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Ex-bandeirinha se empolga e diz ser “pegadora” no CQC
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Ana Paula Oliveira roubou a cena durante o lançamento do livro de Milton Neves, que aconteceu na última semana, em São Paulo.  A ex-bandeirinha afirmou ser uma boa “pegadora” durante uma brincadeira com o repórter Felipe Andreoli, do CQC, que foi ao ar nesta segunda-feira.

Tudo aconteceu quando o jornalista pediu para a ex-bandeirinha imitar Milton Neves e fazer uma propaganda de um pegador de macarrão. Em seguida, Andreoli perguntou se Ana Paula era uma boa pegadora. A moça pensou durante bons segundos e soltou um categórico: “olha, eu sou”.

Bem humorada, Ana Paula aumentou o tom da brincadeira e começou a apertar o braço do repórter, descendo a mão pelas costas e dizendo: “E aqui, pega melhor?”, deixando Andreoli um pouco sem graça.

Além da ex-bandeirinha, outras personalidades que possuem envolvimento com o esporte, como o jornalista Mauro Beting, também marcaram presença no evento.


Repórter que cravou Love no Corinthians relembra provocação de Milton Neves
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“Vágner Love chegará ao Parque São Jorge de helicóptero na segunda-feira. Está tudo fechado”. Com esta e tantas outras frases, Eduardo Savóia virou centro da mídia esportiva na metade dos anos 2000 e estourou os índices de audiência do Debate Bola, extinto programa da Record. Como o tempo já mostrou, o atacante não chegou ao Corinthians naquela segunda-feira e muito menos em qualquer outra, mas o jornalista ficou marcado como protagonista de uma das novelas mais bizarras do futebol brasileiro.

O ano era 2005 e o programa comandado por Milton Neves era um gigante da televisão aberta. Companheiro de nomes como Paulo Morsa, Renata Fan e Osmar de Oliveira, Savóia se destacava pelo caderninho que continha informações sobre contratações e polêmicas do esporte. Em uma de suas “previsões”, o comentarista cravou que Love já havia acertado com o alvinegro paulista e deveria se apresentar em breve no clube, o que não aconteceu.

Hoje, aos 60 anos de idade, o paulistano lembra com ótimo humor a situação e brinca com a repercussão da novela. No entanto, ele faz questão em dizer que a contratação estava fechada e que não houve erro de informação. O problema foi o atleta ter vestido a camisa de outro time antes de acertar a situação com os russos do CSKA.

“O Love estava contratado pelo Corinthians. Ele estava contratado. O Andrés Sanches confirmou, o assessor me confirmou, ele me confirmou. Aí assessor de imprensa dele, que nem está mais no meio, cometeu a besteira de marcar uma coletiva do Love e um torcedor levou a camisa do Corinthians para ele vestir. O negócio estava fechado, mas não estava assinado. Aí os caras do CSKA romperam. O problema foi ele vestir a camisa do Corinthians. O CSKA não queria se desfazer dele, eles iam ajudar o Love a voltar ao Brasil. Aí você o vê vestindo outra camisa?”, afirma Savóia em entrevista ao UOL Esporte.

“Os russos colocaram uma metralhadora na mesa e perguntaram se ele ia sair. O Love é muito meu amigo. Perguntei a ele sobre isso. Ele não desmentiu e nem confirmou, apenas abriu um sorriso”, comenta.

Fato é que o caso se estendeu durante semanas e, todos os dias na hora do almoço, o comentarista falava sobre a contratação bombástica do Corinthians.

“O Milton queria polêmica. ‘Quando chega o Love? Quando chega o Love?’, ele dizia. Eles não queriam saber do jogador, queriam me encher o saco. Eu sabia que já era. Quando ele botou a camisa e a imagem chegou na Rússia, já era. A novela era mais o Milton me enchendo o saco, um jeito dele de aumentar a audiência. Ele disse: ‘você vai ter que segurar essa bucha”. Até hoje um ou outro me enche o saco e pergunta, mas a história ficou para trás’, lembra.

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Mas nem sempre a carreira de Savóia foi marcada pelo personagem do caderninho ou pelas brincadeiras do amigo Milton Neves. Repórter desde a década de 70, o jornalista coleciona passagens por grandes veículos, como Jornal da Tarde, Jovem Pan, Bandeirantes e até mesmo a Rede Globo, onde foi substituído por Mauro Naves. Dono de grandes furos de reportagem, o hoje comentarista venceu prêmios, além de comentar eventos como Copa do Mundo e Olimpíada.

