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Cena bizarra nos EUA causa ataque de riso e faz narrador cair da cadeira
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Uma cena bizarra em um jogo de futebol americano universitário causou ataque de risos na equipe escalada pela Espn Internacional para a transmissão. Um torcedor foi flagrado alegremente cantando a música 'Don't Stop Believing', do Journey, para um ganso de mentira durante o intervalo do confronto entre Virginia Cavaliers e Miami Hurricanes.

O narrador riu tanto que, quanto foi colocado no ar, caiu da cadeira por conta da cena. De acordo com a rede CBS, o vídeo viralizou nas redes sociais, e o torcedor em questão foi entrevistado por um blog de torcedores dos Cavaliers, para o qual explicou porque levou um ganso de mentira a uma partida de futebol americano.

“Primeiramente, o nome do Ganso é Alfred. Eu comprei ele de um vizinho que estava se mudando. Achei que poderia trazer sorte'', contou o rapaz, chamado Brandon DeCoursey. Ele ainda revelou que já foi atacado por gansos canadenses e que tem fobia do animal. “Eu senti que se eu enfrentasse meu medo de gansos, o time de futebol poderia se alimentar da minha força'', brincou.


Comentarista que xingou Renata Fan se arrepende e leva bronca da mulher
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Lélio Gustavo é do tipo que age com o coração. Não tem medo de falar o que pensa e vai contra o politicamente correto que impera no futebol atual. O estilo sincero doa a quem doer o tornou um dos comentaristas esportivos mais conhecidos de Minas Gerais. Mas também o fez perder a linha algumas vezes e exagerar por falar demais.

“Eu tenho o estilo de falar a verdade. É tão difícil encontrar uma pessoa verdadeira que as pessoas até se assustam, tem hora que cometo alguns exageros, nem todo mundo é perfeito. Mas sou assim desde menino, não é nada forçado, eu falo na cara o que estou sentindo mesmo. As pessoas estranham porque muita gente vai pelo caminho do politicamente correto. O futebol está muito chato, não custa nada alguém falar algumas verdades. Eu queria que existissem mais Lélios para comentar política”, brinca.

Lélio tem poucos arrependimentos na vida, o maior deles foi xingar a apresentadora da Band Renata Fan em rede nacional. O ato impensado o fez levar bronca em casa da mulher Karina e o deixou chateado, principalmente diante da proximidade do nascimento de sua primeira filha Maria Luiza.

“Foi o meu maior erro, sem dúvida, por ela ser mulher. Eu poderia ter criticado de outra maneira. Minha esposa vai ter uma menina, será que eu ia gostar de ver a minha filha sendo xingada como eu xinguei? Eu acho que não. Peguei pesado mesmo. Eu fiquei chateado, minha esposa me chamou a atenção: ‘como você fala assim de uma mulher?’”.

lelioA revolta de Lélio com a apresentadora aconteceu quando o Atlético-MG estava prestes a disputar as oitavas de final da Libertadores de 2013 contra o São Paulo e os comentaristas Denílson e Paulo Roberto Martins, o “Morsa”, debocharam do time mineiro e duvidaram das chances de classificação em cima do Tricolor. Morsa chegou a chamar o Atlético de cavalo paraguaio.

Lélio deixou seu coração falar mais alto e soltou o verbo no programa que participa na “TV BH News”. Chamou o ex-jogador Denílson de imbecil e idiota, xingou Morsa de b.. e m… e disparou contra Renata que havia apenas levantado a discussão sobre quem passaria à próxima fase. Depois do ocorrido, Lélio pediu desculpas no ar para a apresentadora, mas não recuou para os comentaristas.

