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Esporte na TV teve saída de Beting, narrador em casa nova e lição de moral
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Galvão Bueno (esq.) teve dificuldades com a voz na narração de Brasil e França

Os bastidores da televisão esportiva brasileira estiveram movimentados nesta semana, em que a Fox Sports anunciou a contratação do narrador Nivaldo Prieto, que trabalhará com seu antigo companheiro de Band, o comentarista Mauro Betting. Betting, por sua vez, foi demitido pela rádio Bandeirantes. O comentarista participava duas vezes por semana do programa Esporte Notícia. Já a repórter da ESPN Brasil, Gabriela Moreira, deu uma invertida ao vivo, em um torcedor palmeirense, que chamou de “bichas''os torcedores são-paulinos. Na transmissão da vitória brasileira por 3 a 1 contra a França, o narrador da TV Globo, Galvão Bueno, teve dificuldades para levar a partida. Devido ao frio na França, sua voz falhou em vários momentos da transmissão, o que gerou até um pedido de desculpas no ar.

Veja o que foi notícia nesta semana:

1  – Galvão sem voz
O narrador Galvão Bueno teve dificuldades na partida entre Brasil e França nesta quinta-feira. A voz do locutor falhou em diversos momentos e ele até pediu desculpas para os telespectadores durante a transmissão.

“Peço desculpas porque a voz está indo embora porque o frio amigo, para falar o tempo todo, fica mais difícil, mas tudo bem”, disse. A voz começou a falhar ainda no primeiro tempo. Mas o pedido de desculpas de Galvão aconteceu somente aos 20 minutos da etapa final, logo após a voz dele ficar muito rouca ao tentar narrar um lance. Depois de lamentar o problema, Galvão Bueno seguiu apresentando dificuldades para narrar.

2 – Prieto no Fox Sports
A estreia do narrador Nivaldo Prieto, 49, no Fox Sports, está marcada para a próxima quarta-feira, dia em que o São Paulo enfrenta o San Lorenzo, no estádio Nuevo prietaoGasómetro, em Buenos Aires (Argentina). Contratado nesta semana, após dois meses de conversa com a direção do canal, ele se disse ansioso por voltar ao microfone e especialmente animado por fazer parte da equipe que vai aos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

“Tenho a minha imagem muito ligada aos Jogos Olímpicos e o canal terá uma cobertura muito forte. Esse foi um dos pontos fundamentais para que chegássemos a um acordo'', diz ele. “Além do meu interesse, a emissora também me procurou com esse objetivo, o que deixou as coisas ainda mais fáceis'', afirmou.

Ele conta que depois que saiu da Band, no fim do ano passado, foi sondado pelo Fox Sports, mas as negociações começaram para valer em fevereiro. Com a conversa em andamento, ele também foi procurado pela Turner, que comanda o Esporte Interativo no Brasil. O canal terá exclusividade para a transmissão em TV fechada da Liga dos Campeões a partir do segundo semestre deste ano.

3 – Lição de moral

622_50d7812c-af03-38af-aa87-f8d49d978a89Em uma transmissão ao vivo, um repórter precisa ter jogo de cintura para falar seu texto corretamente, ficar atento a problemas técnicos e ainda lidar com entrevistados, que podem ser imprevisíveis. No ar pela ESPN Brasil antes do clássico entre Palmeiras e São Paulo, nesta quarta-feira (25), Gabriela Moreira foi surpreendida por uma expressão homofóbica de um torcedor. E não perdoou. Em entrevista ao blog, ela explicou o porquê.

Na entrevista, um torcedor palmeirense previu: “a expectativa é a gente ganhar dos bichas hoje, 2 a 1 para o Palmeiras”. E ouviu uma lição de moral da jornalista.

“Pessoalmente, eu agi de forma natural, de acordo com o que acredito. Profissionalmente, eu reagi porque a imprensa não pode ser instrumento e veículo de qualquer tipo de preconceito”, afirmou Gabriela. Ela admitiu que a reação não é fácil, ainda mais ao vivo, mas se mostrou tranquila de que tomou a decisão correta. “ Na hora é uma decisão difícil a se fazer, mas agi assim respeitando esses dois pontos.''

