselheiro do clube do litoral.

No rádio, um incidente clássico envolvendo sua veia santista aconteceu em 1995, na semifinal do Brasileiro, quando o Santos de Cabralzinho decidiu não descer para os vestiários no intervalo para tentar pegar a energia da torcida, na missão de virada no placar contra o Fluminense. Neste instante, presente no estádio, um Milton Neves contagiado gritou pelos microfones da Jovem Pan: “Canta, Pacaembu. Canta, Pacaembu. Santos, meu amor”. O time da Vila acabaria conseguindo a vaga na decisão.

Mas de uns tempos pra cá Milton tem adotado a estratégia de bajular outros clubes, lotando a lapela de seu paletó na TV. O apresentador passou a defender o Atlético-MG e acabou homenageado pela torcida do Galo no Mineirão (foto ao lado). Mais recentemente, virou “torcedor adotado” de Bahia e Santa Cruz, arrastando torcidas de massa para sua legião de fãs e comprando antipatia de outras tantas.

DISCUSSÃO AO VIVO NO MESA REDONDA

Essa talvez os torcedores paulistas conheçam melhor. Citado pelo apresentador Roberto Avallone, então comandante do histórico Mesa Redonda da TV Gazeta, Milton Neves surpreendeu e apareceu nos estúdios para bater boca com o colega de profissão. Durante 40 minutos, os jornalistas trocaram ofensas ao vivo e levantaram a audiência da atração das noites de domingo.

Milton Neves falou ao vivo o número de telefone de um dirigente do Palmeiras, pedindo a intervenção do mesmo na polêmica. O “intruso” ainda disse: “Existe um homossexual nesta mesa”. Avallone, por sua vez, cansou de chamar o antagonista de “inculto” e por algum motivo propagou o bordão da Revolução Francesa: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.

A briga se tornou folclórica na imprensa paulista, mas ambos se reconciliaram anos mais tarde. Avallone compareceu como convidado ao programa de Milton Neves, então na TV Record.

BEIJO EM COMENTARISTA

Recentemente, um incidente no estádio do Pacaembu aumentou o folclore em torno de Milton Neves. Empolgado com um gol do seu Santos na decisão da Libertadores contra o Peñarol, a estrela do grupo Bandeirantes agarrou o comentarista Mauro Beting e lhe tascou um beijaço na bochecha (foto ao lado). A cena foi registrada pela equipe do apresentador e propagada através da internet.

INDICOU FELIPÃO PARA SELEÇÃO

Milton Neves conta que em 2001, durante um domingo na rádio, recebeu um telefone do presidente da CBF Ricardo Teixeira. De acordo com o relato do jornalista, o dirigente disse que estava ouvindo sete pessoas com opinião de respeito nacionalmente para decidir sobre o futuro técnico da seleção brasileira.

Na altura daquele telefonema, a disputa estava empatada por 3 a 3 entre Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari. Isso significava que Milton Neves teria o “voto de minerva”. O comunicador então optou por Felipão, que acabou escolhido na CBF e, um ano depois, campeão da Copa do Mundo.

Créditos

Foto 1: Mastrangelo Reino/Folha Imagem

Foto 2: Atlético-MG/Divulgação

Foto 3: Reprodução