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8 tuítes mostram que Caio Ribeiro vibra, corneta e até xinga como torcedor
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Geralmente ponderado em seus comentários nas transmissões da Rede Globo, Caio Ribeiro também tem seu lado torcedor. Assim como você, ele também vibra, sofre, corneta e até mesmo xinga – mesmo com um ‘xingamento’ bem ao seu estilo. Tudo isso pelo Napoli, atual líder do Campeonato Italiano e clube do qual o ex-jogador já admitiu ser fã em vários momentos.

Reunimos oito tuites que mostram o estilo de Caio como torcedor. Confira:

Como todo torcedor, nem após vitória Caio larga a ‘corneta’. Sobrou para Rafa Benitez, técnico napolitano na temporada anterior:

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Nervosismo antes de jogo importante? Também tem!

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Após sofrer durante 90 minutos, hora de comemorar a vitória:

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Como diria o colega Galvão Bueno, haaaaja coração:

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Contestou a grandeza do Napoli? Caio não deixa quieto:

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Título só do primeiro turno? Sim, mas Caio comemora muito:

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E sem esquecer de dar uma moral para o técnico:

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Forza Napoli Sempre! Na alegria e na tristeza. E Caio jogando junto:

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R. Oliveira e Prass trocam elogios e cutucadas em ‘ping-pong’ na TV
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(Reprodução/TV Globo)

(Reprodução/TV Globo)

Em ‘ping-pong’ promovido pelo Globo Esporte de São Paulo, os rivais Ricardo Oliveira, camisa 9 do Santos, e Fernando Prass, goleiro do Palmeiras, falaram sobre os finalistas da Copa do Brasil, que se enfrentam nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, pela primeira partida da decisão.

Em uma das respostas, Prass apontou os pontos fortes que ele vê no Peixe: “uma transição principalmente defesa-ataque muito rápida, usando as diagonais”. Já Ricardo Oliveira, quando questionado sobre o ponto forte do Verdão, disse: “não conheço.”

“A gente pode não ser o melhor grupo do Brasil, mas tem um elenco muito homogêneo e isso instiga competitividade. Então essa competitividade dentro do grupo é dos nossos pontos fortes”, argumentou Prass.

A maior cutucada do goleiro palmeirense veio quando questionado sobre qual jogador do adversário gostaria no seu time: “Nenhum”, respondeu. Ricardo Oliveira, por sua vez, citou Zé Roberto, atual atleta alviverde e que já passou pelo time da Vila Belmiro.

Convocados a falarem um sobre o outro, o centroavante chamou Fernando Prass de “um grande goleiro e uma grande pessoa”. Prass definiu o santista como “oportunista.”

Somente Fernando Prass arriscou placares para as finais: “1 a 0 e 1 a 0 [para o Palmeiras] tá bom, sem sofrer gol.”

Thiago Maia decidirá o jogo, segundo resposta de Oliveira na brincadeira da atração esportiva, enquanto Amaral e Arouca são os cotados de Prass para destaque no duelo da Copa do Brasil.


Em semana atípica, futebol dá à Globo sua melhor audiência em três dias
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Com um jogo importante da seleção brasileira na terça-feira (17), a possibilidade de o Corinthians ser campeão brasileiro na quinta (19) e receber o troféu no domingo (22), a Globo festejou uma semana de bons números de audiência. Nos três dias citados, o futebol representou a melhor audiência da emissora em São Paulo.

Válida pelas Eliminatórias, a partida da seleção contra o Peru rendeu 27,3 pontos de média em São Paulo (cada ponto equivale a 67 mil residências), um aumento de 8 pontos no horário em relação ao Ibope médio nas quatro terças-feiras anteriores.

O interesse pelo Corinthians não foi tão grande quanto pela seleção, mas ainda assim rendeu bons números. A partida contra o Vasco, que assegurou o título, teve média de 24,1 pontos. Já a goleada deste domingo, contra o São Paulo, assegurou a liderança à Globo com 22,2 pontos.

Esta foi a segunda maior audiência do ano no Brasileirão aos domingos (a mais alta foi 23 pontos, em Palmeiras e Corinthians, no dia 6/09).

