Blog UOL Esporte vê TV

Alex faz planos para ser técnico ou dirigente: “Só estou comentarista”
Comentários Comente

UOL Esporte

O ex-jogador Alex foi uma das principais contratações da ESPN para a temporada 2015. Meses após ter anunciado oficialmente a aposentadoria, o ex-jogador de Coritiba, Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro foi incluído em um novo grupo de comentaristas do canal fechado. Contudo, essa passagem dele pelos microfones pode não ser duradoura.

“Hoje eu estou comentarista, mas minha intenção é trabalhar aqui dentro, como treinador ou gestor. Acho que isso pode ajudar. Isso serve para mim como aprendizado dentro daquilo que eu imaginava no pós-carreira, de estudar, de ver futebol de fora e de tirar essa vestimenta de atleta para que um dia, quando eu me sentir capaz, voltar ao vestiário e trabalhar mais uma vez no futebol”, disse Alex nesta sexta-feira (27), em entrevista coletiva concedida no CT do Palmeiras.

O meia será homenageado pelo time paulista no próximo sábado (28), quando terá um jogo de despedida no estádio Allianz Parque. A partida será disputada entre um time de amigos de Alex e outro formado pelos palmeirenses que conquistaram a Libertadores de 1999.

“Acho que a minha geração ainda não contribuiu [com o futebol]. Ela está chegando ao final agora, e a contribuição começa a ser dada a partir disso. Alguns vão se tornar treinadores, outros estão indo para o lado da gestão. É o começo de pessoas que estão se colocando em situações diferentes”, apontou Alex.

“Como comentarista, vou me manter fiel àquilo que eu penso do jogo e do futebol. Vou ter a responsabilidade de ter a mesma linha que eu mantinha quando atleta”, encerrou o ex-jogador.

Guilherme Costa
Do UOL, em São Paulo

Tags : alex espn


De ‘espevitada’ do SporTV a mulherão, ela explica por que deixou holofotes
Comentários 8

UOL Esporte

Ana Luiza Castro foi um dos nomes fortes do jornalismo esportivo da TV no começo dos anos 2000, e foi à frente das telas que se viu a evolução do que era uma garota “espevitada”, segundo sua chefia no SporTV, para um mulherão, e de uma apresentadora novata a uma jornalista que ia ao ar em horário nobre na Band, concorrendo com o Jornal Nacional. A bela, também conhecida pelos ensaios sensuais que exaltavam os olhos azuis, o bocão e o corpo, hoje está com 35 anos, casada, e se afastou dos holofotes.

O lado “musa” de Ana Luiza acabou ganhando protagonismo, e sua imagem ficou marcada justamente pelos ensaios e pela vida social – namorando famosos como os ex-pilotos Tarso Marques e Pedro Paulo Diniz e o ator Malvino Salvador. Ainda que a beleza tenha ajudado, o lado jornalista sempre falou mais alto para ela, tanto que hoje ela segue atuando na área, figurando principalmente em vídeos institucionais.

Já realizando alguns trabalhos como modelo, a escolha nos estudos pelo jornalismo foi levada por sua vontade de trabalhar como apresentadora, deixando de lado outro gosto, a psicologia. Quando cursava apenas o segundo período, Ana Luiza soube de um teste para o Zona de Impacto, programa de esportes radicais do SporTV. Por que não tentar a sorte? Aos 19 anos, a aposta deu certo. Ela foi aceita para apresentar o Extra, um jornal diário dentro do Zona de Impacto.

“Foi demais no segundo período da faculdade já entrar no Sportv, como apresentadora de um programa que tinha um público grande e era super ‘cool’. Eu adorava o canal e entrei de cabeça na história toda”, relembra ela. “Às vezes ficava nervosa, mas o programa era gravado, então era um clima mais tranquilo. Eu comecei com 19 anos, e era bem menina no jeito, na voz, no corpo e fui crescendo alí, no vídeo. Fiquei no Sportv dos 19 aos 23. Fiz fono, exercícios de apresentação, e fui perdendo aquele jeito mais adolescente, digamos, e me tornando mais mulher.”

