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Globo vende TUF com o excluído Anderson e faz do doping uma atração
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Não é surpresa para ninguém que o caso de Anderson Silva o tirou do papel de técnico do TUF Brasil 4, o reality show do UFC transmitido pela TV Globo. Mas, nas chamadas da emissora, o astro e seu time no programa ainda são tratados com destaque. E mais, o suposto doping do lutador é utilizado como uma das principais atrações do reality, sem qualquer menção à sua saída para a entrada dos irmãos Nogueira em seu lugar.

O comercial veiculado pela emissora, chamando para a estreia do TUF, em 5 de abril, anuncia apenas a presença dos técnicos Anderson Silva e Maurício Shogun, com direito ao logo do programa ainda mostrando o nome do ex-campeão dos médios.

“Las Vegas, a cidade onde as apostas são altas e os riscos, ainda maiores. O palco ideal para a nova temporada do TUF. Lutadores em busca da glória, treinados por dois gigantes do UFC. Maurício Shogun e o polêmico campeão Anderson Silva, envolvido em uma suspeita de doping que está abalando o mundo do MMA”, diz o locutor.

Logo do programa, no comercial, ainda exibe o nome de Anderson Silva

Logo do programa, no comercial, ainda exibe o nome de Anderson Silva

Anderson realmente chegou a gravar o início do reality show, mas logo no segundo dia de filmagens foi deflagrado seu caso de doping, causando uma reviravolta no resultado de seu combate no UFC 183, no seu papel como técnico e em sua carreira de modo geral. O UFC e a Globo ainda tentaram mantê-lo, mas uma decisão da Comissão Atlética de Nevada falou mais alto, obrigando-os a ceder.

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Tudo isso, desde o princípio, foi de conhecimento público, com o UFC fazendo anúncios oficiais, inclusive da troca de técnicos do TUF. Aí mora a surpresa de a chamada ignorar os acontecimentos, e tratar do caso como se ainda fosse uma surpresa para o público a troca de comando no meio do programa – uma passagem que será vista no decorrer dos episódios. Spider participará dos três primeiros episódios.

O TUF Brasil 4 começa em 5 de abril com 32 lutadores disputando 16 vagas na casa em que é gravada a maior parte do programa, desta vez em Las Vegas, e não em São Paulo, como foi nas três primeiras edições. São duas categorias em jogo, galo e leve, e os vencedores serão conhecidos em um evento em 27 de junho. Ainda não há local definido.

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Ronaldo comentará amistosos da seleção na Globo com “padrinho” Galvão
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O ex-atacante Ronaldo está empolgado para retomar os trabalhos como comentarista, iniciados durante a Copa do Mundo no Brasil. O atual proprietário do Fort Lauderdale Strikers, clube da segunda divisão norte-americana de futebol, foi escalado para comentar, os amistosos da seleção brasileira contra a França, nesta quinta-feira, e contra o Chile, no domingo, que serão transmitidos pela Rede Globo.

E em seu perfil em uma rede social, o atleta aproveitou para tietar o narrador Galvão Bueno, que será seu companheiro durante as partidas. Ronaldo fez questão de exaltar as características do principal narrador global, chamando-o de “padrinho” e elevando-o ao status de “melhor transmissor de emoções do mundo”.


Globo fica sem Corinthians na Libertadores pela primeira vez desde 2010
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O torcedor do Corinthians que quiser ver pela TV a partida contra o Danubio, na terça-feira (17), pela Copa Libertadores, não poderá recorrer à Globo. Válido pela terceira rodada da fase de grupos do torneio sul-americano, o confronto no Uruguai será televisionado apenas pelo canal fechado Fox Sports. É a primeira vez que a principal emissora do país deixa de exibir um jogo da equipe alvinegra na principal competição de clubes do continente desde a edição de 2010.

Em 2011 (queda na pré-Libertadores), 2012 (título invicto) e 2013 (eliminação para o Boca Juniors nas oitavas de final), a Globo mostrou ao vivo todos os jogos do Corinthians. O time do Parque São Jorge não disputou o torneio no ano passado, voltou na fase preliminar desta temporada e já teve quatro partidas na tela da emissora (duas contra o Once Caldas, uma contra o São Paulo e uma contra o San Lorenzo).