Mauricio Stycer

Crítico do UOL


Jogo adiado faz Galvão anunciar reprise de filme de ação
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Com o cancelamento do jogo entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo em virtude da chuva que caiu sob Buenos Aires nesta quinta-feira (12), a Globo precisou encontrar uma solução emergencial para ocupar o espaço na grade de programação que ficaria vago.

Após anunciar a mudança do jogo para esta sexta-feira (13), às 22h, horário de Brasília, Galvão Bueno anunciou que o filme de ação “Busca Implacável 2″, protagonizado por Liam Neeson, seria exibido após a novela “A Regra do Jogo” e que a transmissão da partida amanhã será realizada normalmente.

Com a mudança, os programas “Globo Repórter” e “Lista Negra” não deverão ser exibidos nesta sexta.


Globo promete 6 lutas do UFC, sem atraso. O problema são as ‘altas horas’
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O UFC realiza sua próxima edição neste sábado, em São Paulo, e a noitada terá uma longa transmissão da Rede Globo. O canal promete transmitir todo o card principal que vai rolar no ginásio do Ibirapuera, incluindo o terceiro combate entre Vitor Belfort e Dan Henderson, principal atração do evento.

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Apesar da comodidade da TV aberta e de desta vez ser ao vivo – os atrasos só acontecem quando a emissora transmite eventos realizados no exterior – os telespectadores terão de fazer uma forcinha para acompanhar a programação, já que ela vai até altas horas…

O card principal está programado para a 1h da madrugada de sábado para domingo – a transmissão começa após o Altas Horas – e terá seis combates. A previsão é de que a última luta acabe por volta das 4h. Cleber Machado e Júnior Cigano serão a dupla em ação nos microfones.

O horário avançado é culpa do horário de verão e de o UFC seguir um padrão da TV norte-americana para realizar seus eventos. Lá nos EUA, a transmissão será feita pela Fox Sports 1.

De acordo com a programação passada pela Globo, os seis combates que serão transmitidos serão:

– Meio-pesado: Fabio Maldonado x Corey Anderson
– Leve: Gilbert Durinho x Rashid Magomedov
– Leve: Alex Cowboy Oliveira x Piotr Hallmann
– Galo: Thomas Almeida x Anthony Birchak
– Meio-pesado: Glover Teixeira x Patrick Cummins
– Médio: Vitor Belfort x Dan Henderson

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo

Tags : globo


Joanna Maranhão diz sentir pena de treinador que a abusou sexualmente aos 9
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Em gravação para o Altas Horas que será levado ao ar neste sábado, a nadadora Joanna Maranhão declarou ter hoje um sentimento muito mais de pena que de raiva do treinador que a abusou sexualmente na infância. Quer distância dele. “Se eu falar que o perdoei, vou mentir, mas cheguei ao ponto de sentir pena e compreender que não quero ter mais nenhum contato com ele”, afirmou, segundo o site do programa da Globo.

O abuso ocorreu quando Joanna tinha apenas 9 anos de idade e, segundo ela, na época não conseguiu contar para a mãe o que havia ocorrido. “Senti uma vergonha e um nojo muito grande de mim. Eu não conseguia verbalizar e dizer que ele havia colocado a mão dentro do meu maiô, então dizia que achava que ele tinha tentado me dar um beijo”, recordou.

“Com meu primeiro namorado, só fui ter a minha primeira relação depois de dois anos e não foi uma coisa muito prazerosa para mim”, compartilhou sobre o quanto aquele trauma de infância a afetou.


Dança dos Famosos rende dores inéditas em músculos nunca usados por Maurren
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Maurren ganhou a melhor nota já na sua estreia no quadro – Ellen Soares/Globo/Divulgação

Às vésperas de encerrar sua carreira no atletismo, Maurren Maggi já viveu tudo o que o esporte pode proporcionar. Principalmente a exaustão da rotina pesada de treinos exigidos para uma campeã olímpica, como ela. Assim, vê-la em ação na Dança dos Famosos, do “Domingão do Faustão” parece moleza. Segundo ela, não é a realidade. A paulista, que surpreendeu com uma estreia muito elogiada pelo seu “suingue”, conta que está vivendo semanas tão duras quanto as que suportava antes, a ponto de descobrir músculos e dores inéditos.