O lado menina era um grande atrativo, de fato. “Lembro que o meu chefe na época, o Olívio Petit, disse que quando viu aquele teste de uma menina meio espevitada, falante, resolveu apostar (risos) . Mas eu aprendi muito ali, na raça”, acrescenta Ana Luiza, que chegou a ter “quatro ou cinco programas”, ao mesmo tempo. Mais presente no estúdio, ela também se arriscava em algumas atividades “radicais” fora – até corrida de pé de pato chegou a gravar, algo nem tão radical assim.

Crescendo em um programa leve, para um público jovem, Ana Luiza teve uma grande vitrine e chamou a atenção de concorrentes. A Band foi quem comprou o “passe” da garota, que agora precisava virar uma mulher mais madura, apresentando todo tipo de esporte nos jornais da emissora.

“Aí acabou a brincadeira né!? (risos). Tinha 23 anos, morava no Rio, trabalhava no SporTV, morava com a minha mãe, volta e meia estava na praia, saindo com as amigas, vivia aquela vida do Rio maravilhosa! Mas fiquei bem feliz e instigada quando recebi o convite da Band para apresentar o principal jornal de esporte deles e ao vivo. Não pensei duas vezes”, conta ela.

Ana Luiza Castro nunca tinha atuado ao vivo, e foi contratada para um desafio enorme. Apresentaria o Esporte Total, na edição noturna. Isso significava ir ao ar na mesma faixa de horário que William Bonner e o Jornal Nacional. Mas não foi só isso que aconteceu.

“(O Esporte Total) era um dos carros chefes da emissora, tinha um ibope bacana. Mas quando cheguei lá, a apresentadora do jornal do meio-dia estava indo embora, e me colocaram lugar. Ou seja, eu passava o meu dia inteiro dentro da Band e ainda fazia o Show do Esporte aos domingos do meio-dia às 20h. Dei uma pirada, praticamente morava dentro da Band, sempre maquiada”, relata a jornalista, que vê hoje que toda aquela responsabilidade virou aprendizado. “E, olha, modéstia a parte, posso dizer que leio um teleprompter com maestria (risos).”

A nova Ana Luiza Castro

Casada com um executivo da Red Bull, Ana Luiza trocou a torcida pelo Fluminense pela do clube da marca de energéticos. Ela conta que conhece o clube há oito anos - bem antes do marido. “Agora o meu time do coração é o Red Bull Brasil, sou super torcedora, vou no estádio e quando não posso vejo os jogos pelo pay per view. Faço muitos institucionais, e uma das empresas em que trabalho é a Red Bull, estou com eles há oito anos e acompanhei toda a luta do time, desde a quarta divisão do paulista até chegar a primeira divisão. Vi eles baterem na trave algumas vezes e todo o trabalho maravilhoso que fazem, com os meninos carentes da base, inclusive acho um absurdo alguns jornalistas que não conhecem a história do time ficarem criticando. Eles poderiam, pela grana que têm, ‘comprar’ o lugar na primeira divisão do paulista mas vieram lá de baixo fazendo a coisa direito”.

Casada com um executivo da Red Bull, Ana Luiza trocou a torcida pelo Fluminense pela do clube da marca de energéticos. Ela conta que conhece o clube há oito anos – bem antes do marido. “Agora o meu time do coração é o Red Bull Brasil, sou super torcedora, vou no estádio e quando não posso vejo os jogos pelo pay per view. Faço muitos institucionais, e uma das empresas em que trabalho é a Red Bull, estou com eles há oito anos e acompanhei toda a luta do time, desde a Quarta Divisão do Paulista até chegar à Primeira. Vi eles baterem na trave algumas vezes e todo o trabalho maravilhoso que fazem, com os meninos carentes da base, inclusive acho um absurdo alguns jornalistas que não conhecem a história do time ficarem criticando. Eles poderiam, pela grana que têm, ‘comprar’ o lugar na primeira divisão do paulista mas vieram lá de baixo fazendo a coisa direito”.

Hoje uma rápida busca na internet mostra que Ana Luiza sumiu dos holofotes. Ela chegou a ter trabalhos na MTV e no GNT – com o programa “Pílulas da Moda” –, mas foi depois de se casar, em 2013, que passou a “voar abaixo do radar”, sem presença em redes sociais e praticamente desaparecida do noticiário de celebridades, do qual sempre fez parte, com aparições em festas e eventos.

