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Tiago Leifert pede ajuda para aumentar coleção de camisas de futebol
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UOL Esporte

Reprodução/Globo

Você é jogador de futebol e está procurando um cara legal para homenagear, entregando uma camisa? Pois não procure mais! Apresentador do Globo Esporte em São Paulo, Tiago Leifert ganhou uma camisa do atacante Gabigol, do Santos, e admitiu: aceita contribuições para sua coleção…

Com a camisa santista na mão, ele foi sincero em seu recado: “Ganhei a camisa do Gabriel, Gabigol, do amigo Tiago. E mandem camisas, também. Que eu gosto. Eu faço coleção!” E aí, você acha que o número de camisas que ele vai ganhar agora vai aumentar?

Para quem não lembra, no ano passado Palmeiras, São Paulo e Santos entraram em uma brincadeira com o apresentador e as camisas. Em janeiro, ele foi ganhou um presente de Paulo Nobre, presidente palmeirense, na terça-feira, uma camisa do São Paulo de Juvenal Juvêncio, mandatário são-paulino, na quinta e uma camisa do Santos, do então capitão da equipe, Edu Dracena, na sexta.

Quem também costuma receber muitas camisas em seu programa é Neto. A cada edição do Donos da Bola, ele costuma exibir os presentes que recebe, incluindo de times amadores – que ele faz questão de exaltar.


Após morte de lutador, canal da Globosat cria exigência e perde eventos
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UOL Esporte

Jungle Fight
Jungle Fight

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Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo

O canal Combate, da Globosat, é há 12 anos a única referência quando se fala em transmissões de MMA, com o domínio do mercado e a parceria com os maiores eventos do país. Mas, desde que tomou a decisão de exigir em seus novos contratos a filiação junto à Comissão Atlética Brasileira de MMA – a mesma que regulamenta o UFC no país – e o cumprimento de seus regulamentos, o cenário mudou. A medida vem causando êxodo de organizações, impasse com os dois carros-chefe da casa e o canal já vê um aumento na concorrência de outros veículos interessados em investir nas artes marcias mistas.

Segundo o blog apurou, a morte do lutador Leandro Feijão no dia da pesagem de sua luta no Shooto 43, em setembro de 2013, aumentou a preocupação do canal em ampliar as medidas de segurança dos eventos que transmite, algo que já vinha sendo discutido, mas que ganhou um impacto maior com o incidente. A solução foi firmar uma parceria com uma confederação ou comissão que regulamentasse as organizações e implementasse um protocolo mínimo de segurança. Já parceira do UFC, principal atração do canal, a CABMMA foi a escolha óbvia para isso.

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O problema é que impor aos eventos a filiação à comissão esbarra em disputas políticas e discussões financeiras. Como as leis brasileiras permitem a criação de diversas confederações para uma modalidade, e os promotores já tem seus acordos firmados com suas respectivas entidades parceiras, a exigência de que se unam à CABMMA vira um entrave na mesa de negociação.

Juntar-se à entidade acaba gerando procedimentos obrigatórios e gastos com filiação e principalmente com exames médicos exigidos neste protocolo mínimo de segurança. Eles são alvo de reclamação por parte de eventos como o Wocs. A parceria com o canal Combate foi encerrada após seis anos, o evento migrou e já estreou no Esporte Interativo.

Otávio Duarte, um dos organizadores do Wocs, explica que os exames exigidos pela CABMMA podem custar até R$ 3 mil. “Nós até corremos atrás, fizemos uma parceria com a secretaria de saúde para os exames, que custam quase R$ 3 mil. Não somos contra a atenção à saúde dos lutadores, mas os caras são de comunidades carentes. Muitos não têm condição de bancar a filiação, já que são R$ 150 reais do lutador e mais R$ 100 de cada corner, quanto mais exames.”

“Mas a decisão da nossa saída culminou, na verdade, no impasse em relação à parte amadora do nosso evento, já que nossos preliminares têm lutas amadoras. A CABMMA se achou no direito a intervir nisso. Já tínhamos sido procurados pelo Esporte Interativo, então resolvemos ir por outro caminho. Fazemos tudo o que é correto, como a Comissão queria, mas em outro lugar”, adicionou Duarte.

