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Caio revela troca de mensagens com Victor e se empolga no ar: “Parabéns Vitão”
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Crédito: Reprodução/TV Globo

O comentarista da TV Globo, Caio Ribeiro, se empolgou na transmissão da partida entre Atlético-MG e Newell’s Old Boys, logo após a defesa do pênalti do goleiro Victor que garantiu o Galo na final da Libertadores.

O narrador Cleber Machado, logo após falar da classificação do Atlético-MG, passou a palavra para Caio Ribeiro. “O Caio estava tímido para contar uma história. Você mandou uma mensagem pro Victor?”

“Falei com o Victor hoje [quarta] a tarde, mandei mensagem para ele assim: ‘você se consagrou contra o Tijuana, hoje é outro dia de você sair nos braços da torcida’. Ele me respondeu: ‘a gente está muito confiante, pode ter certeza que se for para os pênaltis será uma noite inesquecível, a gente vai ganhar. Parabéns Vitão!”, se empolou Caio.

“Se tem um heroi nesta campanha, é o Victor”, emendou Bob Faria, que também dividiu a transmissão com Cleber e Caio.

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Léo chama Caio Ribeiro de “bananão” e leva troféu da semana na TV
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UOL Esporte Vê TV apresenta mais uma edição do seu salão de troféus, premiando os destaques da grade esportiva na semana que passou. O blog preparou uma série de categorias para os deslizes e melhores momentos dos narradores e comentaristas. Segue abaixo a seleção de momentos inspirados da telinha.

Crédito das imagens: Divulgação/Santos F.C. e Reprodução de TV

Caio, o “bananão”
O lateral Léo, do Santos, chamou o ex-colega de clube Caio Ribeiro, hoje comentarista da TV Globo, de “bananão” durante o “Globo Esporte” de sábado. O alvinegro brincou com Caio, revelando o “medo” do ex-atleta na época de atleta: “Fala para o Caio bananão que quando ele jogava no Santos comigo e a torcida invadia o CT, ele se escondia na caixa d’água. Isso você não fala, né? Quando apertava, você corria pra se esconder na caixa d’água”, disparou. Leia o post completo

Tiago Timberlake?
Animado com o anúncio de que o cantor Justin Timberlake vira à próxima edição do Rock in Rio, o apresentador Tiago Leifert, do “Globo Esporte” disse que as pessoas o acham bastante parecido com o ex-N’Sync. “Dizem que eu pareço o Justin Timberlake. Quando eu morava nos Estados Unidos, todo mundo dizia que eu parecia muito com ele. Eu era dublê do Justin Timberlake”. Leia o post completo

Inimigo secreto
A crise do São Paulo, com vaias ao técnico Ney Franco e reclamações de astros como Lúcio e Ganso, tem solução simples. Pelo menos na opinião do humorista Marco Luque, que participou do “Donas da Bola”, da TV Bandeirantes, na segunda. Segundo Luque, basta Rogério Ceni organizar um “amigo secreto” e disparar indiretas sobre quem está dando “migué” ou reclamando demais. Leia o post completo

Felipe Melo x PVC: parte 2
A definição dos confrontos da Liga dos Campeões promoveu um reencontro especial. Após quase três anos de uma histórica discussão ao vivo, o jornalista e comentarista dos canais ESPN Paulo Vinícius Coelho, o PVC, e o volante Felipe Melo voltaram a falar na manhã de sexta. A conversa foi amistosa e bem humorada, mostrando que o atrito ficou no passado, e os dois comentaram o confronto do Galatasaray contra o Real Madrid, pelas quartas de final. Leia o post completo

Xaveco de Vamp não avança
Vampeta roubou a cena no programa “Mulheres Ricas”, da Band, por xavecar a ex-mulher do humorista Carlos Alberto de Nóbrega. Mas não foi dessa vez que o “Velho Vamp” emplacou uma paixão. Andréia de Nóbrega elogiou o ex-jogador por ser estiloso, mas disse que gosta de homens acima de 50 anos. Vampeta, porém, ainda está distante da idade do lobo, com 39 anos. Leia o post completo

Olha a chuva, amigo!
Quem acompanha a F-1 com Galvão Bueno conhece a sua famosa frase sobre o mau tempo que costuma atingir o GP do Brasil em Interlagos: “A chuva vem da represa”. O narrador voltou a fazer previsão do tempo também na Austrália, onde choveu tanto no sábado que o treino precisou ser adiado para o dia seguinte. “É tempestade de cidade à beira-mar. O vento que vem do mar traz a chuva, e a força do vento é realmente muito grande”, observou Galvão, durante uma das pausas estabelecidas pela direção de prova para esperar as nuvens passarem. Leia o post completo