Ana Luiza, agora com 35 anos, casou em um evento de gala com Pedro Navio, empresário da Red Bull, e admite que mudou um pouco o perfil antigo. “Me vi mais caseira e curtindo mais a vida a dois, nunca tive esse sonho de casar como algumas amigas, mas estou amando, meu marido é tranquilo e respeita super meu espaço, a gente se dá muito bem”.

O lado sumido dos holofotes tem seus dois lados.''Amo minha liberdade e tenho uma vida bastante agitada. Um contrato como os que eu já tive me prenderia nessa questão de fazer todas as coisas que gosto e quero'', explicou ela.

Profissionalmente, além dos vídeos para empresas, espera voltar em breve à TV, mas não pretende retornar ao esporte.

“Hoje eu viajo bastante para vários lugares legais, gosto muito de fazer yoga ashtanga e de alguns retiros espirituais. Faço trabalhos como apresentadora para várias empresas, institucionais. Essa coisa da apresentadora ficou muito marcada e sempre me chamam, devo fazer algo em TV a cabo relacionado a moda e para a internet também, ainda este ano.”

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Voz de Galvão falha em jogo do Brasil, e narrador pede desculpas
Comentários 4

UOL Esporte

GALVAO

O narrador Galvão Bueno teve dificuldades na partida entre Brasil e França nesta quinta-feira. A voz do locutor falhou em diversos momentos e ele até pediu desculpas para os telespectadores durante a transmissão.

“Peço desculpas porque a voz está indo embora porque o frio amigo, para falar o tempo todo, fica mais difícil, mas tudo bem”, disse.

A voz começou a falhar ainda no primeiro tempo. Mas o pedido de desculpas de Galvão aconteceu somente aos 20 minutos da etapa final, logo após a voz dele ficar muito rouca ao tentar narrar um lance. Depois de lamentar o problema, Galvão Bueno seguiu apresentando dificuldades para narrar.

No Twitter, diversas pessoas comentaram a falha na voz de Galvão. “Voz do Galvão está pior que a minha de manhã cedo”, disse um internauta. “Caraca Galvão ta rouco sem voz mas nao larga o osso de narrar futebol”, falou outro.

Apesar da queixa em relação ao frio, Galvão já apresentou problemas na voz em outras oportunidades, em que o frio não estava presente. Na final da Copa de 2014, após Gotze marcar na prorrogação, ele também teve dificuldades para narrar o gol. Daquela vez, ele pediu desculpas pela rouquidão, sem colocar a culpa no frio.

Nesta quinta-feira, Paris teve um dia com máxima de 11º graus e mínima de 4º graus.

De acordo com dados prévios do Ibope, a transmissão da partida entre Brasil e França subiu a audiência da emissora neste horário. O duelo marcou 19 pontos na Grande São Paulo, superando os 16 e 18, que normalmente marcam Rei do Gado e Malhação.

Por conta da partida, a programação da Globo foi toda atrasada. O Jornal Nacional, por exemplo, foi ao ar apenas às 20h50.

Veja a repercussão na web:


Prieto preteriu Liga dos Campeões para narrar Olimpíada ao optar pela Fox
Comentários 10

UOL Esporte

 

prietao

 

A estreia do narrador Nivaldo Prieto, 49, no Fox Sports, está marcada para a próxima quarta-feira, dia em que o São Paulo enfrenta o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires (Argentina). Contratado nesta semana, após dois meses de conversa com a direção do canal, ele se disse ansioso por voltar ao microfone e especialmente animado por fazer parte da equipe que vai aos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

“Tenho a minha imagem muito ligada aos Jogos Olímpicos e o canal terá uma cobertura muito forte. Esse foi um dos pontos fundamentais para que chegássemos a um acordo'', diz ele. “Além do meu interesse, a emissora também me procurou com esse objetivo, o que deixou as coisas ainda mais fáceis'', afirmou.