“A Renata Fan poderia ter ficado sem essa, mas na Bandeirantes pegaram muito pesado com o Atlético. É esse tipo de coisa que me deixa puto pra c… para falar a verdade, essa coisa de querer diminuir, chamar de cavalo paraguaio, duvidar que o Galo vai passar do São Paulo. Por que não? O Atlético tinha Ronaldinho Gaúcho, Jô da seleção, Tardelli, Victor, Réver, Leonardo Silva. Por que não poderia passar do São Paulo?. Da Renata eu me arrependo, agora o Denílson e o Morsa eu quero que vão para a casa do capeta”.

Apesar da faceta polêmica, Lélio se mostra bem mais tranquilo e pacato fora do ar. Bem humorado e receptivo, não se envergonha de reconhecer os próprios erros, tem fala mansa como um bom mineiro e se orgulha de ser um grande defensor do futebol de seu estado.

O que o tira do sério é achar que as grandes emissoras de televisão do Brasil privilegiam os times paulistas e cariocas. Em sua opinião, agora todos estão tendo que engolir a seco o bom momento de Atlético e Cruzeiro que nos últimos dois anos conquistaram uma Copa Libertadores, dois Campeonatos Brasileiros e ainda disputam a final da Copa do Brasil.

“A defesa do futebol mineiro é porque eu sou daqui, sou mineiro. Acho que às vezes o nosso estado é injustiçado pelas grandes redes de TV, tento defender o que é nosso, se a gente não valorizar o que é nosso, quem vai valorizar? Eu acho o mais certo a ser feito. Eu vejo injustiça principalmente por tentarem diminuir o que é o futebol mineiro em muitos setores da imprensa”.

Mas falar o que pensa já custou bem caro a Lélio. Ele foi demitido da rádio Itatiaia, onde trabalhava havia 23 anos, por xingar o jogador Neto Berola. Na ocasião, o atacante se revoltou contra o comentarista da TV Globo Minas, Bob Faria, e Lélio tomou as dores do amigo jornalista.

“Também não me arrependo, embora isso tenha custado meu emprego de 23 anos. Onde está o Neto Berola? Nem está aparecendo mais. Eu falei com o coração, eu cresci com o Bob na Rádio Itatiaia, o pai dele foi meu chefe. Eu tinha que defende-lo, não podia ficar calado”.

No mesmo episódio acabou chamando por tabela o Vitória, clube antigo de Berola, de time merda e está sendo processado pela diretoria baiana.

“O Vitória acabou entrando no meio da explosão, eu não quis ofender o Vitória, um clube que é grande formador de talentos. Eu jamais chamaria de merda, acabou entrando no meio da bagunça. O Vitória revelou Bebeto, Dida, trouxe o Petkovic, esse lugar não pode ser uma merda. Foi uma bola de neve que transformou o negócio, um grande vacilo”.

Mas Lélio nem teve tempo de lamentar o desemprego. Menos de 1h depois da demissão já recebeu o convite para fazer comentários e comandar um programa na rádio 98 FM. Hoje, acredita que a vida mudou para melhor. Tem uma rotina mais tranquila e pode curtir os fins de semana com a família, um luxo para um jornalista esportivo.

A melhora na qualidade de vida veio na hora certa depois de um ritmo alucinante de trabalho que, aliado a boas doses de cigarro e bebida, causou um enfarte e muita dor de cabeça.

“Eu não estava vivendo um momento legal, estava bem próximo de me separar da minha ex-esposa, estava bebendo muito, fumando muito. Aí veio chegou o boleto cobrando a conta. A conta agora está no coração. Eu pensei que eu fosse morrer, tive muita sorte de não ter sido um enfarte desses para matar”.

De coração renovado e à espera da pequena Maria Luiza, que está prevista chegar em fevereiro, Lélio acredita que agora, finalmente, vai se acalmar. “Todo mundo fala. ‘Agora você vai criar juízo'. Vamos ver, esperamos que sim”, brinca.


Este era o Galvão Bueno quando ouviu “Cala a boca” pela 1ª vez na carreira
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Foto 4 Carteirinha Galvao Bueno

Em uma daquelas coincidências cósmicas (e neste caso é literalmente cósmica), o locutor mais famoso da televisão brasileira viveu – e narrou – alguns de seus momentos mais marcantes em julho de 1969. Aconteceu em Niterói, durante a realização da primeira edição dos extintos JEB’s (Jogos Estudantis Brasileiros). Carlos Eduardo Galvão Bueno era auxiliar do treinador da equipe de basquete masculina do Distrito Federal.

Numa determinada noite, o alojamento dos atletas ficou apinhado de gente para tentar assistir à transmissão ao vivo da chegada do homem na lua. A TV Globo e a extinta Tupi, dos Diários Associados, formaram um pool para exibição via satélite do momento histórico. Eram centenas de alunos dos sete Estados participantes dos Jogos e nem todos conseguiam ver as imagens em preto e branco da pequena tv encostado à parede do alojamento.

Eis que Galvão teve uma ideia. Tomou o megafone utilizado pelos professores para orientar os alunos durante a prática esportiva, que estava sem uso naquela hora, e passou a narrar cada instante do desembarque do homem na lua. Às 23h56 (de Brasília), segundo os jornais da época, Neil Armstrong pisou na lua e Galvão descreveu cada movimento a partir do que via na TV.

E foi aí, neste marco histórico para a televisão brasileira que nasceu, ainda que forma improvisada e involuntária, uma expressão que acompanha Galvão nas cabines de narração dos estádios de futebol, ginásios, autódromos e redes sociais. Foi no dia que o homem pisou na lua que se registrou a origem da expressão: “Cala a boca, Galvão”.

O Brasil amargava o auge da ditadura. Os JEB’s eram um produto dos militares para, entre outras coisas, mobilizar os estudantes e engajá-los no esporte. Mais de 300 competidores de até 17 anos estavam em Niteroi para a disputa. Galvão, já com 19, não podia jogar. Mas tinha a simpatia de todos onde estudava, no Caseb, tradicional escola pública na Asa Sul de Brasília, que foi convidado pelo treinador da equipe de basquete do DF, o mineiro Pedro Rodrigues, para auxiliá-lo nos JEB’s..

É de Rodrigues o relato sobre a narração de Galvão do homem caminhando na lua. “O pessoal que estava no fundão queria ouvir o que Galvão estava dizendo, porque ele narrava perfeitamente tudo que via na TV”, lembra Rodrigues. Perguntado se todos ficaram satisfeitos com a performance de Galvão, o professor acrescentou: “Ah, tinham uns caras que estavam de frente para tela, que não precisavam da narração, que ficavam reclamando e pedindo silêncio.”

Neste mesmo JEB’s, o narrador conheceu Lúcia, jogadora de vôlei da equipe brasiliense, com quem viria a se casar e teria três filhos: Letícia, Carlos Eduardo (Cacá) e Paulo Eduardo (Popó) Bueno. Os dois já estavam separados quando, em 2010, Lúcia morreu de câncer, aos 60 anos.

Armador titular
Galvão morou em Brasília de 1967 a 1971. Veio acompanhar o tio, Antônio, dono de uma empresa que trabalhou na construção da nova capital. Chegou ao Caseb, onde o professor Pedro dava aulas, e jogou basquete, handebol e atletismo. Dedicou-se com maior vontade ao basquete. Ele é um dos pioneiros da modalidade e sua atuação está registrada no livro “Ponto de Partida”, dos jornalistas Luiz Roberto Magalhães e Paulo Rossi, sobre o surgimento do esporte em Brasília após a fundação da cidade.

“Ele era magrinho e tinha o cabelo grande. Era armador e dos bons. Já chegou Brasília formado, tinha ótima visão de quadra”, relata Rodrigues. Os colegas o chamavam de Galvão, às vezes de “Paulista” e, em tom de brincadeira, de “guaxinim”, conforme revelou um de seus companheiros no time de basquete, hoje empresário do ramo de restaurantes na capital, ao jornal “Correio Braziliense” em 2007.

Galvão e o professor Pedro Rodrigues mantiveram contato até o início da década de 1990. O narrador esteve na cidade em pelo menos duas oportunidades neste ano, durante a Copa do Mundo de futebol, quando a seleção brasileira enfrentou Camarões e Holanda. “Parece que ele acabou se encontrando com o pessoal daquela época [década de 1960 e 1970], mas eu só soube depois que ele veio. Seria muito legal reencontrá-lo”, almeja Rodrigues, hoje aos 81 anos, e ainda praticante de basquete.

*Daniel Brito, de Brasília

Galvão Bueno
Galvão Bueno


Prorrogação do futsal atrasa ‘Bem, Amigos’ e gera brincadeira de Arnaldo
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arnaldoPor essa, Arnaldo César Coelho não esperava. Integrante do plantel que participa do programa Bem, Amigos, do Sportv, o comentarista teve que esperar por cerca de meia-hora para poder entrar no ar na noite desta segunda-feira, por conta de uma partida da Liga Futsal. Bem-humorado, Arnaldo não perdeu a piada quando, ao final da atração, foi cobrado para não estourar o tempo destinado ao seu quadro.

“Os caras entregam o programa pra gente com 30 minutos de atraso e a gente não pode atrasar um minuto?'', disse Arnaldo, aos risos. O atraso foi causado pelo fato de o confronto entre Futsal Brasil Kirin e Jaraguá ser definido apenas na prorrogação – a equipe de Sorocaba, que conta com o craque Falcão, levou a melhor e avançou à final. O Bem, Amigos ainda teve de dividir espaço com o sorteio dos grupos da Copa América de 2015.

Com isso, os quadros tiveram tempo reduzido, com a participação do técnico Tite. Ao final do programa, como de costume, Arnaldo se envolveu em discussão com os convidados ao comentar a charada de arbitragem da noite quando foi cobrado por Luís Roberto. O apresentador, que substituiu Galvão Bueno na função, levou a brincadeira na boa e só esclareceu: “nós vamos até 23h30, e são 23h20. Estamos dentro do horário''. Todos riram.


Massa empolga Galvão, que cita Senna e torce: “acelera a barata aí”
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Galvão Bueno
Galvão Bueno

Depois da largada, ninguém poderia imaginar que o GP de Abu Dhabi ainda reservaria emoções fortes na sua metade final. Nem Galvão Bueno. Quando as Mercedes tiveram problemas, Felipe Massa passou a brigar pela vitória. E é aí que a estrela do narrador brilha.

Galvão, que lembrou até de Senna, falando da vontade que o ex-piloto tinha em ser campeão pela Williams, antes de sua morte, se empolgou com as chances de Felipe Massa bater Lewis Hamilton. O brasileiro chegou a liderar, precisou parar nos boxes e, na volta, perseguiu o inglês nas voltas finais.

O cenário de ufanismo, tradicional do narrador, começou quando Hamilton repetiu o companheiro de time Nico Rosberg e começou a andar lentamente na pista. O inglês foi para os boxes, e Massa assumiu a liderança.

Iniciaram então os palpites: para Galvão e para Luciano Burti, comentarista, o melhor a fazer era manter Massa na pista até o fim. Mas, o piloto precisou fazer uma segunda parada. O narrador comemorou quando viu que a Williams optou pelos pneus supermacios, mais velozes mas mais rápidos no desgaste. “Supermacio!”, comemorou. “Acelera a barata aí!”.
Massa tinha dez voltas para tirar dez segundos. E estava tirando, para delírio do narrador: “Dooiiiiiiiis segundos tirou o Massa”, comemorou. “Tirou um segundo e meio!”, festejou na volta seguinte.

“Vamos embora, Felipe! Aperta o da direita, e vamos embora apara cima dele”, que definiu o fim de prova como “de arrepiar”, com muitos “R”.