A situação só mudou em 1994, com o nascimento de Luca. Cansado de tantas viagens pela televisão, Savóia diminuiu o ritmo para ter a oportunidade de ver o filho crescer. Assim, ele retornou ao Jornal da Tarde e permaneceu até surgir o convite de Milton Neves e Eduardo Zebini para se juntar ao time da Record, onde criou o personagem do caderninho.

“O caderninho foi uma coisa de jornal. Todo repórter tem um bloquinho de anotações. Eu anotava algumas coisas e pensei: ‘vou levar o caderninho para a TV’. Depois veio o celular. Eu atendia o telefone ao vivo, falava baixinho, e a informação chegava no momento.  Lembro que o Mauro Beting usava o notebook e eu fiz a marca do caderninho.”

Após o fim do programa, em 2008, Savóia viu sua participação na TV diminuir cada vez mais e até recebeu convites de outras emissoras. No entanto, ele afirma ter um estilo “Muricy Ramalho” e pretende permanecer na Record, mesmo com saudade de estar diariamente com o “time dos sonhos” do esporte.

“A Record não tem tanto esporte, mas comentei a Olimpíada junto com o Romário. Hoje eu estou lá graças ao Douglas Tavolaro e ao Grego. Eu sinto falta do contato diário com o programa, todo dia estar lá no mesmo horário. Tinha o lado sério, mas tinha o lado artístico. O Debate Bola foi legal porque tinha o Milton, que tinha o dom de provocar. A Renata Fan, que estava começando, sempre muito interessada, estudiosa. Tinha o Morsa. Eu que trazia a informação do dia, o Godói falava da arbitragem e o Doutor Osmar. Foi o melhor time de todos os tempos”, crava.

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Dilema de filho jogador

Mesmo que largue a carreira hoje, Savóia ainda terá que conviver com o futebol durante um longo tempo. Isso porque seu filho, Luca, começa a dar os primeiros passos rumo ao futebol profissional. Recém-contratado pelo Osasco para a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior do próximo ano, o garoto de 19 anos teve passagens pelo Corinthians e pelo Palmeiras, mas curiosamente sofreu “limitações” por conta dos comentários e do relacionamento do pai com o clube do Parque São Jorge.

“Resolvemos sair do Palmeiras porque o negócio era muito complicado. Sou um formador de opinião, correto, e não vou fazer média porque meu filho joga no Palmeiras, assim como quando ele jogou no Corinthians. Os caras me veem como pai/jornalista, eu não me meto na vida do meu filho. Tem muita gente que eu devo ter criticado no passado e que hoje está no poder. O técnico dele disse que ele tinha restrições lá dentro”, afirma.

Apesar do discurso “imparcial” sobre a carreira de Luca, Savóia deixa escapar uma ponta de orgulho pelos passos do jovem e lamenta o fato de o filho ter perdido a chance de acertar com a Juventus, da Itália.

“O meu grande desafio foi fazer dele um grande homem. Se ele tem essa certeza, não sou eu quem vai dizer não. Desde que ele cumpra as obrigações dele, sempre vai ter meu apoio. Ele tem capacidade. Ele teve a chance de ir para a Juventus quando jogava no B do Palmeiras. Tinha uns caras da Juventus e eles queriam o levar embora no dia seguinte, mas não tinha o passaporte. Agora tenho, mas já perdemos a barca”, completa.

Patrick Mesquita
Do UOL, em São Paulo


Milton Neves defende ‘merchan’ na TV e explica: é a tese da galinha
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O apresentador Milton Neves foi o entrevistado da quarta-feira no programa Agora É Tarde, do humorista Danilo Gentili. E, como era de se esperar, teve de ouvir muitas piadas com uma das suas características mais marcantes: os ‘merchans’. As propagandas feitas em seus programas acabaram roubando os holofotes em muitas ocasiões, e ele defendeu e explicou o que pensa do tema.

E o veterano de Muzambinho usa uma teoria curiosa para exaltar a venda de produtos na televisão e no rádio: é a tese da galinha.

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“’A propaganda é a alma do négocio’ é uma coisa velha. Eu adotei a tese da galinha. A galinha dominou o mercado do mundo porque ela bota (ovo) e grita e berra. Ela avisa. Todo mundo compra o ovo dela porque ela faz propaganda do trabalho dela”, explica ele.

“A tartaruga bota, ninguém compra. A pata bota, fica quieta. O avestruz bota um ovão daquele tamanho, fica com o rabo ardendo, desce lágrima e ninguém compra. Por isso eu anuncio mesmo! E programa meu não dá prejuízo, na rádio e na TV”, completou ele.