Ele conta que depois que saiu da Band, no fim do ano passado, foi sondado pelo Fox Sports, mas as negociações começaram para valer em fevereiro. Com a conversa em andamento, ele também foi procurado pela Turner, que comanda o Esporte Interativo no Brasil. O canal terá exclusividade para a transmissão em TV fechada da Liga dos Campeões a partir do segundo semestre deste ano.

“Na conversa com a Turner, fui transparente. Eles sabiam que eu já estava negociando com a Fox. E a Fox terá também bons campeonatos, como a Libertadores, Copa do Brasil, Sul-Americana, Italiano, Argentino…''

Prieto afirma não ter feito nenhuma exigência em relação à escala para os jogos. “O canal tem muita gente competente. Por conta das negociações tenho acompanhado desde o começo do ano as transmissões do canal. É uma equipe bastante forte, o que nos deixa muito competitivos'', afirma.

Ele lembra de sua experiência na TV fechada, ainda nos anos 90. “Eu, inclusive, aprendi a fazer televisão para esse segmento, na antiga TVA. Hoje há uma competitividade muito grande entre os canais fechados''.

O narrador lembra que terá a sua primeira reunião de trabalho no próximo domingo, já para tratar da transmissão de quarta-feira. Por enquanto está cuidando apenas da documentação e curtindo uma de suas preferências, a culinária.

“Quando estou em casa, gosto muito de cozinhar. Entre a família, o bacalhau que eu faço é muito elogiado'', diz ele, que em abril completa 33 anos de carreira como jornalista, desde que estreou como locutor na rádio Antena 1, em 1982.

Vagner Magalhães
Do UOL, em São Paulo


Lição de moral serviu para imprensa não estimular preconceito, diz repórter
Comentários 117

UOL Esporte


Em uma transmissão ao vivo, um repórter precisa ter jogo de cintura para falar seu texto corretamente, ficar atento a problemas técnicos e ainda lidar com entrevistados, que podem ser imprevisíveis. No ar pela ESPN Brasil antes do clássico entre Palmeiras e São Paulo, nesta quarta-feira (25), Gabriela Moreira foi surpreendida por uma expressão homofóbica de um torcedor. E não perdoou. Em entrevista ao blog, ela explicou o porquê.

Na entrevista, um torcedor palmeirense previu: “a expectativa é a gente ganhar dos bichas hoje, 2 a 1 para o Palmeiras”. E ouviu uma lição de moral da jornalista.

Gabriela prefere não dar entrevistas, para não virar notícia em cima do caso. Mas aceitou explicar o porquê de sua postura firme naquele momento, que teve dois pontos.

“Pessoalmente, eu agi de forma natural, de acordo com o que acredito. Profissionalmente, eu reagi porque a imprensa não pode ser instrumento e veículo de qualquer tipo de preconceito”, afirmou Gabriela.

Ela admitiu que a reação não é fácil, ainda mais ao vivo, mas se mostrou tranquila de que tomou a decisão correta. “ Na hora é uma decisão difícil a se fazer, mas agi assim respeitando esses dois pontos.”

No ar pelo Bate-Bola, a bronca de Gabriela gerou rapidamente uma enxurrada de comentários nas redes sociais, já que o puxão de orelha não foi dos mais sutis. “Rapaz, vou te falar uma coisa, não sei se vai ganhar. Mas com esse bicha? Não a homofobia, né? Você tem quantos anos? Por favor, vamos tentar modernizar este pensamento”, disse ela.

A atitude ganhou elogios do apresentador João Carlos Albuquerque, na volta ao estúdio. “Gabi, você é demais! Receba um beijo pela sua intervenção. Coitado do rapaz, tomou uma invertida'', afirmou o jornalista da ESPN.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Galvão segue seleção, e Globo congela transmissão com “bagunça” na F-1
Comentários 7

UOL Esporte

(Crédito: Reprodução)

(Crédito: Reprodução)

Principal novidade da Globo para as transmissões da temporada 2015 da Fórmula 1, o modelo usado na primeira etapa do circuito, com estúdio, convidados e até o ex-piloto Raul Boesel como DJ, não vai se repetir no próximo fim de semana. Sem Galvão Bueno, que vai seguir a seleção brasileira de futebol em amistosos contra França (nesta quinta-feira, na França) e Chile (no domingo, na Inglaterra), a emissora decidiu retomar o seu modelo tradicional no automobilismo.