Caio Ribeiro joga na chuva, mas diz que não usa branco para evitar bullying no Globo Esporte
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Crédito da imagem: Reprodução/Sportv

Aposentado do futebol desde 2005, o comentarista Caio Ribeiro, da Globo, voltou aos gramados nesta sexta-feira para atuar em jogo beneficente organizado por Narciso e Neymar, na Vila Belmiro. Caio atuou no time de azul, dos “Amigos do Narciso”, por dois motivos: porque foi colega de equipe do ex-zagueiro no Santos e também porque não queria jogar de camisa branca. O motivo? Com a chuva que caiu na Baixada Santista, ele não queria ficar com a barriga marcada.

“Já não estou mais tanto em forma. Não posso jogar de branco, porque senão vou ser prato cheio para as piadinhas do ‘Globo Esporte’ amanhã”, brincou Caio.

Ao saber que Odinei Ribeiro e Luiz Ademar iriam comandar o jogo pelo Sportv das cabines de transmissão, o global também pediu para que os comentaristas pegassem leve com a sua atuação e fez até uma “ameaça”: “Se vocês me cornetarem demais, vou pegar vocês amanhã lá na Globo!”, disse, com dedo em riste.

Em clima de festa, Caio mostrou ainda ter habilidade com a bola e jogou de volante, mas não escapou das críticas. “O Caio só jogou em time Grande: São Paulo, Inter de Milão, Napoli, Flamengo, Botafogo, Santos, só timaço. Nem jogava tanto, mas, como é meu amigo, vou aliviar. Hoje nem sabia que ele estava em campo…”, ironizou Luiz Ademar.


Zé Roberto corneta comentaristas que o “aposentaram” e cria saia justa no Sportv
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Crédito da imagem: Reprodução

O meia Zé Roberto, do Grêmio, deixou a equipe do “Arena”, do Sportv, em uma saia justa nesta quinta-feira. Em participação ao vivo do estúdio do canal no Rio Grande do Sul, o veterano agradeceu os elogios feito pelo apresentador Alexandre Oliveira – que disse que o jogador está atuando em alto nível apesar dos 38 anos -, mas devolveu dando uma cornetada em comentaristas que já o teriam “aposentado” quando ele deixou o futebol do Qatar e veio para o Grêmio, em junho deste ano. Sobrou até para Renato Maurício Prado, que nem está mais no Sportv.

“O Renato (Maurício) Prado e o Telmo Zanini ainda estão aí? Porque eles foram os primeiros a me ‘aposentarem’ quando eu saí do Catar. Quando falei que eu estava voltando para o Brasil, eles foram os primeiros a mostrarem indiferença. Até não entendi o porquê, já que são jornalistas experientes, me viram jogar e viver boa fase na Alemanha. Não sei por que falaram isso… Mas mostrei que não estou aposentado”, disparou Zé Roberto, deixando o clima pesado. Renato Maurício Prado deixou o Sportv em agosto, após se desentender com o narrador Galvão Bueno, enquanto Zanini continua no canal.

O próprio gremista, no entanto, “consertou” as coisas pouco depois, ao rasgar elogios ao ex-colega de futebol (e agora comentarista) Caio Ribeiro: “Comentarista bom é um que está no estúdio agora, e eu joguei com ele (Caio). A gente jogou junto na seleção sub 23 do Zagallo, e também joguei contra ele na Inter (de Milão). Foi um grande atacante e agora está iniciando a carreira como jornalista, mas já parece muito experiente. Tenho que tirar o chapéu pra ele, fico muito feliz de vê-lo fazendo sucesso. A última vez que o vi pessoalmente foi quando eu ainda jogava no Santos, mas dá pra ver que ele continua bonitão”, brincou Zé Roberto, arrancando risos e aliviando o ambiente.

Caio, por sua vez, agradeceu as palavras de Zé Roberto e aproveitou para tirar onda também: “Ele (Zé Roberto) é um ano mais velho do que eu, mas está uns 15 quilos mais magro (risos). O Zé é um jogador acima da média, sempre se cuidou muito bem, nunca teve histórico de lesões. Amizade à parte, sempre falei que ele é um jogador de futebol refinado e que tem condições de jogar até os 50 (anos)”, para dessa vez fazer o meio-campista rir: “Rapaz, acho que vou jogar só até os 40, mesmo. Se eu resolver esticar até os 50, vou ter problemas em casa!”, disse.