O Coliseu Extreme Fight é outro exemplo de evento que preferiu outra via, apostando que não é necessário estar no canal Combate para ter seu evento visto. A opção também foi pelo Esporte Interativo. O evento alagoano já considerava a mudança por pensar que merecia maior atenção às suas promoções. Ao ouvir as novas exigências do Combate, confirmou sua saída do canal – neste caso, a exigência que causou problemas foi a dos árbitros que servem ao Coliseu também terem de se filiar à comissão, o que não os interessava.

Carros-chefe, Shooto e Jungle não aceitam exigência

O problema para o Combate não é com o Wocs e o Coliseu, torneios de média expressão, mas sim com seus maiores eventos em nível nacional. Tanto o Jungle Fight, liderado por Wallid Ismail, quanto o Shooto, comandado por Dedé Pederneiras, não tem qualquer intenção de trabalhar com a Comissão Atlética Brasileira de MMA. Como o canal só pode exigir a filiação na negociação de novos contratos e ambos ainda estão com longos acordos pendentes, o debate ficou para um segundo momento, mas o cenário é desfavorável.

Wallid é duro ao falar do tema. “O Combate não tem como – nem eticamente – querer regulamentar o esporte. Ele já é regulamentado por cada liga. A Lei Pelé dá poderes para se abrir confederações e ligas. Tanto que fui o primeiro evento a pedir exames iguais à Comissão Atlética de Nevada”, diz o empresário e ex-lutador. “O Combate sabe disso, eles não tem como exigir do Jungle… Nós somos os líderes de audiência. Isso agora vai abrir uma concorrência animal (com outros veículos).”

Concorrência pelo MMA

  • Com o aumento na qualidade e no número de eventos, o espaço para a transmissão de MMA nacional cresceu e a concorrência ficou mais acirrada. Bom para o telespectador, que tem cada vez mais opções, mesmo que um fim de semana não tenha o mais tradicional UFC . Hoje a concorrência ao Combate cresceu com o êxodo de eventos nacionais. O Esporte Interativo saiu na frente e também há a opção de serem transmitidos por sites especializados em MMA e grandes portais. No âmbito internacional, o Esporte Interativo mostra o World Series of Fighting e o Bellator, o Fox Sports atualmente transmite também o Bellator – estes são os dois grandes concorrentes do UFC – e a RedeTV, o XFC. Pelos canais Globo, o Combate transmite a todos os UFCs na íntegra. Globo e SporTV têm algumas programações ao ano, sendo que a Rede Globo passa ao vivo apenas eventos realizados no Brasil, enquanto os internacionais são exibidos em VTs com ao menos 30 minutos de atraso.

Para Wallid, a questão com a comissão é política. “No meu ponto de vista, a CABMMA tinha de permitir que os eventos tenham uma voz ali dentro, votem. Acho engraçado quem não é do esporte cair de paraquedas querendo mandar. Não vai acontecer. Só se fizerem uma coisa democrática”, critica ele, sobre a comissão.

O Shooto Brasil, por outro lado, prefere não comentar as diferenças com a Comissão. O evento se diz regulamentado pela Shooto Comission – entidade da matriz do Shooto, no Japão – e pela Confederação Brasileira de MMA e afirma que, como ainda tem três anos de contrato com o Combate sem a previsão de ter que se filiar à CABMMA, não vai alterar seus procedimentos.

Combate e CABMMA explicam parceria e exigências

O blog consultou tanto a Comissão Atlética Brasileira de MMA quanto o canal Combate sobre a medida implantada este ano. Segundo a emissora, a opção pela CABMMA diz respeito não só a aspectos de segurança e saúde dos atletas, mas a questões de arbitragem, regulamento e resultados.

“Com a chancela da Comissão, os eventos se desvinculam completamente de questões relativas à arbitragem e resultado das lutas, pesagem, padrões de segurança e integridade física dos atletas, entre outras coisas”, afirmou o canal, em nota. O Combate alega que apenas “sugere” a filiação à CABMMA.

Rafael Favetti, presidente da CABMMA, defende que a entidade é “diferente” das outras confederações. E ataca o amadorismo de alguns eventos.

“A legitimidade da CABMMA vem da nossa independência. Um evento que tenha a nossa chancela sabe que terá uma auditoria independente. A CABMMA não gerencia atleta, não organiza evento. E nós temos a completa noção do que iria acontecer. É um caminho natural os eventos amadores se sentirem ameaçados pela Comissão. Nós sabíamos que o tempo da profissionalização iria chegar e iria deixar muita gente descontente”, afirma ele.