Em entrevista ao blog, Maurren contou seus planos para a aposentadoria (leia abaixo) e explicou que a presença no programa a fez se dedicar completamente à dança, deixando o atletismo de lado, por enquanto. A saltadora, que se considera tímida, faz mais o estilo roqueiro e diz que não dançava com um par desde que aprendeu os passos do forró com seu avô, cego e hoje já falecido.

Foto: João Cotta/Divulgação/Globo

“Eu tenho zero prática. A última vez que tinha dançado com alguém tinha sido com meu avô, há uns 11 anos. Ele era cego, e eu aprendi com ele forró”, afirmou Maurren. O segredo para seu sucesso é simples, já que ela aprende fácil os passos e consegue ser conduzida com facilidade.

E foi assim sua estreia no quadro de Dança. A campeã olímpica foi a primeira colocada – superando favoritas como Viviane Araújo. Ela dançou um som eletrônico, “Heroes (We Could Be)” de Alesso, com o bailarino Roberto Motta. Ganhou elogios pelo molejo e o suingue, com jurados destacando que muitos dos atletas que tentam a sorte dançando tem o corpo duro.

“A Dança está tomando todo o meu tempo. Cansa muito, tanto que chego em casa depois do treino, durmo e só depois que acordo vou fazer minhas coisas. É exaustivo. É difícil comparar com o atletismo, mas também cansa bastante. É difícil, porque mexo muitos músculos que eu nem sabia que existiam. Tive dores musculares que nunca senti”, relata ela.

Superando a timidez

A saltadora diz que não é de sair muito para baladas, mas que gosta de chacoalhar o esqueleto com amigos e família.

“Eu sou tímida em relação a aparecer em publico pra fazer algo que nunca fiz na vida. Mas queria me divertir de verdade, abracei a causa. Eu não sabia se conseguiria dançar em público, achei que fosse me ferrar na primeira dança (risos), mas o coreógrafo é fantástico. Treinei com o Roberto Motta, uma pessoa incrível, sensacional, criativo. E não coloquei restrição para mim. O que eu não souber, aprendo. E foi muito bacana, estou muito motivada e até espantada que o público gostou de me ver dançando”.

A rotina de Maurren vem sendo treinar suas danças duas horas por dia, de terça a sábado, sendo que neste último já há prova de roupas e outros detalhes para que tudo esteja pronto no domingo.

Adeus às pistas aos 40

Maurren Maggi já sabe os planos para dar o adeus definitivo ao atletismo. A saltadora – beneficiária do Bolsa Atleta -, pretende fazer um último evento, especial e comemorativo, no mês de seu 40º aniversário, em junho de 2016.

“Quero fazer uma competição chamando amigas do atletismo. Medalhistas olímpicas, finalistas, grandes nomes do salto. Só gente top. Saltando ou não, quero a presença destas atletas top, como a Brittney Reese, com quem já cheguei a conversar. Então traria essas meninas para o Brasil para este evento em junho, quando completo 40 anos”, explicou.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Ele atuava com demografia, foi pra TV e articulou chapéu da Record na Globo
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Eduardo Zebini passou por SBT, Band, Manchete, Record e, agora, Fox (Foto: Edu Moraes/Divulgação)

Eduardo Zebini passou por SBT, Band, Manchete, Record e, agora, Fox (Foto: Edu Moraes/Divulgação)

As transmissões esportivas movimentam bilhões de reais, desde Copa e Olimpíadas aos campeonatos de futebol nacionais e internacionais. Mas, a maioria dos executivos não são conhecidos pelo público neste meio de negociação que envolve as maiores emissoras do país. Eduardo Zebini é um destes ilustres (quase) desconhecidos dos fãs, mas muito influentes no meio. Vice-presidente sênior de produção, programação e marketing da FOX Brasil, ele construiu uma carreira em que conseguiu feitos importantes para seus canais. Quando estava na Record, conduziu a negociação que tirou a Olimpíada-2012 da Globo. Hoje, pelo Fox Sports, soube fazer da Libertadores uma de suas principais armas para acordos históricos para o canal. E, curiosamente, tudo começou quando era apenas um profissional da área de demografia.