4 – Doping-Anderson Silva
Não é surpresa para ninguém que o caso de dopingo de Anderson Silva o tirou do papel de técnico do TUF Brasil 4, o reality show do UFC transmitido pela TV Globo. Mas, nas chamadas da emissora, o astro e seu time no programa ainda são tratados com destaque. E mais, o doping do lutador é utilizado como uma das principais atrações do reality, sem qualquer menção à sua saída para a entrada dos irmãos Nogueira em seu lugar.

O comercial veiculado pela emissora, chamando para a estreia do TUF, em 5 de abril, anuncia apenas a presença dos técnicos Anderson Silva e Maurício Shogun, com direito ao logo do programa ainda mostrando o nome do ex-campeão dos médios.

“Las Vegas, a cidade onde as apostas são altas e os riscos, ainda maiores. O palco ideal para a nova temporada do TUF. Lutadores em busca da glória, treinados por dois gigantes do UFC. Maurício Shogun e o polêmico campeão Anderson Silva, envolvido em uma suspeita de doping que está abalando o mundo do MMA”, diz o locutor.

5 – Demissão de Mauro Betting
O Grupo Bandeirantes de Comunicação encerrou totalmente seu vínculo com Mauro Beting. Na semana passada, a Rádio Bandeirantes demitiu o jornalista, que mauro-betting-fox-sports-1398193746772_615x470participava duas vezes por semana do programa Esporte Notícia. Além de Beting, a rádio dispensou também um produtor da equipe de esportes, Guilherme Fagundes.

Procurado pela reportagem do UOL Esporte, Mauro Beting não quis se pronunciar sobre o assunto. A Bandeirantes confirmou que o jornalista deixou o grupo, mas não alegou a razão. Segundo a assessoria de imprensa, ele estava atuando na Rádio Bandeirantes apenas como colunista, e participava de alguns programas como convidado.

O grupo afirmou ainda que a saída foi amistosa e que deixa as portas abertas para que ele possa voltar a colaborar com a emissora no futuro.

A Rádio Bandeirantes havia demitido Beting em agosto de 2013, mas voltou atrás apenas um dia depois. Após uma polêmica em redes sociais, o ex-jogador e apresentador Neto chegou a deixar seu cargo à disposição da emissora e avisou, em seu programa ao vivo, que o grupo poderia demiti-lo para manter Beting. No mesmo dia, a Rádio Bandeirantes anunciou a recontratação do jornalista e Neto também continuou no grupo.


Teve até escuridão no mar. Carol Barcellos desafia medo em programa global
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Mergulho às cegas, rosto congelado, entre outras situações inusitadas. Essa tem sido a rotina da repórter Carol Barcellos desde que resolveu encarar aventuras para lá de radicais. As mais recentes têm feito parte do programa Planeta Extremo, que vai ao ar na Globo todos os domingos.

Aos 33 anos, Carol tem encarado suas limitações para descobrir novas aventuras. Como foi o caso do mergulho às cegas que fez na China.

“A expedição na China (foi a mais difícil). As condições de mergulho lá são complicadas: água muito fria, pouca visibilidade e fomos a lugares inexplorados. Tenho dificuldades com mergulho, não consigo ficar muito tranquila. Mas, o mais importante, o episódio está muito bonito e tenho certeza que o público vai curtir as paisagens e o desafio de entrar nas cavernas. Resistir a 30 minutos de mergulho numa caverna quase sem enxergar nada. Não sei se aguento de novo”, falou ao UOL Esporte.

Mas, os que acham eu Carol Barcellos não tem medo de nada, a jornalista ressalta que não é bem assim que funciona. Ela revela inclusive ter medo de altura.

“Tenho medo de muitas coisas, mesmo, inclusive de altura. Neste último episódio do Planeta Extremo das Sequoias, todos puderam perceber no vídeo o meu medo intenso de altura.
Não tenho vergonha em admitir. Acho que ter coragem não significa não ter medo, mas sentir o medo e ir em frente e enfrentá-lo”, disse. “É um pensamento que evito (desistir). Não considero ‘desistir’ como uma opção. Penso em riscos, sinto medo, mas não gosto de pensar em desistir”, complementou.