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“Creio que o canal Combate entendeu que o momento é de profissionalização no esporte. Não há mais espaço para eventos extremamente amadores, que expõe atletas a riscos. Chega. É hora de colocar a saúde dos atletas de MMA como prioridade. O promotor que não aceita está colocando um baita de um pretexto para expor a saúde dos atletas. Um pretexto para não investir nos atletas e embolsar o dinheiro. O promotor de eventos que fala isso, que às vezes ganha milhares de reais com patrocínios públicos e privados e não quer investir a mais na saúde com um protocolo, só pensa no bolso dele”, acusa Favetti, advogado e ex- secretário executivo do Ministério da Justiça.

Sobre as críticas, principalmente quanto à exigência da cara bateria de exames imposta aos eventos, a CABMMA afirma que a intenção é de que as organizações arquem com os custos, e não os lutadores.

“Acreditamos que os eventos e empresários dos atletas não devem encarar apenas como custos, mas sim como investimento”, afirma o canal Combate. “O que é mais caro, um exame que resguarda a saúde do atleta e vale por três anos ou algo que comprometa a vida do lutador? É uma ação que visa manter a integridade dos atletas, dos eventos e profissionalizar o esporte. É o modelo usado por todas as principais organizações em países de primeiro mundo, um investimento em qualidade e segurança em prol do crescimento, profissionalização e regulamentação do MMA no Brasil, inclusive sob os olhos de quem critica a modalidade. Uma entidade que regulamenta o esporte chega, inclusive, para dar maior credibilidade aos eventos.”

Um dos eventos que aceitou se filiar à CABMMA foi o Fatality Arena. “O Fatality Arena arcou com os exames e os eventos têm que fazer o mesmo. Há duas opções, ou se paga melhor o atleta, ou se arca com as despesas. Pode-se ainda fazer parceria com algum grande hospital em troca de propaganda”, afirma o organizador Diogo Tavares.

Outra crítica feita à CABMMA é em relação a uma suposta falta de contrapartida para os atletas, frente aos gastos que se tem com ela: comissões atléticas norte-americanas exigem seguro de saúde para os lutadores e garantem que os competidores receberão suas bolsas, fazendo com que as organizações depositem previamente os valores estipulados. Nos dois casos, a comissão afirma que não tem amparo legal para fazer tais exigências. Sobre a taxa de filiação, Favetti afirma que o valor se refere ao que é gasto pela Comissão para que se levante e comprove oficialmente o cartel dos lutadores – que muitas vezes apresentam dados duvidosos.

“Há promotores que fazem eventos há dez, 20 anos e nunca se preocuparam com essas questões. Mas assina quem quer, se não quer, que pelo menos respeite um protocolo mínimo de segurança. Nossas brigas políticas não são com promotores, mas sim com quem quer acabar com o esporte no Brasil. Pessoas como o deputado José Mentor”, conclui o presidente da CABMMA, citando o político que em 2009 criou um projeto para banir o MMA da TV aberta.

Sangue, suor e… ‘porrada’
Sangue, suor e… ‘porrada’

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10 coisas que o Galvão Bueno já fez e você não sabe
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UOL Esporte

É ano de Copa, e Galvão Bueno terá posição de destaque como principal narrador da TV brasileira, o que só se amplia pelo fato de o Mundial ser realizado no Brasil. Mas do lado locutor do veterano de 63 anos todos já conhecem muito bem: dos bordões às gafes, das narrações históricas às contemporâneas.

Mas não é só disso que viveu e vive Galvão. Então, o UOL Esporte Vê TV separou diversos fatos pouco conhecidos ou simplesmente esquecidos de Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno – sim, esse é seu nome de batismo. Você sabia, por exemplo, que ele já apareceu na Globo jogando sinuca? E que ele já trabalhou em uma fábrica de plásticos? Confira abaixo a lista:

1. Galvão trabalhou em fábrica de plástico

Galvão Bueno nem sempre foi narrador. O amor por esportes sempre existiu. Ele chegou a praticar hipismo, vôlei, futebol, handebol, natação e kart. Mas pelo jeito não teve talento para estar do outro lado do que se vê hoje. Profissionalmente, ele chegou a trabalhar em uma fábrica de plásticos antes de encontrar seu caminho no rádio e em seguida na TV.