A Globo ainda não anunciou oficialmente a escala de profissionais para domingo, mas Galvão viajou para acompanhar os jogos da equipe de Dunga. Como a emissora definiu que nenhum narrador fará jornada dupla, outro locutor será responsável pelo Grande Prêmio da Malásia, que começará às 4h (de Brasília) de domingo.

Bruno Domingos/ Mowa Press

Assim como aconteceu no GP da Austrália, que abriu a temporada da Fórmula 1, apenas o repórter Marcelo Courrege estará in loco – o restante da equipe transmitirá o evento do estúdio. A diferença é o formato: sai o estilo talk show adotado na prova inicial, volta o tom de anos anteriores.

Exibido logo depois do “Altas Horas”, o GP da Austrália teve participações de atores (Marcello Antony e Thiago Rodrigues), do ex-jogador de vôlei Giba e da piloto de Stock Car Bia Figueiredo, além de Boesel (que já passou por Fórmula Indy e Fórmula 1) e da equipe tradicional da Globo (Galvão Bueno, Reginaldo Leme e Luciano Burti).

William West/AFP

Com tantas presenças, todo o tom da transmissão mudou. A Globo apostou em mostrar muito o estúdio e na forte condução de Galvão Bueno. “Pela primeira vez o pessoal está vendo a bagunça da nossa papelada”, disse o narrador durante a prova.

A “bagunça” voltará a ficar escondida no domingo. A Globo já havia concebido o modelo usado no GP da Austrália para ser sazonal – prova disso é que o programa usou equipe do “Corujão do Esporte” – e ainda não tem previsão de quando ele será retomado.

O uso do modelo de talk show na transmissão da Fórmula 1 depende fundamentalmente da presença de Galvão Bueno. O modelo foi pensado para o narrador titular e só deverá ser adotado em etapas em que ele estiver disponível.

Às 11h do próximo domingo, depois do GP da Malásia, a Globo exibirá o amistoso Brasil x Chile. A jornada esportiva da emissora ainda terá a rodada dos Estaduais de futebol, com início previsto para 16h.

Guilherme Costa e Juliana Alencar
Do UOL, em São Paulo


Repórter da ESPN dá bronca em palmeirense após comentário homofóbico
Comentários 25

UOL Esporte

Durante uma entrada ao vivo da repórter Gabriela Moreira, um torcedor do Palmeiras foi convidado a falar sobre suas expectativas para o clássico contra o São Paulo que ocorre nesta quarta-feira, pelo Campeonato Paulista.

“Meu nome é Felipe e a expectativa é a gente ganhar dos bichas hoje, 2 a 1 para o Palmeiras, e vamos ganhar'', disse o torcedor.

“Rapaz, vou te falar uma coisa, não sei se vai ganhar. Mas com esse bicha? Não à homofobia, né? Você tem quantos anos? Por favor, vamos tentar modernizar este pensamento'', respondeu a repórter, que continuou a entrevista (encerrada com outro puxão de orelha).

De volta aos estúdios do Bate-Bola, o apresentador João Carlos Albuquerque, o Canalha, elogiou a postura. “Gabi, você é demais! Receba um beijo pela sua intervenção. Coitado do rapaz, tomou uma invertida'', disse.

Nas redes sociais, a elegância da repórter para sair da situação embaraçosa também fez sucesso.


Globo vende TUF com o excluído Anderson e faz do doping uma atração
Comentários 2

UOL Esporte

TIME ANDERSON 2

Não é surpresa para ninguém que o caso de Anderson Silva o tirou do papel de técnico do TUF Brasil 4, o reality show do UFC transmitido pela TV Globo. Mas, nas chamadas da emissora, o astro e seu time no programa ainda são tratados com destaque. E mais, o suposto doping do lutador é utilizado como uma das principais atrações do reality, sem qualquer menção à sua saída para a entrada dos irmãos Nogueira em seu lugar.

O comercial veiculado pela emissora, chamando para a estreia do TUF, em 5 de abril, anuncia apenas a presença dos técnicos Anderson Silva e Maurício Shogun, com direito ao logo do programa ainda mostrando o nome do ex-campeão dos médios.

