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Neto de Luciano do Valle inicia carreira como jornalista: “Herdei o dom”
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Luciano do Valle morreu aos 66 anos e deixará saudades para os fãs de esporte. Aos admiradores do seu trabalho na televisão, restou ao menos um consolo. O neto do narrador, Paulo do Valle, está no início de sua carreira como jornalista esportivo e quer levar adiante o legado do avô.

Paulo tem 23 anos e é repórter da rádio e da TV Bandeirantes de Campinas. Mesmo iniciante na carreira, ele esbanja confiança ao dizer que herdou o talento da comunicação e que pretende levar o nome da família no jornalismo a partir de agora.

“Com certeza, acho que herdei o dom, é uma questão de genética, de que alguém teria que seguir o legado dele. Não teria como parar nele, seria muito pouco parar nele. Eu acredito que o dom passa de geração em geração, ainda mais que ele teve três filhas mulheres e só depois de velho teve um menino de três anos, então isso acabou passando para mim de forma inconsciente”.

“Mas não pretendo superá-lo, acho impossível e ninguém me jogou essa responsabilidade. Quero trilhar meu caminho, e o sucesso será uma consequência disso”.

Por enquanto, até por ser o neto mais velho, Paulo é o único da família que seguiu os passos de Luciano no jornalismo. O desejo começou ainda criança quando viu a Copa de 1994 ser narrada pelo avô. Aos dez anos, já sabia qual seria a sua profissão.

Paulo começou a carreira aos 19 anos como estagiário da Rádio Brasil, em Campinas. Em seguida, se tornou setorista da Ponte Preta, função que ocupa até hoje, porém em outro veículo: a rádio Bandeirantes.

O jornalista admite que o sobrenome famoso tem ajudado sua vida profissional, mas afirma que não conseguiu o emprego a pedido de Luciano. “Não tenho dúvidas de que ajudou sim, mas em nenhum momento ele me indicou para algum lugar. Ele não chegou na Band ‘contrata meu neto em Campinas’. A influência nunca foi direta, mas não tenho dúvidas de que o nome pesa”.

Ele diz que o maior aprendizado com o avô foi a simplicidade e que o parente famoso não dava muitas dicas técnicas: ‘dizia apenas para não gritar, que o rádio não tem que ser gritado, tem que colocar a voz’.

Paulo não pretende seguir os passos do avô na narração, mas já sonha alto. Quer deixar a cidade de Campinas e se tornar apresentador de televisão. Em seu blog na internet, o Valle Tudo, está prestes a lançar um programa de entrevistas semanais. O ex-jogador e comentarista Neto será o primeiro entrevistado.

Paulo diz que a morte do avô, ao invés de desanimá-lo, deu ainda mais força para seguir a profissão. Os maiores incentivos vêm dos familiares e das palavras de profissionais do meio esportivo, como Neto e o narrador Téo José.

“Infelizmente a morte dele aconteceu agora de forma precoce. Estou numa ascensão, na mesma emissora que ele. A ausência dele me encoraja mais, muitos vieram falar comigo ‘você que vai tocar, você que vai levar o nome dele. Agora é você. Tenho certeza que é você’. Tias, avós, familiares, amigos, pessoal do meio como o Neto e o Téo José”, disse ele, que afirma não sentir o peso da pressão.

“Acho que a responsabilidade é grande, mas ainda não me bateu um peso, estou muito tranquilo. Estou feliz de ser essa pessoa escolhida para tocar esse legado”.

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Ainda criança, neto de Luciano do Valle (e) se diverte com o avô em praia

Por Luiza Oliveira

Créditos: Arquivo pessoal


Copa na TV Manchete já teve ameaça à Globo e morte de João Saldanha
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Manchete
A distância geográfica do maior torneio de futebol do mundo fez o torcedor brasileiro se acostumar com as transmissões de TV em Copas nas últimas décadas e ficar dependente delas. Ir ao estádio naquele momento esperado a cada quatro anos era artigo de luxo para poucos endinheirados ou envolvidos com o espetáculo. Aos fãs que ficavam no Brasil, restava a opção de se juntar aos amigos na frente da telinha e torcer.