Quando comenta sobre as lesões que teve durante as aventuras, Carol brinca ao dizer que “seu santos é forte” e que o máximo que aconteceu até hoje foram alguns arranhões e cicatrizes que “ficaram de recordação”. Um desses machucados aconteceu quando a jornalista encarou uma maratona no Polo Norte.

“Foi num momento bem louco, comecei a treinar quando minha filha tinha 10 meses. Foi uma transição bruta. Saí de uma rotina leve de exercícios para um treinamento pesado. Foi um período cansativo. Eu só cuidava da minha família, trabalhar e treinar, mas o resultado foi muito bom. Conseguimos contar uma bela história e isso é o que importa. Tomei cuidado com as mãos e os pés (para não congelar), mas esqueci do rosto. Acho que deveria ter me preocupado mais com o rosto. Quando cheguei, não conseguia mexer muito a boca, estava um pouco machucada. Também fiquei com uma marca de queimadura leve na barriga, pelo frio. Tudo passou, o que ficou foi a conquista. Minha filha completou um ano e, dias depois, viajei para correr 42 km no Polo Norte, a maratona mais fria do planeta. Sem dúvida, marcou minha vida”, relembra.

Mas não são os machucados ou o medo a maior dificuldade que Carol enfrenta no período de aventuras. Casada com o repórter Bruno Cortês, também da Globo, ela é mãe de Júlia, de apenas dois anos.

“É a parte mais difícil das expedições. Eu e Julia temos uma relação muito forte. Ainda estamos aprendendo a ficar longe uma da outra. Às vezes, não tem jeito, mas temos um combinado: não importa para onde eu vá, ela vai junto, no coração e eu fico no coração dela. Isso é para sempre, está muito além da distância física”, disse.

Distância da filha, medo de altura ou cicatrizes. Nada disso faz Carol reclamar das aventuras que têm encarado no “melhor trabalho do mundo”.

“Tem sido intenso (gravar o programa). É um programa que exige muita disciplina e dedicação, mas é, sem dúvida, o melhor trabalho do mundo. “Cada desafio tem um tipo de treinamento. O que não deixo de fazer: cuidar do preparo físico. Nem nas férias”, brinca a repórter.

A preparação citada por Carol tem direito a corrida três vezes por semana, natação e treino funcional duas vezes por semana e ainda pilates. Na alimentação, a jornalista evita farinha, açúcar e gordura, e o restante gosta de comer em grandes quantidades: “como mais que alguns homens da equipe”, finaliza a jornalista.

Leandro Carneiro
Do UOL, em São Paulo


Alex faz planos para ser técnico ou dirigente: “Só estou comentarista”
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O ex-jogador Alex foi uma das principais contratações da ESPN para a temporada 2015. Meses após ter anunciado oficialmente a aposentadoria, o ex-jogador de Coritiba, Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro foi incluído em um novo grupo de comentaristas do canal fechado. Contudo, essa passagem dele pelos microfones pode não ser duradoura.

“Hoje eu estou comentarista, mas minha intenção é trabalhar aqui dentro, como treinador ou gestor. Acho que isso pode ajudar. Isso serve para mim como aprendizado dentro daquilo que eu imaginava no pós-carreira, de estudar, de ver futebol de fora e de tirar essa vestimenta de atleta para que um dia, quando eu me sentir capaz, voltar ao vestiário e trabalhar mais uma vez no futebol”, disse Alex nesta sexta-feira (27), em entrevista coletiva concedida no CT do Palmeiras.

O meia será homenageado pelo time paulista no próximo sábado (28), quando terá um jogo de despedida no estádio Allianz Parque. A partida será disputada entre um time de amigos de Alex e outro formado pelos palmeirenses que conquistaram a Libertadores de 1999.

“Acho que a minha geração ainda não contribuiu [com o futebol]. Ela está chegando ao final agora, e a contribuição começa a ser dada a partir disso. Alguns vão se tornar treinadores, outros estão indo para o lado da gestão. É o começo de pessoas que estão se colocando em situações diferentes”, apontou Alex.

