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Datena repete Neto e xinga cartolas da Fifa na TV: “vagabundos”
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Como já havia feito o ex-jogador comentaristaNeto em seu programa Os Donos da Bola, o apresentador José Luiz Datena bateu forte contra os dirigentes da Fifa, até os xingou na atração que comanda na Band, o programa policial Brasil Urgente.

“Aquele homem com cara de rato, aquele Blatter, ratão, ele renunciou o mandato da Fifa pra não ser preso. Ó quem tá do lado dele: Ricardo Teixeira, farinha do mesmo saco”, opinou, enquanto era mostrada uma imagem com ambos os cartolas, lado a lado.

“Já tava feliz com o indiciamento do Ricardo Teixeira, que inclusive me processou, porque eu disse algumas verdades sobre ele, porque arrebentei com ele, principalmente quando disse que ‘se não resolver esse negócio da sede em São Paulo…’, como se São Paulo fosse uma cidadezinha qualquer. Quis dar de gostoso, e eu falei: ‘não quer que tenha sede aqui, ele que vá se danar’”, contou.

Jérôme Valcke, secretário-geral da Fifa e homem de confiança de Blatter, foi outro alvo na ira de Datena: “esse Jérôme Valcke, que falou que o Brasil precisava levar um chute nos fundilhos, esse cabra aí, se eu sou presidente da República, eu impeço de entrar no país. Como pode vir um vigarista desse aqui. Na verdade, foi um chute na bunda que esse vagabundo falou. Queria que a Copa fosse realizada no Brasil por quê? Porque deve ter levado um montão, também. Deve ter enchido o bolso esse vagabundo. Quero ver cana para esses caras. A dança dos vagabundos, sem vergonhas e ratos da Fifa, CBF e tudo mais.”

“É provável que esse Marco Polo Del Nero caia como presidente da CBF. Se acha que o cara não tem nada a ver com esse rolo todo? Já, já vai pro espaço. Enquanto não ver esses caras tudo na cadeia, eu não vou ficar satisfeito. Essa corja vai acabar indo pra cadeia”, acrescentou, no Brasil Urgente, no qual passou boa parte do tempo abordando o assunto.

Rogerio Jovaneli

Do UOL, em São Paulo

 


Neto dá espetáculo e dança após renúncia de Blatter à presidência da Fifa
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A pauta do debate no programa Donos da Bola, apresentado por Neto, na Band, era a renovação de contrato de Valdivia com o Palmeiras. Até que uma “bomba” caiu sobre o mundo do futebol e o já pitoresco apresentador “enlouqueceu”.

Assim que soube da renúncia de Joseph Blatter à presidência da Fifa, na tarde dessa terça-feira, Neto ajoelhou no estúdio, imitou um tigre, comandou como se fosse um tenor a música “Aleluia” e fechou a performance dançando, com direito a voltinha no final.

“Tá doido. Ficou doido”, falou o comentarista Ronaldo, aos risos assim como os demais presentes nos Donos da Bola.

neto-blater-fifaCrédito: Reprodução Rede Bandeirantes

Mas Neto também falou sério e deixou um recado aos cartolas aliados de Joseph Blatter.

“Fica esperto com o FBI. Eu assisto esse negócio de FBI, os caras dão na guela, não paga imposto não pra ver, os caras vão buscar”, disse o apresentador.

Na tarde dessa terça-feira, Joseph Blatter surpreendeu ao renunciar ao cargo de presidente da Fifa em pronunciamento realizado na Suíça. Somente cinco dias atrás, o ex-mandatário havia sido reeleito para o seu quinto mandato à frente da entidade.

Mas renunciou após declarar falta de apoio suficiente no mundo do futebol para continuar no cargo. Antes da renúncia de Blatter, por exemplo, o presidente da Uefa, Michel Platini, havia ameaçado boicote das seleções europeias às competições organizadas pela Fifa.


De xingamento ao ceticismo. Comentaristas repercutem renúncia de Blatter
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A renúncia do suíço Joseph Blatter, nesta terça, ao cargo de presidente da Fifa e convocação para nova eleição na entidade, após o escândalo que resultou na detenção de sete dirigentes às vésperas do pleito que consagraria Blatter como reeleito, como de fato ocorreu, gerou debate entre os diferentes programas esportivos na TV.

