Galvão brinca sobre passagem de Júnior como técnico do Corinthians por dez dias: “recorde mundial”
UOL Esporte

Crédito: Reprodução/Sportv
A polêmica passagem do atual comentarista do SporTV, Junior, como técnico do Corinthians em 2003 foi alvo de brincadeira de Galvão Bueno durante o programa Bem, Amigos. O apresentador brincou sobre o curto período que o ex-treinador comandou o time do Parque São Jorge: dez dias.
“No dia em que o Júnior bateu o recorde mundial de permanência como técnico de um clube de futebol”, soltou Galvão, que arrancou risadas de todos os presentes no programa, inclusive Junior, ainda que de forma acanhada.
Júnior ficou por apenas dez dias no cargo de treinador do Corinthians. Ele pediu demissão após a derrota por 3 a 0 no clássico contra o São Paulo, com direito a gol de calcanhar de Fábio Simplício.
Júnior comandou o Corinthians por dois jogos – o time havia perdido para o São Caetano também por 3 a 0.

Se, no jogo de ida, 

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Na segunda etapa, Cléber voltou a encher a bola de Cássio em chute de Durval e cabeçada de Borges. O ápice foi em uma finalização de Juan, aos 35min. “Sen-sa-ci-o-nal, Cás-sio! Um espetáculo de defesa!”, afirmou, lembrando a época em que o goleiro corintiano era Felipe, hoje no Flamengo. Ou melhor, “Fe-li-pe”, como o narrador gosta de falar, sílaba a sílaba.


A voz de Galvão começou a falhar no decorrer do segundo tempo, e o narrador terminou completamente rouco. Mesmo assim, deu tempo para mais elogios ao time após a goleada. “Um ótimo resultado para a seleção brasileira, uma grande apresentação, com alguns jogadores surgindo e, o mais importante, ganhando espaço”, disse. “3 a 1 sobre a Dinamarca, 4 a 1 sobre o Méximo. Vamos combinar uma coisa? Que venha o México”, completou, anunciando o jogo deste domingo, a partir das 16h (de Brasília).
No Central da Copa, a versão “Show do Intervalo” para os jogos da seleção, Alex Escobar perguntou se o Brasil encontrou o novo camisa 10. “Não sei se achamos o camisa 10, essa camisa é meio complicada, né? Foi de Pelé, Rivellino, Zico… É complicado. Mas achamos um jogador moderno, que pode funcionar muito bem na seleção”, disse Galvão.
A primeira gafe surgiu nos instantes iniciais da transmissão. Com o Hino Nacional ao fundo, Galvão falou rapidinho. “Vamos ouvir o restante do Hino Nacional”, disse. As legendas, na tela, não estava sincronizadas com o som ambiente e foram retiradas rapidamente. Estranho também foi ver, quando o hino dos EUA era cantado, legendas em português, em uma espécie de tradução simultânea meio sem sentido. 