“Como comentarista, vou me manter fiel àquilo que eu penso do jogo e do futebol. Vou ter a responsabilidade de ter a mesma linha que eu mantinha quando atleta”, encerrou o ex-jogador.

Guilherme Costa
Do UOL, em São Paulo

Tags : alex espn


De ‘espevitada’ do SporTV a mulherão, ela explica por que deixou holofotes
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Ana Luiza Castro foi um dos nomes fortes do jornalismo esportivo da TV no começo dos anos 2000, e foi à frente das telas que se viu a evolução do que era uma garota “espevitada”, segundo sua chefia no SporTV, para um mulherão, e de uma apresentadora novata a uma jornalista que ia ao ar em horário nobre na Band, concorrendo com o Jornal Nacional. A bela, também conhecida pelos ensaios sensuais que exaltavam os olhos azuis, o bocão e o corpo, hoje está com 35 anos, casada, e se afastou dos holofotes.

O lado “musa” de Ana Luiza acabou ganhando protagonismo, e sua imagem ficou marcada justamente pelos ensaios e pela vida social – namorando famosos como os ex-pilotos Tarso Marques e Pedro Paulo Diniz e o ator Malvino Salvador. Ainda que a beleza tenha ajudado, o lado jornalista sempre falou mais alto para ela, tanto que hoje ela segue atuando na área, figurando principalmente em vídeos institucionais.

Já realizando alguns trabalhos como modelo, a escolha nos estudos pelo jornalismo foi levada por sua vontade de trabalhar como apresentadora, deixando de lado outro gosto, a psicologia. Quando cursava apenas o segundo período, Ana Luiza soube de um teste para o Zona de Impacto, programa de esportes radicais do SporTV. Por que não tentar a sorte? Aos 19 anos, a aposta deu certo. Ela foi aceita para apresentar o Extra, um jornal diário dentro do Zona de Impacto.

“Foi demais no segundo período da faculdade já entrar no Sportv, como apresentadora de um programa que tinha um público grande e era super ‘cool’. Eu adorava o canal e entrei de cabeça na história toda”, relembra ela. “Às vezes ficava nervosa, mas o programa era gravado, então era um clima mais tranquilo. Eu comecei com 19 anos, e era bem menina no jeito, na voz, no corpo e fui crescendo alí, no vídeo. Fiquei no Sportv dos 19 aos 23. Fiz fono, exercícios de apresentação, e fui perdendo aquele jeito mais adolescente, digamos, e me tornando mais mulher.”

O lado menina era um grande atrativo, de fato. “Lembro que o meu chefe na época, o Olívio Petit, disse que quando viu aquele teste de uma menina meio espevitada, falante, resolveu apostar (risos) . Mas eu aprendi muito ali, na raça”, acrescenta Ana Luiza, que chegou a ter “quatro ou cinco programas”, ao mesmo tempo. Mais presente no estúdio, ela também se arriscava em algumas atividades “radicais” fora – até corrida de pé de pato chegou a gravar, algo nem tão radical assim.

Crescendo em um programa leve, para um público jovem, Ana Luiza teve uma grande vitrine e chamou a atenção de concorrentes. A Band foi quem comprou o “passe” da garota, que agora precisava virar uma mulher mais madura, apresentando todo tipo de esporte nos jornais da emissora.

“Aí acabou a brincadeira né!? (risos). Tinha 23 anos, morava no Rio, trabalhava no SporTV, morava com a minha mãe, volta e meia estava na praia, saindo com as amigas, vivia aquela vida do Rio maravilhosa! Mas fiquei bem feliz e instigada quando recebi o convite da Band para apresentar o principal jornal de esporte deles e ao vivo. Não pensei duas vezes”, conta ela.

Ana Luiza Castro nunca tinha atuado ao vivo, e foi contratada para um desafio enorme. Apresentaria o Esporte Total, na edição noturna. Isso significava ir ao ar na mesma faixa de horário que William Bonner e o Jornal Nacional. Mas não foi só isso que aconteceu.

