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Arquivo : Diego Souza

Fantástico compara Diego Souza a Cauã Reymond, e Alecsandro vira “Carminha” em vitória do Vasco
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Diego Souza e Cauã Reymond. Vitória do Vasco sobre o Bahia e “Avenida Brasil”. Há algo em comum? Para o Fantástico, sim. Nos gols do domingo, Tadeu Schmidt comparou o jogador ao galã, inclusive usado o nome “Diego Cauã Jorginho Reymond Souza”, e a novela serviu de pano de fundo para a quarta vitória vascaína no Campeonato Brasileiro. Teve até artilheiro sendo chamado de “Carminha”.


Foto: Reprodução de TV/Globo

Segundo o apresentador, “um jogador de futebol e um ator estão causando muita confusão na cabeça das pessoas”. “Ele foi o primeiro a entrar em campo e participou de todos os lances fundamentais do Vasco. Ele é Jorginho. Digo, Cauã Reymond. Quer dizer, Diego SOuza. Não parece? Eu sei, eu sei, a mulherada já está dizendo que o Cauã é muito mais bonito, mas o Diego joga muito mais futebol.”

Em todos os lances em que apareceu, Diego Souza foi tratado como “Diego Cauã Jorginho Reymond Souza”. Mas, em um deles, um vilão roubou a cena. “Diego Cauã Jorginho Reymond Souza cruzou a bola, e o Alecsandro mandou na trave. Mas olha só que danado! O Alecsandro, numa atitude Carminha, tocou a bola com a mão”, disse Tadeu, em alusão à vilã de “Avenida Brasil”, interpretada por Adriana Esteves.

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Uma tentativa de domínio de bola de Eder Luís virou um “momento Divino Futebol Clube”. Mas a atração era mesmo Diego SOuza. “Mas aqui o Jorginho joga muito, joga que nem o Tufão. Diego Cauã Jorginho Reymond Souza, esse sabe fazer golaço. A bola veio do tiro de meta, ele deu o passe com o peito, recebeu a bola, mandou o marcador para o Divino e fez o gol com toda a classe que tem.”

Sósias de esportistas

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Ronaldo e Edmundo elogiam Cássio e lembram lance da final do Paulistão-93; veja a jogada
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O “Jogo Aberto”, da Band, teve Cássio como um dos protagonistas. O goleiro do Corinthians recebeu elogios pela defesa que impediu o gol do vascaíno Diego Souza na partida desta quarta-feira da Copa Libertadores. O lance fez com que os comentaristas Ronaldo e Edmundo lembrassem de uma jogada envolvendo os dois, na decisão do Campeonato Paulista de 1993.

“O Cássio fez a diferença. Ele não escolheu um canto; esperou a decisão do atacante”, disse o ex-goleiro Ronaldo. Ele ainda reconheceu que, se fosse ele o goleiro do lance, não teria feito como o goleiro Corinthians fez: “Se fosse eu nessa jogada, eu ia tomar banho mais cedo. Eu ia estar como zagueiro ali na intermediária, e teria que parar a jogada pro meu time não tomar o gol.’

“É, você já fez isso! O Edmundo lembra bem. Você levantou o Edmundo uns dois metros. Olha como é o mundo. Os dois protagonistas daquele lance agora estão aqui, lado a lado”, lembrou a apresentadora Renata Fan.

Em 1993, Edmundo, então atacante do Palmeiras, recebeu em condições parecidas com a do lance entre Diego Souza e Cássio. No entanto, Ronaldo, goleiro do Corinthians, fez a falta no artilheiro ainda na intermediária e acabou sendo expulso. O time alviverde venceria o rival por 4 a 0 e se sagraria campeão estadual, encerrando um jejum de 17 anos sem títulos.

“O Diego Souza fez aquilo que o Cássio queria que ele fizesse. Ele finalizou praticamente de fora da área e já estava sinalizando que ia bater com o pé direito no canto esquerdo do goleiro. Se sai o gol, o Cássio não teria culpa nenhuma”, disse Edmundo.


Junior estreia na Libertadores em SP, canta bola do jogo e “culpa” D. Souza por queda vascaína
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Ricardo Zanei, em São Paulo


Foto: Andre Penner/AP Photo

Subiu a plaquinha, e rolou substituição no time da Globo na Libertadores. Saiu Caio Ribeiro, entrou Junior. Trocar um atacante por um volante – ou seria um lateral? – não se mostrou uma alteração defensiva. O ídolo do Flamengo estreou no torneio (pelo menos para quem acompanha a competição em São Paulo) na ofensiva: cantou a bola do jogo e citou o gol perdido por Diego Souza como determinante para o resultado. A vitória corintiana por 1 a 0 eliminou o Vasco e colocou o time paulista na semifinal.

Não houve um enfrentamento entre Rio e São Paulo na transmissão global, nem puxação de sardinha para um dos lados. Junior apareceu mais vezes durante o jogo, mas com frases curtas. Casagrande ficou meio escondido, mas, quando falou, falou bastante. Arnaldo César Coelho completou o trio de comentaristas, dessa vez, sem polêmica: se, no primeiro jogo, um impedimento vascaíno foi o assunto da semana, dessa vez, o ex-árbitro só teve trabalho no fim, quando decretou que o lance que originou o gol do Corinthians foi legal.

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A bola de cristal
Os dois times fechados no primeiro tempo influenciaram os comentários, que tenderam para a neutralidade. Ninguém se arriscava em campo, e o comportamento se refletia fora dele. Junior afirmou algo um tanto óbvio, mas que se mostrou premonitório: “Acho que quem tomar um gol vai ter dificulade de reverter.”

“No segundo tempo, alguém vai ter que se soltar, e eu acho que será o Corinthians”, disse Junior. Com o fim do jogo se aproximando, ele voltou a “pressionar” o time alvinegro. “Acho que o Corinthians sofre um pouco mais essa pressão pela torcida, pelo fato de jogar em casa.”

Instantes antes do gol salvador de Paulinho, Junior tirou a bola de cristal do bolso. “Se tiver qualquer vacilo, o castigo é grande”, afirmou, pouco antes de o volante marcar de cabeça. “O jogo estava se apresentando dessa forma. Talvez a única bola que o Vasco tenha perdido no jogo aéreo em toda a partida foi a bola do Paulinho.”

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O vilão
Ao fim da partida, o gol perdido por Diego Souza foi lembrado, e o ex-flamenguista mais uma vez falou sobre como um jogo pode ser definido em um único lance. “A bola do Diego era a bola do jogo. Foi um descuido da defesa do Corinthians que proporcionou a chance para o Vasco, assim como um descuido da defesa do Vasco proporcionou a chance para o Corinthians”. Casagrande concordou. “O jogo foi muito igual. Estava truncado e foi decidido em um detalhe. O Corinthians falhou, e o Diego Souza não conseguiu fazer o gol. O Vasco falhou na bola aérea, e o Corinthians fez o gol.”

Apito afiado
Enquanto os corintianos faziam festa no Pacaembu, os jogadores do Vasco reclamavam da jogada que originou o escanteio do qual saiu o gol de Paulinho. Os vascaínos achavam que o árbitro Leandro Vuaden não deveria ter permitido a cobrança rápida de uma falta. Foi a vez de Arnaldo entrar em ação. “Ele está certo em deixar a falta ser batida, a determinação é essa. O Vasco não tem que pedir para fazer a barreira. O Corinthians bateu rápido, o lance foi normal”. Fim de jogo. Dessa vez, sem polêmica.

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