Milton contou causos de sua infância, voltou a dizer que quer abandonar os microfones em 2016 e fez elogios ao colega Neto. “Eu brigo tanto com o Neto porque o povo gosta”, afirmou o apresentador.

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Jornalistas relembram pegadinhas ao vivo com nomes de duplo sentido
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Bruno Thadeu
Do UOL, em São Paulo

Narradores, comentaristas e apresentadores de programas esportivos tentam se proteger contra mensagens capciosas enviadas pelo público. Muitos jornalistas já caíram na “pegadinha” e leram no ar nomes com duplo sentido. Paulo Soares, o Amigão, da ESPN Brasil, Milton Neves, da Band, e Luís Roberto, da TV Globo, pertencem à lista dos que cometeram gafes do gênero.

O apresentador Milton Neves diz ter caído mais de 10 vezes em pegadinhas de duplo sentido. A mais recente aconteceu quando Milton analisou o jogador japonês Kudo.


 

“Na época de Copa das Confederações, eu estava comentando sobre um jogador chamado Kudo, do Japão. Um ouvinte, bem espertinho, me perguntou sobre o Endo, que havia ficado fora da competição. Eu nem percebi quando ele perguntou se eu também considerava a dupla Kudo/Endo melhor que Pelé e Coutinho. Na hora achei que a zoeira estava em comparar o Kudo e Endo com Pelé e Coutinho. Só depois eu percebi que a ideia era fazer graça com a junção dos nomes”, disse Milton Neves.

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“Está muito manjado Paula Tejando, Tomás Turbando. Essas aí eu não caio mais”, completou.

Companheiro de programa na rádio Bandeirantes, Mauro Beting ironiza Milton e relembra outra passagem no qual ocorreu a cacofonia.

“O Milton Neves é o campeão mundial em cair nessas pegadinhas. Eu alertei ele quando chegou a pergunta do Oscar Alho, mas mesmo assim ele não notou a pegadinha. Ele achou que a pegadinha era o ‘sobrenome’ Alho, perguntando se a mensagem não seria do ‘Oscar Cebola’ ou do ‘Oscar Cenoura’. Ele já mandou abraço para ouvinte de ‘Cudomundópolis’”, relembra Mauro Beting.

Sobrenome japonês é um perigo, alerta Beting. “Já caiu email da Paula Noku. Mas esse percebemos antes de ir ao ar”.

“Tinha um jogador do Corinthians nos anos 90 que se chamava Embu. O narrador, sem perceber, lançou durante o jogo um ‘Embu centrou na área’. Percebi na hora e avisei, mas já era tarde. Combinamos ali mesmo na cabine que ‘Embu’ não combinava com ‘centrou’. Ficamos rindo depois”, completou Mauro Beting.

Na época de Copa das Confederações, eu analisei um jogador chamado Kudo, do Japão. Um ouvinte, bem espertinho, me perguntou sobre o Endo, que havia ficado fora da competição. Eu nem percebi quando ele perguntou se eu considerava a dupla Kudo/Endo melhor que Pelé e Coutinho

Milton Neves, reconhecendo ter caído em pegadinha feita por ouvinte

Responsável pelos e-mails dos programas esportivos da TV Gazeta, Michelle Giannella admite ter caído em pegadinhas e entende que programas ao vivo e com grande volume de perguntas costumam facilitam a chegada desses e-mails ao ar. Ela afirma ter desenvolvido uma tática para evitar gafes.

“Antes de ler a pergunta, eu falo em voz alta o nome e sobrenome da pessoa. Assim evita uma cacofonia. Eu já caí nessas pegadinhas. Estou mais esperta. Eu evito ler e-mail de qualquer Paula”, sorriu Michelle.

Apresentador do “Redação Sportv” e observador dos emails do programa, André Rizek diz não haver filtragem das mensagens e que nunca caiu nessas pegadinhas.

“O programa recebe muitos emails, mas nunca vi ou li algum desses nomes. Vou te falar que as mensagens mais ajudam do que prejudicam. Foi de uma ideia de internauta que criamos o prêmio Alberto Roberto (à melhor simulação de atleta)”.

Transmissão da Globo cortou sobrenome de internautas, evitando duplo sentido. Em 2008, caractereres apresentaram ‘telespectadora’ Paula Tejando em jogo de futsal exibido pela emissora

Crédito da foto: Reprodução TV Globo

Globo corta sobrenome para evitar gafes

Os nomes de duplo sentidos são mal vistos na Rede Globo. Tanto que para se prevenir a emissora cortou sobrenomes dos internautas nas transmissões dos jogos de futebol. Apenas o primeiro nome é exibido nos caracteres nas perguntas dos internautas.

Desta forma, a emissora carioca evita gafe como a ocorrida em 2008, quando o narrador Luis Roberto leu uma pergunta da “telespectadora” Paula Tejando em transmissão do futsal.

O veto de sobrenomes nas transmissões de jogos da Globo, além de cortar novas “Paulas Tejando”, também evita que pessoas principalmente de cidades pequenas usem os espaços nas transmissões para se promover.

Candidatos a cargos políticos bombardeavam a caixa de mensagem da emissora com perguntas apenas para terem seu nome e sobrenome exibidos durante os jogos. A aparição nos caracteres gerava promoção gratuita.


Milton Neves aconselha diretoria do São Paulo: “Vendam o Lucas antes que ele vire um Lulinha”
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Crédito da imagem: Julia Chequer/Folhapress

Milton Neves começou o programa Terceiro Tempo, da Band, aconselhando a diretoria do São Paulo a vender o meia-atacante Lucas. O apresentador, apesar de feliz com a vitória do Santos na semifinal do Campeonato Paulista, também não poupou o árbitro Paulo Cesar de Oliveira e pediu a aposentadoria do oficial.

“Um recado para a diretoria do São Paulo: vende o Lucas logo! Real Madrid quer ele, vende logo, não ouve essas pessoas que ficam falando que Lucar é Neymar porque não é. Vende ele logo porque senão Lucas vai virar Lulinha”, apontou ele. Neto, mais uma vez, discordou do apresentador e aproveitou para criticar o ex-jogador e comentarista da TV Globo, Caio Ribeiro. ”Claro que não! Você não entende nada de futebol! Sabe quem entende de futebol? O Casagrande. Ele sim sabe de futebol. E você, Caio, não sabe nada também”, acusou Neto.

Outra vítima das cornetadas de Mílton Neves foi o árbitro da partida. “Piris tinha que ser expulso, o menino Rodrigo Caio também. Teve um gol mal anulado do Santos e o gol do São Paulo estava impedido. Paulo César, tá na hora de se aposentar! Tá na hora de parar Paulo Cesar!”, exclamou Neves.

O ex-jogador e comentarista Neto ficou do lado de Paulo César. “Isso não é a opinião do Terceiro Tempo! Isso é a sua opinião! Eu não acho isso. Eu acho que o Paulo Cesar foi muito bem hoje. Por que só você pode dar a opinião?”, questionou.


Neto ironiza contratação de Roberto Justus pelo São Paulo: “Quem é ele?”
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Foto: Reprodução de TV

A contratação do empresário Roberto Justus para atuar no departamento de marketing do São Paulo gerou discordâncias no “Jogo Aberto”, da Band. Na edição desta quarta-feira do programa, O comentarista Neto reprovou o “novo reforço” são-paulino.

“Quem é Roberto Justus? Tá de brincadeira comigo! Quem é mais importante? Palhinha, Careca, Raí ou Roberto Justus?”, ironizou o ex-jogador.

Osmar de Oliveira e Ulisses Costa fizeram ressalvas, mas aprovaram a contratação: “O presidente deve ter seus motivos. Ele é um empresário competente, mas tem que ver se isso não vai causar uma desagregação política. E ele já começa com um grande desafio, que é vender a camisa do São Paulo, que ainda continua sem patrocínio”, disse Osmar.

Neto ainda reelembrou a briga judicial envolvendo Justus e o companheiro de Bandeirantes, Milton Neves. O apresentador pede indenização porque deixou a Record em 2008, a convite de Justus, para fazer com ele o programa Terceiro Tempo, na Band. O programa, no entanto, foi abortado.

“O Milton Neves adora ele. Parceiraço”, disse Neto, que ainda ironizou a carência de centroavantes na equipe tricolor, com a lesão de Luís Fabiano e a suspensão de Willian José: “Bota o Roberto Justus de centroavante!”, brincou.

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Milton Neves “acusa” Dr. Osmar de pintar o cabelo de acaju
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Logo após o fim da rodada dominical, no auge dos debates no programa Terceiro Tempo, na Band, o dr. Osmar de Oliveira dava sua opinião sobre o Corinthians quando foi bruscamente interrompido. Fingindo indignação, Milton Neves “acusou” o comentarista de pintar o cabelo.

“Olha como é que tá dr. Osmar. Vira de lado para a gente ver. Está mais castanho. Está acaju. Está parecendo uma égua que eu tenho lá em Guaxupé”, disse um empolgado Milton Neves, arrancando risos de Neto, que participava da conversa por um link, já que ele havia comentado a partida entre Corinthians e Linense.