Seu começo foi bem diferente do comum e por meio de uma figura ilustre. Fã de esportes e jogador de basquete na adolescência, trabalhou no jornal Gazeta Mercantil por conta da demografia – área da ciência geográfica que estuda a dinâmica populacional humana – e seu domínio na parte de estatística. Foi quando conheceu o comentarista Osmar de Oliveira. Dali, foi parar na TV.

“O Osmar se interessava muito por dados estatísticos e tinha uma teoria: a quantificação de acontecimentos se repetia na história das partidas, como no nível de ocorrências estatísticas possíveis de serem administradas”, conta Zebini.

O gosto em comum rendeu um convite inusitado: trabalhar no SBT. Ainda dentro do seu contexto científico, ele virou produtor de TV e aprendeu uma nova função, começando com um especial sobre a seleção brasileira de Telê Santana. O chefe Silvio Santos chegou a colocá-lo em um desafio diferente no SBT. “Ele me pôs a frente de um projeto de pesquisa eleitoral. Ao final desse processo, o resultado da pesquisa foi exatamente igual ao das urnas. Isso deu bastante credibilidade para o canal naquele momento”, relembra.

Show do Esporte, Manchete e Record

Mas o esporte era o caminho que seguiria. Após a Copa de 86, trabalhou na Bandeirantes, como gerente de produção do “Show do Esporte”. Em três anos, virou diretor de produção do canal, trabalhando nos maiores eventos esportivos da casa. Depois veio uma temporada na Manchete e então, já nos anos 2000, o convite da Record.

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Zebini recebe das mãos de Boni troféu ganho pela Fox Sports em premiação de veículos esportivos (Divulgação)

“Na época, era uma questão de você acreditar que a Record poderia ser uma forte concorrência no mercado onde pudesse desenvolver minhas ideias de cobertura de eventos. O [executivo Eduardo] Lafon garantiu que teria todas as condições de competir com os demais canais em um curto espaço de tempo e começamos com Luiz Alfredo, Mario Sergio, Eli Coimbra, Datena e Marcio Moron”, relata Zebini.

Uma parceria marcante foi com Milton Neves em programas como “Terceiro Tempo” e “Debate Bola”. O apresentador explica um pouco do sucesso de Zebini. “Ele tem uma visão muito moderna. E tem um alto poder de discernimento, de ouvir as pessoas, até porque tem as maiores orelhas da televisão brasileira”, brinca Milton. “Ele foi fundamental na compra dos Jogos Olímpicos”.

Chapéu olímpico

Fazer com que uma grande cobertura não fosse transmitida pela Globo era quase que uma obsessão da Record. Zebini foi o responsável por conduzir a negociação com cartolas do COI para ficar com os direitos de Londres-2012. Tinha, claro, um grande suporte financeiro por trás. Mas diz que fez mais do que apenas chegar com uma boa oferta: usou seu poder negociador para convencer os organizadores de que acertar com um canal que até então vinha trabalhando pouco com esportes não era um grande risco.

“A Record sempre teve uma linha de concorrência muito forte com a Rede Globo. Eu pude entender qual era o anseio da emissora e de que forma poderia ser concorrente na área esportiva. Nós já tínhamos tentado a compra das Copa do Mundo de 2010 e 2014, sem êxito. Quando as negociações para as Olimpíadas surgiram novamente, meu trabalho foi mostrar na Record que era uma grande aquisição e depois instrumentalizar a proposta, que saiu vencedora.”

Até hoje se vê reflexos dessa negociação – como se percebeu no Pan, em que a Globo só mostrou a competição por fotos, ainda que o SporTV tivesse a transmissão na TV fechada. Apesar do feito na Record, acabou saindo em 2009. Não detalha os motivos e se limita e dizer que foi consequência de divergências quanto à condução do esporte na emissora após adquirir os direitos da Olimpíada. “A compra do direito exclusivo de um evento de tamanha importância criava um contexto de possibilidade de exploração dos demais eventos internacionais. A Record pretendeu se utilizar do evento com exclusividade e diante da minha visão diferente da companhia, meu espaço ficou restrito.”

Baixa e a volta por cima

Zebini viveu um período de baixa após a saída da Record. “De executivo top, ele ficou numa situação muito complicada. Só foi à Copa de 2010 como credenciado da rádio Itatiaia. Mas o ressurgimento dele foi meteórico com a Fox. Hoje está num momento especial”, disse Milton Neves.