“(O Esporte Total) era um dos carros chefes da emissora, tinha um ibope bacana. Mas quando cheguei lá, a apresentadora do jornal do meio-dia estava indo embora, e me colocaram lugar. Ou seja, eu passava o meu dia inteiro dentro da Band e ainda fazia o Show do Esporte aos domingos do meio-dia às 20h. Dei uma pirada, praticamente morava dentro da Band, sempre maquiada”, relata a jornalista, que vê hoje que toda aquela responsabilidade virou aprendizado. “E, olha, modéstia a parte, posso dizer que leio um teleprompter com maestria (risos).”

A nova Ana Luiza Castro

Casada com um executivo da Red Bull, Ana Luiza trocou a torcida pelo Fluminense pela do clube da marca de energéticos. Ela conta que conhece o clube há oito anos - bem antes do marido. “Agora o meu time do coração é o Red Bull Brasil, sou super torcedora, vou no estádio e quando não posso vejo os jogos pelo pay per view. Faço muitos institucionais, e uma das empresas em que trabalho é a Red Bull, estou com eles há oito anos e acompanhei toda a luta do time, desde a quarta divisão do paulista até chegar a primeira divisão. Vi eles baterem na trave algumas vezes e todo o trabalho maravilhoso que fazem, com os meninos carentes da base, inclusive acho um absurdo alguns jornalistas que não conhecem a história do time ficarem criticando. Eles poderiam, pela grana que têm, ‘comprar’ o lugar na primeira divisão do paulista mas vieram lá de baixo fazendo a coisa direito”.

Casada com um executivo da Red Bull, Ana Luiza trocou a torcida pelo Fluminense pela do clube da marca de energéticos. Ela conta que conhece o clube há oito anos – bem antes do marido. “Agora o meu time do coração é o Red Bull Brasil, sou super torcedora, vou no estádio e quando não posso vejo os jogos pelo pay per view. Faço muitos institucionais, e uma das empresas em que trabalho é a Red Bull, estou com eles há oito anos e acompanhei toda a luta do time, desde a Quarta Divisão do Paulista até chegar à Primeira. Vi eles baterem na trave algumas vezes e todo o trabalho maravilhoso que fazem, com os meninos carentes da base, inclusive acho um absurdo alguns jornalistas que não conhecem a história do time ficarem criticando. Eles poderiam, pela grana que têm, ‘comprar’ o lugar na primeira divisão do paulista mas vieram lá de baixo fazendo a coisa direito”.

Hoje uma rápida busca na internet mostra que Ana Luiza sumiu dos holofotes. Ela chegou a ter trabalhos na MTV e no GNT – com o programa “Pílulas da Moda” –, mas foi depois de se casar, em 2013, que passou a “voar abaixo do radar”, sem presença em redes sociais e praticamente desaparecida do noticiário de celebridades, do qual sempre fez parte, com aparições em festas e eventos.

Ana Luiza, agora com 35 anos, casou em um evento de gala com Pedro Navio, empresário da Red Bull, e admite que mudou um pouco o perfil antigo. “Me vi mais caseira e curtindo mais a vida a dois, nunca tive esse sonho de casar como algumas amigas, mas estou amando, meu marido é tranquilo e respeita super meu espaço, a gente se dá muito bem”.

O lado sumido dos holofotes tem seus dois lados.''Amo minha liberdade e tenho uma vida bastante agitada. Um contrato como os que eu já tive me prenderia nessa questão de fazer todas as coisas que gosto e quero'', explicou ela.

Profissionalmente, além dos vídeos para empresas, espera voltar em breve à TV, mas não pretende retornar ao esporte.

“Hoje eu viajo bastante para vários lugares legais, gosto muito de fazer yoga ashtanga e de alguns retiros espirituais. Faço trabalhos como apresentadora para várias empresas, institucionais. Essa coisa da apresentadora ficou muito marcada e sempre me chamam, devo fazer algo em TV a cabo relacionado a moda e para a internet também, ainda este ano.”

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Voz de Galvão falha em jogo do Brasil, e narrador pede desculpas
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GALVAO

O narrador Galvão Bueno teve dificuldades na partida entre Brasil e França nesta quinta-feira. A voz do locutor falhou em diversos momentos e ele até pediu desculpas para os telespectadores durante a transmissão.

“Peço desculpas porque a voz está indo embora porque o frio amigo, para falar o tempo todo, fica mais difícil, mas tudo bem”, disse.