Dr. Osmar não só rejeitou as “acusações” como quis provar sua “inocência”. “Eu aposto todos os seus milhão contra um centavo meu. O dia que isso acontecer pode me matar. Pintar o cabelo é o começo, e aí depois cada um faz as suas escolhas. Eu já fiz as minhas”, disse o comentarista, que também levou a piada de Milton Neves na brincadeira.

Crédito da foto: Reprodução/Band

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Comentaristas exaltam futebol do Barcelona diante do Santos e Milton Neves fala em estupro
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A goleada sofrida pelo Santos diante do Barcelona na decisão do Mundial de clubes por 4 a 0 levou os comentaristas esportivos a algumas reflexões. Enquanto André Rizek comparou o clube catalão à seleção brasileira da Copa de 70, Milton Neves falou que o confronto foi um estupro. Veja alguns comentários:

André Rizek, no Troca de Passes (SporTV)

O time de 70 também só tinha um volante, o Clodoaldo, e não tinha centroavante. Também tocava muito a bola. Você não precisa de um volante brucutu para marcar nem de um centroavante pra fazer gol. O Brasil de 70 era muito parecido em sua escalação e formação tática com esse time Barcelona.

 

 

Milton Neves, no Terceiro Tempo (Band)
É momento de reflexão do futebol brasileiro. Hoje nós somos coadjuvantes. Aqui no Japão, eu pude ver o campo inteiro. Foi um negócio monstruoso que eles fizeram com o Santos. Foi um estupro, foi isso que aconteceu. Precisava de um filho da putão no meio de campo. Tavam tudo freira nesse time do Santos.

 

 

 

Marcelo Barreto, no Troca de Passes (SporTV)
O titulo não parou a cidade aqui em Barcelona. Neste domingo, a gente não pode usar o chavão que a cidade esta pintada de azul e grená e que a festa não tem hora para acabar. Acho que em mais meia hora acaba sim….

 

 

Paulo César Vasconcelos, no Troca de Passes (SporTV)
O futebol brasileiro perdeu o apreço pela troca de passes. O futebol brasileiro hoje em dia tem dificuldades em dar início, meio e fim a uma jogada. Invariavelmente vem um chutão, uma bola rifada lá para frente.

 


Apresentador Milton Neves terá biografia lançada em 2012
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O apresentador Milton Neves ganhará em 2012 uma biografia assinada pelo jornalista Claudio Tognolli, que recentemente levou ao mercado um livro sobre vida e obra do cantor Lobão (Cinquenta anos a mil).

A estrela da programação de esporte da Rede Bandeirantes divulgou uma foto de um encontro com o autor em seu site oficial.

Tognolli trabalha com a Editora Lazuli e espera levar a biografia de Milton Neves ao mercado em abril do próximo ano, em data que coincide com o centenário do Santos, clube do coração do apresentador, que inclusive faz parte do conselho.

Foto: Mastrangelo Reino/Folha Imagem


Milton Neves manda Neto calar a boca em programa
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Mesmo depois de dizer em uma entrevista que não coloca a mão no fogo pelo colega Milton Neves e pedir desculpas ao vivo no Terceiro Tempo, Neto não para de provocar o apresentador.

Neste domingo, Milton Neves dizia que o diretor da Band, José Emílio Ambrosio, falava com ele pelo ponto eletrônico quando Neto o interrompeu: “É mentira isso aí! O Zé Emílio Ambrosio não está no seu ponto, não!”, exclamou.

Aparentemente perdendo a peciência, Milton Neves retrucou xingando o comentarista. “Cala a boca Neto! Você é um cornão! Você é um bundão, você é um camundongo piolhento!”, disparou o apresentador.

Não foi a única discussão entre os dois no programa. Eles costumam criar polêmicas um com o outro, muitas vezes em tom de brincadeira.

Quando Milton comentava sobre o jogo do Corinthians, Neto cortou o que ele dizia para fazer uma constatação constrangedora: “Você está usando batom, Milton!”

O apresentador desmentiu Neto, ironizando-o: “Nossa, é tanta coisa que a gente tem que aguentar! A gente já ganha pouco e ainda tem que aguentar esse tipo de coisa!”, reclamou Milton.

Inconformado com a afirmação, Neto retrucou. “Você ganha pouco? Você está com quatorze merchan no Terceiro Tempo hoje e ganha pouco? Que mentira!”, exclamou.

Em uma última tentativa de Neto de tocar no assunto, Milton Neves negou que estava usando batom, mas sem ser convincente. “Eu não estou usando batom, pô! É o brilho!”, justificou o apresentador.

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