2. Galvão mostrou ser um ás da sinuca na TV
Na passagem de 1991 para 1992, Galvão foi escalado para a Globo para participar das vinhetas de fim de ano. E o que se vê é o narrador mostrando seus dotes na sinuca, mas certamente curioso. “Bem, amigos, uma coisa que eu sempre tive uma imensa vontade foi ser uma fera no jogo de sinuca. Eu fico me imaginando disputando uma final de campeonato mundial, em Londres. Mas o máximo que consegui até hoje foi rasgar o pano”, diz ele, dando a tacada e acertando uma jogada acrobática. Na conclusão, um sorriso e o slogan: “Invente, tente, faça um 92 diferente.”


 

3. Galvão narrou Libertadores fora da Globo
Galvão já tem mais de três décadas de história com a Rede Globo – depois de passar por Gazeta, Record e Bandeirantes. Mas em um momento da década de 1990 ele foi buscar um outro caminho, você se lembra? Ele assinou com a Rede OM, que depois virou CNT, e passou a transmitir jogos da Libertadores pela emissora. Foi fora da Globo que Galvão narrou o primeiro título da Libertadores do São Paulo. Mesmo com algum sucesso, a coisa não foi para frente e logo Galvão retornou para a Globo e conquistou seu espaço como número 1 do canal.


 

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  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2013/11/13/quem-e-seu-narrador-preferido-na-globo.js

4. Galvão já caiu do cavalo. Literalmente
Galvão tem fazendas e sempre apreciou montar cavalos. No início de 2004, em uma propriedade que possui em Londrina, ele acabou se acidentando quando um cavalo se assustou e empinou, derrubando-o. O caso foi grave, o narrador quebrou o braço esquerdo em quatro lugares e teve de ser operado, afastando-se da televisão por um tempo.

5. Galvão já fez plásticas
Com a idade chegando, o narrador não poderia deixar de cuidar da imagem, até porque faz parte do seu trabalho na tela. Galvão já admitiu ter feito plástica para dar um “upgrade” nas pálpebras. Rumores dão conta que ele também já fez lipoaspiração e um procedimento para diminuir a marca de bolsas que tinha sob os olhos. O tema não é tabu para ele, que em 2010 disse: “Acho até que tá na hora de dar um tapinha aqui [no pescoço]. O papinho tá feio. Tá caído aqui, ó!”

6. Galvão não gosta de usar crachá
Os resultados do esporte brasileiro no início da década passada ajudaram Galvão Bueno a viver naquele período um de seus momentos de maior exposição perante o público brasileiro. Era ouro olímpico no vôlei, seleção de futebol ganhando tudo, Barrichello na Ferrari, Ronaldinho melhor do mundo, tudo com a narração do global. Mas tamanha popularidade e repercussão fez com que Galvão acreditasse que pudesse dispensar o uso de credenciais, inclusive aquelas com foto. Para quê, se todos sabiam quem ele era? O narrador chegou a questionar isso. Em 2012, um vídeo circulou pela internet em que ele tentava entrar no centro olímpico, mas era barrado por não ter credencial – até o programa de TV “Pânico” caçoou do locutor, entregando uma credencial falsa para ele.


 

7. Galvão ajudou a trazer o Burger King ao Brasil
A vinda da empresa de fast food Burger King ao Brasil, em 2007, teve a ajuda de diversos nomes fortes do cenário nacional. Entre eles Galvão, que se juntou a um grupo que contava até com Helio Castroneves para lançar a BGK do Brasil. Galvão foi um dos sócios minoritários na negociação, que acabou em disputa judicial e o afastamento do locutor do empreendimento tempos depois.

8. Galvão cria gado e produz vinho
Além de seu milionário trabalho na Globo, Galvão tem outros negócios na manga. Ele possui fazendas em que cria gado e realiza inclusive leilões para vender cabeças. Outra atividade é a produção de vinho que ele desenvolve desde 2006, quando criou a Bueno Wines, que produz vinhos no Sul e também na Itália, sempre levando seu nome.