Zé Roberto

Zé Roberto

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Caio Ribeiro sua o quimono em treino de MMA e é ‘finalizado’ por lutadora
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Para mostrar a crescente popularização do MMA no Brasil, o Globo Esporte escalou o comentarista Caio Ribeiro para participar de um treino do esporte. E como não poderia deixar de ser, o ex-jogador de futebol sofreu com o puxado treinamento.

No início, Caio até conseguiu acompanhar o aquecimento, mostrando que os anos como jogador de futebol lhe fizeram bem. Mas foi no treino de técnicas que o aplicado comentarista mostrou maior dificuldade.

Primeiro no jiu-jitsu, Caio aprendeu a fazer o famoso triângulo que rendeu a Anderson Silva a vitória sobre Chael Sonnen no primeiro confronto entre os dois lutadores do UFC. Já no treino de boxe, Caio não aguentou o ritmo e cedeu após desferir diversos socos e ganchos. No final, já sem fôlego, ele ainda foi vítima de uma chave de braço desferida pela única mulher do treino. Uma ‘recompensa’ ao esforçado aluno.

Créditos: Reprodução/TV


Em meio ao gol “fala muito”, Casagrande se emociona e destoa em transmissão global
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A América, enfim, é do Corinthians. Foram 14 jogos para conquistar de forma inédita e invicta o título da Libertadores, todos com transmissão na TV aberta pela Globo. Se o primeiro jogo da final foi marcado por exageros, a vitória por 2 a 0 sobre o Boca Juniors, nesta quarta-feira, voltou ao padrão global. Casagrande foi o lado emotivo da transmissão, com direito a voz embargada. Já os microfones captaram uma curiosa discussão entre o meia Riquelme e o técnico Tite, com direito ao uso do bordão “fala muito” pelo comandante corintiano antes do primeiro gol.

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Curiosamente, a transmissão global foi mais equilibrada no jogo decisivo do Pacaembu que no primeiro duelo na Argentina. Desta vez, o narrador Cléber Machado foi mais comedido nas críticas aos rivais corintianos. A frase mais forte foi: “O Boca sabe jogar, mas algumas jogadas, de vez em quando, são desleais”. As participações de Caio Ribeiro e Arnaldo Cézar Coelho foram discretas, e coube a Casagrande dar o tom de emoção para a noite histórica.

Em sua primeira participação, o ex-atacante alvinegro decretou: “Tem que ganhar”, antecipando o grito “Vamos Corinthians! Esta noite, teremos que ganhar!”, repetido pela torcida em toda a partida. No primeiro tempo, ele ainda reclamou que o time estava atacando pouco, que o jogo estava “amarrado” e que o Boca estava gostando demais da maneira como o Corinthians atuando.

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Mas foi na segunda etapa que a narração esquentou. Antes do primeiro gol, que nasceu de uma falta cometida por Riquelme, os microfones da Globo flagraram uma discussão entre o meia e Tite. Na transmissão, deu para ouvir claramente o treinador gritar “fala muito, fala muito”. A frase virou bordão e até camiseta em um bate-boca com o palmeirense Luiz Felipe Scolari na segunda semifinal do Paulista do ano passado. “Eu cheguei a ouvir um ‘fala muito’ aí?”, perguntou Cléber. “Ouviu sim”, respondeu o repórter Mauro Naves, antes de a bola ser alçada na área, e Emerson abrir o placar.

Logo após o lance, Casagrande disse o que muito torcedor pensava. “É o momento de ir para cima, decidir o jogo, mostrar quem manda em casa”, afirmou. Emerson marcou de novo, e o comentarista não se conteve. “Tem que fazer o terceiro para fechar no caixão.”

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Com a proximidade do fim da partida, o ex-jogador, com a voz embargada, não escondeu a emoção. “Cléber, eu parei de jogar em 1994, e nunca mais me deu vontade de voltar. Mas hoje eu gostaria muito de estar dentro de campo”, disse, repetindo o que havia afirmado antes da final à rádio Estadão ESPN.

Foi só a partir dos 40min que Cléber começou a falar em título. “Tá chegando a hora”, antecipou, aos 43min. Ao apito final, o narrador soltou a voz. “Chegou a hora de soltar o grito. Solta a voz o torcedor do Corinthians. Campeão da Libertadores da América, 35 anos depois da primeira participação, em 77. Na 10ª edição, chega de ouvir gozação, de sofrer, chega sim em 2012 com uma campanha invicta.”