Confira, a seguir, o que se falou nas mesas redondas futebolísticas sobre o fato:

Juca Kfouri, colaborador do Linha de Passe e de coberturas da ESPN Brasil:
Quero chamar atenção do fã de esporte para não achar que a saída do Blatter é a resolução de todos os problemas. Lembremos que três anos atrás, Ricardo Teixeira fugiu para Boca [na Flórida, EUA]. Resolveu algum problema da CBF? Não. Quem apareceu no lugar dele? José Maria Marin, que está preso na Suíça. É uma questão de estrutura. No Brasil, a chance que nós temos, mais que CPI da CBF, é na aprovação da medida provisória que muda a governança do futebol brasileiro, que muda os métodos, muda a transparência, as exigências, que pune e não passa a mão na cabeça. Adoraria que Platini fosse Jesus Cristo e chegasse para salvar o futebol mundial, mas não é. Problema é estrutural e é nisso que tem que ser mexido.''

Leonardo Bertozzi, comentarista da ESPN
“Vamos ver quem vão ser os candidatos agora, livres da amarra do Blatter que dirige todo um sistema. Se vai ser desmontado ou se a máquina vai continuar funcionando pra outro.''

Marcelo Barreto, apresentador do Seleção Sportv:
“Estamos todos ainda meio sob o impacto… Eu tendo a conter o otimismo nesses momentos assim, porque as forças conservadoras não se escondem, podem até recuar um pouquinho, mas daqui a pouco já tão conversando de novo.''

Milton Leite, narrador do Sportv, durante o Seleção de hoje à tarde:
“Diria 'que faaaase da Fifa!'. Isso pra mim é renúncia, tá abrindo mão do cargo porque, como diria minha vó, a água tá batendo na bunda. Tão percebendo que a coisa tá chegando muito próxima deles. Só não saiu hoje da Fifa porque tem esse trâmite aí de convocar congresso e tudo mais e para não dar na cara que tá saindo pelos fundos. Se continuar nesse ritmo de vazar documento aqui e ali, não me surpreenderia se daqui a uma semana tiver todo mundo preso. Pelo que tá saindo, até o cara do cafezinho tá 'levando bola'. A Fifa tá ruindo pela corrupção que domina toda a estrutura e acho que talvez seja o grande momento do futebol dar uma virada, não só na Fifa, a gente tá vendo repercussão de gente da CBF envolvida. Tenho certeza que se esparrama por quase todas as confederações, federações internacionais ou não. Deve ser duro formar uma chapa hoje na Fifa. Obrigatório fazer um congresso extraordinário na Suíça, mas depois do que aconteceu na semana passada, dos 209 que podem votar, te garanto que metade não aparece, porque vai estar o FBI lá.''

Lédio Carmona, comentarista do Sportv no mesmo programa:
“Não foi preso, mas Blatter caiu. Agora vai começar uma guerra por esse cargo. Não tenho a menor dúvida que o Platini tá muito forte nesse processo.''

Neto, ex-jogador comentarista da Band, no seu Os Donos da Bola:
“Vagabundo, corrupto, safado, ladrão, sem vergonha. E tem mais: vai sobrar para mais um monte de gente. Por sinal, o seu Blatter esteve junto com quem? Se já foi pro ratão, cês imagine pro ratãozinho aí. E a Band dá liberdade. Não sei se falei demais, depois vou tomar umas bronca aí, mas eu limpo até a boca, salivando. Vagabundo, ladrão, safado, é isso só o que eu acho. Por que será que renunciou? Tem que devolver tudo o que roubou. As pessoas que votaram no Blatter são piores que ele. E vai respingar aqui [no Brasil]''

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo

 


Leifert vacila e quebra padrão Globo ao chamar “time que dá asas” pelo nome
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No começo do Globo Esporte desta terça-feira, durante entrevista com o goleiro Fernando Prass, Tiago Leifert deixou escapar um “Red Bull''. Foi quando formulava uma pergunta sobre como o Palmeiras fará para não deixar subir a cabeça depois de vencer um clássico. Só que na mesma frase o apresentador da edição paulista do programa referiu-se ao estádio palmeirense Allianz Parque com o habitual “Arena Palmeiras'', indicando que o não uso do adotado “RB Brasil'', para não fazer menção à marca, conforme padrão global, foi só um lapso de Leifert na sua fala.

“Eu tenho uma pergunta longa pra você: quando vocês ganharam do São Paulo, foi uma vitória estrondosa na Arena Palmeiras, logo depois vocês pegaram a Red Bull e perderam. Teve jogador do time que falou 'Palmeiras veio aqui com a cabeça lá no clássico e tal'. Esse clássico contra o Corinthians [vitória por 2 a 0 no último domingo], tem o mesmo impacto em vocês. Como fazer para segurar a onda?'', essa foi a questão formulada por Tiago Leifert.

“A gente aprende com nossos próprio erros, já teve esse exemplo e temos que mostrar que evoluiu. Claro que é outra circunstância, o Internacional é um time muito mais complicado'', respondeu o goleiro do Verdão.

A Globo não fala o nome de patrocinadores, os naming rights. Tanto na TV aberta quanto no Sportv (canal esportivo do grupo na TV fechada), as marcas são evitadas a todo custo – a regra já foi aplicada em nomes de estádios, times de futebol, escuderias de F1 e até nomes de competições.

A orientação da Globo, aliás, é para que isso seja cumprido em todos os seus braços jornalísticos. Ou seja, o nome certo não é citado nem no canal aberto, nem no site da emissora e tampoucou nos canais por assinatura que estão sob a administração global.

Do UOL, em São Paulo


Paulo Betti tentou esquecer paixão por nanico com São Paulo e Fla. Não deu
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Em participação no programa Redação Sportv, o ator Paulo Betti, que recentemente fez o famoso personagem Téo Pereira na novela Império, da Globo, falou sobre o seu fanatismo pelo São Bento, pequeno time de Sorocaba, no interior paulista, a ponto de fazer um vídeo no estádio onde assistiu o clube de coração jogar, para fazer convite para uma peça sua de teatro.

“A paixão pelo futebol acontece numa determinada fase da vida da gente. Pra mim foi quando tinha 10 anos, o São Bento subiu para a Primeira Divisão, em 1962, e aquilo transformou a minha vida. Morava num bairro que era praticamente um quilombo, quatro ruas de terra e eu comecei a fazer parte do mundo porque comecei a ver jogos do Santos. No nosso campinho do São Bento, de repente jogava o Santos, o Pelé tinha vindo da Copa do Chile, em 1962, e jogou no campo do São Bento. Enfim, eu vi o Pelé ali, e o nosso ponta, Afonsinho, dar um drible no Djalma Santos, que eu tinha acompanhado pelo rádio na Copa do Mundo. Aquilo aumenta a autoestima, é tão importante”, contou.

O ator global disse que já tentou mudar de time, mas não conseguiu. Virou são-paulino na sua chegada à capital paulista, e depois flamenguista quando foi para o Rio de Janeiro. Mas diz que nenhum dos dois gigantes toca o seu coração como o pequeno clube do interior de São Paulo. “Não é igual. Quando sinto que o São Bento começa a engrenar, sinto que volta a paixão.”

Paulo Betti aproveitou para relembrar uma história contada por Pepe, maior artilheiro do Santos, depois de Pelé: “Ele que me contou. Foi bater um escanteio no campo do São Bento, só que o alambrado ficava muito próximo do gramado, e os torcedores pegavam os jogadores pelo cangote. Afastando-se para soltar aquele canhão dele, não tinha espaço e ele acabou abrindo a porta do vestiário e entrou de costas, mas aí bateu um vento, fechou a porta e trancou o Pepe. Ficou trancado e o jogo até foi paralisado.”


Casagrande responde bem a tratamento médico, mas não tem previsão de alta
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O boletim médico apresentado nesta terça-feira não apresenta muitas novidades no quadro clínico do comentarista esportivo Walter Casagrande Junior. Assim como o comunicado da segunda-feira, o hospital TotalCor informa que o ex-jogador segue em recuperação de saúde após infarto sofrido na sexta-feira.

Casão responde bem ao tratamento e não tem previsão de alta. O profissional da Rede Globo vem se recuperando gradativamente. Ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no domingo. O ex-jogador do Corinthians foi transferido para o quarto.

Casagrande sentiu dores no peito na manhã de sexta-feira e foi levado ao hospital. Diagnosticado o infarto, o comentarista passou por cirurgias de cateterismo e angioplastia.

De acordo com Gilvan Ribeiro, jornalista e biógrafo de Casagrande, o ex-jogador estava em ótimas condições de saúde e emocionais antes do incidente.

Casagrande defendeu o Corinthians nas décadas de 80 e 90 e fez parte do período conhecido como Democracia Corintiana. Também atuou por Caldense, São Paulo, Flamengo, Porto-POR, Ascoli-ITA e Torino-ITA, além de defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1986 Após deixar os gramados, Casagrande se firmou como comentarista da TV Globo, marcando suas participações por opiniões contundentes.

Em 2007, o ex-jogador foi internado por dependência de drogas e ficou afastado das atividades na televisão por quase dois anos. Superado o período difícil, lançou o livro “Casagrande e Seus Demônios”, no qual relata sua luta contra o vício de entorpecentes.

Confira o Boletim Médico

O Hospital TotalCor informa que o Sr. Walter Casagrande Jr. segue internado com quadro de saúde estável e evoluindo positivamente ao tratamento.


Repórter da Globo viu morte nos escombros no Nepal: “Nunca vou esquecer”
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Carol Barcellos está acostumada às aventuras mais radicais e a alcançar o seu limite físico seja em uma maratona no Polo Norte, em um mergulho no escuro ou na corrida de 127 km no meio da selva. Mas nada disso se compara à situação mais desafiadora que enfrentou na vida diante do maior terremoto da história do Nepal.

A jornalista da TV Globo passou 18 dias no país asiático cobrindo a tragédia que matou mais de 8600 pessoas e destruiu quase meio milhão de casas nos dois terremotos que atingiram o país em 25 de abril e 12 de maio.

Carol voltou ao Brasil bem no Dia das Mães e pode matar as saudades do marido, o repórter do Sportv Bruno Côrtes, e da filha em um reencontro emocionado. Mas as cenas assustadoras que ela presenciou não vão sair da cabeça e a fizeram refletir sobre a vida.

“A imagem mais forte para mim foi a do pai que ‘abençoava’ um monte de escombros. A filha dele de quatro anos estava ali embaixo, morta. Nunca vou esquecer”, conta. “Mais do que casas, templos e outras construções, muitos perderam pessoas amadas, família. Era muita tristeza!”, contou Carol, em entrevista ao UOL Esporte.

carolbaQuando saiu do Brasil em meados de abril, Carol nem imaginava o que estava por vir. Ela e seu parceiro de aventuras Clayton Conservani chegaram ao país três dias antes da tragédia para gravar um episódio da nova temporada do programa Planeta Extremo.

Quando sentiram o primeiro tremor, a jornalista e a equipe da atração global estavam na estrada em direção à Região Oeste do país para fazer uma gravação. Eles foram informados pelo produtor nepalês que os acompanhava que a situação em Kathmandu era grave. Foi aí que decidiram voltar à capital e começar a cobertura do episódio.

Carol cumpriu seu trabalho como jornalista, mas não deixou de se envolver com o que estava acontecendo. Na cena mais marcante da cobertura, veiculada inúmeras vezes pela TV Globo, um novo tremor acontece enquanto ela realiza uma entrevista. Carol mostra todo o seu desespero.

“Foi bem forte. Foi a primeira vez que senti um terremoto. A gente não consegue saber onde está o risco. Porque ele está em todos os lados. Parece que o chão vai abrir… Que o teto vai cair… Que nós vamos cair”.

Além de lidar com o medo, ela ainda enfrentou uma situação de recursos limitados. Faltava energia no país e era constante a preocupação com o racionamento de água e com o risco de contaminação por doenças. Nem o sono era respeitado. Os hotéis proibiram os hóspedes de irem para os quartos porque havia riscos de desabamento. Foi praticamente impossível dormir por quatro noites.

A comunicação com o Brasil também era muito complicada, e Carol conseguiu falar com a família poucas vezes. A pequena Julia, de três anos, foi poupada pelos pais e não soube dos reais riscos que a mãe corria.

“A comunicação era muito difícil. Quando conseguia mandar mensagens pro Bruno, me preocupava em avisar que eu estava bem e pedia notícias da nossa filha. A Julia é muito pequena! Por isso, não contamos a ela o que aconteceu. Era uma forma de protegê-la. No futuro, na hora certa, vou contar tudo a ela!”, disse.

Apesar dos momentos difíceis que passou nos 18 dias, ela também viveu momentos emocionantes e bonitos. Em uma tragédia, o lado humano pode se sobressair. A solidariedade e a união das pessoas falam mais alto para juntar os casos e recomeçar.

Carol levará um grande aprendizado da experiência e acredita que a experiência a mudará para sempre. “Foi muito difícil deixar uma cidade completamente destruída, tão diferente da que conhecemos quando chegamos ao Nepal. Fizemos amigos. E me encantei com o país! Principalmente com o povo. Quero e vou voltar um dia! Quando voltamos para o Brasil, quando segurei minha filha, tive a sensação que… acho que toda mãe deseja! Me senti capaz de protegê-la de novo!! A gente precisa tocar no filho, ne? Queria ficar ali abraçada a Julia pra sempre. A Julia é a minha vida! E, depois de tudo, só posso agradecer pela saúde dela e por todos os dias em que estamos juntas''.

“Aprendi a me preocupar com o que realmente importa: valores morais, família, saúde, cuidar dos outros. E aprendi a nunca desperdiçar um sorriso! Cada momento de alegria é precioso demais!”, disse. “Nunca vou esquecer. O que aconteceu, agora, faz parte de mim”.

Luiza Oliveira e Leandro Carneiro
Do UOL, em São Paulo


Tralli corneta novo técnico do São Paulo: “maior brasileiro é discutível”
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Crédito: Reprodução/TV Globo

Crédito: Reprodução/TV Globo

Após exibição de reportagem do SPTV 2ª Edição nesta segunda repercutindo a chegada do novo técnico do São Paulo, o colombiano Juan Carlos Osorio, ex-Atlético Nacional, o apresentador César Tralli ficou bem incomodado com a referência do profissional ao clube do Morumbi como “o maior do país”.

“É o maior desafio da minha carreira. Um colombiano ser chamado a trabalhar no futebol brasileiro já é bom, mas pelo São Paulo, maior clube do país, é impossível dizer não”, declarou Osorio, em resposta a uma pergunta de um torcedor presente na sua coletiva de apresentação que foi quem primeiro chamou assim o time pelo qual torce: “qual o seu sentimento em comandar o maior clube brasileiro?”, formulou a pergunta, lida em um pedaço de papel, característica do treinador durante as partidas quando quer passar recados a seus atletas.

“Essa coisa de maior clube brasileiro é meio discutível, né? Polêmico, mas deixa pra lá”, cornetou, Tralli, assim que a imagem voltou para ele no estúdio. Teria falado mais alto o seu assumido coração corintiano? Pareceu.


Intrigada com penteado, Fátima Bernardes manda pergunta pra Daniel Alves
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“O Atlético deu uma lavada no Vasco, né?”, lembrou, desanimada, a torcedora cruzmaltina Fátima Bernardes em seu Encontro desta segunda. Mas a apresentadora viu outro motivo para rir: o corte de cabelo do lateral Daniel Alves, do Barcelona. “Que boniiiito”, dessa forma ela reagiu assim que a imagem com o visual diferente do jogador foi mostrada na atração matinal da Globo.

“Daniel, queria saber, quando você faz esse penteado é para que outras pessoas também façam, é para que ninguém faça, é para que você seja o único da face da Terra a ter um cabelo assim?”, questionou, Fátima, agora sorridente.

Aliás, a atriz palmeirense Denise Fraga, ali presente, também, mas diferente de Fátima, feliz por causa do resultado do seu time de futebol no domingo: “eu preciso falar que nós ganhamos de 2 a 0 ontem no Itaquerão do Corinthians. Estamos todos felizes”, celebrou. “Ela veio até de verde, olha, gente”, comentou, Fátima.

Imagem: Reprodução/TV Globo


Casagrande permanece com quadro estável de saúde após infarto
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O comentarista e ex-jogador Walter Casagrande Junior permanece com quadro de saúde estável, mas respondendo positivamente ao tratamento. Esse foi o comunicado apresentado nesta segunda-feira de manhã pelo hospital TotalCor. O profissional da Rede Globo sofreu infarto na sexta-feira.

Casão vem se recuperando gradativamente. Ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no domingo. O ex-jogador do Corinthians foi transferido para o quarto.

Casagrande sentiu dores no peito na manhã de sexta-feira e foi levado ao hospital. Diagnosticado o infarto, o comentarista passou por cirurgias de cateterismo e angioplastia.

De acordo com Gilvan Ribeiro, jornalista e biógrafo de Casagrande, o ex-jogador estava em ótimas condições de saúde e emocionais antes do incidente.

“Ele estava muito bem. Estava na sua melhor fase de saúde e de cabeça desde 2006. Não estava nem bebendo (bebidas alcoólicas), estava bem disposto, era possível ver como ele estava bem pelo seu semblante nas transmissões de TV”, afirmou o jornalista ao UOL Esporte.

Casagrande defendeu o Corinthians nas décadas de 80 e 90 e fez parte do período conhecido como Democracia Corintiana. Também atuou por Caldense, São Paulo, Flamengo, Porto-POR, Ascoli-ITA e Torino-ITA, além de defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1986 Após deixar os gramados, Casagrande se firmou como comentarista da TV Globo, marcando suas participações por opiniões contundentes.

Em 2007, o ex-jogador foi internado por dependência de drogas e ficou afastado das atividades na televisão por quase dois anos. Superado o período difícil, lançou o livro “Casagrande e Seus Demônios”, no qual relata sua luta contra o vício de entorpecentes.

Boletim Médico

O Hospital TotalCor informa que o Sr. Walter Casagrande Jr. permanece internado com quadro de saúde estável e evoluindo positivamente ao tratamento.