9. Galvão quase deixou um jogo no meio
Em entrevista a Monica Bergamo, Galvão relembrou um drama na Copa de 2010, quando quase deixou uma transmissão. “No jogo de Brasil e Holanda, eu travei. A minha voz falhava, parecia carro de embreagem ruim. O Cleber Machado chegou a ficar de prontidão. Me apavorei.” O problema foi um fungo nas cordas vocais, que exigiu um longo tratamento e muitos remédios.

10. Galvão já cometeu (muitas) gafes
Com tanta experiência na TV, é claro que Galvão não escaparia de cometer erros memoráveis. Um dos mais famosos foi quando em 1974 Galvão transmitiu a Copa da Alemanha, numa parceria das TVs Gazeta, Record e Bandeirantes. O jogo era, segundo ele Bulgária x Suécia. No entanto, no fim do primeiro tempo a câmera mostrou o letreiro: Alemanha Oriental 0 x 0 Austrália. Galvão então mudou tudo e passou a narrar corretamente. Em outro caso, na sua estreia na Globo com a Fórmula 1, ele narrou uma vitória que pensava ser de Carlos Reutemann e, só na volta do intervalo, ele viu que quem subia no lugar mais alto do pódio era Alain Prost. E mais recentemente, ele fez o improvável: deixou de narrar um gol; foi em um amistoso contra a África do Sul. Conheça mais gafes e causos dele na TV.

E, para encerrar, uma coisa que ele ainda fará:
Uma novidade que ainda veremos Galvão Bueno executar será justamente durante a Copa. Isso porque ele assumirá um lugar fixo no Jornal Nacional, segundo a Globo divulgou recentemente. Ele estará com Patrícia Poeta na apresentação, mas não na bancada. Eles viajarão acompanhando a seleção brasileira durante o Mundial.


Burti conta como foi difícil se meter no meio do ‘casal’ Galvão e Reginaldo
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UOL Esporte

Luciano Burti

Luciano Burti

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Uma das parcerias mais longevas da TV brasileira é a formada por Galvão Bueno e Reginaldo Leme, que trabalham juntos desde 1975 e há mais de três décadas lideram as transmissões de Fórmula 1 na Globo. Há dez anos, um estranho foi colocado no meio do “casal”. Era Luciano Burti, jovem ex-piloto da categoria que teve de encarar o desafio de estrear como comentarista com o desafio de não pisar nos calos dos “chefes” e ao mesmo tempo encontrar seu espaço entre eles.

Hoje, Burti tem sua posição consolidada, faz revezamento nos comentários com Reginaldo e Rubens Barrichello e encontrou um estilo próprio. Quando o assunto é técnico ou surgem os áudios de conversas entre equipes e pilotos, é ele quem dá a visão de quem esteve dentro do carro em corridas e testes. Mas nem sempre foi assim.

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Burti admite que penou e precisou de muito esforço nos dois primeiros anos para superar as dificuldades de iniciar uma nova carreira e principalmente a de achar seu espaço entre Galvão e Reginaldo, mostrando ao mesmo tempo que tinha talento para estar naquele posto e que não estava atuando para “puxar o tapete” de ninguém.

“Entrar no meio do Galvão e do Reginaldo foi difícil, conquistar um espaço foi muito difícil. Ouvir de casa e fazer uma crítica é fácil, mas estar lá e fazer é complicado. Não é só sentar lá e falar”, afirmou Burti.

O primeiro desafio sempre foi não atrapalhar a dinâmica dos companheiros. “Eu vejo (Galvão e Reginaldo) como um casal, é como marido e mulher mesmo, que tem uma relação com conflitos, que vivem como se fosse uma família e que se entendem do jeito deles. Quando comecei, precisava entrar sem atrapalhar uma relação que já existe, me encaixar para somar e não tomar o espaço ou pisar no calo de ninguém. Tive de mostrar jogo cintura e eles me apoiaram”, conta Burti.

Apesar do apoio, Burti admite que o veterano Reginaldo Leme precisou de mais tempo para crer que não estava com os dias contados em sua posição.

“Eu fui muito bem acolhido, principalmente no início, com o Galvão. Com o Reginaldo levou mais tempo para a gente se entrosar. Ele não sabia se eu estava chegando para roubar um espaço. No começo tive que conquistá-lo, mas depois dos dois primeiros anos a gente construiu uma relação de grande amizade”, detalhou ele.

