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Galvão chama Luciano do Valle de ‘referência’ e dedica transmissão da Liga
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Em sua primeira transmissão após a morte de Luciano do Valle, Galvão Bueno não esqueceu seu ‘rival’ de narração. Nos acréscimos do jogo entre Real Madrid e Bayern de Munique, pela semifinal da Liga dos Campeões, o locutor da Globo citou o ex-colega, chamando-o de referência.

“Permita em nome de toda a nossa equipe da Globo, eu queria dedicar essa narração, a transmissão desse jogo ao meu querido amigo Luciano do Valle, meu adversário ponto a ponto, minha referência, meu parceiro e meu amigo que nos deixou no último sábado. Fica para ele em nome de toda equipe dedicada essa transmissão, à memória de Luciano do Valle”, disse Galvão Bueno, ficando alguns segundos em silêncio na sequência.

O narrador da Globo já havia falado sobre Luciano do Valle no dia da morte do locutor no último sábado. Galvão entrou ao vivo no Brasil Urgente, da Band, e lamentou a morte do amigo.

“A televisão brasileira e a comunicação brasileira ficam mais pobres. Luciano é um marco para a história do país. Eu me orgulho de poder dizer que fui amigo, que eu concorri com ele e que eu aprendi com ele”, falou o locutor, que ainda ressaltou que ‘enfrentar’ Luciano do Valle fez com que ele crescesse.

No mesmo dia, Galvão Bueno gravou um depoimento para o Jornal Nacional lamentando a perda do narrador.

Luciano do Valle morreu aos 66 anos no último fim de semana após ter um infarto no voo que o levava para Uberlândia, onde transmitiria o jogo entre Atlético-MG e Corinthians.

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Galvão usa gols de Juninho para brincar com Caio por “seca” na Liga
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Galvão Bueno fez diversos elogios ao seu novo companheiro de transmissão, Juninho Pernambucano, ao lembrar sua época como jogador do Lyon. Juninho participou da semifinal da Liga dos Campeões entre Real Madrid e Bayern de Munique, nesta quarta-feira, ao lado de outro ex-atleta, Caio Ribeiro, e Galvão acabou estabelecendo uma relação entre o passado dos dois como jogadores.

Durante o intervalo, a Globo mostrou gols de Juninho Pernambucano contra Real e Bayern em edições antigas da Liga dos Campeões, onde ele jogou em seu período pelo Lyon, entre 2001 e 2009. “Fiz 16 gols, sou o artilheiro do Lyon na Liga”, lembrou. “Batia falta mal o Juninho?”, perguntou Galvão, ao ver uma das cobranças certeiras do ex-meia.

Depois de exibir os gols, Galvão brincou com Caio, que passou por Inter de Milão e Napoli na década de 1990 e não marcou na principal liga europeia. “Agora vamos ver os gols do Caio… não, não tem”. “Traíra, hein, Galvão?”, disse o comentarista, rindo, para Galvão ressaltar que estava brincando com o companheiro. Juninho, por sua vez, elogiou Caio: “Mas ele fez gols mais bonitos que eu.”

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Minutos depois, Juninho apontou Bastian Schweinsteiger, do Bayern, como o melhor volante do mundo, “disparado”. Caio colocou o italiano Pirlo ao lado do alemão, e Juninho respondeu: “Com a juventude, diferente do Pirlo, [Schweinsteiger] consegue manter mais o nível por 90 minutos”.

Galvão concordou com o novo comentarista da Globo: “Estou mais com o Juninho nessa do que com você, Caio”. O ex-jogador do São Paulo respondeu que colocaria Pirlo e Schweinsteiger juntos. “Meu time não marca, meu time joga”, disse Caio, sorrindo, enquanto Galvão respondeu simplesmente “ah, rapaz…”


Bandeirinha “gostosa” diz que namorado não tem ciúme e revela cantadas
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Crédito da imagem: Reprodução/Rede Globo 

A bandeirinha Maíra Americano Labes foi alvo de grande polêmica no último sábado após ter sido chamada de “gostosa”pelo técnico Celso Teixeira, do Juventus, em partida do Campeonato Catarinense.

Na madrugada desta terça-feira, entretanto, ele deu uma entrevista ao Programa do Jô, da Rede Globo, e pediu para que o “respeito já começasse entre os profissionais dentro de campo”. Apesar disso, garantiu que o seu namorado não ficou bravo com o ocorrido.

“Meu namorado também trabalha na arbitragem. Ele entende, sabe que isso nunca vai deixar de existir. A mulher, querendo ou não, é um objeto diferente dentro de campo, é uma atração a mais no meio de tantos homens”, falou.

Maíra também contou que a maioria dos jogadores a respeita, mas que alguns, às vezes, acabam soltando brincadeirinhas e xavecos dentro do jogo.

“Uma vez marquei um lateral e um jogador chegou do meu lado e disse: ‘Nossa, não dá nem pra te xingar’”, disse. ”O outro falou que pra eu nem falar com ele porque eu não tinha adicionado ele no Facebook. Vamos fazer o que né? tem que rir”, terminou a auxiliar de arbitragem.

Jô Soares também se destacou durante a sua entrevista. Ele elogiou os olhos da bandeirinha, disse que o técnico não estava tão errado assim no ‘elogio’ feito a ela e ainda travou o seguinte diálogo com Maíra:

: “Mas e se o juiz pergunta pra você: ‘ô, gostosa! Foi impedimento ali?’”
Maíra: “O juiz é autoridade máxima dentro do campo”.
: “Juízes, aproveitem!”

Musas esportistas

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Armando Marques admite erros, corneta Neymar e leva plateia do Jô aos risos
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O ex-árbitro Armando Marques levou a plateia do Programa do Jô, da TV Globo, aos risos em entrevista levada ao ar na madrugada desta quarta-feira. Marques admitiu erros de sua carreira, fez piadas e ainda cornetou o atacante Neymar.

Perguntado por Jô Soares se ainda tem o hábito de ver futebol, Armando Marques disse que assiste com menos frequência, e citou Neymar ao falar que a modalidade já não é mais tão atraente.

“O futebol ultimamente, para mim, caiu muito. Esse menino do Santos que agora foi para o Barcelona, vão acabar com esse menino. Vão acabar rápido. Estão dizendo que ele é o maior do mundo e ele começa a simular faltas”, disse Marques.

Neymar ainda recebeu outra cornetada do ex-árbitro, que disse que o jogador do Barcelona tem suas qualidades exageradas. “Ele é um bom jogador, mas não é tão bom quanto ele pensa. Porque Pelé só teve um. Eu desafio alguém que me diga outro Pelé, outro Garrincha”, afirmou.

Marques relembrou o famoso erro na disputa de pênaltis na decisão do Campeonato Paulista de 1973, entre Santos e Portuguesa, quando ele encerrou as cobranças quando a Lusa ainda tinha chances de igualar o placar, dando a vitória ao Peixe. “Contei quatro como cinco. Para você ver a porcaria de economista que eu era”, disse, em referência a sua formação.

“Não entrava na minha cabeça que eu não vi o Pelé cobrar, como é que eu não vi? Eu devia estar meio louco aquele dia. De vez em quando isso acontece comigo, eu fico meio cachorro danado, aí é meio perigoso”, contou Marques.

Questionado pelo seu estilo dentro de campo, Armando Marques fez até uma piada. “Eu expulsava só com o dedo. Falava ‘fora’. Até fizeram uma música com o ‘dedinho do Armando’. Eu não tinha outra coisa para fazer com o dedo”, disse.

O ex-árbitro arrancou mais risos da plateia quando disse que não há um colega de profissão que não tenha cometido erros. “Quem diz que nunca fez uma boa cagada, ou é mentiroso ou nunca apitou”, disse, antes de contar outro desses enganos.