E, ao contrário do que muitos pensam ou possam recordar, aquela que hoje se destaca entre os canais abertos nem sempre teve caminho livre na guerra pela audiência na cobertura de Mundiais. Se nas últimas Copas a Globo ditou o ritmo, criou bordões e lançou até músicas temáticas, nos torneios das décadas de 80 e 90 não era bem assim. Com coberturas em 1986 (México), 1990 (Itália) e 1998 (França), a hoje extinta TV Manchete também marcou época nas transmissões.

As histórias passadas pelos integrantes do extinto canal não se resumiam ao que era reproduzido na TV. Em três edições dos mundiais, nomes como Márcio Guedes, hoje na ESPN Brasil, Paulo Stein, atualmente no Sportv, Alberto Léo, que comanda o esporte da TV Brasil, e até o agora global Marcos Uchôa ameaçaram a Globo nas transmissões com resultados inesperados. Também passaram dificuldades até com ataques de aranhas em um hotel e ainda tiveram que conviver com a morte do jornalista João Saldanha um dia depois da final da Copa de 90.

“Foram experiências sensacionais. E cada Copa representou uma fase diferente. Vivemos o auge em 86, tivemos dificuldades em 90 e presenciamos o fim em 98”, disse o narrador e ex-diretor da Manchete Paulo Stein, que trabalhou na emissora até o seu fim, em agosto de 1998, após a Copa do Mundo da França.

E foi justamente da cabeça de Stein que partiu a ideia que surpreenderia a Globo na Copa do México. Em novembro de 1984, o comandante da equipe de esporte sugeriu ao diretor geral do canal, Rubens Furtado, que a Manchete se antecipasse no aluguel de satélites para o sorteio e largasse na frente das concorrentes.

“Foi o bote certo. Ganhamos da Globo ali. Naquele período, só existiam três grandes satélites: um bom, um médio e um mais fraquinho. Ele aprovou a ideia e fui atrás. Conseguimos pegar logo o melhor. Em 1985, quando a Globo foi atrás, só tinha um satélite médio, de menor capacidade. E não adiantava pagar, espernear, chamar o Roberto Marinho, nada. Ali nós já tínhamos as melhores linhas e alugado os melhores horários. Com isso, eles ficaram com horários alternativos”, explicou Stein.

“Fizemos nosso QG [quartel general] ao lado da concentração do Brasil, passávamos treino, entrevista com jogadores, tínhamos muito mais acesso. A Globo foi surpreendida com a Manchete na Copa. E eles não podiam concorrer porque tinham que dar espaço pra outras coisas, como as novelas. Eles [Globo] não esperavam que nossa cobertura fosse tão boa. A nossa proximidade da seleção facilitou muito. Dia de semana a tarde ficávamos duas ou três horas seguidas, às vezes tinha excesso de informações de relevância, mas a Manchete praticamente entrou na seleção brasileira”, recordou o comentarista Márcio Guedes.

E a tal entrada no time de Telê Santana não se deu por acaso, mas sim por uma nova estratégia da emissora. “Alugamos seis rebatedores, que ajudavam a ampliar o sinal e superar as barreiras de morros entre Guadalajara e o local onde a seleção estava concentrada. No primeiro jogo, acompanhamos o trajeto da delegação da porta do hotel até o estádio. Lembro que a Globo ficou maluca e logo alugou uns rebatedores para fazer o mesmo nos outros jogos”, disse Paulo Stein.

“Eles (da Manchete) estavam bem instalados, tinham uma equipe grande mesmo. A concorrência era grande mesmo”, lembra Luiz Alfredo, hoje na RedeTV! e um dos integrantes da Globo em 86.

Nem tudo, porém, era facilidade para narrador e outros integrantes da Manchete lado a lado com a seleção. Além de ter que transmitir alguns jogos do quarto do hotel com uma televisão muito pequena por falta de posições no estádio, a equipe passou por perrengues no hotel em que ficou instalada. Se quiser ver um dos ex-integrantes deixar o orgulho de lado ao lembrar de 86 e falar com tensão no ar, é só pedir para contar sobre o ataque de alguns bichos que sofreram por algumas noites.

