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Narradores argentinos elogiam Galvão, mas provocam e preveem novo “Maracanazo” em 2014
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Crédito da imagem: AFP/Emmanuel Dunand

Apaixonados, empolgados, provocadores. Assim são os narradores de futebol argentinos, que têm um estilo um tanto alternativo ao dos brasileiros.

Leo Gabes, da Rock & Pop FM, não lembra quantos times brasileiros já “eliminou” enquanto narrava

Apesar das diferenças, eles confessam até admiração por algumas vozes “brasucas”, como a de Galvão Bueno, da TV Globo, considerado um “gênio”, na opinião dos hermanos.

Em papo com o UOL Esporte, dois bons exemplos do toco y me voy da narração argentina falaram sobre como é “mais gostoso” gritar gol contra times brasileiro e aproveitaram para provocar e prever um “Maracanazzo” em 2014.

Leo Gabes, com passagem por mais de dez veículos, narra pela rádio Rock & Pop FM. Em 13 anos como relator, como são chamados os donos da voz na Argentina, viveu grandes momentos contra equipes brasileiras, como a vitória do Estudiantes sobre o Cruzeiro na final da Libertadores 2009 e a do Boca Juniors sobre o Grêmio na edição 2007 do torneio – considerados seus jogos inesquecíveis.

“Quando narro, trato de transmitir força e sentimento. Faço com muita paixão, pois é assim que vivo”, diz Gabes, que não lembra quantos times brasileiros já “eliminou” em sua carreira: “Não sei (risos). Mas foram vários. Boca eliminou muitos, e narrei várias vezes. Estudiantes e River também. Aqui, essas partidas são ‘de vida ou morte’”.

OUÇA LEO NARRANDO GOL DE RIQUELME CONTRA O CORINTHIANS:


 

Quanto aos brasileiros, Gabes primeiro afaga, mas depois apedreja. O narrador diz gostar muito de Galvão Bueno, mas admite que nada o daria mais alegria do que narrar um novo “Maracanazo”, desta vez argentino, na Copa de 2014.

QUEM É O MELHOR NARRADOR? VOTE

  • Arte/UOL

“Tenho uma profunda admiração por Galvão Bueno, é um gênio! Mas o sonho de todos nós seria ganhar do Brasil, no Maracanã, na final de 2014. Isso não teria preço, e é o que todos queremos”, dispara Leo, que narra jogos de clubes e da seleção.

Opiniões semelhantes tem Leonardo Gentili, da rádio La Red AM 910, e que também passou por outros veículos no país, como a rádio ESPN local.

Um fator, no entanto, parece unir as nações: nos últimos tempos, as seleções vêm perdendo cada vez mais apelo e audiência. O que importa mesmo aos telespectadores e ouvintes são os times de coração.

“Na Argentina, há mais fanatismo pelos clubes do que pela seleção. Poucos trocariam um título de seu time, em qualquer divisão, por uma conquista da seleção”, decreta.

Os argentinos também aproveitam para prever título albiceleste na atual Copa Libertadores, mesmo com os fortes times de Atlético-MG e Fluminense na briga.

“Tomara que o campeão seja um argentino. Para mim, quem passar do confronto entre Boca e Newell’s será o campeão”, opina Leo Gabes. O Boca já eliminou o Corinthians, enquanto o clube da cidade de Rosario ainda não cruzou com brasileiros.

OUÇA GOLS DA ARGENTINA NA VOZ DE LEONARDO GENTILI:


 

E para você, quem são melhores narradores: brasileiros ou argentinos? Comente!

Francisco De Laurentiis
Do UOL, em São Paulo


Clone de Messi conquista TV argentina
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Crédito da imagem: Reprodução

Um verdadeiro “clone” do astro Lionel Messi, do Barcelona, vem conquistando a televisão da Argentina. O garoto é idêntico ao atacante, e também imita o jeito de falar de La Pulga, sempre começando as frases dizendo “La verdad és que…

A imitação é tão parecida que o “clone” ganhou as manchetes também na Espanha, onde os jornais destacaram o vídeo que você confere abaixo:

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Com drama de repórter e tentativas de agressão, “A Liga” e “Profissão Repórter” acompanham saga corintiana na Argentina
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Corinthians e Boca Juniors se enfrentam nesta quarta-feira para definir o campeão da Libertadores. Mas, menos de 24h antes da decisão, o duelo foi entre Bandeirantes e Globo. Com algumas jogadas semelhantes, mas ritmos de jogo diferentes, “A Liga” e “Profissão Repórter” trouxeram, na noite desta terça, edições especiais sobre o primeiro capítulo da final, na Argentina. A caravana corintiana, a busca por ingressos, o drama da repórter sem credencial e até ameaças de agressão permearam os programas. Em campo, houve empate por 1 a 1. E, na TV, quem saiu na frente?