Mas, é claro, havia um problema. Tradicional das transmissões: “Chegar é uma coisa, passar é outra”, avisou o narrador. Galvão acabou equilibrando as emoções. Alertou que o era quase impossível, mas manteve a torcida é o fim.

“É difícil, é duro, mas é emocionante vê-lo tentando, pilotando ao extremo para conquistar a vitória”, disse o narrador.

O tom acabou mudando e chegando a um tom mais editorial. Para Galvão, o fim de campeonato de Massa o coloca na briga por grandes feitos em 2015.

“Quem diria que Massa pudesse renascer na carreira dessa maneira. Sair da Williams que tinha sido penúltima no campeonato, para ter um carro competitivo, que já é protagonista de corrida”, analisou ele. “Foi um ano espetacular, um retorno da williams às equipes grandes.”

Por fim, o narrador explicou porque está tão empolgado com 2015. “O principal, e o burti e o Reginaldo podem dizer, é que fundamental autoestima, estar bem da cabeça, acreditar que pode andar bem. Felipe massa recuperou autoestima, sente que pode e está fazendo um belo final de ano.”


Fernanda Gentil faz 28 anos. Relembre 10 momentos marcantes dela na TV
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Fernanda Gentil é o que se pode chamar de “fenômeno da televisão''. Parece até elogio clichê do Faustão, né, mas a verdade é que a repórter e hoje apresentadora combinou carisma, beleza e, claro, competência, e teve uma ascensão meteórica que, em menos de 5 anos, a levou de simples setorista de clubes do Sportv para apresentadora da Globo.

Para celebrar os 28 anos que Gentil completa neste domingo, o UOL Esporte relembra 10 momentos marcantes da jornalista na TV. Mesmo nos micos, Fernanda esbanjou bom humor e deu a volta por cima. Afinal, até hoje ela consegue rir de quando tentou dar um aperto de mão em um cego!

Parabéns, Fernanda!

1 – A clássica cena do ceguinho

Em 2010, Fernanda Gentil, que poucos meses antes era uma simples repórter local do Sportv no Rio de Janeiro, estava na bancada de um dos programas da emissora na cobertura da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Naquela época, já mostrava a descontração de hoje em dia. Até que certa vez, recebeu no programa da manhã um deficiente visual. Fernanda estendeu a mão para o convidado. Mas ele, cego, obviamente não retribuiu o cumprimento. Na ocasião, ela não tocou no assunto e deu início à entrevista, com ligeiro constrangimento. Hoje, ri da situação.

2 – O choro pela seleção

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Não é comum ver jornalista chorando no ar. Quando acontece, portanto, é motivo de surpresa e até críticas. Foi o que aconteceu com Fernanda quando ela caiu nas lágrimas durante o programa de Fátima Bernandes no dia seguinte à goleada sofrida pelo Brasil diante da Alemanha na Copa. “Foi muito difícil, né Fátima. Vocês estavam falando sobre as crianças e isso é o que pesa mais. Se a gente não consegue explicar, imagina o que a gente vai explicar para eles, né?'', disse ela, aos prantos. Muitos espectadores reprovaram a atitude da repórter, que depois foi às redes sociais se defender.

3 – Celular ao chão

Antes do episódio do choro, Fernanda já havia se destacado na cobertura da Copa do Mundo por um outro momento inusitado. Tendo a missão de entrar ao vivo em todos os programas da Globo durante a manhã e no começo da tarde, uma hora ou outra ela seria pega desprevenida. E aconteceu. Ao ser chamada pela apresentadora Cristiane Dias para falar sobre o dia da seleção, Fernanda estava mexendo no celular. Sem o menos pudor, jogou o aparelho no chão. “Estava me inteirando do que estava acontecendo quando ouço sua voz, como sempre uma melodia aos meus ouvidos, até larguei o celular! Espero que não tenha quebrado. Não, não quebrou não…'', respondeu Fernanda Gentil, com seu habitual jogo de cintura.

4 – Homenageada pelos colegas

Percebe-se que um jornalista ficou importante na Globo quando ele vai aos programas de entretenimento da casa como entrevistado e recebe homenagens. Aconteceu com Fernanda Gentil logo no dia seguinte à final da Copa do Mundo. A repórter esteve no Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga, e ouviu elogios gravados dos pais e dos, como ela diz, ídolos Glenda Kozlowski e Tiago Leifert. Fernanda, naturalmente, se emocionou com as palavras dos companheiros.

5 – Fã e cantora

Antes de ser a “cara da Copa'' nos programas de Fátima Bernades em 2014, Fernanda já havia sido a responsável pelos boletins da seleção durante o programa da apresentadora na Copa das Confederações, em 2013. Coincidentemente, herdou de Fátima o título de “musa da seleção''. Naquela cobertura, mostrou toda a sua desenvoltura e, em certa edição do Encontro, deixou qualquer timidez de lado. Além de tietar a apresentadora (“Eu queria te agradecer. Você é um exemplo como mulher, um exemplo de mãe, exemplo de jornalista, principalmente pra gente que está começando “), Fernanda, fã de Chitãozinho & Xororó, cantou, ao vivo, um dos sucessos da dupla, que estava no estúdio enquanto ela fazia sua entrada ao vivo. Até o atancante Fred, mais tarde, elogiou.

6 – Estreia no Globo Esporte

Discreta. Assim foi a primeira participação de Fernanda Gentil como apresentadora do Globo Esporte SP para substituir Tiago Leifert, “emprestado'' ao The Voice. A jornalista preferiu não ser o destaque do programa logo de cara e fez poucas piadas e intervenções no programa do dia 8 de setembro. Aos poucos, ao longo das edições, foi ficando mais descontraída, dando sua cara ao programa e deixando os espectadores com poucas saudades do apresentador titular. “Segura essa saudade'' virou a marca de Fernanda ao final das edições de sexta-feira. Aos fins de semana, a apresentação fica a cabo de outros repórteres da casa.

7 – Nasr e Senna… Ãh??

Apresentadora do Globo Esporte na ausência de Tiago Leifert enquanto ele comanda o The Voice neste final de ano, Fernanda Gentil apresentou o programa esportivo direto do circuito de Interlagos durante os dias de GP Brasil em 2014. Foi descontraída, fez boas trocas com a repórter Natalie Gedra e chegou a brincar com os torcedores nas arquibancadas. Mas cometeu uma gafe que até para o bom humor dela fica difícil de entender. Enquanto Natalie entrevistava o piloto Felipe Nasr, Fernanda disse que o sobrenome dele, ao contrário, lembrava Senna. Oi? Será que ela pensou que era “Nasser''? Mesmo assim, não faz muito sentido. Ninguém entendeu nada e as redes sociais ficaram cheias de críticas.

8 – O quadro que não deu certo

Ao lado da apresentadora Glenda Kozlowski, da atriz Christine Fernandes e da escritora Thalita Rebouças, Fernanda Gentil participou das edições de 2013 e 2014 do quadro Bolsa Redonda, no Esporte Espetacular. O quadro não caiu no gosto popular. O programete tentava aproximar o futebol do mundo feminino, mas para muitos, foi visto como mais uma demonstração machista de que mulheres não entendem do esporte, ainda que Glenda, Christine e Fernanda sejam exatamente o oposto disso.

9 – E o programa que deu certo

botão

Talvez não tenha sido perfeito, mas o programa apresentado por Fernanda Gentil e Cristiane Dias para antecipar a Copa do Mundo teve seus méritos. Juntas, elas comandaram o Rumo à Copa durante quase dois meses antes da estreia do Mundial, sempre às segundas-feiras. O programa intercalava entrevistas com convidados, pequenas “aulas'' sobre as seleções que estariam na Copa e ainda dava espaço para a dupla bater bola, jogar pebolim e até futebol de botão.

10 – Críticas a Sheik

Talvez o momento mais controverso de Fernanda Gentil tenha sido uma entrevista recente que ela deu no Programa do Jô. Claro, ela tem direito a ter suas opiniões. Mas uma delas não pegou muito bem. Quando questionada sobre o que achava de uma declaração dada pelo atacante Sheik durante um jogo do Botafogo, em que ele disse que a CBF era uma “vergonha'', a jornalista criticou o comportamento do jogador. “Pode virar uma bagunça''. A resposta de Fernanda surpreendeu até mesmo Jô, que fez cara de espantou ao ouvir a opinião da apresentadora.

 


Jô pressiona, e atriz conta começo de namoro com Pato. Culpa é da imprensa
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A bela atriz e apresentadora Fiorella Mattheis foi ao programa de Jô Soares na noite desta sexta-feira, e, como era de se esperar, teve de responder algumas perguntas sobre seu recém-iniciado namoro com o jogador do São Paulo Alexandre Pato. Apesar de um certo desconforto, ela contou como o relacionamento começou. E disse que é tudo culpa da imprensa de fofoca.

Ela revelou a Jô que eles estão juntos há “um mês ou um mês e pouco”, e disse que foi uma foto publicada por jornais e sites e que fez sucesso nas redes sociais que gerou um contato maior entre eles.

“Na verdade, começou de tanto as pessoas falarem que estávamos juntos; por causa desse negócio de redes sociais, nós acabamos nos conhecendo. Começaram a falar antes, por causa de uma foto que foi publicada na imprensa. Aí ele me passou o telefone, começamos a nos falar e aconteceu'', explicou.

A foto famosa a que ela se refere foi divulgada no começo de outubro. Um paparazzo a flagrou conversando com Alexandre Pato no celular. Segundo ela, foi só depois de este fato iniciar os rumores que eles de fato se conheceram mais e começaram a namorar.

Depois que o namoro foi confirmado, eles já passaram a circular juntos em público, inclusive assistindo à Fórmula 1 em São Paulo lado a lado.


Repórter da Globo tieta mascote da Olimpíada de Moscou e exibe foto ao vivo
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Crédito da imagem: Reprodução 

Ari Peixoto viveu um momento de fã nesta quinta-feira. O repórter da Globo aproveitou o evento que marcou a chegada de cinco mascotes de Olimpíadas passadas ao Rio de Janeiro para tirar uma foto com Misha (Moscou-1980). O orgulho foi tanto que ele até mostrou a imagem ao vivo durante participação no Jornal Hoje.

O jornalista extravasou o momento de felicidade logo em sua primeira aparição. Ao explicar a festa realizada e a “agenda” das mascotes no Brasil, ele disse todo orgulhoso que havia tirado uma foto com o carismático urso, arrancando risadas dos apresentadores Evaristo Costa e Sandra Annenberg.

Tudo acabaria por ali, mas Evaristo aumentou a conversa ao pedir que o repórter enviasse mais tarde a imagem para que os apresentadores vissem. Foi então que Ari sacou o celular do bolso e exibiu a foto em rede nacional, para deleite de Sandra e Evaristo.

As mascotes das Misha (Moscou-1980), Athena (Atenas-2004), Fu Niu Lele (Pequim-2008), Wenlock e Mandeville (Londres-2012) estão no Rio para o lançamento da representante brasileira, que acontece apenas na próxima segunda-feira.

Antes das mascotes serem apresentadas, o comitê vai promover ações com os “amigos da Rio'', que são as mascotes das Olímpiadas passadas. Nesta sexta, as mascotes vão ao Morro da Urca e, no sábado, ao Maracanã. Lá, terão contato com crianças cariocas.


Galvão defende Thiago Silva: “Ninguém é dono da seleção. Nem o técnico”
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galvola

Thiago Silva reclamou e abalou o clima na seleção ao se dizer “triste” com o banco de reservas e a perda da braçadeira. Ouviu de Dunga que “ninguém é dono de nada na seleção”. Na transmissão do amistoso entre Brasil e Áustria, em Viena, Galvão Bueno se mostrou bastante compreensivo com o zagueiro.

“Casagrande, Caio, algum jogador que era titular gostar de voltar e ser reserva?. Então, as perguntas foram feitas e ele foi respondendo”, disse o narrador, sobre as respostas polêmicas de Thiago Silva.

“Em momento nenhum vi ele falar que estava triste com o Neymar. Eles são amigos, se deram bem. O Tino [Marcos, repórter] foi muito feliz ontem no Jornal Nacional ao dizer que o Neymar chama ele de ‘capita’”, disse Galvão, ainda no primeiro tempo, quando Thiago Silva substituiu Miranda, machucado.

O suposto atrito, de fato, foi desmentido por ambos os jogadores. No domingo, no entanto, Thiago Silva disse que ninguém o procurou depois da troca da braçadeira. Nem Neymar, o novo capitão, nem Dunga, que decidiu pela mudança.

“Não custava uma palavrinha de carinho para um jogador que vinha sendo titular. Podia botar a mão no ombro, chamar e falar: ‘Gosto tanto do seu futebol que te convoquei de novo”, disse Galvão.

Dunga, quando questionado, não se mostrou muito disposto a conversar. “Na seleção ninguém perde nada, ninguém é dono de nada. Seleção é da seleção. Estamos trabalhando para aflorar novos líderes, não tem um só líder. A decisão é do treinador”, disse o treinador. Galvão respondeu.

“Como disse o técnico Dunga, ninguém é dono da seleção brasileiro, a seleção pertence à seleção. Ninguém é dono da seleção, nem o técnico. Ele está nomeado, mas a seleção é uma instituição”, disse o narrador.

Vale lembrar que Dunga teve um relacionamento turbulento com a Globo em sua primeira passagem na seleção, de 2006 a 2010. Na tentativa de combater a exclusividade que a emissora costuma receber, entrou em atritos público com o hoje narrador Alex Escobar e foi bastante criticado pelos profissionais da casa após o fracasso na África do Sul.

Na última reunião da seleção, na China, Galvão e Dunga tiveram um novo atrito, desta vez por conta de uma confusão na tradução de uma entrevista coletiva.

Crédito da foto: Divulgação/Rede Globo

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Abel Braga se emociona com T. Leifert no The Voice: ‘escorreu uma lágrima’
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Crédito: Alexandre Lops/AI Inter Divulgação

Crédito: Alexandre Lops/AI Inter Divulgação

Abel Braga interrompeu uma linha de raciocínio durante o programa Bem, Amigos, do Sportv, na noite desta segunda-feira, para fazer uma confissão: se emocionou com a participação de Tiago Leifert no reality-show The Voice, da Rede Globo. O técnico do Internacional elogiou o apresentador da edição paulistana do Globo Esporte, que está afastado da função para comandar o programa em que cantores se apresentam em busca de premiação a partir da votação do público.

“O Tiago Leifert me emocionou, você acredita?'', disse Abel. “É, ele é danado'', concordou o narrador Luís Roberto, que substituiu Galvão Bueno na condução do programa. “Tiagão, há duas semanas eu estava assistindo, tinha dois para sair. Escorreu uma lágrima, fiquei emocionado. Tá bem demais no The Voice. Eu, como sou músico, assisto sempre'', afirmou o treinador.

Abel ainda mostrou desenvoltura com os convidados do Bem, Amigos: elogiou os jornalistas, ouviu críticas e elogios e ainda fez questão de reservar um momento para falar de Serginho Groisman, convidado que comanda o programa Altas Horas, da Rede Globo. “Sou do futebol, não durmo cedo, assisto sempre. Como tem jogo de domingo, não saio e fico assistindo'', disse.

Tiago Leifert

Tiago Leifert