O último jogo do Corinthians na Libertadores que a Globo deixou de mostrar foi a vitória por 1 a 0 sobre o Independiente Medellín (22/04/2010). Naquele ano, o canal aberto também não mostrou o triunfo alvinegro por 2 a 1 sobre o Cerro Porteño (01/04). As duas partidas foram em noites de terça-feira – a quarta-feira é o dia reservado para o futebol na grade da emissora carioca.

A diferença de 2010 para a atual edição é que os jogos do Corinthians contra Cerro Porteño e Independiente Medellín naquele ano tiveram transmissão ao vivo do canal fechado Sportv, que é das organizações Globo. Além do duelo com o Danubio, a Fox Sports terá exclusividade sobre a partida da equipe paulista contra o San Lorenzo (16/04, quinta-feira, 22h, em Itaquera).

Jogos do Corinthians na Libertadores são responsáveis pelas duas maiores audiências que a Globo obteve neste ano. O canal registrou 25 pontos no Ibope em São Paulo quando exibiu a vitória alvinegra por 4 a 0 sobre o Once Caldas (04/02) e 33 pontos com o triunfo por 2 a 0 diante do São Paulo (18/02). Cada ponto equivale a 67.113 domicílios sintonizados.

Nas semanas em que não puder mostrar jogos do Corinthians, a Globo transmitirá partidas do São Paulo na Libertadores para a capital paulista. O canal agendou exibições dos duelos da equipe tricolor contra San Lorenzo (18/03) e Danubio (15/04).

Guilherme Costa
Do UOL, em São Paulo


Clássico Santos x Palmeiras supera audiência de Libertadores na Globo
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Em 2014, durante o Campeonato Brasileiro, a cúpula da TV Globo vetou a transmissão em São Paulo de clássicos que não tivessem o Corinthians. Na última quarta-feira (11), contudo, Santos e Palmeiras mostraram que a emissora não tinha razão para ressalvas. O confronto entre as duas equipes, válido pela nona rodada do Campeonato Paulista de 2015, teve audiência igual ou superior a três das cinco transmissões da Copa Libertadores na temporada.

A maior audiência da Globo em uma noite de quarta-feira neste ano foi registrada no dia 18 de fevereiro, quando o canal teve 33 pontos no Ibope ao mostrar a vitória do Corinthians sobre o São Paulo por 2 a 0 na abertura da fase de grupos da Copa Libertadores. O triunfo do Santos por 2 a 1 contra o Palmeiras rendeu 21 pontos.

O resultado é igual ao que a Globo havia registrado uma semana antes, quando mostrou San Lorenzo x Corinthians, jogo válido pela Libertadores. Mas supera as audiências de Once Caldas x Corinthians (20 pontos no dia 11 de fevereiro) e São Paulo x Danubio (19 pontos no dia 25 de fevereiro), outros duelos da fase de grupos do torneio sul-americano.

O clássico da última quarta-feira ainda igualou o melhor resultado que a Globo tinha obtido com um duelo entre grandes equipes no Campeonato Paulista de 2014. O recorde da emissora no ano passado havia sido a goleada do Santos por 5 a 1 sobre o Corinthians, que teve 21 pontos no Ibope.

Os 21 pontos de Santos x Palmeiras, aliás, são o mesmo que a Globo havia conseguido na decisão do Campeonato Paulista de 2014 (Santos 1 x 0 Ituano, com decisão por pênaltis e vitória da equipe do interior).

A transmissão foi a primeira da Globo para a capital paulista de um jogo do Santos em 2015. O Palmeiras só havia tido um jogo exibido para a praça (a derrota por 1 a 0 para o Corinthians, num domingo, que teve os mesmos 21 pontos).

Cada ponto no Ibope representa 67.113 domicílios conectados em São Paulo, região que é considerada referência para o mercado publicitário.

Guilherme Costa
Do UOL, em São Paulo


Veteranos da Band veem Globo melhor pós-Leifert: ‘Eram muito quadrados’
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Trabalhar na TV em 2015 é ter acesso a tecnologia de última geração e viver com muito menos falhas que em outros tempos. Hoje os links ao vivo funcionam, as transmissões de eventos quase não caem… Mas nos anos 1980 e 1990 era diferente. Foi driblando perrengues que apresentadores como Elia Junior e Simone Mello comandaram na Band transmissões cheias de improviso e de tom mais leve. Do outro lado, na concorrência, a Globo tinha um estilo mais “quadrado”, que só mudou definitivamente com Tiago Leifert a partir de 2009. E a dupla exalta esse novo formato, que transformou o padrão global como um todo.