Leia também: >> Canais esportivos na TV fechada prometem “overdose” com mais de 30h de Libertadores no dia da final

O programa da Band, com início previsto para as 22h40, adotou a estratégia do atraso para o apito inicial e entrou no ar quase às 23h. O objetivo era rivalizar com a atração global, que teve início por volta de 23h40, e deu certo. “Profissão Repórter” acabou cerca de 0h20, enquanto “A Liga” passou de 1h30 de duração, terminando perto de 0h30.

“A Liga” com time completo
A escalação favoreceu a Band. Com um integrante a mais – cinco contra quatro -, “A Liga” definiu bem as posições de seus repórteres. Débora Vilalba chegou antes na Argentina, falou com torcedores que buscavam ingressos e viu o jogo na torcida do Boca ao lado de corintianos infiltrados. De ônibus, Cazé viajou com a torcida de São Paulo a Buenos Aires – quer dizer, mais ou menos (leia no box ao lado) – e também acompanhou o duelo em La Bombonera, mas na área reservada para os alvinegros.

O são-paulino Thaíde participou desde os preparativos – compra de fogos de artifício, carne e pão – até o fim da partida na festa organizada pela Gaviões da Fiel em sua quadra. Já a corintiana Mirian Bottan encarou as provocações de um grupo de anticorintianos e assistiu ao jogo em um restaurante em frente ao Palestra Itália.

A novidade foi a presença do ex-goleiro Ronaldo Giovanelli no quadro “Um dia com Paulinho”. O comentarista foi com o volante desde sua casa até o centro de treinamento, onde conversou com Tite e outros jogadores. De Paulinho, descobriu que ele “leva um gel, um xampuzinho, cremezinho, desodorante, perfume” para o treino.

“Profissão Repórter” aposta na tática
Se perdeu no número de jogadores e não conseguiu acompanhar o duelo no meio da galera, “Profissão Repórter” tentou igualar as ações com pelo menos duas matérias exclusivas. Uma delas mostrou o cotidiano da TV Corinthians: o sofrimento dos repórteres na arquibancada do Pacaembu no dia de “folga” e no gramado de La Bombonera em dia de trabalho.

Em outra, Caco Barcelos, presente no gramado contra Santos e Boca, visitou Veranópolis (RS) e Palestina (SP), cidades do goleiro Cássio e do meia-atacante Romarinho, respectivamente. No Sul, descobriu que o arqueiro é devoto de Santa Rita de Cássia e tem até uma tatuagem dela em suas costas. Já no interior paulista, conversou com o primeiro técnico da nova estrela, Érico Lima, que ganhou “um boné e uma camiseta” por ter descoberto Romarinho, mas deu mais de 50 entrevistas depois do gol em La Bombonera.

Empate em campo, e na tela?
Boca e Corinthians ficaram no 1 a 1 no primeiro jogo, mas, na TV, a Band saiu na frente. Na Globo, as entrevistas exclusivas poderiam ter sido melhor exploradas. O tempo da atração pode ter atrapalhado e, além disso, a edição se mostrou um pouco confusa ao cruzar os temas. Já “A Liga” teve mais que o dobro de duração e contou com mais “homens em campo”, que cumpriram bem os seus papéis. Foi, no fim, um time mais entrosado, mais com a cara do Corinthians.

Ricardo Zanei
Do UOL, em São Paulo


Pânico vai à Argentina torcer pelo Brasil, sofre com derrota e leva banho de cerveja
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O Pânico na Band aproveitou o amistoso entre Brasil e Argentina para tirar sarro dos nossos vizinhos, mas se deu mal. No último sábado, o Repórter Vesgo e Alfinete foram até Buenos Aires para acompanhar, fora de casa, o jogo entre as duas seleções que aconteceu em New Jersey, nos Estados Unidos.

Neste domingo, eles mostraram a empreitada. Em um bar repleto de torcedores, entre eles muitos brasileiros, a dupla do Pânico cansou de provocar os argentinos. Devidamente vestidos de verde-amarelo, eles arrancaram de um funcionário do local a promessa de que todos beberiam de graça caso o Brasil vencesse.

Quando Rômulo abriu o placar, a provocação começou. Um dos alvos de piadas, com dois amigos, se irritou, discutiu com Vesgo e pediu (em vão) para não ser filmado. Antes do primeiro tempo, no entanto, Messi ajudou a Argentina virar e os dois começaram a sofrer. Um dos argentinos desabafou, gritou bastante no ouvido de Alfinete e puxou músicas de sua seleção.