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“Qual foi o lema da Libertadores? Vai Corinthians? Foi! Chegou!”, disse Cléber. Foram 140 dias entre a estreia e o título inédito. Na TV, foi uma campanha com erros e acertos, altos e baixos, mais ou menos como a trajetória corintiana. Ao fim da transmissão, à 0h30, após quase 40min de cobertura da comemoração no gramado, Cléber agradeceu a audiência – aliás, recorde no ano para a emissora. A festa da Globo na Libertadores chegava ao fim. A do Corinthians, apenas começou.

Ricardo Zanei
Do UOL, em São Paulo


Em noite de Romarinho, Globo “demoniza” Boca e trata Corinthians como “Brasil na Libertadores”
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Mocinho x bandido. Quem assistiu à transmissão da Globo do primeiro jogo da final da Libertadores ficou com a impressão de um duelo entre o bem contra o mal. A palavra “guerra” foi usada algumas vezes, sempre tendo os argentinos como vilões. No filme da decisão, Corinthians, o “Brasil” no torneio, representou o lado do bem, enquanto o Boca Juniors fez o papel do “lado negro”. Toda guerra tem um herói, e o destaque do empate por 1 a 1, como não podia deixar de ser, foi Romarinho.

A transmissão de qualquer jogo de um time brasileiro contra um rival internacional tende, com razão, para o lado nacional. Mas, em Boca x Corinthians, o tom beirou a agressividade, com os adversários argentinos se tornando, desnecessariamente, “inimigos”.

Especialmente no primeiro tempo, Cléber Machado, Casagrande, Caio Ribeiro e Arnaldo Cézar Coelho, presentes na Argentina, fizeram uma espécie de “demonização” do Boca: uma equipe cheia de catimba, que reclama e faz pressão na arbitragem, bate e provoca os brasileiros. Tudo, quase sempre, feito de forma orquestrada.

Adjetivos, só para os alvinegros. A frase “o Corinthians é Brasil na Libertadores” não foi usada, mas ficou no ar. O telespectador, torcendo a favor ou contra o time de Tite, foi tratado como corintiano. Casagrande até chegou a falar “a gente” em algumas oportunidades. Outro exemplo? “Não fique nervoso, o juiz já parou o jogo”, disse Cléber, quando a bola entrou no gol corintiano depois que a partida já estava paralisada.

Guerra
“Se entrar na pilha de uma guerra, os argentinos são muito melhores que a gente nessa situação”, afirmou Casagrande. A palavra “guerra” foi citada mais de uma vez pelo comentarista, enquanto o Corinthians parecia estar em “missão de paz”. “Toda vez que você está em desvantagem, eles começam a provocar. Muitas vezes é feito de cabeça pensada”, completou Caio.

Pressão
Para Cléber, os argentinos queriam arrumar tirar os brasileiros do sério. “O Erviti está discutindo com o Emerson, está a fim de confusão”, disse. O narrador ainda reclamou da pressão do Boca sobre o árbitro chileno Enrique Osses. “Agora, ele deu cartão amarelo para o Riquelme, que está apitando o jogo”, reclamou.

La Bombonera?
Até a pressão do estádio La Bombonera, algo histórico especialmente pela barulhenta torcida, foi minimizada. “É um jogo igual. Em uma partida como essa, não faz diferença jogar em casa ou não”, afirmou Caio.

Herói
Toda guerra tem um herói. Na batalha de La Bombonera, foi Romarinho. Casagrande já havia pedido a entrada do jogador. Autor do gol salvador, ganhou elogios dos globais. Aí, sim, deu para dizer que as palavras foram mais do que merecidas.

Final, parte 1
“O sonho do Corinthians continua vivo”. Foi assim que Cléber terminou a semifinal contra o Santos, foi assim que a Globo abriu a transmissão de Boca x Corinthians. Fatalmente, será assim que começará o duelo no Pacaembu. Com heróis e festa, como deve ser, mas sem guerra, anjos e demônios.

Ricardo Zanei
Do UOL, em São Paulo

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Caio Ribeiro vê Coritiba “mais time” do que o Palmeiras, mas aponta Felipão como diferencial
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Nesta segunda-feira, no programa Bem, Amigos, do SporTV, o comentarista Caio Ribeiro, ao falar sobre a final da Copa do Brasil deste ano, afirmou que o Coritiba tem “mais time” do que o Palmeiras. No entanto, o ex-jogador apontou Luis Felipe Scolari como fator diferencial a favor do time paulista.

“Acho que o Coritiba tem mais time, tem um maior volume de jogo, mas a maneira como o Felipão monta o time para jogos decisivos é diferente”, afirmou Caio.

Também comentarista e ex-jogador, Júnior afirmou que a volta dos jogadores machucados pode ser um trunfo a favor do Palmeiras na finalíssima.