Simone e Elia foram a dupla mais marcante na apresentação dos domingos esportivos da Band. Eles comandavam transmissões que chegavam a ficar 12 horas no ar, do fim da manhã à noite, com o “Show do Esporte”. E não era raro terem de mostrar todo o jogo de cintura para salvar o programa. Mais que isso, o importante era ter liberdade para ousar e ser informal, justamente por saberem que as limitações tecnológicas os obrigariam a improvisar.

Para a dupla, o jornalismo da Band era bem diferente da dos concorrentes, antecipando, de certa forma, o que se veria com Leifert, Alex Escobar e Fernanda Gentil, entre outros.

“O que se vê hoje é bem o que a gente fazia muito tempo, eu e o Elia”, diz Simone, hoje afastada da TV. “Era uma coisa nossa, e a Globo não fazia na nossa época. Era mais séria, com um comportamento engessado. O nosso, como tudo dava errado (risos), a gente tinha que se virar.”

“Imagina um programa de 12h, ao vivo, o que não acontecia”, relembra Elia Junior, apresentador no Bandsports. “Antigamente caía o sinal, transmissão travava por causa de uma montanha. Diante dessa realidade, eles precisavam de apresentadores que tivessem essa capacidade de improvisar, de acordo com o que aparecia na hora.”

Foi diante disso que a liberdade dada pela direção do programa acabou moldando o estilo dos veteranos apresentadores.

Pulemos cerca de duas décadas na história, e o jovem Tiago Leifert, com cara de menino, implantou uma revolução na Globo a partir de 2009. Falando sem teleprompter, direcionando-se mais ao público, apostando na informalidade… Essas inovações no formato do “Globo Esporte” de São Paulo foram bem aceitas pelo público e, cada um em um nível, os noticiários da emissora se adaptaram a uma nova realidade, incluindo o Jornal Nacional, liderado por William Bonner.

“A Globo era muito quadrada. Então ele (Tiago) foi fazendo uma coisa que fazíamos desde 1983, 1984. E com muita qualidade, solto, que é no que ele é muito bom. O que chamou atenção é ele poder fazer isso na Globo”, analisa Elia Junior.

“Hoje é muito diferente, é muito mais legal. A Globo demorou para quebrar esse padrão mais sério, e acho o Tiago muito bom. Gosto muito também da Fernanda Gentil. Ela apresenta do jeito que ela é, que é o bacana. Ninguém mais assiste se não for real”, complementa Simone.

Causos e flagras

A limitação tecnológica dos anos 1980 e 1990 complicava pra valer os apresentadores. E eles nem ligavam se eram flagrados em momentos embaraçosos quando as transmissões caíam.

“No momento que caiu o sinal era: ‘resolve aí’. Era uma liberdade, mas uma obrigação”, diz Simone. “O normal era ter pepino. Às vezes a gente ficava com as pernas no balcão, lendo os jornais, enquanto passava os eventos. E tinha de ficar ali em frente à câmera. E já aconteceu de voltar e eu estar ali. Não dava para pedir desculpa, tinha que explicar o que estava acontecendo. Outras vezes já entrei passando batom, ou estávamos conversando sobre um jantar da noite anterior… Mas era natural, não era um bicho de sete cabeças acontecer um erro desses”.

Elia também teve suas correrias para voltar ao ar. “Estar lendo jornal, ou indo para o banheiro e voltar correndo… Ou às vezes o cara tinha que ir te chamar correndo lá dentro do banheiro para voltar para o ar. Sempre aconteceu”, ri Elia, que considera que viver tudo isso era uma aula, algo que qualificou seu trabalho.

Simone define seus momentos mais famosos na TV assim: “A gente brincou de fazer o programa por mais de dez anos”. E completa. “O Elia sabia muito mais de esporte, entendia muito. Eu entendia muito mais ou menos, mas adorava estar ali na TV.”

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Comentaristas da TV cornetam juiz e veem falta de Emerson em gol corintiano
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Ricardo Marques Ribeiro, o árbitro do clássico entre Corinthians e São Paulo no Itaquerão, não passou ileso do crivo dos comentaristas de TV. Em um jogo polêmico, com muitos lances ríspidos, o juiz foi alvo em praticamente todas as transmissões por conta do erro no segundo gol alvinegro, que terminou 2 a 0 para os donos da casa.

O lance em questão aconteceu bem perto do meio-campo, quando Emerson Sheik desarmou Bruno e iniciou o contra-ataque que culminou no gol de Jadson. Quando as transmissões mostraram o lance de perto, é possível ver o atacante corintiano apoiar as duas mãos no ombro do rival, que caiu e perdeu a bola.

“Emerson fez falta em Bruno, falha grosseira de Ricardo Marques”, disse Carlos Eugênio Simon, ex-árbitro e hoje comentarista do Fox Sports. “Tem uma carga clara do Emerson em cima do jogador. Foi falta”, ratificou Leonardo Gaciba, outro que trocou o apito pelos microfones, mas na Rede Globo.

O impacto do replay foi tão forte nas transmissões quem mesmo os comentaristas que não são especialistas de arbitragem atacaram Ricardo Marques Ribeiro.

“Eu vou chamar de desarme, mas eu concordo com o Simon, para mim foi falta”, disse Paulo Vinicius Coelho no Fox Sports.

“Foi falta, você vê que ele chega com as duas mãos nas costas do Bruno”, disse Mauricio Noriega, no Sportv.


Everton Ribeiro bate bola com humoristas e canta pagode. Mas a voz dele…
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everton-cantaSer o grande jogador do futebol brasileiro na atualidade tem seu preço: a fama. E neste sábado, o bicampeão brasileiro e duas vezes eleito Craque do Brasileirão Everton Ribeiro teve sua habilidade frente às câmeras colocada à prova quando foi um dos convidados do programa Altas Horas, da TV Globo.

Apesar de mostrar toda a sua timidez, já conhecida, o meia do Cruzeiro teve que vencer a vergonha no palco ao lado das atrizes e humoristas Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, da jornalista Glória Maria e do grupo Os Travessos.

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Com o grupo feminino, Everton fez o que mais sabe: jogou bola. O craque fez algumas embaixadinhas, trocou passes com Serginho Groisman e viu Tatá fazer suas brincadeiras de sempre.

Mas o meia esbanjou carisma mesmo foi ao cantar uma música do grupo de pagode. Everton mostrou que sabia a letra toda e não pareceu envergonhado ao soltar a voz. O problema é que ele não é a pessoa mais afinada do mundo. Repare no rosto de uma das moças da plateia ao ouvir a música:

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Apesar da simpatia do jogador e dos aplausos da plateia, o público não perdoou. Quando Serginho perguntou se Everton era melhor cantor ou jogador, os adolescentes não tiveram dúvida: jogador.

EVERTON RIBEIRO FICA NO CRUZEIRO? VEJA AS NOVIDADES DO MERCADO DA BOLA


Fernanda Gentil faz 28 anos. Relembre 10 momentos marcantes dela na TV
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Fernanda Gentil é o que se pode chamar de “fenômeno da televisão”. Parece até elogio clichê do Faustão, né, mas a verdade é que a repórter e hoje apresentadora combinou carisma, beleza e, claro, competência, e teve uma ascensão meteórica que, em menos de 5 anos, a levou de simples setorista de clubes do Sportv para apresentadora da Globo.

Para celebrar os 28 anos que Gentil completa neste domingo, o UOL Esporte relembra 10 momentos marcantes da jornalista na TV. Mesmo nos micos, Fernanda esbanjou bom humor e deu a volta por cima. Afinal, até hoje ela consegue rir de quando tentou dar um aperto de mão em um cego!

Parabéns, Fernanda!

1 – A clássica cena do ceguinho

Em 2010, Fernanda Gentil, que poucos meses antes era uma simples repórter local do Sportv no Rio de Janeiro, estava na bancada de um dos programas da emissora na cobertura da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Naquela época, já mostrava a descontração de hoje em dia. Até que certa vez, recebeu no programa da manhã um deficiente visual. Fernanda estendeu a mão para o convidado. Mas ele, cego, obviamente não retribuiu o cumprimento. Na ocasião, ela não tocou no assunto e deu início à entrevista, com ligeiro constrangimento. Hoje, ri da situação.

2 – O choro pela seleção

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Não é comum ver jornalista chorando no ar. Quando acontece, portanto, é motivo de surpresa e até críticas. Foi o que aconteceu com Fernanda quando ela caiu nas lágrimas durante o programa de Fátima Bernandes no dia seguinte à goleada sofrida pelo Brasil diante da Alemanha na Copa. “Foi muito difícil, né Fátima. Vocês estavam falando sobre as crianças e isso é o que pesa mais. Se a gente não consegue explicar, imagina o que a gente vai explicar para eles, né?”, disse ela, aos prantos. Muitos espectadores reprovaram a atitude da repórter, que depois foi às redes sociais se defender.

3 – Celular ao chão

Antes do episódio do choro, Fernanda já havia se destacado na cobertura da Copa do Mundo por um outro momento inusitado. Tendo a missão de entrar ao vivo em todos os programas da Globo durante a manhã e no começo da tarde, uma hora ou outra ela seria pega desprevenida. E aconteceu. Ao ser chamada pela apresentadora Cristiane Dias para falar sobre o dia da seleção, Fernanda estava mexendo no celular. Sem o menos pudor, jogou o aparelho no chão. “Estava me inteirando do que estava acontecendo quando ouço sua voz, como sempre uma melodia aos meus ouvidos, até larguei o celular! Espero que não tenha quebrado. Não, não quebrou não…”, respondeu Fernanda Gentil, com seu habitual jogo de cintura.

4 – Homenageada pelos colegas

Percebe-se que um jornalista ficou importante na Globo quando ele vai aos programas de entretenimento da casa como entrevistado e recebe homenagens. Aconteceu com Fernanda Gentil logo no dia seguinte à final da Copa do Mundo. A repórter esteve no Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga, e ouviu elogios gravados dos pais e dos, como ela diz, ídolos Glenda Kozlowski e Tiago Leifert. Fernanda, naturalmente, se emocionou com as palavras dos companheiros.

5 – Fã e cantora

Antes de ser a “cara da Copa” nos programas de Fátima Bernades em 2014, Fernanda já havia sido a responsável pelos boletins da seleção durante o programa da apresentadora na Copa das Confederações, em 2013. Coincidentemente, herdou de Fátima o título de “musa da seleção”. Naquela cobertura, mostrou toda a sua desenvoltura e, em certa edição do Encontro, deixou qualquer timidez de lado. Além de tietar a apresentadora (“Eu queria te agradecer. Você é um exemplo como mulher, um exemplo de mãe, exemplo de jornalista, principalmente pra gente que está começando “), Fernanda, fã de Chitãozinho & Xororó, cantou, ao vivo, um dos sucessos da dupla, que estava no estúdio enquanto ela fazia sua entrada ao vivo. Até o atancante Fred, mais tarde, elogiou.

6 – Estreia no Globo Esporte

Discreta. Assim foi a primeira participação de Fernanda Gentil como apresentadora do Globo Esporte SP para substituir Tiago Leifert, “emprestado” ao The Voice. A jornalista preferiu não ser o destaque do programa logo de cara e fez poucas piadas e intervenções no programa do dia 8 de setembro. Aos poucos, ao longo das edições, foi ficando mais descontraída, dando sua cara ao programa e deixando os espectadores com poucas saudades do apresentador titular. “Segura essa saudade” virou a marca de Fernanda ao final das edições de sexta-feira. Aos fins de semana, a apresentação fica a cabo de outros repórteres da casa.

7 – Nasr e Senna… Ãh??

Apresentadora do Globo Esporte na ausência de Tiago Leifert enquanto ele comanda o The Voice neste final de ano, Fernanda Gentil apresentou o programa esportivo direto do circuito de Interlagos durante os dias de GP Brasil em 2014. Foi descontraída, fez boas trocas com a repórter Natalie Gedra e chegou a brincar com os torcedores nas arquibancadas. Mas cometeu uma gafe que até para o bom humor dela fica difícil de entender. Enquanto Natalie entrevistava o piloto Felipe Nasr, Fernanda disse que o sobrenome dele, ao contrário, lembrava Senna. Oi? Será que ela pensou que era “Nasser”? Mesmo assim, não faz muito sentido. Ninguém entendeu nada e as redes sociais ficaram cheias de críticas.

8 – O quadro que não deu certo

Ao lado da apresentadora Glenda Kozlowski, da atriz Christine Fernandes e da escritora Thalita Rebouças, Fernanda Gentil participou das edições de 2013 e 2014 do quadro Bolsa Redonda, no Esporte Espetacular. O quadro não caiu no gosto popular. O programete tentava aproximar o futebol do mundo feminino, mas para muitos, foi visto como mais uma demonstração machista de que mulheres não entendem do esporte, ainda que Glenda, Christine e Fernanda sejam exatamente o oposto disso.

9 – E o programa que deu certo

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Talvez não tenha sido perfeito, mas o programa apresentado por Fernanda Gentil e Cristiane Dias para antecipar a Copa do Mundo teve seus méritos. Juntas, elas comandaram o Rumo à Copa durante quase dois meses antes da estreia do Mundial, sempre às segundas-feiras. O programa intercalava entrevistas com convidados, pequenas “aulas” sobre as seleções que estariam na Copa e ainda dava espaço para a dupla bater bola, jogar pebolim e até futebol de botão.

10 – Críticas a Sheik

Talvez o momento mais controverso de Fernanda Gentil tenha sido uma entrevista recente que ela deu no Programa do Jô. Claro, ela tem direito a ter suas opiniões. Mas uma delas não pegou muito bem. Quando questionada sobre o que achava de uma declaração dada pelo atacante Sheik durante um jogo do Botafogo, em que ele disse que a CBF era uma “vergonha”, a jornalista criticou o comportamento do jogador. “Pode virar uma bagunça”. A resposta de Fernanda surpreendeu até mesmo Jô, que fez cara de espantou ao ouvir a opinião da apresentadora.

 


Galvão defende Thiago Silva: “Ninguém é dono da seleção. Nem o técnico”
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Thiago Silva reclamou e abalou o clima na seleção ao se dizer “triste” com o banco de reservas e a perda da braçadeira. Ouviu de Dunga que “ninguém é dono de nada na seleção”. Na transmissão do amistoso entre Brasil e Áustria, em Viena, Galvão Bueno se mostrou bastante compreensivo com o zagueiro.

“Casagrande, Caio, algum jogador que era titular gostar de voltar e ser reserva?. Então, as perguntas foram feitas e ele foi respondendo”, disse o narrador, sobre as respostas polêmicas de Thiago Silva.

“Em momento nenhum vi ele falar que estava triste com o Neymar. Eles são amigos, se deram bem. O Tino [Marcos, repórter] foi muito feliz ontem no Jornal Nacional ao dizer que o Neymar chama ele de ‘capita’”, disse Galvão, ainda no primeiro tempo, quando Thiago Silva substituiu Miranda, machucado.

O suposto atrito, de fato, foi desmentido por ambos os jogadores. No domingo, no entanto, Thiago Silva disse que ninguém o procurou depois da troca da braçadeira. Nem Neymar, o novo capitão, nem Dunga, que decidiu pela mudança.

“Não custava uma palavrinha de carinho para um jogador que vinha sendo titular. Podia botar a mão no ombro, chamar e falar: ‘Gosto tanto do seu futebol que te convoquei de novo”, disse Galvão.

Dunga, quando questionado, não se mostrou muito disposto a conversar. “Na seleção ninguém perde nada, ninguém é dono de nada. Seleção é da seleção. Estamos trabalhando para aflorar novos líderes, não tem um só líder. A decisão é do treinador”, disse o treinador. Galvão respondeu.

“Como disse o técnico Dunga, ninguém é dono da seleção brasileiro, a seleção pertence à seleção. Ninguém é dono da seleção, nem o técnico. Ele está nomeado, mas a seleção é uma instituição”, disse o narrador.

Vale lembrar que Dunga teve um relacionamento turbulento com a Globo em sua primeira passagem na seleção, de 2006 a 2010. Na tentativa de combater a exclusividade que a emissora costuma receber, entrou em atritos público com o hoje narrador Alex Escobar e foi bastante criticado pelos profissionais da casa após o fracasso na África do Sul.

Na última reunião da seleção, na China, Galvão e Dunga tiveram um novo atrito, desta vez por conta de uma confusão na tradução de uma entrevista coletiva.

Crédito da foto: Divulgação/Rede Globo

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