O troco dos brasileiros veio logo. Oscar e Hulk marcaram e Vesgo e Alfinete se enturmaram com os compatriotas para gritar “Pentacampeão”. Só que, de novo, a alegria durou pouco. Depois de uma “secada” de Alfinete, que previu a virada, a Argentina fez 4 a 3 e consolidou a vitória.

Foi aí que, de novo, a dupla do Pânico sofreu. Do lado de fora do bar, Vesgo e Alfinete ouviram berros ao pé do ouvido, foram xingados, levaram petiscos na cabeça e terminaram com um banho de cerveja, agradecendo a “hospitalidade” dos locais.

Crédito da foto: Kena Betancur/EFE

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CQC da Argentina faz trocadilho sobre paternidade e deixa Messi encabulado em entrevista; assista
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Por essa, Messi não esperava. Em entrevista coletiva para falar sobre os jogos contra Equador e Paraguai, pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, o astro foi surpreendido com um trocadilho feito por uma repórter do CQC da Argentina. O assunto: o boato que o astro do Barcelona vai ser papai em breve.

Primeiro, a repórter deu os parabéns ao jogador pela suposta gravidez de sua namorada, Antonella Roccuzzo. Em seguida, veio a piada. “Isso vai mostrar para todos que te criticam e dizem que você só bate sua bolinha pelo Barcelona”, disse, em tradução livre.


Foto: Albert Gea/Reuters

A verdadeira pergunta veio só depois do trocadilho: “O que seria melhor? Golear o Brasil por 4 a 0 em uma final de Copa ou ganhar com um gol suado, no finalzinho?”. Mas, ao que parece, o trocadilho já havia deixado Messi encabulado.

“Na verdade, eu não ouvi a pergunta porque eu estava pensando em outra coisa. Quero ganhar, não importa como. Prefiro o 4 a 0, aí a gente não sofre muito”, disse Messi.

Os zagueiros não conseguem, mas, ao que parece, o CQC da Argentina conseguiu desestabilizar Messi. Assista:

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Caniggia é comparado a Axl Rose e diz que beijo em Maradona foi “de espírito”
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Um dos maiores carrascos brasileiros na história, Claudio Caniggia foi um dos personagens do “Esporte Espetacular” deste domingo. Entrevistado durante um campeonato de futevôlei, o ex-atacante foi à praia de Copacabana com um visual meio rock’n roll, com bandana e cabelo comprido.

Resultado? Foi comparado pela reportagem ao astro Axl Rose, da banda Guns n’ Roses. Nada que tirasse o humor de Caniggia, que passou longe da tradicional marra argentina e respondeu até sobre o famoso gol que ele marcou na Copa de 1990, que acabaria eliminando o Brasil daquele Mundial diante da Argentina.

“Fazer um gol no Brasil em uma Copa do Mundo já é muito bom, para um argentino então…”, disse o ex-jogador, pedindo que os brasileiros esquecessem seu feito.

Caniggia também foi questionado sobre a famosa cena que protagonizou com Maradona, quando eles se beijaram durante um jogo do Boca Juniors. “Não sei. Nenhum de nós dois sabe dizer o porquê daquele beijo. Foi uma coisa que nasceu. Hoje continua como uma espécia de superstição quando nos vemos. Foi algo de espírito, nada de mais. Apenas um selinho”, disse o ex-atacante, que tratou o antigo companheiro como um “irmão”.

Crédito das fotos: Reprodução e AP

Diego Maradona
Diego Maradona

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Para comentaristas, amistoso é importante apenas para Mano Menezes; veja declarações
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Crédito: AFP Photo/Evaristo SA

Brasil e Argentina reeditam um dos maiores clássicos do planeta nesta quarta-feira. Ao contrário de outros confrontos entre as duas seleções, a partida que será realizada no Pará não empolga tanto quando outros clássicos históricos: um amistoso que vale pouca coisa e não conta com os principais atletas de seus respectivos países.

Na opinião de boa parte dos comentaristas, entretanto, o confronto é de fundamental importância para uma pessoa: Mano Menezes, que ainda precisa de bons resultados e não tem convencidos alguns dos especialistas da mídia esportiva. Outra parte vê o jogo contra a Argentina como um amistoso sem propósito. Veja algumas declarações:

JOGO IMPORTANTE. SÓ PARA MANO MENEZES

Hoje é vida ou morte para o Mano Menezes. Pra mim o Mano já dançou, se não vamos perder outra Copa aqui no Brasil. Ele é fraco e nós estamos na mão do Neymar.

Mílton Neves, na rádio Bandeirantes



O Mano está precisando ganhar nem que seja par ou ímpar. O Mano está numa fase que ele precisa ganhar. Se você disse par, ele diz ímpar e tenta ganhar o par ou ímpar com você

Renato Maurício Prado, no Redação SporTV


Se o Brasil perder vai ter fumaça porque o Mano está na mira de muita gente. Já no caso do treinador argentino eu não sei, e eu estou pouco me lixando pro que vai acontecer com eles.

Fábio Sormani, na rádio Jovem Pan


AMISTOSO SEM PROPÓSITO

Esse jogo de hoje, esse tal superclássico aí, é uma super roubada porque não faz sentido nenhum, não colabora muito no processo de formação da seleção que está devendo

Daniel Piza, no Redação SporTV


Quando a gente abriu os jornais argentinos hoje, surpresa: tratamento pífio dado ao jogo. Pouquíssimas linhas. A capa do diário Olé sequer é o jogo. É um assunto envolvendo Carlitos Tevez que nem é mais da seleção argentina

André Rizek, no Redação SporTV


Parecem dois catados pra fazer não sei o que, um joguinho que não serve pra nada. Vai ser um joguinho pra atender interesses comerciais, sei lá

José Manoel de Barros, na rádio Jovem Pan


Pérolas do Baú: quando brasileiros viram piada na TV argentina
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Em tempos de Copa do Mundo ou de amistosos internacionais como desta quarta-feira, é comum que narradores e comentaristas exaltem a eterna rivalidade entre Brasil e Argentina. A publicidade, por sua vez, pega carona na campanha e aproveita a rixa regional para emplacar seus produtos.

Exemplos na televisão brasileira não faltam e basta um esforço de memória para lembrar alguns exemplos, Porém, e o outro lado? Se aqui brasileiros adoram tirar sarros do vizinhos, saiba que a recíproca é verdadeira e que não faltam casos onde as propagandas dos “hermanos” pegam no pé das tradições brazucas. Veja alguns exemplos:

 


Lambreta é bicicleta para Galvão, que vira piada durante jogo sem graça
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Foto: Victor R. Caivano/AP

Com exceção de Leandro Damião, que tentou jogadas e acertou a trave duas vezes, o clássico entre Brasil e Argentina foi sem graça. Os torcedores aproveitaram as poucas emoções na televisão para pegar no pé de Galvão Bueno, da Rede Globo. O narrador foi o “destaque” justamente por causa do atacante colorado.

Na jogada mais bonita da partida sem gols disputada em Córdoba, o camisa 9 deu uma lambreta no rival argentino e colocou a bola na trave do goleiro. Espantado com a jogada de Damião, Galvão tentou encontrar uma palavra para definir o drible. Ele contou com a ajuda de Casagrande, mas não deixou de opinar: “foi uma bicicleta! Não! Não sei como se chama isso”.

Os corintianos também foram lembrados durante o duelo. O zagueiro Sebá Dominguez, com passagem de pouco destaque pelo time alvinegro, gerou comentário polêmico do narrador global. “Está ai o Sebá, para a torcida do Corinthians matar a saudade”, comentou.

Por fim, mais um comentário que foi alvo de piadas dos internautas. Com o jogo em 0 a 0, Galvão explicou como o resultado poderia ser modificado: “quem fizer o 1º gol vai desempatar”.

 

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Apresentador argentino tira casquinha da musa Larissa Riquelme
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Crédito: Reuters/Henry Romero

Quem achava que Larissa Riquelme havia ganhado um pesinho extra desde a Copa do Mundo terá mais uma chance de conferir a forma física da modelo paraguaia. A musa da Copa na África do Sul esteve no programa “Bailando por un sueño”, da tevê argentina – uma genérico da Dança dos Famosos produzido pelos hermanos – em que dançou o ritmo reggaeton ao lado do ator Fernando Bertone.

Vestindo trajes bastante econômicos, a modelo fez uma entrada triunfante ao palco. Antes de se apresentar, contudo, a paraguaia jogou todo seu charme para cima do apresentador Marcelo Tinelli que, por sua vez não perdeu tempo: apalpou as grossas pernas de Larissa e em seguida experimentou uma passo especial que a modelo aprendeu. Veja o vídeo:

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Se ainda restou alguma dúvida das formas da torcedora paraguaia, segue um álbum da musa.

 

VEJA MAIS IMAGENS DE LARISSA RIQUELME

Veja Álbum de fotos