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Zebini com Kobe Bryant na Copa (Foto: Terceiro Tempo)

Para pessoas próximas, o perfil negociador de Eduardo Zebini é o que o difere de outros executivos. É assim que ele conseguiu, por exemplo, levar a Copa do Mundo aos canais Fox em todo mundo pela primeira vez, em 2014. No caso da Libertadores, em que teve jogos exclusivos – inclusive do campeão de audiência Corinthians – e deixou a Globo sem partidas que geralmente ela levava à TV aberta, contou com boas contrapartidas para construir a vantagem do seu canal.

Questionado se de fato foi um chapéu, ele nega: “De forma alguma. Foram escolhas feitas dentro de um quadro possível, algo natural, dentro daquilo que é a prática das escolhas dos jogos da Libertadores. Em nenhum momento houve uma situação que possa se parecer com isso”.

A fase do Fox Sports

A atual fase de Zebini já dura três anos e meio. Ele chegou ao Fox Sports por indicação de um executivo de conteúdo. À época, trabalhava na área técnica operacional da transmissão da Copa, no Comitê Organizador, mas sentia falta da produção esportiva em TV. Hoje, cuida de dois canais Fox Sports e também dos de entretenimento da FIC Brasil: Fox, NatGeo, FX e Fox Life.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Carol Barcellos comandará novo programa de esportes olímpicos da Globo
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A Rede Globo definiu 5 de agosto para a estreia do Balada Olímpica, novo programa de fim de noite (ou, mais precisamente, de início de madrugada) sobre a Olimpíada do Rio de Janeiro, comandado por Carol Barcellos. Mensal, a atração será exibida sempre na primeira segunda-feira de cada mês. A estreia, porém, será excepcionalmente numa quarta, ocupando o espaço do Corujão do Esporte, justamente no dia que marcará um ano exato para o início dos Jogos de 2016.

A segunda edição já está certa para ir ao ar no dia 7 de setembro. Durante a Olimpíada, o Balada passará a ser diário e terá também a função de fazer um balanço do dia de competições no Rio.

Após se destacar na marcante cobertura do maior terremoto já registrado no Nepal ao lado do colega de Planeta Extremo, Clayton Conservani (aliás, a temporada 2016 do programa de aventuras radicais terá gravações normalmente, mesmo com o Balada), Carol ganha cada vez mais espaço na Globo.

A morena, casada com o repórter do Sportv Bruno Cortes, já é até comparada à “musa da Copa” Fernanda Gentil, em alta na emissora e que recentemente passou a ser a apresentadora titular do Globo Esporte no Rio de Janeiro. Nesta segunda (13), inclusive, Carol apresentou o quadro esportivo do telejornal matinal Bom Dia Brasil, geralmente a cargo de Luís Ernesto Lacombe.

Além da Rede Globo, Record e Band irão transmitir os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro na televisão aberta brasileira.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


‘Balada’ dificulta trabalho de repórter do UFC, e Cleber faz graça
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Nesta madrugada de UFC na Globo, pouco antes da transmissão do combate entre o brasileiro Lyoto Machida e o cubano Yoel Romero, pela categoria dos médios, o narrador Cleber Machado brincou com o sofrimento do repórter Cesar Augusto que foi chamado por ele a falar ao vivo em meio a um som altíssimo no local do evento, o Seminole Hard Rock Hotel e Cassino de Hollywood (perto de Miami).

Cleber-balada-reporter_Reproducao-TVGlobo“Beleza Cesar Augusto, trazendo as informações. Então o Anderson ainda tem pouco mais de um mês para apresentar essa nova defesa e aguardar o resultado da comissão do UFC”, disse Cleber, sobre o trabalho árduo do colega para depois comentar: “e você viu que entre uma luta e outra, para quem gosta de uma balada o som é bacana por lá.”

O repórter da Globo falava nos Estados Unidos sobre uma possibilidade de Spider e seus advogados tentarem não uma absolvição do caso de doping, mas ao menos atenuar a pena, isso baseados em um segundo exame descoberto, não anexado ao processo, cujo resultado deu negativo. Teriam até o dia 7 de agosto para apresentar essa defesa.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo