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Armando Marques admite erros, corneta Neymar e leva plateia do Jô aos risos
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O ex-árbitro Armando Marques levou a plateia do Programa do Jô, da TV Globo, aos risos em entrevista levada ao ar na madrugada desta quarta-feira. Marques admitiu erros de sua carreira, fez piadas e ainda cornetou o atacante Neymar.

Perguntado por Jô Soares se ainda tem o hábito de ver futebol, Armando Marques disse que assiste com menos frequência, e citou Neymar ao falar que a modalidade já não é mais tão atraente.

“O futebol ultimamente, para mim, caiu muito. Esse menino do Santos que agora foi para o Barcelona, vão acabar com esse menino. Vão acabar rápido. Estão dizendo que ele é o maior do mundo e ele começa a simular faltas”, disse Marques.

Neymar ainda recebeu outra cornetada do ex-árbitro, que disse que o jogador do Barcelona tem suas qualidades exageradas. “Ele é um bom jogador, mas não é tão bom quanto ele pensa. Porque Pelé só teve um. Eu desafio alguém que me diga outro Pelé, outro Garrincha”, afirmou.

Marques relembrou o famoso erro na disputa de pênaltis na decisão do Campeonato Paulista de 1973, entre Santos e Portuguesa, quando ele encerrou as cobranças quando a Lusa ainda tinha chances de igualar o placar, dando a vitória ao Peixe. “Contei quatro como cinco. Para você ver a porcaria de economista que eu era”, disse, em referência a sua formação.

“Não entrava na minha cabeça que eu não vi o Pelé cobrar, como é que eu não vi? Eu devia estar meio louco aquele dia. De vez em quando isso acontece comigo, eu fico meio cachorro danado, aí é meio perigoso”, contou Marques.

Questionado pelo seu estilo dentro de campo, Armando Marques fez até uma piada. “Eu expulsava só com o dedo. Falava ‘fora’. Até fizeram uma música com o ‘dedinho do Armando’. Eu não tinha outra coisa para fazer com o dedo”, disse.

O ex-árbitro arrancou mais risos da plateia quando disse que não há um colega de profissão que não tenha cometido erros. “Quem diz que nunca fez uma boa cagada, ou é mentiroso ou nunca apitou”, disse, antes de contar outro desses enganos.

“Eu tenho muitos erros, muitos. Mas palavra de rei não volta atrás. Uma vez eu dei um cartão amarelo a um jogador e fui fazer a súmula. Como é que eu dei cartão para esse jogador, se ele estava no banco? Passei para o outro”. “Mesmo sem ter merecido”, perguntou Jô. “Não quero nem saber”.

Marques, porém, fez uma restrição. “Eu nunca errei um impedimento, porque eu sempre ficava na linha do último defensor. Errei pênalti, errei gol, mas nunca errei impedimento”.


Antero e Amigão relembram ‘crises de riso’, mas garantem: “É espontâneo”
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Crédito da imagem: Reprodução/ESPN

A dupla Antero Greco e Paulo Soares, o “Amigão”, tentaram explicar algumas das suas ‘crises’ de riso enquanto apresentam edições do programa Sportcenter, da ESPN.

Convidados do programa The Noite, do SBT, eles ‘culparam’ os câmeras, as piadinhas internas e também as matérias mais engraçadas. Apesar disso, garantem: “o riso no Sportcenter é sempre espontâneo”.

“A gente estava lá esses dias, por volta da 1h da manhã, e começamos a escutar alguém roncando… Olhamos para lá e era o câmera dormindo!”, brincou Antero.

Além disso, a dupla confessou que é difícil se controlar em alguns momentos em que o assunto exige mais seriedade: “Teve a vez que alguém tinha morrido, mas antes tinha acontecido uma bobagem no estúdio lá… A gente ficava assim, se segurando”.

No programa em si, a dupla brincou, falou sério, e ainda apresentou um ‘jornal fake’ chamado “Outros Sportcenter”. O desafio imposto por Danilo Gentili, apresentador do The Noite, era que Antero e Amigão conseguissem ler e ver as notícias sem rir… Eles até que conseguiram.

Relembre abaixo um dos principais momentos da dupla:


Caio Ribeiro corneta Tinga no ‘Bem, Amigos!’: “mão de vaca”
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O comentarista Caio Ribeiro deu uma cornetada no volante Tinga, do Cruzeiro. Em participação no programa Bem, Amigos!, do SporTV, o ex-jogador brincou com o fato de ficar sem camisa de presente.

Ao voltar do comercial, o apresentador Jader Rocha mostrou uma camisa branca do Fluminense, presente dado pelo técnico Cristóvão Borges. Na sequência, Caio Ribeiro também exibiu um uniforme, desta vez o laranja.

“Já que o Tinga mão de vaca não trouxe para nós, a gente vai mostrar a do Fluminense”, falou o comentarista brincando com a situação e arrancando uma risada do volante.

O técnico Cristóvão Borges tentou defender o jogador do Cruzeiro. “O Tinga veio de Salvador”, falou o treinador fazendo referência ao jogo que o volante teve contra o Bahia, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

Na sequência, o também comentarista Alberto Helena Jr. resolveu cornetar Arnaldo Cezar Coelho, que foi ausência no programa desta segunda-feira.

“Sorte dele (Tinga) é que o Arnaldo não está aí. Se não ia recair sobre a cabeça do Tinga a maldição do Arnaldo”, brincou ao falar sobre a falta da camisa.

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Prieto pede desculpas por choro ao vivo e revela que quase foi substituído
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O choro ao vivo de Nivaldo Prieto em função da morte de Luciano do Valle, no domingo, não foi o único momento de emoção e sensibilidade vivenciado pelo narrador da Band. Abalado com a perda do amigo e ídolo, Prieto foi avisado pela emissora de que um locutor reserva estaria de prontidão caso ele não conseguisse narrar o jogo São Paulo x Botafogo, domingo, no Morumbi.

Prieto foi chamado ao vivo por Milton Neves no domingo durante o programa “Gol, o Grande Momento”, minutos antes do jogo São Paulo x Botafogo. Mas só conseguiu cumprimentar os telespectadores e logo depois começou a chorar, tendo inclusive o áudio cortado.

Ao UOL Esporte, Prieto afirma ter realizado a pior narração da vida e diz que respirou fundo para dar prosseguimento à locução.

“No trajeto ao Morumbi, eu fui ficando mais emocionado. Tentei ir até mais cedo ao estádio para me preparar. E toda hora que eu botava o fone antes do jogo, só ouvia a voz do Luciano. Isso me deixou cada vez pior, até que eu pedi para cortar o áudio. A ideia era só dar o ‘vai’ para a minha entrada (sem áudio antes)”, falou.

“Eu tinha que narrar. Assim que o jogo começou, me concentrei na partida. Mas já tinha gente [narrador] de stand by [reserva] caso eu não conseguisse. Só quando me senti mais seguro na transmissão é que eu falei o nome do Luciano”, continuou.

Prieto relata que pediu desculpas não só a Milton Neves, que apresentava o programa pré-jogo, mas para as outras pessoas da Band. Emotivo, o narrador conta que as duas décadas de convivência com do Valle o deixaram sensível naquele momento.

“Fiquei envergonhado pelo o que aconteceu ao vivo. Peço desculpas, porque a maioria conseguiu levar a transmissão [sem chorar], mas eu não consegui. Sou assim”, falou.

“Eu estive com o Luciano faz 15 dias no estúdio para fotografia da equipe da Band que cobriria a Copa. Ele estava muito bem de saúde. Era visível no rosto dele a alegria. Até eu perguntei: ‘Estou te vendo muito mais bonito, bacana. O que não faz uma Copa’. O Luciano respondeu: ‘Vou para o meu 11º Mundial. É um grande momento. Estou muito entusiasmado’”, relembrou Prieto.

Milton Neves foi quem chamou Prieto ao vivo no momento em que ele chorou. Percebendo a reação inesperada de companheiro, Milton chamou a palavra de volta, preservando o narrador no momento de emoção.

O apresentador da Band exaltou o fato de Prieto mostrar seus sentimentos ao vivo.

“Depois disso [choro ao vivo], o Prieto veio falar comigo depois do jogo, já no estúdio da Band quando acabou a rodada. Ele veio, me deu um abraço e pediu desculpas. Falou ‘pô, atrapalhei seu programa’. Eu respondi: ‘você está louco, emocionou todos nós e deu demonstração de carinho e amor. Você emocionou o país, não esquenta a cabeça com isso não’”, continuou Milton.

Bruno Thadeu e José Ricardo Leite
Do UOL, em São Paulo

Veja Álbum de fotos


Roda Viva com Senna em 86 teve ídolo evasivo e show de Marcelo Rezende
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Em homenagem aos 20 anos da morte de Ayrton Senna, o programa Roda Viva reprisou nesta segunda-feira a participação do piloto na atração, que aconteceu em 1986. No entanto, apesar De o foco ser a entrevista com o ídolo do automobilismo mundial, uma outra figura bem conhecida do público brasileiro se destacou na ocasião: Marcelo Rezende.

Hoje apresentador do Cidade Alerta, da TV Record, Marcelo Rezende trabalhava na revista Placar em 86 e foi um dos convidados do programa. Naquela época, o jornalista já demonstrava humor ácido e fez diversas piadas para descontrair o clima ao longo da entrevista.

A primeira pérola veio logo em sua primeira pergunta. Após a negativa de Senna em falar sobre política no programa, Rezende questionou o piloto sobre a diferença entre ele e Nelson Piquet. Ayrton adotou um tom evasivo, o que imediatamente gerou uma reclamação do jornalista.

“Você já não gostou de falar de política. Outra? Acaba o programa. Eu vou embora”, brincou, arrancando risos dos demais membros da bancada.

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Pouco tempo depois, Marcelo voltou a atacar. Antes de responder uma pergunta, Senna respirou profundamente e soltou um suspiro, o que gerou uma nova reação do hoje apresentador.

“Isso aqui é um programa de suspiro? Nunca vi ninguém suspirar tanto. Está apaixonado?”, questionou, novamente divertindo os demais entrevistadores.

Ao longo do programa, Marcelo Rezende ainda descontraiu o ambiente em mais duas oportunidades. A primeira foi ao questionar Senna sobre sexo antes das corridas. A segunda veio a revelar um “exigência” do piloto antes de participar do Roda Viva.

“Nós estávamos conversando antes do programa e me disseram que a Luíza Brunet deveria vir entrevistá-lo. Por que a Luíza Brunet?”, perguntou. A situação deixou o astro um pouco sem jeito. No entanto, Senna respondeu dizendo que era apenas um admirador do trabalho da atriz e modelo.

Além de Marcelo Rezende, o programa também contou com a participação de outros nomes consagrados do jornalismo esportivo, como Galvão Bueno, Reginaldo Leme e Claudio Carsughi.

Mas não foram apenas as piadas de Rezende que ditaram o ritmo da atração. A emoção apareceu quando os monitores mostraram a vitória de Senna no circuito de Detroit, em 86. As imagens mostraram o piloto dirigindo sua Lotus com uma bandeira do Brasil. Foi a primeira vez que o ídolo fez o gesto que virou uma de suas características após cada corrida que vencia.


Cléber Machado elogia Luciano do Valle e cita três referências da locução
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Cléber Machado

O narrador Cléber Machado não poupou elogios a Luciano do Valle em participação no “Bem, Amigos”, do SporTV. Ao falar sobre o narrador, que morreu no último sábado, o locutor comentou que Luciano, ao lado de Silvio Luiz e Galvão Bueno, são influências em sua carreira.

“Falar do Luciano é falar de um narrador que é uma escola para nós hoje que narramos. Para minha geração, da década de 80 para cá, quase 20 anos, temos três narradores que influenciam nosso estilo, é uma mistura que fazemos. Temos a descontração de Silvio Luiz, o timing de Galvão Bueno e a vibração e precisão do Luciano do Valle”, disse Cléber Machado.

O narrador também falou sobre a importância de Luciano do Valle para o esporte nacional. “Ele pensou em um canal do esporte em rede nacional, Luciano adorava esporte, acreditava, e com razão, que o esporte pode ajudar um país a melhorar. Transmitia emoção quando estava com microfone na mão, além da qualidade na voz”, completou.

Luciano do Valle foi assunto ao longo de todo o primeiro bloco do programa. Além de Cléber Machado, os demais comentaristas também prestaram suas homenagens para o narrador, elogiando seu trabalho.

O locutor morreu no último sábado após ter um infarto. Luciano começou a passar mal em um voo que ia de São Paulo para Uberlândia, onde ele narraria o duelo entre Corinthians e Atlético-MG.

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Globo Esporte faz homenagem e mostra Do Valle como apresentador
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LUCIANO

O narrador Luciano do Valle, morto no último sábado vítima de um infarto, recebeu homenagens no Globo Esporte. Ao invés da tradicional abertura, a edição desta segunda-feira começou com uma vinheta antiga e com imagens do locutor na apresentação do programa.

“No fim de semana perdemos um dos grandes, Luciano do Valle, que já esteve aqui apresentando este programa. Se estamos aqui hoje, devemos um pouco a esse cara”, disse Tiago Leifert.

O programa ainda mostrou as homenagens a Do Valle na rodada do Brasileirão e encerrou a edição desta segunda-feira com narrações antigas e imagens do locutor.

“Torcedores e times deram adeus a um dos maiores contadores de história que o Brasil já viu. O programa de hoje é dedicado ao Luciano do Valle e quem dará boa tarde não serei eu, será ele”, afirmou Leifert, antes da exibição das imagens.

Luciano do Valle trabalhou 11 anos na Globo. Ele esteve na cobertura dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, acompanhou do Rio a Copa da Alemanha, em 1974 e em seguida, com a saída de Geraldo José, tornou-se o principal locutor da Globo, numa época pré-Galvão Bueno.

Após sair da Globo em 1982, teve passagem pela Record e depois foi para a Bandeirantes, sendo também o responsável pela criação do “Show do Esporte”, programa que durava até 11h no autointitulado “canal do esporte”.

Luciano do Valle já havia sido homenageado pela Globo na edição de sábado do Jornal Nacional. Reportagem sobre a morte do locutor mostrou narrações dele pela emissora e trouxe depoimentos de Galvão Bueno, Cléber Machado e Luís Roberto.

Galvão também prestou homenagem ao amigo e concorrente durante participação ao vivo no programa Brasil Urgente, da Band. “Nós trabalhamos juntos durante quase um ano na Globo, e ele me ensinou muito. Para poder enfrentá-lo eu tive de me esforçar muito. Tive de me tornar mais conhecedor”, disse o narrador.#uolbr_geraModulos(‘embed-lista’,'/2014/luciano-do-valle-1397939753712.vm’)


Apresentadores seguram emoção e homenagens a Do Valle dominam o Jogo Aberto
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Homenagens ao narrador esportivo Luciano do Valle, que morreu no último sábado, dominaram o programa Jogo Aberto, da TV Bandeirantes, nesta segunda-feira. A apresentadora Renata Fan e os comentaristas ficaram emocionados diversas vezes, mas evitaram chorar enquanto estavam no ar.

“O Jogo Aberto será inspirado por ele [Luciano do Valle], não só hoje, mas para sempre”, disse Renata durante o programa. Os convidados do programa lamentaram a morte do ex-companheiro e destacaram as experiências que tiveram com Do Valle na televisão.

“Ele não criava emoções, ele tinha emoções. Existem emoções positivas e negativas e elas se canalizam no coração dele”, disse Osmar de Oliveira. Já o narrador Ulisses Costa destacou o legado deixado por Do Valle e a receptividade dele com todos os companheiros. “Eu tinha ele como grande mestre de televisão. Todas as vezes que falava com ele, ele recebia com sorriso, de braços abertos. Quando ele brigava por outros esportes, falava: não é possível um país tão grande ser uma potência esportiva.

Os ex-jogadores Denilson e Ronaldo e os comentaristas Héverton Guimarães e Chico Garcia também lamentaram. “Quem chora hoje é o Brasil, o amante do esporte, por tudo que ele fez. Fazia questão de viajar para qualquer canto e transmitir in loco. Um sujeito de baixa estatura, mas que se tornava um gigante na frente das câmeras”, finalizou Chico.

Luciano do Valle, de 66 anos, foi vítima de um infarto neste sábado e morreu em Uberlândia, onde comandaria a transmissão do jogo entre Atlético-MG e Corinthians. Ele era o principal narrador da TV Bandeirantes, onde trabalhava desde 2006. Seu corpo foi velado na Câmara Municipal de Campinas, no interior de São Paulo. O enterro ocorreu na tarde deste domingo.


Nivaldo Prieto se emociona com Luciano do Valle e não consegue entrar no ar
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O narrador esportivo Nivaldo Prieto se mostrou bastante emocionado com a morte de Luciano do Valle neste domingo e não teve condições de fazer sua participação ao vivo no programa “Gol, o Grande Momento”, da TV Bandeirantes. O apresentador Milton Neves chamou Prieto para entrar direto do estádio do Morumbi, onde transmitirá a partida entre São Paulo e Botafogo, pelo Brasileirão, mas o narrador só conseguiu cumprimentar os telespectadores, mas logo depois começou a chorar e teve inclusive o áudio cortado.

Antes da entrada ao vivo no estádio, Milton Neves mostrava no programa gols marcantes narrados por Luciano e ressaltou que Nivaldo Prieto, ao lado de José Luiz Datena, era um dos mais emocionados no estacionamento da TV Bandeirantes no último sábado.

Após o corte da imagem do narrador visivelmente emocionado e chorando muito, Milton Neves explicou aos telespectadores: “Ele não tem condição de falar, mas voltaremos e tentaremos falar com ele”.

Luciano do Valle, de 66 anos, foi vítima de um infarto neste sábado e morreu em Uberlândia, onde comandaria a transmissão do jogo entre Atlético-MG e Corinthians. Ele era o principal narrador da TV Bandeirantes, onde trabalhava desde 2006.

O corpo de Luciano do Valle foi velado na Câmara Municipal de Campinas, no interior de São Paulo. O enterro ocorreu na tarde deste domingo.


Globo amplia campanha com Fred e usa até humoristas contra organizadas
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Fred

Fred

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A TV Globo aproveitou a repercussão da entrevista de Fred para o Esporte Espetacular da última semana para ampliar a campanha contra as torcidas organizadas na edição deste domingo do programa. A emissora usou a indignação do atacante da seleção brasileira para promover uma discussão sobre o assunto.

Porém, além de ouvir clubes que romperam com suas torcidas organizadas, como Cruzeiro e Palmeiras, o Esporte Espetacular usou os humoristas do programa Grande Família para mandar um recado contra a violência nos estádios, associada pela emissora aos grupos uniformizados.

“O Maracanã é nosso, não é só de quem é de briga”, disse Evandro Mesquita, que interpreta a personagem Paulão da Regulagem na série de humor da TV Globo.

O tom da reportagem, no entanto, foi de seriedade na maior parte do tempo. O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, foi um dos entrevistados pelo quadro e disse não manter relação com as torcidas organizadas do clube.

“Torcida organizada é igual vespeiro, hora ou outra entra em erupção. Precisam provar que são organizados e expurgar os maus elementos. Hoje não existe briga, nada, só não existe relação nenhuma entre clube e organizadas”, disse Paulo Nobre.

A TV Globo procurou repercutir o assunto durante toda a semana com presidentes de clubes, jogadores e até mesmo o mandatário da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) José Maria Marin, que declarou apoio a Fred após a eleição da entidade, na qual foi eleito Marco Polo del Nero.

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