“O Palmeiras pode ter o retorno do Marcos Assunção e do Luan. O Marcos é o cérebro daquele meio campo, dita o ritmo do time, além de ser importante na bola parada. E o Luan faz um bom lado esquerdo ali com o Juninho”, opinou.

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Classificação do Corinthians tem sumiço de narração e “cotovelada” de Arnaldo em Cléber
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O Corinthians empatou com o Santos e se classificou pela primeira vez para a final da Libertadores. Na transmissão da Globo, alguns eventos também aconteceram de forma inédita. O som de Cléber Machado desapareceu, e o “Show do Intervalo” realmente trocou o esporte pelo entretenimento, com direito a tossida no ar e canja de ator de Arnaldo Cézar Coelho, com encenação de cotovelada no narrador e criação de candidatos a bordões.

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Se, no jogo de ida, a emissora foi chamada de “corintiana” no Twitter, a preferência parecia ter mudado de lado mesmo antes de a bola rolar: a novela “Avenida Brasil” terminou com “Eu quero tchu, eu quero tcha”, da dupla sertaneja João Lucas e Marcelo, música que tem Neymar no clipe e na letra.

“É hora de acompanhar uma noite que está sendo chamada de uma noite para fazer história”, disse Cléber, em tom filosófico, na abertura da transmissão. “Vale a pena ser testemunha de uma página da história que vai ser escrita. E o coração? Tá batendo forte, tá batendo acelerado?”, perguntou o narrador.

O coração de quem trabalha na Globo deve ter disparado por volta dos 12min do primeiro tempo, quando o áudio de Cléber desapareceu por cerca de 40 segundos. A “narração” ficou a cargo dos gritos da torcida corintiana. “Tivemos um problema com o áudio aqui no Pacaembu, mas já está tudo Ok”, disse. Na verdade, mais ou menos: instantes depois, o problema se repetiu com o repórter Abel Neto. “Globo”, claro, virou um dos TTs (“Trending Topics”, frases mais publicadas) mundiais no Twitter.

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Show de humor no “Show do Intervalo”
Foi no “Show do Intervalo” que veio o momento de maior diversão para os telespectadores. O primeiro bloco foi esportivo, com os melhores momentos de Coritiba x São Paulo, pela Copa do Brasil. O segundo foi, sem querer, dedicado à comédia, começando, inclusive, com uma bela tossida antes de Cléber anunciar os principais lances da primeira etapa no Pacaembu.

Mas foi na discussão da polêmica – foi ou não cotovelada de Alan Kardec em Ralf no início do lance do gol santista? – que a transmissão chegou ao ápice. Arnaldo, que já havia dito que o atacante não teve intenção de acertar o rival, resolveu encenar como seria uma cotovelada “de verdade”. “Você não vai me usar como exemplo para a cotovelada, né, Arnaldo?”, perguntou Cléber. Claro que foi isso que o comentarista fez.

“Se fosse uma cotovelada, seria assim”, mostrou Arnaldo, fazendo o teatrinho e dando a cotovelada de mentirinha. O comentarista emendou uma frase que pode entrar para o seu rol de bordões. “Futebol é contato físico. Não quer contato físico? Vai para o vôlei, que o adversário fica do outro lado da quadra”, completou. Regra clara para Arnaldo.

Depois de um silêncio – ou seria pausa dramática? -, veio outro candidato a bordão: “Obrigado, Arnaldo, satisfação”. Bastou isso para que os termos “Arnaldo” e “Cléber Machado” chegassem, em instantes, aos TTs dos internautas de todo o mundo.

Fim de jogo, e o sonho corintiano de conquistar o título inédito da Libertadores continua vivo. “A final da Libertadores é realidade”, disse Cléber. Para o torcedor, é contagem regressiva e, por falar em bordão, faltam só mais dois “bola em jogo pra você ligado na Globo”.

Ricardo Zanei
Do UOL, em São Paulo


Tiago Leifert e Caio Ribeiro farão as vozes do jogo Fifa 13
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O apresentador do Globo Esporte Tiago Leifert e o comentarista Caio Ribeiro farão a narração e os comentários, respectivamente, do jogo Fifa 13 nas versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

Leifert e Ribeiro farão as vozes da versão brasileira do jogo da Electronic Arts, como confirmou a Warner Bros., distribuidora do jogo no país, nesta terça-feira.

A edição 10 do jogo contou com a locução de Nivaldo Prieto e com comentários de Paulo Vinicius Coelho. Desde então, o Fifa não teve vozes em português na edição brasileira.

Em seu twitter, Tiago Leifert confirmou a participação no jogo: