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Leifert vai falar de esporte e cultura nerd em novo programa da Globo
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Presente no Vídeo Show desta segunda ao lado de seus novos colegas no entretenimento, Zeca Camargo, Patrícia Poeta, Cissa Guimarães, Ana Furtado e André Marques, que formam a equipe do É de Casa, novo programa ao vivo matinal da Globo aos sábados, o ainda apresentador do Globo Esporte de São Paulo, Tiago Leifert, falou um pouco sobre sua função na atração.

“Lógico que eu vou falar de esporte, claro, vou estar de olho no esporte, mas também focado na tecnologia, cultura nerd, videogames'', contou.

“A gente vai conversar sobre coisas que aconteceram durante a semana, pegar notícias mais importantes e destrinchá-las de maneira divertida, tem o The Voice Brasil que vem chegando e a gente vai falar disso, também. Cada um vai ter o seu setor e a gente vai se complementar na hora ali do programa'', explicou.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Capita se irrita com jogadores da seleção e discute com Edinho no Sportv
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O ex-jogador Carlos Alberto Torres, capitão da seleção do Tri em 1970 e colaborador do Sportv na cobertura da Copa América, demonstrou indignação com os jogadores do Brasil em participação no Troca de Passes deste domingo. Irritado, chegou a elevar o tom várias vezes no programa.

“Eu vi um garoto desembarcar em São Paulo. Pô, aquilo não é jogador de Seleção Brasileira, cara, é jogador de pelada. De capuz na cabeça. Aí o Uruguai foi eliminado e todo mundo sai [bem vestido]”, começou o ‘Capita’.

Em sua explanação, criticou a postura dos jogadores brasileiros, mais profissionais e corretos em seus clubes na Europa e completamente diferentes na seleção, com seus fones de ouvido e, segundo ele, sem a cabeça no campo.

O também ex-jogador Edinho tentou ponderar, defender os jogadores: “é o estilo de hoje''. Em vão. Carlos Alberto Torres não deu ouvidos e o confrontou por vários momentos: “não interessa, eles vão pra Europa, tu vê Neymar, todo mundo de terninho e gravata, tudo bonito, respeitando a instituição. Aqui, os caras não respeitam mais a seleção brasileira.''

Carlos Alberto estava bem bravo, enfurecido. “Edinho, não vamos defender o que está errado'', irritou-se. “Eu não tô defendendo, eu tô dizendo o seguinte…'', tentou argumentar Edinho, sem que pudesse concluir.

“A gente tem que começar daqui, vamos gritar pra mudar, senão nós vamos continuar perdendo e todo mundo: 'ah, vamos ganhar'. Desse jeito, o Brasil não ganha nada. Por que a CBF não começa a mudar?'', questionou Capita. “Isso é cultural'', defendeu Edinho.

“Ah não, tem que mudar essa coisa de cultura, também, rapaz. Ali é que você vê se o jogador tá com a cabeça pra servir a nossa seleção ou não, porque os caras [tão nem aí], se perder tudo bem, vão embora, não têm que encarar torcedor domingo no Maracanã.''

“Acho que a nossa maior dificuldade tá dentro de campo e por filosofia'', entrou na conversa o jornalista Raphael Rezende.

“Tá dentro de campo, porque leva coisa errado de fora pra dentro de campo. Vai por mim. Eu mais ou menos conheço futebol, conheço comportamento de jogador. Joguei aqui e no exterior. No exterior são profissionais, igual os nossos jogadores quando chegam lá, aí quando chegam no Brasil é oba-oba e não ganham nada. Enquanto a gente não tiver peito de mudar comportamento de jogador extracampo…'', reclamou.

Carlos Alberto Torres ainda comparou a realidade atual dos atletas, independentes financeiramente na Europa, com a da sua época, quando, segundo deu a entender, os brasileiros precisavam mais da seleção para ganhar dinheiro do que na atualidade.

“Antigamente, jogador dependia da seleção para fazer um bom contrato. Hoje, não estão nem ligando. Se perder, que se dane, não preciso da seleção ganhar nada. Tem que mudar, porra. Vão pro campo sem pensar no jogo, descem tudo de [fones de ouvido]'', criticou.

Em outro embate com Edinho, Capita divergiu do companheiro sobre o nível dos jogadores brasileiros. Para ele, a diferença não é tão grande assim em relação ao que se joga em outras seleções. “Edinho, nós não estamos tão longes assim dos caras'', opinou e voltou novamente a relacionar o extracampo com o mau rendimento nos gramados. “Os caras lá são profissionais, nós não somos'' e, dessa vez teve a concordância do colega. Ao menos no profissionalismo dos atletas brasileiros quando atuando em seus clubes fora do país.


Faustão diz que seleção é da CBF, e não do Brasil ou da torcida brasileira
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Crédito: Reprodução/TV Globo

Crédito: Reprodução/TV Globo

Ao anunciar as atrações do Fantástico minutos antes do encerramento do seu Domingão do Faustão, o apresentador Fausto Silva fez uma crítica à seleção brasileira que, segundo ele, é da CBF, e não do Brasil ou da torcida brasileira.

“Daqui a pouco o Fantástico, as reportagens, o noticiário do Campeonato Brasileiro, a volta da seleção da CBF'', iniciou a chamada com alguns dos destaques do chamado Show da Vida.

E então o animador fez questão de explicar: “a seleção é da CBF, tá gente? A seleção do Brasil, da torcida, essa é outra'', enfatizou.

O apresentador do Domingão já havia usado de tom crítico em relação à seleção antes mesmo da sua eliminação. Após a vitória de virada, 2 a 1, sobre o Peru, na estreia da Copa América, primeiro gol marcado por Neymar e o segundo após assistência do craque, Faustão resumiu assim aquele resultado apertado: “Neymar 2, Peru 1. A Seleção de um jogador só''.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Edmundo diz que “barriguinha saliente” de Ceni afeta seu rendimento
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Durante comentário para o programa Terceiro Tempo, da Band, neste domingo, o ex-jogador comentarista Edmundo disse que as falhas de Rogério Ceni não tiveram reflexo na goleada de 4 a 0 sofrida pelo São Paulo para o Palmeiras, argumentou que fosse outro goleiro possivelmente ela ocorreria do mesmo jeito pelo “atropelo'' no clássico paulista de hoje, mas analisou a situação do veterano atleta e até reparou numa “barriguinha saliente''.

“Todo atleta profissional tem prazo de validade, infelizmente. A cabeça tá ótima, mas o corpo já não ajuda. Claro que hoje seria chutar cachorro morto, porque o Palmeiras atropelou a equipe do São Paulo. Só neste ano, 7 a 0, sete gols pró-Palmeiras e nenhum tomado [no confronto]. Duas goleadas, uma de 3 a 0 e outra de 4 a 0″, iniciou a sua análise, para depois entrar na questão da forma física de Ceni que, segundo ele, compromete sua atuação do goleiro.

“O Rogério Ceni já não consegue mais ter a explosão de antes em função disso. O corpo vai perdendo a força, vai perdendo o reflexo. É público e notório que não consegue ter mais a mesma elasticidade, a mesma velocidade que um goleiro necessita. A gente vê até uma barriguinha saliente quando está com a camisa um pouco mais justa. Isso é muito em função da idade, porque a estrutura física não consegue mais perder a gordura que está localizada e isso vai acaba atrapalhando no rendimento diário'', finalizou, ganhando a concordância do apresentador Milton Neves, que ainda atribui ao tecido mais fino do uniforme a facilidade para se notar a barriguinha.

“Esse novo equipamento esportivo dele, a nova malharia ou coisa parecida tá fazendo aparecer a barriga dele, porque o tecido é mais fininho

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo

Tags : edmundo


Para Luxa, Alemanha foi campeã com 3 volantes: “que trouxe de moderno?”
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Em entrevista exibida pelo Esporte Espetacular neste domingo, o treinador do Cruzeiro Vanderlei Luxemburgo minimizou a modernidade do estilo de jogo da Alemanha. Segundo ele a seleção alemã jogou “com três volantes'' na vitoriosa campanha da Copa do Mundo.

“As pessoas acham que a Alemanha trouxe uma coisa moderna. Pera aí, o que que a Alemanha trouxe de moderno? Jogar com três jogadores de meio-campo, 4-3-3, e um jogador do lado direito, outro na esquerda e mais um centroavante. Três jogadores com dinâmica de jogo'', questionou, referindo-se ao esquema do técnico Joachim Löw com Bastian Schweinsteiger, Toni Kroos e Sami Khedira; Thomas Müller, Miroslav Klose e Mesut Özil.

No bate-papo gravado com o apresentador Ivan Moré, Luxa ainda deu a entender que a aplicação de algo similar no futebol brasileiro é inviável. “Se eu fizer isso aqui no Brasil, colocar três jogadores como jogou a Alemanha, vão dizer: 'pô, você tá botando três volantes, não dá pra jogar com três volantes'. Mas a Alemanha foi campeã do mundo dessa forma e todo mundo achou bonito'', analisou Luxemburgo, chamando os meias técnicos e móveis alemães de meros “volantes''. O técnico não fez qualquer distinção ao modus operandi brasileiro, que se prende ao chamado “cão de guarda'' à frente dos zagueiros e que troca, no setor,  atletas mais cerebrais, de bom toque de bola e capacidade criativa por gente que corre muito, carregadores de bola.

Não contente, o treinador ainda menosprezou o técnico colombiano Juan Carlo Osorio, do São Paulo. O treinador reduziu o trabalho do colega aos bilhetinhos que escreve para os jogadores durante as partidas (com caneta vermelha os assuntos mais importantes e azul o resto).

“Em 1980, 1981, o professor Antônio Lopes no Vasco da Gama já colocava papel na meia pra dar treino, então não é uma novidade. O Joel Santana foi execrado pela imprensa brasileira por causa da prancheta dele. Deram pancada. Aí o Osorio veio com duas canetas para passar bilhete no jogo e tá todo mundo achando novidade. Respeito, tomara que dê certo, deve ter qualidade profissional por aquilo que está fazendo, mas isso não pode representar modernidade'', bradou.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Galvão critica postura de Dunga e pede Kaká e Lucas na seleção
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Galvão Bueno não está nada satisfeito com o trabalho de Dunga na seleção brasileira, nem com o desempenho do time. No Esporte Espetacular deste domingo, o narrador comentou a derrota para o Paraguai e eliminação da Copa América criticando a postura do treinador durante a competição.

“Sou contra esconder as coisas. Muito treino fechado, muita coisa escondida. Esconderam muito, quando esconde, é porque a coisas não caminham certo'', condenou ele, sobre a postura de Dunga no trabalho com a seleção.

“Não quero sacrificar nenhum jogador. Nosso problema foi a escolha (do treinador). Por que foi tão no dia seguinte?  Por que não estudou o Brasil, não se abriu conversa? Como foi a convocação? Por que ficou fora o Lucas para chamar o Douglas Costa? Como um Hernanes fica de fora dessa seleção? Como Kaká, com a bola que está jogando nos EUA, fica de fora? A questão zerar a pedra'', completou.

A crítica contundente muda a postura de Galvão em relação à seleção brasileira. Sempre otimista, o narrador agora se diz preocupado com o futuro da equipe. “Acho que tem que mudar alguma coisa na convocação, no conceito do trabalho. Acima de tudo, mudar conceitos. Chamar jogadores mais experientes para este princípio de eliminatórias. Não vai ser fácil. Números de audiência mostram a paixão do torcedor pela seleção. O torcedor não quer ver o time jogando desta forma nas eliminatórias. O dono do time é o torcedor''.

E Galvão não foi o único a questionar o trabalho que está sendo feito na seleção brasileira. Ao lado dele, o ex-jogador e comentarista Júnior também censurou o desempenho do Brasil. “Por que não temos intensidade o jogo todo, como Chile e Argentina? São time melhor treinados que o nosso. Mais entrosados. A gente viu no Paraguai organização, mas não nos 90 minutos. O que a gente tira da Copa América? Foi o que o Robinho falou: “Nós precisamos melhorar, e muito. Se o jogador que tem mais bagagem diz isso…''

A seleção brasileira desembarca em São Paulo às 16h deste domingo após a eliminação da Copa América. E volta a jogar uma competição oficial em outubro, quando começam as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2018.


‘Balada’ dificulta trabalho de repórter do UFC, e Cleber faz graça
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Nesta madrugada de UFC na Globo, pouco antes da transmissão do combate entre o brasileiro Lyoto Machida e o cubano Yoel Romero, pela categoria dos médios, o narrador Cleber Machado brincou com o sofrimento do repórter Cesar Augusto que foi chamado por ele a falar ao vivo em meio a um som altíssimo no local do evento, o Seminole Hard Rock Hotel e Cassino de Hollywood (perto de Miami).

Cleber-balada-reporter_Reproducao-TVGlobo“Beleza Cesar Augusto, trazendo as informações. Então o Anderson ainda tem pouco mais de um mês para apresentar essa nova defesa e aguardar o resultado da comissão do UFC'', disse Cleber, sobre o trabalho árduo do colega para depois comentar: “e você viu que entre uma luta e outra, para quem gosta de uma balada o som é bacana por lá.''

O repórter da Globo falava nos Estados Unidos sobre uma possibilidade de Spider e seus advogados tentarem não uma absolvição do caso de doping, mas ao menos atenuar a pena, isso baseados em um segundo exame descoberto, não anexado ao processo, cujo resultado deu negativo. Teriam até o dia 7 de agosto para apresentar essa defesa.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Comentaristas são unânimes e detonam seleção de Dunga após eliminação
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As mesas redondas esportivas debateram na noite deste sábado a eliminação brasileira da Copa América e teve de tudo: Galvão falando que a Seleção perdeu chances de definir o jogo e pregando necessidade de melhora para as Eliminatórias, comentaristas criticando o técnico Dunga e a mentalidade brasileira de jogo, sugestão de técnico estrangeiro e alívio brasileiro por fugir da Argentina de Messi nas semifinais.

Confira as opiniões na TV:

Galvão Bueno, narrador da Rede Globo:

“Brasil jogou bem durante 30 minutos, fez o gol e o próprio Robinho disse ao final: 'tivemos a oportunidade de definir o jogo'.Quando não definiu e trouxe o inimigo para dentro da sua própria casa, o Brasil complicou a vida e na decisão por pênaltis perdeu. Temos que melhorar muito porque as Eliminatórias vêm por aí já no mês de outubro.''

José Trajano, no programa Linha de Passe, da ESPN:

“Aquele gol foi a única jogada. Tirando dois gols do Philippe Coutinho e esse gol, a Seleção não fez rigorosamente nada, e o Paraguai é um time medíocre. Vendo a coletiva do Dunga, dá a impressão que não aconteceu nada de errado, trabalho bem feito e bem planejado e que uma simples virose e acabou com a Seleção Brasileira. O Roberto Firmino, pelas atuações que fez nessa Copa América custar 120 milhões e o Douglas Costa [negociado com o Bayern de Munique] só pode ser lavagem de dinheiro, além de outras desconfianças que tenho.''

Juca Kfouri no mesmo Linha de Passe:

“Que mudança houve depois da Copa? Puseram o Dunga no lugar do Felipão. Você considera isso uma mudança? Evidente que não é. Não se fez nada. O que mais precisa acontecer para que as coisas mudem? Segundo eliminação consecutiva nos pênaltis para o Paraguai. O Paraguai somos nós e aí eu me pergunto: não terá sido melhor ser eliminado hoje pelo Paraguai nos pênaltis do que levar uma traulitada da Argentina na terça-feira?''

Comentarista Mauro Cezar Pereira na mesa redonda da ESPN:

“Fica cada vez mais evidente que o Dunga não tem qualificação para ocupar o cargo, não só pelo seu trabalho como treinador que é ruim, ma por alguns predicados que o cargo exige: diante de câmeras de televisão, fala coisas sem sentido, é um cara que à beira do campo mais parece um torcedor, não consegue refletir, não tem ideias, o seu repertório como técnico é muito pobre. Não conseguiu avançar nada desde a demissão do Mundial de 2010 e tá até pior porque em 2010 tinha o Jorginho do lado dele, que é uma pessoa capaz de enxergar melhor as coisas. Acho que a Seleção Brasileira deveria contratar um técnico estrangeiro de primeira linha. Não vejo nenhum técnico no país que tenha capacidade de comandar o Brasil nesse momento.''

Mário Marra, comentarista da ESPN, no programa Bate-Bola:

“O Dunga fala: 'temos que jogar com velocidade'. Você pode não jogar com velocidade, ser um grande time sem velocidade. É isso, o remédio vai ser velocidade? Não vai. Isso resolve um jogo, talvez até um campeonato. O nosso problema é uma hemorragia interna, muito grande, um esparadrapo não vai curar nem tapar, só que vai enganar, engana durante um tempo.''

Rafael Oliveira, analista também da ESPN:

“Meio-campo fica nessa de 'falta um 10'. O futebol de hoje não é dependente de um 10. Sites de estatísticas apontaram, e aconteceu hoje, que o Brasil teve mais posse de bola nas laterais do que com os volantes durante toda a Copa América. E hoje o jogo passa pela distribuição nesse setor do campo. Se não consegue ter qualidade para distribuir e se impor por ali, seu jogo não vai fluir. Não é culpa do Elias e do Fernandinho, é culpa de uma mentalidade. Esse é o tipo de transformação, de reformulação, de repensar que o Brasil precisa passar, porque é muito simples dizer que a geração é ruim. Não é. O Philippe Coutinho esteve entre os indicados a melhor jogador da última Premier League, o Willian é titular do Chelsea campeão da Premier League. Não são craques, mas dá pra fazer um time coletivamente mais forte. A individualidade é o Neymar, mas falta o coletivo.''

Eduardo Monsanto, apresentador doo programa Bate-Bola:

“O Brasil tem jogadores capazes de formarem um time coletivo, mas não tem o técnico.''

Edinho, ex-jogador comentarista no Seleção Sportv:

“Como é que a gente tá cobrando resultados de um Brasil de um tempo atrás se não somos mais o Brasil de um tempo atrás. Tem que ter calma agora, ter paciência, os resultados foram bons de amistosos, o amistoso faz parte do processo. O Brasil até teve uma imposição no começo, o Paraguai ficou preocupado. O Brasil não foi incisivo, envolvente. Trazer técnico estrangeiro é importante, desde que esteja aberto a isso e que o próprio treinador venha ver o nosso conceito, nossa cultura, que é mais difícil.''

Paulo Cesar Vasconcellos, no mesmo programa:

“Talvez o que cause um certo desconforto é que em nenhum momento ao longo dessa Copa América, não é que se vá ver atuações espetaculares, mas que talvez falte um pouco de consistência ao jogo brasileiro. Talvez o que decepcione e cause uma enorme irritação no torcedor seja a ausência de consistência, porque você não vai querer que uma seleção que trocou de técnico e disputou amistosos, trabalho iniciando, vá ser a melhor do mundo.''

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo

 


Globo Esporte toma as dores de Neymar e ri de penal perdido por Zuniga
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Reportagem exibida neste sábado pela edição paulista do Globo Esporte fez questão de tripudiar do colombiano Camilo Zúñiga pelo pênalti perdido na eliminação para a Argentina no duelo de quartas de final do torneio. O motivo: a lembrança da entrada do jogador em Neymar que acabou tirando o craque brasileiro da Copa do Mundo.

“O pênalti era contra a Argentina e 99% dos brasileiros não torceram contra nem a gente no Globo Esporte porque na batida estava ele, seu Zúñiga, da Colômbia. Lembra dele? Arrebentou as costas do Neymar na Copa, tirou o nosso craque do Mundial'', disse Léo Bianchi, apresentador da atração, quase em tom de editorial, enquanto eram mostradas as primeiras imagens do material sobre a partida.

E no momento que Zúñiga teve o pênalti defendido, foi assim que o programa retratou o momento na voz de Bianchi: “tava empatado, 4 a 4, cobranças alternadas, Zúñiga foi pra bola e…mostrou que só sabe bater na maldade. Não trocou a ferradura e parou no goleiro.''

Curiosamente, o Globo Esporte costuma brincar com os argentinos, com os seus apresentadores, entre os quais o titular Tiago Leifert, fazendo questão de tirar um sarro quando têm maus resultados e minimizando triunfos. São tratados quase como inimigos, porém não neste sábado. Por causa do “nosso Neymar''? Pareceu.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Galvão lamenta no JN comentário infeliz de Dunga sobre afrodescendentes
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Em participação no Jornal Nacional desta sexta-feira, o narrador Galvão Bueno não deixou passar batido a declaração polêmica de Dunga na entrevista coletiva às vésperas do confronto contra o Paraguai que decidirá o futuro do Brasil na Copa América: “acho que eu sou afrodescendente de tanto que apanhei e gosto de apanhar. Os caras olham para mim: 'vamos bater nesse aí''', disse o técnico da Seleção.

O narrador global lamentou a polêmica declaração de Dunga interpretada como racista: “Eu espero que em campo o Dunga seja mais feliz do que foi hoje na escolha das palavras'', disse Galvão, para depois fazer referência à nota da CBF, emitida três horas depois do incidente, na qual o treinador pediu desculpas.

“Quero me desculpar com todos que possam se sentir ofendidos com a minha declaração sobre os afrodescendentes. A maneira como me expressei não reflete os meus sentimentos e opiniões'', pronunciou-se Dunga no site da CBF.