Para Burti, o desafio era achar o seu tempo certo para falar no meio da dupla. Foi assim que ele acabou se destacando pelos comentários mais técnicos, mas sempre didáticos. Na preparação, o piloto fez muitas sessões de fonoaudiologia – e ainda o faz – e por um bom tempo assistiu em detalhes todas as transmissões das quais participou para fazer uma análise do que poderia melhorar.

Hoje o trio de comentaristas parece ter encontrado o ponto certo para trabalhar junto. Mas vale lembrar que em 2013, quando a Globo passou a ter um rodízio, com Leme, Burti e Barrichello trabalhando aos pares – e portanto deixando um de fora por fim de semana de GP – Reginaldo Leme não escondeu o descontentamento. Ele ficou fora de uma transmissão pela primeira vez em mais de 20 anos quando não foi escalado para o GP da Espanha (leia mais aqui).

Galvão, o comandante da nau

Stock: Burti em seu melhor carro

  • O ano de 2014 também servirá para Burti tentar alçar voos mais altos na Stock Car. Ele foi duas vezes quinto colocado e já venceu duas provas na categoria. Agora, considera que terá sua melhor chance de brigar ainda mais à frente pelo título. Burti agora é piloto da Vogel Motorsport, na primeira dupla de ex-pilotos da F1 da Stock, ao correr junto com Ricardo Rosset. Para ele, o grande desafio será se adaptar à principal novidade da temporada. “A Stock é muito competitiva e esse ano tem o diferencial de ter duas corridas por fim de semana. Não sabemos como vai funcionar em estratégia e acerto de carro e quais serão as vantagens e desvantagens. Em relação ao carro, no meu caso, estou numa equipe nova e a mais competitiva dos últimos anos na categoria. Espero bons resultados”. Como a Globo faz o calendário da Stock Car para não coincidir com os fins de semana de Fórmula 1, o paulistano não terá problemas em combinar as duas funções.

Se o desafio de Burti já era grande em se encontrar como comentarista ao lado de Reginaldo, o fato de Galvão Bueno ser conhecido por “falar pelos cotovelos” tem sempre seu lado positivo e negativo. Mas o piloto é só elogios e viu vantagem nisso.

Como o narrador assume o papel de maestro, o comandante da transmissão, isso lhe deu pistas de como atuar.

“O Galvão realmente comanda tudo, e faz tudo muito bem. Tem que diga que ele fale de mais, ou fale de menos… Mas assumir a posição que ele assume, saber comunicar ao público o que ele precisa ouvir e conseguir dividir a transmissão com os comentaristas é difícil. Ele faz como ninguém. Ele tem essa missão de dominar o espaço e isso nunca causou problemas, pelo contrário”, explicou Burti.

Depois de desbravar o caminho, o piloto da Stock Car ganhou um companheiro ex-piloto no ano passado, com Rubens Barrichello passando a fazer parte do time. Rubinho ainda adicionou um toque de espontaneidade com suas idas ao grid antes da largada, arrancando frases e declarações de pilotos e dirigentes no calor do momento.

“Esse papel existe nas transmissões da Europa há muito tempo e sempre funcionou bem. Como ele está no ambiente que conhece, foi natural que funcionasse bem”, concluiu o piloto e comentarista.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


TUF Brasil perde audiência na estreia mesmo com Wanderlei e Sonnen
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UOL Esporte

TUF Brasil 3

TUF Brasil 3

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A estreia da terceira edição do TUF Brasil, o reality show do UFC, não conseguiu superar os números das duas temporadas anteriores. Na madrugada deste domingo, o programa liderou na audiência em seu horário, mas com um número inferior ao de 2013 – que por sua vez já havia sido pior do que em 2012.

O TUF foi transmitido após o BBB, e veio com a prometida atração no duelo de técnicos, que são os arquirrivais Chael Sonnen e Wanderlei Silva. Foram 9 pontos, de acordo com a TV Globo, com 29% de participação no horário, entre 23h55 e 0h50. O SBT ficou com 6 pontos, seguido por Band (4) e Record (3).

Comparando com as outras temporadas, a queda foi mais suave desta vez. O primeiro TUF Brasil, que teve Vitor Belfort e o mesmo Wanderlei, estreou dando 15 pontos de audiência. Na segunda edição, uma queda de 30% deixou o reality show com apenas 10 pontos, um a mais do que no episódio deste fim de semana.

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Aperitivos desta terceira temporada já chamam a atenção para uma suposta briga entre Wanderlei e Sonnen, que teriam ido às vias de fato na academia do TUF. A produção conta com isso e com alguns ajustes para atrair a atenção do público, principalmente buscando disseminar o MMA para um público que ainda pouco conhece ou entende da modalidade.

Uma das ações nesse sentido foi escalar como assistentes dos técnicos as ex-jogadoras Isabel, do vôlei, e Hortência, do basquete. Elas foram marcantes na estreia do programa, dividindo opiniões entre os telespectadores.

O primeiro episódio contou com oito combates, dos 16 previstos para a primeira fase do reality show. Os 16 vencedores desta rodada ficarão confinados e disputarão as chaves nas categorias médio e pesado, cada uma dando ao campeão um contrato com o Ultimate.

Por Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Esqueça futebol: SP terá filme de mais de 10 anos nesta quarta
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UOL Esporte

Pode preparar a pipoca para hoje a noite se vocês for de São Paulo

Pode preparar a pipoca para hoje a noite se você for de São Paulo

Uma das maiores tradições do futebol brasileiro terá uma pausa no estado de São Paulo em boa parte deste ano: a rodada de quarta-feira à noite, aquela que começa entre 21h45 e 22h, depois da novela das nove. Isso porque o estado está sem representantes na Copa Libertadores depois de 15 anos.

O que vai acontecer na noite desta quarta-feira, 12 de fevereiro, mostra bem o que deve acontecer daqui para frente. Enquanto maior parte do Brasil verá a estreia do Flamengo no torneio continental contra o León, do México. São Paulo ficará com um filme que tem mais de dez anos.

A emissora começou a divulgar na última terça-feira a transmissão da [divertida] película “Uma Saída de Mestre”, lançado nos cinemas em 2003, que conta com Mark Wahlberg e Charlize Teron nos papeis principais. A trama conta a vingança de um assaltante contra um ex-parceiro de crime que o traiu após um trabalho.

Além do jogo do Flamengo para a maior parte do Brasil, ainda teremos Real Garcilaso x Cruzeiro em Minas Gerais, Pernambuco terá Porto x Santa Cruz,  a Bahia vai ver Jacuipense x Bahia, o Ceará Icasa x Horizonte, o Mato Grosso irá de CEOV x Sinop, interior de catarinense verá o clássico Figueirense x Joinville, de acordo com levantamento do site Papo de Bola, confirmado pelo UOL Esporte Vê TV.

Pelo menos até o final do Campeonato Paulista, esse deve ser o panorama dos torcedores paulistas nas noites de quarta-feira: grande parte do Brasil vendo a Libertadores e eles com filmes cansados. A solução deve vir apenas no Campeonato Brasileiro, quando a Globo deve tentar mudar datas de jogos de times de São Paulo e puxá-los para o meio de semana.

Já a Band, que também passa futebol nas quartas-feiras a noite, mas não tem o direito da transmissão da Libertadores, apostou em passar um episódio da animação “Os Simpsons” e um filme em seguida – mas o título escolhido ainda não foi divulgado no site da emissora.

E quanto tempo isso durará? Com a pausa para a Copa do Mundo, o principal torneio continental sul-americano terminará apenas em meados de agosto.

Por Jorge Corrêa


Felipe Massa dança funk com ator global no Altas Horas
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UOL Esporte

O piloto brasileiro Felipe Massa mostrou um lado desinibido ao aceitar o convite do apresentador Serginho Groismann pra dançar funk com o ator Otaviano Costa no Altas Horas.

O piloto da Williams ensaiou alguns passos imitando uma moto para dançar ao som do antigo hit “Dança da Motinha” e depois também requebrou ao som de “Tapinha não doi”.

Massa participou do Altas Horas como convidado. Além dele e de Otaviano Costa, o programa exibido na madrugada deste sábado para domingo também contou com as presenças do ator Humberto Martins e dos cantores Daniel e Netinho.

Felipe Massa está em período de treinos para a nova temporada da Fórmula 1. Ele se adaptou tão bem a nova escuderia que surpreendeu ao liderar os teses de Jerez de La Frontera no final do mês passado.

A Fórmula 1 recomeçará neste ano no dia 16 de março. A primeira temporada será disputada na cidade asutraliana de Melbourne. A pista brasileira de Interlagos será a penúltima etapa em 2014.


Beth Carvalho canta “choro” em samba clássico e rivais do Bota se divertem
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UOL Esporte

Reprodução/TV Globo

Túlio Maravilha foi considerado o pé frio na derrota do Botafogo para o Deportivo Quito na semana passada. Mas com a classificação do clube carioca para a fase de grupos da Copa Libertadores, o Alvinegro ganhou uma ‘musa pé quente’. O responsável por atribuir o status a Beth Carvalho foi o apresentador Alex Escobar.

No intervalo da vitória do Botafogo por 4 a 0 da última quarta-feira, Escobar chamou a sambista de musa e pé quente e pediu: “canta uma música para a torcida do Botafogo”. Beth Carvalho puxou, então, “Vou Festejar”.

O problema é que a música começa com: “Chora, não vou ligar”. E o Botafogo é alvo de piadas dos rivais justamente por ser considerado o time do chororô. A partir daí, Beth Carvalho entrou na lista dos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.

Alguns botafoguenses apoiaram a sambista que é alvinegra. Mas a maioria dos comentários era de rivais zoando o time de General Severiano. O “Camarote Globo” ainda teve a participação do humorista Marcelo Adnet e do cantor Sidney Magal. Mas a sensação mesmo foi Beth Carvalho, que finalizou a participação pé quente cantando “Esse é o Botafogo que eu gosto”.

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Globo ‘divide’ transmissão entre Palmeiras e Corinthians e causa ira
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UOL Esporte

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Crédito da imagem: MARCOS BEZERRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

É muito comum a Globo exibir trechos de outros jogos durante as suas transmissões de futebol às quartas-feiras e aos domingos. Não raro a emissora interrompe um lance do São Paulo para exibir um gol do Palmeiras, ou para uma jogada sem graça do Botafogo para mostrar um drible sensacional do Flamengo. Mas nesta semana, o canal exagerou na capital paulista.

As chamadas para o jogo XV de Piracicaba x Palmeiras já indicavam que a transmissão traria todos os detalhes de Corinthians x Bragantino. Mas com a crise que se instaurou sobre o time alvinegro após a goleada da semana passada para o Santos e a invasão ao CT no sábado, e com o possível troca-troca de última hora entre Pato e Jadson, o jogo do alviverde teve que dividir um espaço ainda maior com a partida do rival.

Durante a narração, Cleber Machado diversas vezes pontuou que Corinthians e São Paulo estavam em vias de trocar seus jogadores milionários. Chegou a cravar, inclusive, que a negociação já estava concretizada.

Ainda no primeiro tempo, o repórter Mauro Naves, que estava no Pacaembu, entrou pelo menos duas vezes na transmissão para dar detalhes de como se desenrolava o jogo em São Paulo. Naves também participou para falar que a torcida organizada do Corinthians provocou uma briga nas arquibancadas do estádio. E, claro, o repórter tornou a falar sobre a negociação entre Pato, São Paulo, Corinthians e Jadson.

A insistência em mostrar um jogo que não era o principal foi tanta que, assim que encerrado o primeiro tempo de XV x Palmeiras, o canal cortou imediatamente para o duelo Bragantino x Corinthians. O mesmo aconteceu no final da partida, quando Cleber narrou os últimos segundos da encontro no Pacaembu e Mauro Naves voltou a aparecer com entrevistas dos jogadores corintianos.

A decisão global, seja por objetivos de jornalismo ou de audiência, gerou desconforto e até irritação em torcedores palmeirenses. Nas redes sociais, muitos deles reclamaram do destaque que a emissora estava dando ao Corinthians.

“O jogo que a Globo ta passando é o do Palmeiras, mas fala mais sobre os gambás que não sei oq”, disse um internauta.

“Rede Globo, durante o jogo do Palmeiras eu não quero saber nada de Corinthians. Eu odeio essa porra de Cúrintia”, reclamou outro.

“@rede_globo se for pra passar o jogo do Palmeiras e ficar mostrando o lixo dos gambas libera o premier”, reclamou um terceiro palmeirense.