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Valcke diz que “curtiu” hospital e rejeita campanha do CQC para ser presidente do Brasil
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Crédito da imagem: Reprodução 

O Brasil possui escolas e hospitais de muita qualidade. Pelo menos essa foi a opinião do secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, em entrevista ao CQC exibido na noite desta segunda-feira.

Durante o evento que deu ao presidente da entidade, Joseph Blatter, o título de cidadão paulistano, no último dia 10, Valcke aproveitou o clima festivo da Copa das Confederações e decidiu entrar nas brincadeiras do CQC. Quase sempre sério, o dirigente demonstrou um estilo mais amistoso e conversou calmamente com o repórter Mauricio Meirelles.

Ao longo da matéria, Meirelles pediu para que Valcke solicitasse hospitais e escolas melhores aos governantes brasileiros para só depois começar a Copa do Mundo. Desajeitado, o dirigente sorriu e elogiou as instalações do país.


“Vocês já têm coisas boas, não? Outro dia eu fiquei doente por aqui e fui curtir um hospital no Brasil. Precisamos trabalhar nessa área, mas tenho que dizer que a Copa vai trazer muita coisa boa”, comentou.

O repórter aproveitou o momento e apresentou a Valcke uma placa pedindo para que ele se candidatasse à presidência do Brasil. Um pouco desconcertado, o secretário-geral rejeitou a “campanha” do CQC e afirmou que apoia a presidente Dilma Rousseff.

“Não, eu torço pela Dilma. Eu tenho mais obrigações do que o suficiente. Não me coloque nessa”, concluiu.


Comentarista italiano vai à loucura com gol de Balotelli; assista
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Conhecido por comemorar com entusiasmo os gols do Milan, o comentarista Tiziano Crudeli vibrou à sua maneira com o gol do atacante Mario Balotelli na partida entre Itália e México pela Copa das Confederações, no último domingo.

Assim que o atacante do Milan mandou para as redes e garantiu a primeira vitória da equipe na competição por 2 a 1, Crudeli levantou-se da cadeira e vibrou muito aos gritos de “Super Mário” e “Força Itália”.

Assista o show de Tiziano Crudeli:


Entenda por que Cleber Machado estava preocupado com a audiência da Band
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Divulgados os números do Ibope das primeiras transmissões esportivas da Copa das Confederações, compreende-se melhor a preocupação de Cleber Machado com a Band, durante Espanha e Uruguai neste domingo. “O Canal do Esporte está fazendo o jogo também? Você sabe a audiência?”, questionou o narrador da Globo, sem perceber que o seu áudio estava aberto.

A Band foi vice-líder na transmissão de Brasil e Japão, no sábado, com 6 pontos, atrás da Globo, que registrou 24 com o mesmo jogo. Já no domingo, a emissora paulista ficou em segundo lugar, com 9 pontos, mostrando Itália e México, enquanto a Globo marcava 12 com o “Faustão”.

Para a Globo, o resultado de Brasil e Japão pode ser considerado decepcionante. A emissora havia registrado 29 pontos mostrando os últimos dois amistosos da seleção, contra Inglaterra e França. A diferença é que estes dois jogos ocorreram num domingo, enquanto a estreia na Copa das Confederações foi no sábado.

O pior desempenho da Band, 5 pontos, foi justamente na partida que Cleber Machado transmitiu na Globo. A emissora carioca liderou com 17, seguida pela Record (12) e SBT (8). Mostrando o mesmo jogo que a concorrente, o resultado da Band, relativamente, não é ruim.

* Por Maurício Stycer

 


Pato grava cena de novela da Globo em que é atacado por maria chuteira
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O atacante Alexandre Pato gravou nesta segunda-feira uma participação especial na novela “Amor à Vida”, da TV Globo. As cenas foram feitas no CT do Corinthians e nelas o jogador corintiano é atacado por Valdirene, personagem da atriz Tatá Werneck.

As cenas devem ir ao ar na próxima segunda, dia 24, mas Pato não foi o primeiro jogador a fazer uma ponta na novela. O ex-santista e hoje jogador do Barcelona Neymar também foi alvo da maria chuteira.

Crédito da foto: Divulgação/TV Globo

Alexandre Pato

Alexandre Pato

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Áudio vaza e Cléber Machado pergunta audiência da concorrência em jogo da Espanha
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Crédito da foto: Reprodução/Globo

O narrador Cléber Machado, da Globo, não estava preocupado apenas com o jogo entre Espanha e Uruguai em sua estreia na Copa das Confederações. O jornalista mostrou que também estava atento à audiência da concorrência.

Com pouco mais de 40 minutos do primeiro tempo, o narrador não percebeu que o áudio estava aberto e perguntou sobre a audiência da concorrência.

“O Canal do Esporte está fazendo o jogo também? Vocês sabem a audiência?”, falou o narrador durante a estreia da Fúria na Copa das Confederações.

Além da Globo, a Band era a única emissora transmitindo o duelo em televisão aberta. Nos canais fechados, o SporTV ficou responsável por televisionar o jogo.

Espanha e Uruguai foi o segundo duelo transmitido pela Globo na Copa das Confederações. Apesar de ser o terceiro jogo da competição, a emissora não televisionou Itália e México.

Veja repercussão no Twitter:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Globo ignora protestos e mostra ‘país em festa’ no Esporte Espetacular
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Protestos na porta do estádio Mané Garrincha, confrontos com a polícia e vaias à presidente Dilma Rousseff marcaram o primeiro dia da Copa das Confederações? Não para a TV Globo. Na edição deste domingo do Esporte Espetacular, a emissora ignorou completamente qualquer fato negativo relativo à abertura do torneio em solo nacional e exibiu uma ‘realidade paralela’.

A programação de 2h30 do programa dominical foi uma verdadeira propaganda da competição da Fifa. A ampla cobertura da Copa das Confederações trouxe diversas reportagens exaltando o torneio e passando a ideia de uma grande festa em todo o país.

Somente no primeiro bloco, foram exibidas matérias sobre o ‘comando vitorioso’ de Felipão, outra com torcedores elogiando a seleção brasileira (“o verdadeiro Brasil voltou”) e uma reportagem com festas em todo o país, com multidões reunidas para assistir à estreia do país no melhor clima Copa do Mundo.

No decorrer do programa, o Esporte Espetacular ainda mostrou matérias sobre praticamente todas as equipes da Copa das Confederações, trouxe imagens da atuação de Neymar contra o Japão, falou sobre a alegria dos voluntários que trabalham no torneio, contou a história de um torcedor que acompanha a seleção brasileira em todas as competições pelo mundo e exibiu um documentário sobre a Espanha.

A atração ainda trouxe links ao vivo no treino da seleção brasileira, além de Recife e Rio de Janeiro, palcos das partidas deste domingo. A única crítica à organização do torneio, e de forma velada, ocorreu justamente em uma destas entradas.

Ao falar sobre a seleção uruguaia, Pedro Bassan contou que os jogadores do país ficaram incomodados com os problemas encontrados para treinar em Recife na última semana.

No fim do programa, porém, o clima de ‘corrente para frente’ voltou a imperar e a atração foi encerrada com imagens da vitória da seleção brasileira, embaladas com a música ‘Ousadia e Alegria’, do cantor Thiaguinho.

* Crédito da foto: Reprodução/Rede Globo


Central da Copa “ignora” convidados e “parças” de Neymar dominam programa
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Crédito da foto: Reprodução/Globo

A reestreia do Central da Copa teve como principal atração os amigos de Neymar, deixando os demais presentes no estúdio como figurantes. A todo instante, Tiago Leifert e Alex Escobar, apresentadores do programa, pediam a opinião dos “parças” do atacante da seleção brasileira.

Usando expressões como “Tois” e “parças”, utilizadas pelo craque do Barcelona, os apresentadores da Globo pediram para os amigos de Neymar falar segredos do atacante com Bruna Marquezine, comentar como é escutar as cornetas ao atleta, entre outros assuntos relacionados ao jogador.

Fotos pessoais dos amigos do craque foram apresentadas durante o programa e até uma cobrança ao vivo a Gil Cebola, um dos colegas mais famosos de Neymar, aconteceu. Tiago Leifert questinou a ausência do único parça do jovem que ficou de fora da atração.

Em outro momento, ao comentar a atuação de Paulinho, o apresentador Tiago Leifert aproveitou uma oportunidade para colocar os amigos do atleta na conversa. “Sou mais o Joclécio”, falou o jornalista que pouco antes sugeriu o amigo do craque para ser volante do Barcelona.

Com os amigos de Neymar no placo, os demais convidados ficaram em segundo plano, o que aconteceu com a atriz Daniele Suzuki e com o comediante Marcius Melhem. A participação mais relevante de ambos foi quando eles comentaram sobre o time do Taiti.

Em determinado ponto, ao cogitar a participação de um convidado anônimo no programa, Tiago Leifert cortou o rapaz. “Segura a ficha, por favor. Qual seu nome? Não interessa, valeu”, falou o apresentador brincando com o convidado.

Até na hora de chamar o intervalo, o apresentador fez questão de ressaltar o grupo de amigos. “Depois do intervalo, vamos conversar mais com o Tois e também falar da Copa das Confederações” falou.

Além do estúdio com Tiago Leifert e Alex Escobar, o programa ainda teve a participação de Galvão Bueno, Ronaldo, Casagrande, Arnaldo Cezar Coelho e William Bonner, todos direto de Brasília.


“Parabéns e obrigado”, diz Bonner a Felipão em “Jornal Nacional” quase temático
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Crédito da foto: Flavio Florido/UOL

“Uma tarde histórica para o futebol brasileiro”, disse o repórter Tino Marcos dando o tom da exagerada cobertura do “Jornal Nacional” na noite de sábado, horas depois da abertura da Copa das Confederações, com vitória do Brasil sobre o Japão por 3 a 0.

O apresentador William Bonner ancorou o telejornal em pé, diante do Brasília Palace Hotel, onde está hospedada a seleção brasileira (e as equipes da Globo e da ESPN). Os cinco blocos do programa trataram da competição.

Bonner elogiou o silêncio do local (“É mais fácil fazer o ‘Jornal Nacional’ daqui do que daí, Patricia”), mas não mencionou que o hotel proíbe a entrada de fãs da seleção, mantendo-os bem distantes.

Mauro Naves fez uma reportagem mostrando que o técnico Luiz Felipe Scolari não se incomoda de ser chamado de patriota. Na sequência, Claudia Bomtempo mostrou a festa de torcedores que foram ao jogo e, no meio, de passagem, mencionou o violento protesto que ocorreu diante do estádio Mané Garrincha antes do início da partida.

O segundo bloco do “Jornal Nacional” começou com a imagem de Bonner e Felipão diante do hotel. “Parabéns e obrigado”, disse o apresentador ao técnico. A entrevista exclusiva, única que o técnico deu desde que a seleção se reuniu para a Copa das Confederações, transcorreu sem maiores revelações e terminou com ambos se cumprimentando.

A repórter Mônica Sanches falou da “alegria que se espalhou pelo Brasil inteiro”. A competição ainda foi tema de reportagens no terceiro bloco (sobre a Itália), no quarto (Espanha e Uruguai) e no último (Neymar e Nigéria).

“Acho que por hoje é só”, encerrou Bonner, depois de tratar a Copa das Confederações como  a competição mais importante do mundo e a vitória do Brasil sobre o Japão um feito digno de final de Copa do Mundo.

Mauricio Stycer,
Do UOL


SporTV cria estúdio aberto e torcedores ofendem Galvão Bueno ao vivo
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Crédito da foto: Reprodução/SporTV

A tentativa do SporTV de fazer um estúdio na saída do estádio Mané Garrincha, onde o Brasil fez sua estreia na Copa das Confederações contra o Japão, acabou em ofensas para o narrador Galvão Bueno.

Como a área era aberta, os gritos dos torcedores vazaram na entrevista de Aurora Bello, apresentadora da emissora, com a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó.

“Ei Galvão, vai tomar no…”, começaram alguns poucos torcedores. Depois, o coro ganhou força. “Galvão, veado”, concluíram outros fãs brasileiros.

Os gritos para o narrador da Globo, que também é apresentador do Sportv, aconteceram enquanto a dupla sertaneja, santista, comentava a saída de Neymar do seu clube.

Apesar dos gritos, a apresentadora manteve a postura durante a entrevista e seguiu normalmente até que as ofensas parassem do lado de fora.

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Arnaldo destoa em transmissão da Globo discordando de Ronaldo e Galvão
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O clima da transmissão da Globo do duelo entre Brasil e Japão era ótimo. O narrador Galvão Bueno e os comentaristas Ronaldo e Casagrande trocavam elogios. Só esqueceram de combinar com Arnaldo Cezar Coelho.

Responsável pela análise de arbitragem, ele estava ranzinza e, em duas vezes, cortou seus companheiros. Na primeira vez, o alvo foi Ronaldo. O Fenômeno comentava um lance em que um jogador brasileiro foi derrubado e pediu um cartão vermelho. Provavelmente incomodado com o pitaco do ex-jogador em sua área, a arbitragem, ele foi seco na resposta. “Não, não. Cartão amarelo está de bom tamanho. Não foi lance de vermelho”.

Depois, até mesmo o companheiro Galvão, com quem divide transmissões há décadas, tomar uma alfinetada. Após o árbitro marcar uma falta dentro da área do Japão, o narrador emendou: “O juiz marcou perigo de gol”. O ex-juiz também não gostou: “Não. Perigo de gol é quando ele não acerta. O que, no caso, não aconteceu”.

As intervenções ácidas de Arnaldo, porém, não conseguiram alterar o clima ufanista que a Globo fez questão de inserir na transmissão. Tanto que, no fim do jogo, Galvão escancarava a torcida, ao comentar as apostas que o quarteto fez no programa de Luciano Huck, que fez o papel de pré-jogo da emissora.

“O Arnaldo apostou em 2 a 0. O Ronaldo em 3 a 0. E o Casagrande em 2 a 1”, falou o narrador. Casagrande continuou: “O legal é que os três ainda têm chance”. E Galvão completou: “Tem, mas a nossa torcida é por qualquer menos o seu, Casão. Não queremos tomar gol do Japão”.

E, só para acabar, mais um do ranzinza da noite (mas que teve um toque de bom humor): quando discutiam quanto tempo o jogo teria de acréscimo, Galvão perguntou se seriam três minutos, que era a tabela dos árbitros (“Sempre dois minutos no primeiro tempo, três no segundo). Arnaldo, que antes do anunciou dos três minutos insistia em dois, respondeu: “É só para mostrar que eu não combinei nada”.