“Las Vegas, a cidade onde as apostas são altas e os riscos, ainda maiores. O palco ideal para a nova temporada do TUF. Lutadores em busca da glória, treinados por dois gigantes do UFC. Maurício Shogun e o polêmico campeão Anderson Silva, envolvido em uma suspeita de doping que está abalando o mundo do MMA”, diz o locutor.

Logo do programa, no comercial, ainda exibe o nome de Anderson Silva

Logo do programa, no comercial, ainda exibe o nome de Anderson Silva

Anderson realmente chegou a gravar o início do reality show, mas logo no segundo dia de filmagens foi deflagrado seu caso de doping, causando uma reviravolta no resultado de seu combate no UFC 183, no seu papel como técnico e em sua carreira de modo geral. O UFC e a Globo ainda tentaram mantê-lo, mas uma decisão da Comissão Atlética de Nevada falou mais alto, obrigando-os a ceder.

  • 40562
  • true
  • http://esporte.uol.com.br/enquetes/2015/02/09/foi-correta-a-saida-de-anderson-silva-do-tuf-brasil-4-apos-o-caso-de-doping.js

Tudo isso, desde o princípio, foi de conhecimento público, com o UFC fazendo anúncios oficiais, inclusive da troca de técnicos do TUF. Aí mora a surpresa de a chamada ignorar os acontecimentos, e tratar do caso como se ainda fosse uma surpresa para o público a troca de comando no meio do programa – uma passagem que será vista no decorrer dos episódios. Spider participará dos três primeiros episódios.

O TUF Brasil 4 começa em 5 de abril com 32 lutadores disputando 16 vagas na casa em que é gravada a maior parte do programa, desta vez em Las Vegas, e não em São Paulo, como foi nas três primeiras edições. São duas categorias em jogo, galo e leve, e os vencedores serão conhecidos em um evento em 27 de junho. Ainda não há local definido.

Leia também:
Campeão do Jungle é excluído do TUF Brasil 4 com suposto aneurisma cerebral
UFC queria Anderson no TUF 4 mesmo após doping. Comissão atlética vetou
TUF Brasil 4 tem lutador repetido, argentino, Açougueiro e até Godzilla


Após deixar Band, Prieto vai para Fox Sports e estreia em jogo do São Paulo
Comentários 104

UOL Esporte

nivaldo

O narrador Nivaldo Prieto, que deixou a Band no fim do ano passado, é o novo contratado da Fox Sports. Ele acertou o seu contrato nesta quarta-feira (25) e realiza sua estreia no dia 1º de abril, narrando San Lorenzo (ARG) e São Paulo, pela Libertadores, no estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires, Argentina.

Prieto reforçará o time de narradores da emissora, cujas principais atrações são a Libertadores da América e os campeonatos Inglês, Alemão e Italiano. O canal também transmitirá os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano que vem.

Prieto chegou a negociar também com a Turner, dona do Esporte Interativo no Brasil. O canal terá a exclusividade da transmissão para o Brasil da Liga dos Campeões, edição 2015/2016.

Na Band, o contrato de Prieto, que venceu no fim do ano passado, não foi renovado, após um acordo entre as partes. O narrador esteve na emissora por cerca de dez anos. Na saída, ele disse que estava sem clima na emissora, que também já não estava satisfeita com seu trabalho.  “Conversamos e resolvemos a minha saída'', disse ele.

Prieto, que era muito ligado a Luciano do Valle, acabou perdendo um pouco de espaço após a Copa do Mundo, o que, de alguma maneira, pode ter ajudado na decisão.

Com 33 anos de profissão, Prieto se considera um profissional versátil. Passou pelo rádio, fez diversos trabalhos de locução, e se especializou na área esportiva a partir dos anos 1990.

Camila Mamede e Vagner Magalhães
Do UOL, em São Paulo


Sheherazade diz ter vergonha da organização do Brasil para Copa e Olimpíada
Comentários Comente

UOL Esporte

imagem

 

Apresentadora do SBT Notícias e comentarista da rádio Jovem Pan de São Paulo, Rachel Sheherazade prevê problemas para a disputa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro no ano que vem. Crítica ácida do governo federal, ela diz que será necessário muito empanho político e uma “ajudinha dos céus'' para que as obras sejam entregues a contento.

Segundo ela, parte da preocupaão vem do fato que as empreiteiras envolvidas nas obras são as mesmas envolvidas e acusadas de corrupção na Operação Lava Jato. “Se elas forem consideradas inidôneas, não sei como as obras serão finalizadas a tempo e a contento. Além disso, estamos vivendo uma crise econômica seríssima, com necessidade de contenção de gastos'', diz ela.

No ano passado, antes do início da campanha eleitoral que terminou com a presidente Dilma Rousseff (PT) reeleita, Sheherazade deixou de ter liberdade para fazer os seus comentários no Jornal do SBT. A proibição, que partiu do dono da emissora, Silvio Santos, e se deu depois de ela afirmar que achava “compreensível'' a ação de um grupo de “justiceiros''.

Na ocasião, em uma nota, a emissora afirmou que “em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial. Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil”.

Sem o espaço para os comentários na TV, ela foi contratada pela Rádio Jovem Pan de São Paulo em novembro do ano passado, onde apresenta o Jornal da Manhã ao lado de Joseval Peixoto.

Ela diz que há pouco mais de um ano para o evento, algumas metas importantes não devem ser alcançadas, como a despoluição da Baía de Guanabara. “Sinto-me envergonhada por nossa incompetência em receber grandes eventos''.

Segundo ela, a própria imprensa poderia fazer um papel melhor de fiscalização em torno dos gastos para a realização da Olimpíada. “Acho que poderíamos fazer bem melhor. Poderíamos acompanhar o andamento das obras e seus respectivos gastos mais de perto, com mais afinco, dar
mais visibilidade ao que está sendo planejado, ao que está sendo gasto''.

Porém, ela acredita que o momento político vivido no Brasil tem desviado um pouco as atenções. “O foco da imprensa brasileira mudou. Inflação fora de controle, governo sem comando, a revolta do Legislativo, o isolamento político da presidente, os movimentos pró-impeachment, o escândalo da Petrobras e seus desdobramentos (…) são assuntos mais urgentes que requerem uma atenção ainda maior dos jornalistas.

A jornalista cita o exemplo da Copa do Mundo, em que foram prometidos muitos benefícios, mas o legado deixou a desejar. “Vejo promessas não cumpridas, elefantes brancos por toda parte. Três estádios (em Manaus, Brasília e Cuiabá) já nos dão um prejuízo de pelo menos R$ 10 milhões.Vejo obras inacabadas, mal feitas, vejo um rombo nos cofres públicos fruto do mau planejamento e do superfaturamento'', disse ela.

A apresentadora afirma que a Copa foi acima de tudo um “investimento político''. “Foi um ótimo negócio para as empreiteiras que faturaram alto com as obras. O tal “investimento'' da Copa do Mundo no Brasil, no fim das conta trouxe à sociedade mais perdas que ganhos. A derrota por 7 a 1 para a Alemanha foi o menor dos males. A maior vergonha foi a Copa em si: seus gastos astronômicos e seu legado vazio''.

Para ela, o circo deu lugar à razão durante a Copa do Mundo no Brasil. “Chegou um ponto em que a imprensa também se calou e se rendeu à festa, fechando os olhos aos escândalos. As obras foram superfaturadas, mal acabadas, o grito de protesto nas ruas contra os gastos astronômicos em estádios de futebol — em detrimento de investimentos em outras áreas prioritárias, como saúde, educação e segurança –, foi calado.

Sheherazade afirma que o jornalismo esportivo poderia ser mais enfático ao cobrar transparência das autoridades e que é muito focado no futebol. “Temos outros esportes que precisam de mais visibilidade na mídia'', diz ela. “Acho que o jornalismo esportivo tem enveredado para o lado mais crítico, que acho ótimo. Gosto de acompanhar os debates na rádio, e também gosto de programas televisivos que mostram outras modalidades esportivas, ainda que timidamente. Esse tipo de matéria acaba incentivando os atletas, que não se encaixam no perfil da chuteira''.

VAGNER MAGALHÃES
DO UOL, EM SÃO PAULO