A voz começou a falhar ainda no primeiro tempo. Mas o pedido de desculpas de Galvão aconteceu somente aos 20 minutos da etapa final, logo após a voz dele ficar muito rouca ao tentar narrar um lance. Depois de lamentar o problema, Galvão Bueno seguiu apresentando dificuldades para narrar.

No Twitter, diversas pessoas comentaram a falha na voz de Galvão. “Voz do Galvão está pior que a minha de manhã cedo”, disse um internauta. “Caraca Galvão ta rouco sem voz mas nao larga o osso de narrar futebol”, falou outro.

Apesar da queixa em relação ao frio, Galvão já apresentou problemas na voz em outras oportunidades, em que o frio não estava presente. Na final da Copa de 2014, após Gotze marcar na prorrogação, ele também teve dificuldades para narrar o gol. Daquela vez, ele pediu desculpas pela rouquidão, sem colocar a culpa no frio.

Nesta quinta-feira, Paris teve um dia com máxima de 11º graus e mínima de 4º graus.

De acordo com dados prévios do Ibope, a transmissão da partida entre Brasil e França subiu a audiência da emissora neste horário. O duelo marcou 19 pontos na Grande São Paulo, superando os 16 e 18, que normalmente marcam Rei do Gado e Malhação.

Por conta da partida, a programação da Globo foi toda atrasada. O Jornal Nacional, por exemplo, foi ao ar apenas às 20h50.

Veja a repercussão na web:


Prieto preteriu Liga dos Campeões para narrar Olimpíada ao optar pela Fox
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prietao

 

A estreia do narrador Nivaldo Prieto, 49, no Fox Sports, está marcada para a próxima quarta-feira, dia em que o São Paulo enfrenta o San Lorenzo, no estádio Nuevo Gasómetro, em Buenos Aires (Argentina). Contratado nesta semana, após dois meses de conversa com a direção do canal, ele se disse ansioso por voltar ao microfone e especialmente animado por fazer parte da equipe que vai aos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016.

“Tenho a minha imagem muito ligada aos Jogos Olímpicos e o canal terá uma cobertura muito forte. Esse foi um dos pontos fundamentais para que chegássemos a um acordo'', diz ele. “Além do meu interesse, a emissora também me procurou com esse objetivo, o que deixou as coisas ainda mais fáceis'', afirmou.

Ele conta que depois que saiu da Band, no fim do ano passado, foi sondado pelo Fox Sports, mas as negociações começaram para valer em fevereiro. Com a conversa em andamento, ele também foi procurado pela Turner, que comanda o Esporte Interativo no Brasil. O canal terá exclusividade para a transmissão em TV fechada da Liga dos Campeões a partir do segundo semestre deste ano.

“Na conversa com a Turner, fui transparente. Eles sabiam que eu já estava negociando com a Fox. E a Fox terá também bons campeonatos, como a Libertadores, Copa do Brasil, Sul-Americana, Italiano, Argentino…''

Prieto afirma não ter feito nenhuma exigência em relação à escala para os jogos. “O canal tem muita gente competente. Por conta das negociações tenho acompanhado desde o começo do ano as transmissões do canal. É uma equipe bastante forte, o que nos deixa muito competitivos'', afirma.

Ele lembra de sua experiência na TV fechada, ainda nos anos 90. “Eu, inclusive, aprendi a fazer televisão para esse segmento, na antiga TVA. Hoje há uma competitividade muito grande entre os canais fechados''.

O narrador lembra que terá a sua primeira reunião de trabalho no próximo domingo, já para tratar da transmissão de quarta-feira. Por enquanto está cuidando apenas da documentação e curtindo uma de suas preferências, a culinária.

“Quando estou em casa, gosto muito de cozinhar. Entre a família, o bacalhau que eu faço é muito elogiado'', diz ele, que em abril completa 33 anos de carreira como jornalista, desde que estreou como locutor na rádio Antena 1, em 1982.

Vagner Magalhães
Do UOL, em São Paulo


Lição de moral serviu para imprensa não estimular preconceito, diz repórter
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Em uma transmissão ao vivo, um repórter precisa ter jogo de cintura para falar seu texto corretamente, ficar atento a problemas técnicos e ainda lidar com entrevistados, que podem ser imprevisíveis. No ar pela ESPN Brasil antes do clássico entre Palmeiras e São Paulo, nesta quarta-feira (25), Gabriela Moreira foi surpreendida por uma expressão homofóbica de um torcedor. E não perdoou. Em entrevista ao blog, ela explicou o porquê.

Na entrevista, um torcedor palmeirense previu: “a expectativa é a gente ganhar dos bichas hoje, 2 a 1 para o Palmeiras”. E ouviu uma lição de moral da jornalista.

Gabriela prefere não dar entrevistas, para não virar notícia em cima do caso. Mas aceitou explicar o porquê de sua postura firme naquele momento, que teve dois pontos.

“Pessoalmente, eu agi de forma natural, de acordo com o que acredito. Profissionalmente, eu reagi porque a imprensa não pode ser instrumento e veículo de qualquer tipo de preconceito”, afirmou Gabriela.

Ela admitiu que a reação não é fácil, ainda mais ao vivo, mas se mostrou tranquila de que tomou a decisão correta. “ Na hora é uma decisão difícil a se fazer, mas agi assim respeitando esses dois pontos.”

No ar pelo Bate-Bola, a bronca de Gabriela gerou rapidamente uma enxurrada de comentários nas redes sociais, já que o puxão de orelha não foi dos mais sutis. “Rapaz, vou te falar uma coisa, não sei se vai ganhar. Mas com esse bicha? Não a homofobia, né? Você tem quantos anos? Por favor, vamos tentar modernizar este pensamento”, disse ela.

A atitude ganhou elogios do apresentador João Carlos Albuquerque, na volta ao estúdio. “Gabi, você é demais! Receba um beijo pela sua intervenção. Coitado do rapaz, tomou uma invertida'', afirmou o jornalista da ESPN.

Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo


Galvão segue seleção, e Globo congela transmissão com “bagunça” na F-1
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(Crédito: Reprodução)

(Crédito: Reprodução)

Principal novidade da Globo para as transmissões da temporada 2015 da Fórmula 1, o modelo usado na primeira etapa do circuito, com estúdio, convidados e até o ex-piloto Raul Boesel como DJ, não vai se repetir no próximo fim de semana. Sem Galvão Bueno, que vai seguir a seleção brasileira de futebol em amistosos contra França (nesta quinta-feira, na França) e Chile (no domingo, na Inglaterra), a emissora decidiu retomar o seu modelo tradicional no automobilismo.

A Globo ainda não anunciou oficialmente a escala de profissionais para domingo, mas Galvão viajou para acompanhar os jogos da equipe de Dunga. Como a emissora definiu que nenhum narrador fará jornada dupla, outro locutor será responsável pelo Grande Prêmio da Malásia, que começará às 4h (de Brasília) de domingo.

Bruno Domingos/ Mowa Press

Assim como aconteceu no GP da Austrália, que abriu a temporada da Fórmula 1, apenas o repórter Marcelo Courrege estará in loco – o restante da equipe transmitirá o evento do estúdio. A diferença é o formato: sai o estilo talk show adotado na prova inicial, volta o tom de anos anteriores.

Exibido logo depois do “Altas Horas”, o GP da Austrália teve participações de atores (Marcello Antony e Thiago Rodrigues), do ex-jogador de vôlei Giba e da piloto de Stock Car Bia Figueiredo, além de Boesel (que já passou por Fórmula Indy e Fórmula 1) e da equipe tradicional da Globo (Galvão Bueno, Reginaldo Leme e Luciano Burti).

William West/AFP

Com tantas presenças, todo o tom da transmissão mudou. A Globo apostou em mostrar muito o estúdio e na forte condução de Galvão Bueno. “Pela primeira vez o pessoal está vendo a bagunça da nossa papelada”, disse o narrador durante a prova.

A “bagunça” voltará a ficar escondida no domingo. A Globo já havia concebido o modelo usado no GP da Austrália para ser sazonal – prova disso é que o programa usou equipe do “Corujão do Esporte” – e ainda não tem previsão de quando ele será retomado.