A história causa calafrios quando relatam que eram mordidos por uma espécie de aranha local durante as noites. “As aranhas do hotel são inesquecíveis [risos]. Era um tormento. Eu tinha que lacrar a porta do quarto com fita durex para que elas não entrassem. Era um animal comum na região que ficávamos, em uma área desértica”, recordou Stein.

“O problema era o seguinte: pela janela dos quartos tinha varanda e entravam bichos como se fossem uma aranha, e a noite eu percebia isso. Na segunda noite teve uma invasão, foi um negócio assustador, chamei o cara do hotel ele foi lá e tirou mais de 20 desses bichos que estavam lá pelos cantos. E o bicho mordia. Uma mistura que não sei oque era aquilo, tipo aranha. Era assustador estar no quarto com eles lá. Eu não bebida água porque tinha muito medo. Eu não comia lá, só comia fora. Foi uma coisa assustadora nesse sentido, eu dormia mal pensando que poderia ter algum bicho na minha cama. Só de lembrar me dá medo”, se recorda Guedes.

Já em 1990, na Itália, as dificuldades não eram na hospedagem, mas também se faziam presentes. Com investimentos reduzidos e apostas em novelas como Pantanal e Dona Beija, a Manchete não incomodou tanto a Globo. Os resultados em transmissões, porém, não chegaram a magoar tanto quanto o fato de perder um comentarista em plena Copa do Mundo.

Com 74 anos e bastante debilitado por conta de um enfisema pulmonar, o ex-técnico da seleção brasileira João Saldanha não aguentou nem mesmo voltar ao Brasil e faleceu no dia 12 de julho. A equipe lembra que ele foi muito debilitado e foi uma preocupação o tempo todo.

“Isso deixou a equipe muito abalada, mas o que me conforta é que ele morreu feliz, fazendo o que gostava. Lembro da alegria dele em estar em mais uma Copa do Mundo. Quando chegou na Europa, estava eufórico. E não sossegou enquanto não pegou sua credencial. Ele já vinha doente há uns dois anos. Se ficasse no Brasil, morreria triste”, contou Paulo Stein, um dos melhores amigos de Saldanha.

“Ele não tinha condições de viajar, mas contrariou ordens médicas e foi. Saldanha não foi nem ao estádio de tão sem condições que estava. Ele participava precariamente das mesas redondas. Todos já esperavam que a morte pudesse acontecer. Foi uma preocupação o tempo inteiro”, recordou Márcio Guedes.

A teimosia de João Saldanha em viajar doente surpreendeu até mesmo a direção da emissora, que não planejava mandar o comentarista para a Itália. Paulo Stein contou que o falecido amigo simplesmente chegou com uma mala na redação, pediu que o levassem ao aeroporto e comprou sua própria passagem em um cartão de crédito pessoal.

“Eu não acreditei. Ele não tinha a menor condição e disse que ia. Já tinha fugido de hospital meses antes e contrariou médicos mais uma vez. O avião quase parou no Recife, de tão mal que ele estava. Teve problemas respiratórios no voo. Quando chegou na Itália, desembarcou de cadeira de roda”, descreveu Paulo.

Além de Saldanha, a Manchete, mesmo com recursos reduzidos, teve nomes como Zagallo e Paulo Roberto Falcão em seu time de comentaristas na Itália.

Quatro anos depois, nos Estados Unidos, a emissora carioca não conseguiu dar sequência às transmissões. Por conta da crise que atingiu a empresa no governo de Fernando Collor de Mello, o canal de Adolpho Bloch não reuniu condições de cobrir o tetracampeonato mundial da seleção de Carlos Alberto Parreira.

Em 1998, mesmo em um de seus piores momentos e prestes a fechar as portas, a Manchete voltou a transmitir uma Copa do Mundo. E se as condições estruturais e tecnológicas não eram das melhores, pelo menos não faltou a tão aguardada diária dos jornalistas.

“A situação era bem ruim, mas o dinheirinho estava lá. Isso não faltou, ainda bem. Eram cerca de US$ 130 por dia. Tinha gente que economizava e até trocava de carro quando voltava para o Brasil”, brincou Srein.

Foi o ponto curioso de uma transmissão que acabou marcando o fim do canal. A Manchete encerrou suas atividades pouco mais de um mês após a Copa, em 31 de agosto.

José Ricardo Leite e Pedro Ivo Almeida
Do UOL, em São Paulo e no Rio de Janeiro


Filha de Renato Gaúcho dança funk com Gentili e revela castigo ao pai
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Carol Portaluppi, filha de Renato Gaúcho, mostrou seu talento na dança durante entrevista ao programa The Noite, do SBT, na madrugada de quarta para quinta-feira. Após entrevista para Danilo Gentili, ela foi desafiada a dançar funk no palco com o humorista.

O desafio surgiu logo após a filha do ex-jogador admitir que não consegue resistir ao escutar funk. Durante a dança, o apresentador tentou ficar algumas vezes atrás da garota, mas ela vetou as investidas.

Pouco antes de mostrar seu requebrado, Carol explicou o motivo por ter postado no Instagram um vídeo (veja abaixo) em que mostra seu talento sambando.

“Aquilo dali na verdade tem um contexto. Minha mesada estava atrasada dois meses. Eu falei ‘ô pai, você não vai depositar até o dia cinco? Então está bom’. Põe a música e me filma aqui por favor, para minha amiga. A sorte dele foi que ele depositou e aí eu não botei as outras partes”, disse a garota, que revelou que seu pai explicou que estava muito ocupado para pagar a mesada.

Durante a entrevista, Gentili ainda fez Carol dar um trote em Renato Gaúcho falando que participaria do extinto programa Coquetel. No entanto, no telefone, o ex-jogador deu bronca na garota.

“Aquele programa as mulheres tiravam a roupa. Nem brinca, que eu vou cumprir a promessa de quebrar seu dente. Rala daí!”, falou.

Desde o começo da entrevista, a garota falou com Danilo Gentili bebendo cerveja. No início, ela ainda disse que queria uma tequila, mas não bebeu no ar.

Carol Portaluppi, filha do técnico e ex-jogador Renato Gaúcho

Carol Portaluppi, filha do técnico e ex-jogador Renato Gaúcho

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Galvão chama Luciano do Valle de ‘referência’ e dedica transmissão da Liga
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Em sua primeira transmissão após a morte de Luciano do Valle, Galvão Bueno não esqueceu seu ‘rival’ de narração. Nos acréscimos do jogo entre Real Madrid e Bayern de Munique, pela semifinal da Liga dos Campeões, o locutor da Globo citou o ex-colega, chamando-o de referência.

“Permita em nome de toda a nossa equipe da Globo, eu queria dedicar essa narração, a transmissão desse jogo ao meu querido amigo Luciano do Valle, meu adversário ponto a ponto, minha referência, meu parceiro e meu amigo que nos deixou no último sábado. Fica para ele em nome de toda equipe dedicada essa transmissão, à memória de Luciano do Valle”, disse Galvão Bueno, ficando alguns segundos em silêncio na sequência.

O narrador da Globo já havia falado sobre Luciano do Valle no dia da morte do locutor no último sábado. Galvão entrou ao vivo no Brasil Urgente, da Band, e lamentou a morte do amigo.

“A televisão brasileira e a comunicação brasileira ficam mais pobres. Luciano é um marco para a história do país. Eu me orgulho de poder dizer que fui amigo, que eu concorri com ele e que eu aprendi com ele”, falou o locutor, que ainda ressaltou que ‘enfrentar’ Luciano do Valle fez com que ele crescesse.

No mesmo dia, Galvão Bueno gravou um depoimento para o Jornal Nacional lamentando a perda do narrador.

Luciano do Valle morreu aos 66 anos no último fim de semana após ter um infarto no voo que o levava para Uberlândia, onde transmitiria o jogo entre Atlético-MG e Corinthians.

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Galvão usa gols de Juninho para brincar com Caio por “seca” na Liga
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Galvão Bueno fez diversos elogios ao seu novo companheiro de transmissão, Juninho Pernambucano, ao lembrar sua época como jogador do Lyon. Juninho participou da semifinal da Liga dos Campeões entre Real Madrid e Bayern de Munique, nesta quarta-feira, ao lado de outro ex-atleta, Caio Ribeiro, e Galvão acabou estabelecendo uma relação entre o passado dos dois como jogadores.

Durante o intervalo, a Globo mostrou gols de Juninho Pernambucano contra Real e Bayern em edições antigas da Liga dos Campeões, onde ele jogou em seu período pelo Lyon, entre 2001 e 2009. “Fiz 16 gols, sou o artilheiro do Lyon na Liga”, lembrou. “Batia falta mal o Juninho?”, perguntou Galvão, ao ver uma das cobranças certeiras do ex-meia.

Depois de exibir os gols, Galvão brincou com Caio, que passou por Inter de Milão e Napoli na década de 1990 e não marcou na principal liga europeia. “Agora vamos ver os gols do Caio… não, não tem”. “Traíra, hein, Galvão?”, disse o comentarista, rindo, para Galvão ressaltar que estava brincando com o companheiro. Juninho, por sua vez, elogiou Caio: “Mas ele fez gols mais bonitos que eu.”

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Minutos depois, Juninho apontou Bastian Schweinsteiger, do Bayern, como o melhor volante do mundo, “disparado”. Caio colocou o italiano Pirlo ao lado do alemão, e Juninho respondeu: “Com a juventude, diferente do Pirlo, [Schweinsteiger] consegue manter mais o nível por 90 minutos”.

Galvão concordou com o novo comentarista da Globo: “Estou mais com o Juninho nessa do que com você, Caio”. O ex-jogador do São Paulo respondeu que colocaria Pirlo e Schweinsteiger juntos. “Meu time não marca, meu time joga”, disse Caio, sorrindo, enquanto Galvão respondeu simplesmente “ah, rapaz…”


Bandeirinha “gostosa” diz que namorado não tem ciúme e revela cantadas
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Crédito da imagem: Reprodução/Rede Globo 

A bandeirinha Maíra Americano Labes foi alvo de grande polêmica no último sábado após ter sido chamada de “gostosa”pelo técnico Celso Teixeira, do Juventus, em partida do Campeonato Catarinense.

Na madrugada desta terça-feira, entretanto, ele deu uma entrevista ao Programa do Jô, da Rede Globo, e pediu para que o “respeito já começasse entre os profissionais dentro de campo”. Apesar disso, garantiu que o seu namorado não ficou bravo com o ocorrido.

“Meu namorado também trabalha na arbitragem. Ele entende, sabe que isso nunca vai deixar de existir. A mulher, querendo ou não, é um objeto diferente dentro de campo, é uma atração a mais no meio de tantos homens”, falou.

Maíra também contou que a maioria dos jogadores a respeita, mas que alguns, às vezes, acabam soltando brincadeirinhas e xavecos dentro do jogo.

“Uma vez marquei um lateral e um jogador chegou do meu lado e disse: ‘Nossa, não dá nem pra te xingar’”, disse. ”O outro falou que pra eu nem falar com ele porque eu não tinha adicionado ele no Facebook. Vamos fazer o que né? tem que rir”, terminou a auxiliar de arbitragem.

Jô Soares também se destacou durante a sua entrevista. Ele elogiou os olhos da bandeirinha, disse que o técnico não estava tão errado assim no ‘elogio’ feito a ela e ainda travou o seguinte diálogo com Maíra:

: “Mas e se o juiz pergunta pra você: ‘ô, gostosa! Foi impedimento ali?’”
Maíra: “O juiz é autoridade máxima dentro do campo”.
: “Juízes, aproveitem!”

Musas esportistas

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Armando Marques admite erros, corneta Neymar e leva plateia do Jô aos risos
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O ex-árbitro Armando Marques levou a plateia do Programa do Jô, da TV Globo, aos risos em entrevista levada ao ar na madrugada desta quarta-feira. Marques admitiu erros de sua carreira, fez piadas e ainda cornetou o atacante Neymar.

Perguntado por Jô Soares se ainda tem o hábito de ver futebol, Armando Marques disse que assiste com menos frequência, e citou Neymar ao falar que a modalidade já não é mais tão atraente.

“O futebol ultimamente, para mim, caiu muito. Esse menino do Santos que agora foi para o Barcelona, vão acabar com esse menino. Vão acabar rápido. Estão dizendo que ele é o maior do mundo e ele começa a simular faltas”, disse Marques.

Neymar ainda recebeu outra cornetada do ex-árbitro, que disse que o jogador do Barcelona tem suas qualidades exageradas. “Ele é um bom jogador, mas não é tão bom quanto ele pensa. Porque Pelé só teve um. Eu desafio alguém que me diga outro Pelé, outro Garrincha”, afirmou.

Marques relembrou o famoso erro na disputa de pênaltis na decisão do Campeonato Paulista de 1973, entre Santos e Portuguesa, quando ele encerrou as cobranças quando a Lusa ainda tinha chances de igualar o placar, dando a vitória ao Peixe. “Contei quatro como cinco. Para você ver a porcaria de economista que eu era”, disse, em referência a sua formação.

“Não entrava na minha cabeça que eu não vi o Pelé cobrar, como é que eu não vi? Eu devia estar meio louco aquele dia. De vez em quando isso acontece comigo, eu fico meio cachorro danado, aí é meio perigoso”, contou Marques.

Questionado pelo seu estilo dentro de campo, Armando Marques fez até uma piada. “Eu expulsava só com o dedo. Falava ‘fora’. Até fizeram uma música com o ‘dedinho do Armando’. Eu não tinha outra coisa para fazer com o dedo”, disse.

O ex-árbitro arrancou mais risos da plateia quando disse que não há um colega de profissão que não tenha cometido erros. “Quem diz que nunca fez uma boa cagada, ou é mentiroso ou nunca apitou”, disse, antes de contar outro desses enganos.

“Eu tenho muitos erros, muitos. Mas palavra de rei não volta atrás. Uma vez eu dei um cartão amarelo a um jogador e fui fazer a súmula. Como é que eu dei cartão para esse jogador, se ele estava no banco? Passei para o outro”. “Mesmo sem ter merecido”, perguntou Jô. “Não quero nem saber”.

Marques, porém, fez uma restrição. “Eu nunca errei um impedimento, porque eu sempre ficava na linha do último defensor. Errei pênalti, errei gol, mas nunca errei impedimento”.


Antero e Amigão relembram ‘crises de riso’, mas garantem: “É espontâneo”
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Crédito da imagem: Reprodução/ESPN

A dupla Antero Greco e Paulo Soares, o “Amigão”, tentaram explicar algumas das suas ‘crises’ de riso enquanto apresentam edições do programa Sportcenter, da ESPN.

Convidados do programa The Noite, do SBT, eles ‘culparam’ os câmeras, as piadinhas internas e também as matérias mais engraçadas. Apesar disso, garantem: “o riso no Sportcenter é sempre espontâneo”.

“A gente estava lá esses dias, por volta da 1h da manhã, e começamos a escutar alguém roncando… Olhamos para lá e era o câmera dormindo!”, brincou Antero.

Além disso, a dupla confessou que é difícil se controlar em alguns momentos em que o assunto exige mais seriedade: “Teve a vez que alguém tinha morrido, mas antes tinha acontecido uma bobagem no estúdio lá… A gente ficava assim, se segurando”.

No programa em si, a dupla brincou, falou sério, e ainda apresentou um ‘jornal fake’ chamado “Outros Sportcenter”. O desafio imposto por Danilo Gentili, apresentador do The Noite, era que Antero e Amigão conseguissem ler e ver as notícias sem rir… Eles até que conseguiram.

Relembre abaixo um dos principais momentos da dupla:


Caio Ribeiro corneta Tinga no ‘Bem, Amigos!’: “mão de vaca”
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O comentarista Caio Ribeiro deu uma cornetada no volante Tinga, do Cruzeiro. Em participação no programa Bem, Amigos!, do SporTV, o ex-jogador brincou com o fato de ficar sem camisa de presente.

Ao voltar do comercial, o apresentador Jader Rocha mostrou uma camisa branca do Fluminense, presente dado pelo técnico Cristóvão Borges. Na sequência, Caio Ribeiro também exibiu um uniforme, desta vez o laranja.

“Já que o Tinga mão de vaca não trouxe para nós, a gente vai mostrar a do Fluminense”, falou o comentarista brincando com a situação e arrancando uma risada do volante.

O técnico Cristóvão Borges tentou defender o jogador do Cruzeiro. “O Tinga veio de Salvador”, falou o treinador fazendo referência ao jogo que o volante teve contra o Bahia, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

Na sequência, o também comentarista Alberto Helena Jr. resolveu cornetar Arnaldo Cezar Coelho, que foi ausência no programa desta segunda-feira.

“Sorte dele (Tinga) é que o Arnaldo não está aí. Se não ia recair sobre a cabeça do Tinga a maldição do Arnaldo”, brincou ao falar sobre a falta da camisa.

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Prieto pede desculpas por choro ao vivo e revela que quase foi substituído
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O choro ao vivo de Nivaldo Prieto em função da morte de Luciano do Valle, no domingo, não foi o único momento de emoção e sensibilidade vivenciado pelo narrador da Band. Abalado com a perda do amigo e ídolo, Prieto foi avisado pela emissora de que um locutor reserva estaria de prontidão caso ele não conseguisse narrar o jogo São Paulo x Botafogo, domingo, no Morumbi.

Prieto foi chamado ao vivo por Milton Neves no domingo durante o programa “Gol, o Grande Momento”, minutos antes do jogo São Paulo x Botafogo. Mas só conseguiu cumprimentar os telespectadores e logo depois começou a chorar, tendo inclusive o áudio cortado.

Ao UOL Esporte, Prieto afirma ter realizado a pior narração da vida e diz que respirou fundo para dar prosseguimento à locução.

“No trajeto ao Morumbi, eu fui ficando mais emocionado. Tentei ir até mais cedo ao estádio para me preparar. E toda hora que eu botava o fone antes do jogo, só ouvia a voz do Luciano. Isso me deixou cada vez pior, até que eu pedi para cortar o áudio. A ideia era só dar o ‘vai’ para a minha entrada (sem áudio antes)”, falou.

“Eu tinha que narrar. Assim que o jogo começou, me concentrei na partida. Mas já tinha gente [narrador] de stand by [reserva] caso eu não conseguisse. Só quando me senti mais seguro na transmissão é que eu falei o nome do Luciano”, continuou.

Prieto relata que pediu desculpas não só a Milton Neves, que apresentava o programa pré-jogo, mas para as outras pessoas da Band. Emotivo, o narrador conta que as duas décadas de convivência com do Valle o deixaram sensível naquele momento.

“Fiquei envergonhado pelo o que aconteceu ao vivo. Peço desculpas, porque a maioria conseguiu levar a transmissão [sem chorar], mas eu não consegui. Sou assim”, falou.

“Eu estive com o Luciano faz 15 dias no estúdio para fotografia da equipe da Band que cobriria a Copa. Ele estava muito bem de saúde. Era visível no rosto dele a alegria. Até eu perguntei: ‘Estou te vendo muito mais bonito, bacana. O que não faz uma Copa’. O Luciano respondeu: ‘Vou para o meu 11º Mundial. É um grande momento. Estou muito entusiasmado’”, relembrou Prieto.

Milton Neves foi quem chamou Prieto ao vivo no momento em que ele chorou. Percebendo a reação inesperada de companheiro, Milton chamou a palavra de volta, preservando o narrador no momento de emoção.

O apresentador da Band exaltou o fato de Prieto mostrar seus sentimentos ao vivo.

“Depois disso [choro ao vivo], o Prieto veio falar comigo depois do jogo, já no estúdio da Band quando acabou a rodada. Ele veio, me deu um abraço e pediu desculpas. Falou ‘pô, atrapalhei seu programa’. Eu respondi: ‘você está louco, emocionou todos nós e deu demonstração de carinho e amor. Você emocionou o país, não esquenta a cabeça com isso não’”, continuou Milton.

Bruno Thadeu e José Ricardo Leite
Do UOL, em São Paulo

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