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Cléber Machado chama Chapecoense de Criciúma e é cornetado na web
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A partida entre Chapecoense e São Paulo terminou empatada por 0 a 0. Mas, ao menos para Cléber Machado, em algumas oportunidades, o tropeço do time do Morumbi foi contra o Criciúma.

Ao longo do jogo, Cléber Machado chamou algumas vezes a Chapecoense de Criciúma. No Twitter, alguns torcedores reclamaram do equívoco do narrador por trocar os nomes de clubes rivais.

“Cleber machado chamar Chapecoense de Criciuma, é o mesmo que chamar Palmeiras de Corinthians”, escreveu um torcedor. “Tá, o narrador da Globo não vai parar de chamar a Chapecoense de Criciúma?”, disse outro.

A última vez que Cléber Machado cometeu o equívoco foi nos minutos finais do duelo. Em um só lance, ele chamou a Chapecoense duas vezes de Criciúma e corrigiu na sequência.

“Olha que bobagem da defesa do Criciúma. Aí é para deixar torcedor do Criciúma com coração a 192 batidas por minuto. A torcida da Chapecoense a 192 batidas por minuto com essa bola mal recuada”, disse o narrador, que na sequência explicou os três times catarinenses que estão no Brasileirão.

Veja a repercussão no Twitter:


Rubens Barrichello não é mais comentarista de Fórmula 1 da TV Globo
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Rubens Barrichello

Rubens Barrichello

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Rubens Barrichello não é mais comentarista de Fórmula 1 da TV Globo. A partir da próxima corrida, no dia 31 de outubro, com o GP das Américas, nos Estados Unidos, apenas Reginaldo Leme e Luciano Burti trabalharão nas transmissões ao vivo.

O ex-piloto fazia parte do quadro de comentaristas desde 2013 e participava de um rodízio com os dois ex-companheiros, exceto nas provas disputadas no Brasil, quando todos eles participavam. A explicação oficial da emissora é que o contrato entre as duas partes “se concluiu”, não especificando se ele foi rompido ou era válido até esse período. Rubinho ainda não se pronunciou sobre sua saída.

“O contrato da Globo com Rubens Barrichello previa um número determinado de participações como comentarista da Fórmula 1 na temporada 2014, que seriam feitas de acordo com a agenda do piloto. Com o fim dessas participações, o contrato se concluiu. Para os últimos Grandes Prêmios da temporada, a Globo conta com Reginaldo Leme e Luciano Burti em seu quadro de comentaristas do esporte'', informou a emissora ao UOL Esporte.

Barrichello é o piloto que mais realizou corridas na história da principal categoria do automobilismo, com 326 corridas na Fórmula 1.

Ele disputa atualmente a Stock Car, principal campeonato do automobilismo nacional. É atualmente o vice-líder da competição, atrás de Átila Abreu. Barrichello ganhou R$ 1 milhão na famosa “Corrida do Milhão”, disputada em Goiânia.

Fábio Aleixo e José Ricardo Leite
Do UOL, em São Paulo


Narrador da Sportv nem queria voltar para jogo da morte de Serginho
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Serginho_1 “Tem um jogador do São Caetano caído ali e parece até desacordado, Ceretto”.  A frase proferida aos 14min do segundo tempo pelo narrador Deva Pascovicci para o repórter, ao vivo na Sportv, era apenas o começo de uma noite longa, inesquecível e sem um final feliz. Foi o hoje cronista da rádio CBN quem narrava o jogo no Morumbi entre São Paulo e São Caetano que culminaria na morte do zagueiro Serginho em função de uma parada cardiorrespiratória, há dez anos.

“Olha o drama que estamos vivendo aqui no Morumbi”, falou segundos depois, quando as câmeras já flagravam a ação desesperada dos médicos na tentativa de salvar o defensor do time do ABC. Teve até respiração boca a boca no gramado naquele 27 de outubro. “Saí do estádio já com a sensação de que não tinha como reverter, saí muito mal. Eu morava em São Roque naquela época e foi difícil chegar em casa. Não dormi à noite, passei a madrugada toda acordado. Geralmente a gente chega dos jogos ainda com adrenalina, mas aquele dia fui dormir 7h da manhã pelas cenas que vi e fiquei preocupado”, falou Deva, em entrevista ao UOL Esporte. (Ouça abaixo o momento da queda de Serginho).

Apesar de não ter dado ao vivo a notícia da morte do defensor, o narrador relata que a experiência foi a mais difícil de sua vida profissional. Não só, obviamente, por ver as cenas de uma pessoa com a vida em jogo. Mas a de ter que conduzir ao vivo uma situação completamente inesperada e que exigia muita responsabilidade nas informações. “Essa é a maior preocupação.

O Ceretto (repórter) e José Maria de Aquino (comentarista), jornalistas experientes, souberam conduzir com a gente. Passou até uma tranquilidade. Mas não tem nada parecido com isso (na carreira). A sensação é de que aquilo não acabava nunca. Desde o momento que ele passou mal até encerrarmos a transmissão, a sensação foi de que ficamos no ar umas três horas. Mas foram 15 ou 20 minutos”, relatou. “À medida que o tempo passou, vimos que era grave e que ele não tinha reação. Não tínhamos noção de tempo, ficávamos desesperados para ver o socorro  chegar, e parecia uma eternidade. Depois vimos que o tempo de chegada não foi longo. A sensação que tivemos na hora era de algo muito grave e irreversível. Tínhamos a informação de ser grave, tanto que o Ceretto saiu dali pro hospital”, prosseguiu.

O dia ruim ainda continuaria uma semana depois. O narrador conta que a direção do canal decidiu que a mesma equipe que foi escalada para a trágica partida teria que continuar a transmissão dos 31 minutos restantes na partida remarcada para o dia 3 de novembro, vencida pelo São Paulo por 4 a 2. Deva conta que não gostaria de ter participado daquele jogo e diz que foi a situação foi pior do que no dia que culminou na morte de Serginho.

“No momento do primeiro jogo tivemos sensação de missão cumprida, mas voltar pro Morumbi e fazer a sequência do jogo foi muito pior do que contar a história. Começamos a contar uma história que era uma morte e tínhamos que continuar”, lembrou. “A equipe inteira chegou mal para fazer aquela partida. A direção entendeu que fizemos um trabalho correto naquele dia e que tínhamos que continuar. O mais correto deveria ser outra equipe, estava todo mundo muito abalado. Tínhamos que relatar tudo aquilo, mas sem o Serginho lá. Naquele dia foi tudo diferente. Nem deveria ter tido sequência aquele jogo, nem transmissão, nada”, recordou. A sensação descrita por Deva para o segundo jogo pode ser sentida ao ouvir os seis gols nos 31 minutos do segundo jogo. O narrador demonstra pouca emoção para narrar os gols marcados. Ouça a narração abaixo.

José Ricardo Leite

Do UOL, em São Paulo

Serginho

Serginho

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Técnico do Santos rebate comentarista da Globo sobre Leandro Damião
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Convidado do programa Arena Sportv, Enderson Moreira, técnico do Santos, rebateu um comentário de Carlos Cereto, repórter e comentarista do canal. Um dia depois do jornalista dizer que ele havia sido contratado para escalar Leandro Damião, o comandante do time praiano argumentou que nunca recebeu uma orientação do tipo.

“Ontem [segunda] eu estava assistindo ao Redação Sportv e vi um comentário do Cereto, que é uma pessoa qualificada, bom repórter, sempre com boas informações, bons comentários. Mas talvez ontem ele não tenha sido tão feliz. Ele colocou de maneira muito clara que fui contratado para escalar o Damião. Isso não tem nada ver, quem acompanha meus trabalhos vê que a gente tem feito bons trabalhos, tem conquistado títulos, chegado onde muita gente não imaginava”, disse Enderson Moreira, que prosseguiu com a explicação.

“Aqui o presidente e o Conselho Gestor me deram total liberdade. O presidente disse: ‘Você não vai me ver no CT, a não ser que ache necessária uma palavra minha’. Antes de eu acertar com o Grêmio já tinha tido uma sondagem do Santos, antes do Oswaldo [de Oliveira, antecessor de Enderson no cargo] fechar, ou seja, já tinha uma atenção, uma admiração pelo trabalho. De maneira alguma teve imposição. A responsabilidade de escalar é exclusivamente minha”, completou o treinador.

O comentário de Cereto foi feita na manhã da última segunda, quando o programa matutino do Sportv repercutia a vitória do Santos por 3 a 1. A análise do jornalista é de que o time com Lucas Lima, Robinho, Geuvânio e Gabriel é mais ágil e dá mais resultado que a formação com Leandro Damião. Foi aí que o repórter emendou com a informação que incomodou Enderson Moreira.

“O Oswaldo,é bom que se diga, foi demitido porque não queria escalar o Leandro Damião. Podem negar, podem dizer que não, mas ele não queria porque entendia que com Damião o time não andava. Para usar a expressão consagrada com Fred na Copa, ele parecia um cone. E aí o Enderson Moreia entrou, insistiu… O Enderson Moreira foi contratado para escalar o Leandro Damião”, disse Cereto, taxativamente, antes de relembrar a mudança que levou o mesmo treinador a colocar o centroavante de R$ 42 milhões no banco.

“Não sei o que o Damião fez de tão ruim para as pessoas. É um menino bom, um grande atleta, não chegou à seleção de graça, à toa. Como qualquer profissional, ele tem momentos bons e de dificuldade. É muito fácil encostar o Damião e dizer que ele não joga mais. Esse é o meu desafio, tirar o máximo de cada atleta. O Brasil perdeu de 7 a 1 e a culpa é do Fred e do Felipão. Eu aprendi no futebol, como gestor de pessoas, que ganha a equipe e perde a equipe”, disse Enderson.

Crédito da foto: Cristiano Andujar/Getty Images


Tiago Leifert, Jô Soares e Drica Lopes têm algo em comum. E não é o esporte
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Marcela Leifert e Willem van Weerelt, diretor do Programa do Jô
(Crédito: Manuela Scarpa/FotoRioNews)

Tiago Leifert e Drica Lopes têm mais em comum além dos telejornais esportivos nos quais ficaram conhecidos. A coincidência que os une envolve também Jô Soares e atende por Willem van Weerelt, diretor do Programa do Jô. Hoje casado com a irmã de Tiago Leifert, ele já foi marido de Drica Lopes há alguns anos.

A apresentadora começou na televisão justamente por meio de Jô Soares, quando enviou uma carta e flores para ele e pediu uma chance em sua equipe. Aprovada no teste, passou a trabalhar na Globo, onde conheceu Willem.

Drica Lopes seguiu com Jô para o SBT e participou de atrações de humor como A Praça é Nossa. Surgiu, então, o convite para trabalhar na Gazeta, dividindo bancada com Chico Lang e se tornando conhecida entre os fãs de esporte. O relacionamento com Willem durou anos, mas eles se separaram.

É aí que entra a família Leifert. Willem passou a namorar Marcela Leifert, irmã de Tiago. Em 2012, eles dividiram espaço no altar e se casaram em cerimônia dupla: Marcela e Willem, e Tiago e Daiana Garbin, também da Globo. Coincidências não faltam na televisão brasileira.

dricaCrédito: Reprodução


Galvão critica postura de Dunga contra argentinos: “desculpa esfarrapada”
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A imagem de Dunga mexendo no nariz no amistoso contra a Argentina no começo do mês segue gerando polêmica. Desta vez, o assunto foi pauta no “Bem, Amigos!'', do SporTV, após invasão do apresentador Jô Soares.

O humorista invadiu o programa para agradecer o apoio de Galvão quando esteve internado e passou a comentar alguns assuntos do futebol. No fim, ao falar sobre seleção brasileira, o apresentador relembrou o gesto de Dunga.

O narrador tentou evitar o assunto, mas foi em vão. “Não mexe com isso não”, disse Galvão.

“A única coisa que eu não entendi do Dunga foi aquela cena que ele fazia assim com o nariz. Ele falava do tamanho do nariz do Arnaldo? Não né? Era outra coisa?”, completou Jô Soares.

Em seguida, Galvão Bueno falou sobre o assunto e criticou a justificativa de Dunga sobre seu gesto. “Depois ele disse que estava falando da poluição, mas é uma desculpa bastante esfarrapada, vamos deixa para lá. É assunto para conversar com ele depois”, finalizou o narrador, que apresenta a atração.

O lance de Dunga aconteceu na vitória brasileira contra a Argentina, quando o técnico da seleção brasileira mexeu no nariz em direção ao massagista da Argentina. Depois do jogo, o treinador disse que a poluição seria o motivo de seu gesto. “Como tinha muita poluição, tinha o nariz sempre trancado”, disse o treinador.

Aliás, o gesto de Dunga gerou polêmica envolvendo Galvão. Tino Marcos questionou o técnico sobre seu ato e a tradução saiu diferente. Neste momento, o locutor interviu na coletiva e criticou a tradutora.


Fernanda Gentil brilha na televisão em SP. Mas o coração dela está no Rio
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01 correndo no ibirapuera

Glenda Kozlowski jantava com a família em um restaurante japonês, no Rio de Janeiro, quando foi interrompida por uma jovem jornalista. Animada, explicou que queria fazer a mesma coisa que a apresentadora, entregou o seu currículo e pediu o e-mail de Glenda. Anos depois, a moça conseguiu mesmo realizar seu sonho: Fernanda Gentil hoje é um fenômeno na TV Globo, muito graças à espontaneidade e à empolgação que demonstrou naquele primeiro encontro com Glenda.

“Estava na casa de uma amiga minha quando meus pais me ligaram dizendo que a Glenda estava no mesmo restaurante que eles”, relembra Fernanda ao UOL Esporte. Naquela época, toda a família estava mobilizada para ajudá-la: avisavam sempre que viam alguém com quem ela pudesse fazer contato. “Na mesma hora, imprimi meu currículo e fui para lá. Não sabia se ia adiantar alguma coisa, mas tinha certeza de que, se eu nem tentasse, não ia dar em nada”. E deu, sim. Em muito. Naquela época, Fernanda não sabia, mas em outubro de 2014 estaria apresentando a edição de São Paulo do Globo Esporte, substituindo o titular Tiago Leifert, que está no The Voice Brasil. Ela começou neste posto no dia 7 de setembro, e em pouco mais de um mês já conquistou diversos elogios de internautas que, nos comentários de suas chamadas em vídeo para o programa, pedem que ela continue no cargo.

Para apresentar o Globo Esporte até dezembro, Fernanda tem pagado um preço: a saudade. Carioca, teve de se mudar para São Paulo e ficar longe, pelo menos nos dias de semana, do marido, do afilhado (que ela trata como um filho) e da cachorra (que ela trata como uma filha). “A pior parte da distância é a saudade. Do meu marido, família, afilhado, cachorra, amigos… Sabia que seria assim, mas passa rápido. Me programei para ir ao Rio todo final de semana e é o que tem acontecido. Quando não vou, eles vêm me visitar”, explica.

Eles já conviveram com a distância na época da Copa do Mundo, quando Fernanda passou 49 dias cobrindo o Mundial e realizando seu maior sonho até hoje. “Só eu sei o quanto me preparei para fazer aquela Copa do Mundo. Quando penso nela, até hoje, abro um sorriso porque lembro de que participei de um momento muito importante e histórico do esporte brasileiro e mundial”.

A jornalista já havia chamado atenção na sua cobertura da Copa das Confederações, mas foi no Mundial que sua popularidade explodiu. As redes sociais, que ela tanto acessa, comprovam: antes da Copa, tinha 56 mil seguidores no Twitter; hoje, tem 707 mil. No Instagram, que ela atualiza quase diariamente, tem mais fãs até do que seus ídolos Tiago Leifert e Glenda Kozlowski. Fernanda chegou a entrar ao vivo 17 vezes em um só dia de cobertura, e conquistou o título informal de musa da Copa, que ela vê como um elogio, mas com os pés no chão: “Encaro como um carinho, mas não levo pra casa. O mais importante é fazer um trabalho bem feito, é para isto que me preparo sempre antes de entrar no ar.”

Nas entradas ao vivo na Copa, Fernanda comprovou que é boa de improviso e tem jogo de cintura. Em uma delas, estava mexendo no celular quando foi chamada pela colega Cris Dias. Sem hesitar, jogou o celular no chão, abriu um sorriso e admitiu o caso. “Estava aqui me inteirando no que estava acontecendo quando ouço sua voz, como sempre uma melodia nos meus ouvidos, até larguei o celular! Espero que não tenha quebrado. Não, não quebrou não”, brincou.

Um episódio em especial ajudou Fernanda a lidar melhor com imprevistos. Na Copa de 2010, ao vivo, ela estendeu a mão para cumprimentar um cego enquanto ele não via o gesto. A cena, que viralizou nas redes sociais, no fim a ajudou. “Com certeza esses episódios sempre nos amadurecem de alguma forma. Neste, em especial, aprendi a ser mais tranquila, a improvisar mais, a estar mais preparada para essas ‘surpresas’ que só o ao vivo nos dá”, garante.

E se Fernanda é espontânea na frente das câmeras, já era de se esperar que também fosse na vida pessoal. Ela divide diversos detalhes da vida no Instagram: aparece em fotos sem maquiagem; admite micos como ter tido um branco no seu primeiro dia de Globo Esporte, ou quebrado um copo em um casamento no qual foi madrinha; cola trechos de conversas no Whatsapp com a família, e até posta recados para a cachorra. Aliás, criou uma conta no Instagram para Nala, a golden retriever de 8 anos que ela leva até no cabeleireiro, e tem mais de 15 mil seguidores.

Nala aparece bastante nas fotos de Fernanda, mas a figura carimbada no seu Instagram é o marido, Matheus, com quem divide a maioria dos registros. A parceria é tanta que ele até fez participações em programas nos quais ela foi entrevistada, como o Esquenta e o Programa do Jô. Eles se casaram há dois anos, mas a história começou há 12, quando ele invadiu sua festa de 15 anos. “Entrou de penetra e deu em cima de mim”, relembra rindo. “Mas deu certo, né? Depois de muitas idas e vindas, ficamos juntos de vez em 2011, quando planejamos o casamento”.

Para relatar a convivência a dois, Fernanda até criou um blog, o gentilbraga, que ela considera quase uma terapia. “Fiquei impressionada com as diferenças dos costumes e manias que tínhamos. Não bebo refrigerante, ele bebe. Durmo com um travesseiro, ele com dois, e por aí vai… Aí eu pensei ‘Será que é só comigo?’ E comecei a escrever. O importante é que descobri que não é só comigo, então fiquei mais tranquila”, ri.

Outra figura presente é seu afilhado Lucas, de seis anos. Ele tinha quase dois anos quando a mãe dele – e tia de Fernanda – morreu. Hoje, Fernanda divide os cuidados do menino com o pai biológico dele e, inspirada pela história da tia, criou com o marido e dois amigos a Caslu, associação que arrecada fundos para instituições e ONGs que ajudam crianças carentes. Sempre que realiza uma ação da Caslu, Fernanda deixa claro nas fotos o seu lado religioso. Católica, faz sempre um sinal da cruz antes de entrar no ar. Como é possível ver em alguns vídeos de bastidores, ela também estala os dedos, um hábito que começou em uma cobertura de Olimpíadas de Inverno, para esquentar, e ela manteve até hoje.

Além da superstição, Fernanda conta com muito preparo: assiste depois às suas participações ao vivo, anota aspectos que pode melhorar, estuda e pesquisa os temas que aborda, tira dúvidas com colegas e até com o marido. Acima de tudo, Fernanda bate na tecla de que não quer parecer diferente dos telespectadores. Quando agradeceu seguidores que criaram fã clubes, afirmou: “É muito bom receber esse reconhecimento, mas essa ‘adoração’ só é legal e saudável se todos vocês entenderem que não existe diferença entre a gente, que eu também tenho dor de barriga, fico com soluço e fecho a cara quando tô com fome. O sentimento de vocês por outra pessoa nunca pode superar o que sentem por vocês mesmos”. Esse talvez seja o maior segredo de Fernanda: parecer real porque sempre é real, seja falando de trabalho ou admitindo que pagou mico em um casamento.

Camila Mamede
Do UOL, em São Paulo


Gêmeas do nado sincronizado serão apresentadoras do Vídeo Show
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As gêmeas do nado sincronizado, Bia e Branca Feres, irão apostar em uma nova carreira. E não tem muito a ver com o mundo do esporte, mas das celebridades.

A partir desta semana, elas passam a integrar o time de apresentadores do Video Show, programa da TV Globo que faz cobertura dos artistas, novelas e programação do canal.

Segundo o site da emissora, as duas já estiveram no Projac, onde as principais atrações da Globo são produzidas, no Rio de Janeiro, para iniciar o trabalho com o restante da equipe.


Vampeta só bebeu água na estreia na TV. Mas vai ter chope
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vamp Vampeta estreou seu programa esportivo “Mais Resenha” e se mostrou mais sério no ar do que muita gente esperava. Não fez muitas piadas e cumpriu à risca a promessa de beber só água no primeiro programa. Mas a apresentadora Juliana Franceschi diz que o ‘velho Vamp’ continua o mesmo e já promete um chopinho nas próximas edições.

“Ele bebeu só agua. Mas ouvi dizer nos bastidores que nos próximos programas vão servir chope. Eu não sei se beberia, acho que tudo bem. É um bate papo solto, não sou nada contra”, brinca ela.

Juliana atua como âncora do programa ao lado de Vampeta que comenta os principais assuntos do futebol brasileiro. Apesar de ser a estreia, ele se mostrou muito seguro no ar e não pediu conselhos à colega de trabalho.

“Ele não pediu conselho de nada, ele já tem grande experiência em televisão. E ele continua com o estilo brincalhão dele. Ele fala que na Band tem a dupla Dedê e Rerê (Denílson e Renata Fan) e aqui a nossa dupla é Juju e Vamvam”.

No primeiro programa, na última segunda-feira, Vampeta recebeu três convidados: o ex-árbitro Oscar Roberto Godói e os ex-jogadores Edmílson e Luizão. Bem à vontade com os amigos, Vampeta mostrou opiniões contundentes. Fez críticas ao trabalho de Mano Menezes no Corinthians e foi até mais incisivo ao dizer que Dunga não deveria ser o técnico da seleção.

0002050034588_imgJuliana acredita que o ex-atleta soube mostrar que não é só fanfarrão e que também sabe opinar com propriedade. “Ele tem essa imagem ligada a mulherada, cachaça e bebedeira, mas também sabe falar sério. Acho que a filosofia dele é ser piadista, mas também de ter seriedade para analisar a situação. Ele entende de futebol e tem personalidade. Ele quer mostrar que também tem opinião própria. O que acontece é que a galera faz muito tipo na TV, ele não faz tipo. É nisso que ele acredita, na autenticidade”.

E o velho Vamp também não se importa em ser comandado por uma mulher. Juliana já teve passagens pela RedeTV, é repórter do SBT e participa de quadros do programa A Praça é Nossa. No “Mais Resenha'' é ela quem dita o ritmo do programa, coloca os assuntos em pauta e chama as matérias. Para ela, o entrosamento com Vampeta foi bem natural desde o início.

“A proposta já era de eu ser a âncora. Eu faço o bate bola e ele fica sentado. Eu falo que esse negócio está errado, ficar eu em pé e os três homens sentados. Mas as mulheres estão cada vez mais no comando, intimidam os homens e têm cada vez mais conquistado o seu espaço. A tendência é essa, ainda tem um pouco de preconceito, mas aos poucos vamos achar o equilíbrio”.

O programa “Mais Resenha'' vai ao ar todas às segundas na TV Esporte Mais para nove cidades da grande São Paulo (Osasco, Carapicuíba, Cotia, Taboão da Serra, Jandira, Itapevi, Itapecerica da Serra, Vargem Grande Paulista e Embu das Artes) e pela internet.

Vampeta

Vampeta

Por Luiza Oliveira Do UOL Esporte


Acorda, Derico! Músico do Jô toca trilha da ESPN em programa do Sportv
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Crédito: Reprodução/Sportv

Crédito: Reprodução/Sportv

O músico Derico foi responsável por um deslize na tarde desta quarta-feira, durante sua participação na programação do canal de TV por assinatura SporTV. O motivo: uma menção indireta à ESPN Brasil, concorrente direta do canal.

O saxofonista, conhecido integrante do sexteto musical que anima o “Programa do Jô” (Rede Globo), foi convidado para debater no programa “Arena SporTV”. Durante sua participação, atendeu ao pedido para tocar algumas músicas.

Uma das escolhidas por Derico foi o clássico Um a Zero, chorinho composto Pixinguinha e Benedito Lacerda. O “problema”: a música é conhecida pelos fãs do futebol por ser tocada na abertura do programa “Bate Bola”, da ESPN Brasil.

A derrapada, é claro, foi percebida por telespectadores.

No entanto, ao que tudo indica, a execução da música no SporTV não incomodou quem estava no estúdio do SporTV.