O uso do modelo de talk show na transmissão da Fórmula 1 depende fundamentalmente da presença de Galvão Bueno. O modelo foi pensado para o narrador titular e só deverá ser adotado em etapas em que ele estiver disponível.

Às 11h do próximo domingo, depois do GP da Malásia, a Globo exibirá o amistoso Brasil x Chile. A jornada esportiva da emissora ainda terá a rodada dos Estaduais de futebol, com início previsto para 16h.

Guilherme Costa e Juliana Alencar
Do UOL, em São Paulo


Repórter da ESPN dá bronca em palmeirense após comentário homofóbico
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Durante uma entrada ao vivo da repórter Gabriela Moreira, um torcedor do Palmeiras foi convidado a falar sobre suas expectativas para o clássico contra o São Paulo que ocorre nesta quarta-feira, pelo Campeonato Paulista.

“Meu nome é Felipe e a expectativa é a gente ganhar dos bichas hoje, 2 a 1 para o Palmeiras, e vamos ganhar'', disse o torcedor.

“Rapaz, vou te falar uma coisa, não sei se vai ganhar. Mas com esse bicha? Não à homofobia, né? Você tem quantos anos? Por favor, vamos tentar modernizar este pensamento'', respondeu a repórter, que continuou a entrevista (encerrada com outro puxão de orelha).

De volta aos estúdios do Bate-Bola, o apresentador João Carlos Albuquerque, o Canalha, elogiou a postura. “Gabi, você é demais! Receba um beijo pela sua intervenção. Coitado do rapaz, tomou uma invertida'', disse.

Nas redes sociais, a elegância da repórter para sair da situação embaraçosa também fez sucesso.


Globo vende TUF com o excluído Anderson e faz do doping uma atração
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TIME ANDERSON 2

Não é surpresa para ninguém que o caso de Anderson Silva o tirou do papel de técnico do TUF Brasil 4, o reality show do UFC transmitido pela TV Globo. Mas, nas chamadas da emissora, o astro e seu time no programa ainda são tratados com destaque. E mais, o suposto doping do lutador é utilizado como uma das principais atrações do reality, sem qualquer menção à sua saída para a entrada dos irmãos Nogueira em seu lugar.

O comercial veiculado pela emissora, chamando para a estreia do TUF, em 5 de abril, anuncia apenas a presença dos técnicos Anderson Silva e Maurício Shogun, com direito ao logo do programa ainda mostrando o nome do ex-campeão dos médios.

“Las Vegas, a cidade onde as apostas são altas e os riscos, ainda maiores. O palco ideal para a nova temporada do TUF. Lutadores em busca da glória, treinados por dois gigantes do UFC. Maurício Shogun e o polêmico campeão Anderson Silva, envolvido em uma suspeita de doping que está abalando o mundo do MMA”, diz o locutor.

Logo do programa, no comercial, ainda exibe o nome de Anderson Silva

Logo do programa, no comercial, ainda exibe o nome de Anderson Silva

Anderson realmente chegou a gravar o início do reality show, mas logo no segundo dia de filmagens foi deflagrado seu caso de doping, causando uma reviravolta no resultado de seu combate no UFC 183, no seu papel como técnico e em sua carreira de modo geral. O UFC e a Globo ainda tentaram mantê-lo, mas uma decisão da Comissão Atlética de Nevada falou mais alto, obrigando-os a ceder.

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Tudo isso, desde o princípio, foi de conhecimento público, com o UFC fazendo anúncios oficiais, inclusive da troca de técnicos do TUF. Aí mora a surpresa de a chamada ignorar os acontecimentos, e tratar do caso como se ainda fosse uma surpresa para o público a troca de comando no meio do programa – uma passagem que será vista no decorrer dos episódios. Spider participará dos três primeiros episódios.

O TUF Brasil 4 começa em 5 de abril com 32 lutadores disputando 16 vagas na casa em que é gravada a maior parte do programa, desta vez em Las Vegas, e não em São Paulo, como foi nas três primeiras edições. São duas categorias em jogo, galo e leve, e os vencedores serão conhecidos em um evento em 27 de junho. Ainda não há local definido.

Leia também:
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