“Eu tenho muitos erros, muitos. Mas palavra de rei não volta atrás. Uma vez eu dei um cartão amarelo a um jogador e fui fazer a súmula. Como é que eu dei cartão para esse jogador, se ele estava no banco? Passei para o outro”. “Mesmo sem ter merecido”, perguntou Jô. “Não quero nem saber”.

Marques, porém, fez uma restrição. “Eu nunca errei um impedimento, porque eu sempre ficava na linha do último defensor. Errei pênalti, errei gol, mas nunca errei impedimento”.


Antero e Amigão relembram ‘crises de riso’, mas garantem: “É espontâneo”
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Crédito da imagem: Reprodução/ESPN

A dupla Antero Greco e Paulo Soares, o “Amigão”, tentaram explicar algumas das suas ‘crises’ de riso enquanto apresentam edições do programa Sportcenter, da ESPN.

Convidados do programa The Noite, do SBT, eles ‘culparam’ os câmeras, as piadinhas internas e também as matérias mais engraçadas. Apesar disso, garantem: “o riso no Sportcenter é sempre espontâneo”.

“A gente estava lá esses dias, por volta da 1h da manhã, e começamos a escutar alguém roncando… Olhamos para lá e era o câmera dormindo!”, brincou Antero.

Além disso, a dupla confessou que é difícil se controlar em alguns momentos em que o assunto exige mais seriedade: “Teve a vez que alguém tinha morrido, mas antes tinha acontecido uma bobagem no estúdio lá… A gente ficava assim, se segurando”.

No programa em si, a dupla brincou, falou sério, e ainda apresentou um ‘jornal fake’ chamado “Outros Sportcenter”. O desafio imposto por Danilo Gentili, apresentador do The Noite, era que Antero e Amigão conseguissem ler e ver as notícias sem rir… Eles até que conseguiram.

Relembre abaixo um dos principais momentos da dupla:


Caio Ribeiro corneta Tinga no ‘Bem, Amigos!’: “mão de vaca”
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O comentarista Caio Ribeiro deu uma cornetada no volante Tinga, do Cruzeiro. Em participação no programa Bem, Amigos!, do SporTV, o ex-jogador brincou com o fato de ficar sem camisa de presente.

Ao voltar do comercial, o apresentador Jader Rocha mostrou uma camisa branca do Fluminense, presente dado pelo técnico Cristóvão Borges. Na sequência, Caio Ribeiro também exibiu um uniforme, desta vez o laranja.

“Já que o Tinga mão de vaca não trouxe para nós, a gente vai mostrar a do Fluminense”, falou o comentarista brincando com a situação e arrancando uma risada do volante.

O técnico Cristóvão Borges tentou defender o jogador do Cruzeiro. “O Tinga veio de Salvador”, falou o treinador fazendo referência ao jogo que o volante teve contra o Bahia, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

Na sequência, o também comentarista Alberto Helena Jr. resolveu cornetar Arnaldo Cezar Coelho, que foi ausência no programa desta segunda-feira.

“Sorte dele (Tinga) é que o Arnaldo não está aí. Se não ia recair sobre a cabeça do Tinga a maldição do Arnaldo”, brincou ao falar sobre a falta da camisa.

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Prieto pede desculpas por choro ao vivo e revela que quase foi substituído
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O choro ao vivo de Nivaldo Prieto em função da morte de Luciano do Valle, no domingo, não foi o único momento de emoção e sensibilidade vivenciado pelo narrador da Band. Abalado com a perda do amigo e ídolo, Prieto foi avisado pela emissora de que um locutor reserva estaria de prontidão caso ele não conseguisse narrar o jogo São Paulo x Botafogo, domingo, no Morumbi.

Prieto foi chamado ao vivo por Milton Neves no domingo durante o programa “Gol, o Grande Momento”, minutos antes do jogo São Paulo x Botafogo. Mas só conseguiu cumprimentar os telespectadores e logo depois começou a chorar, tendo inclusive o áudio cortado.

Ao UOL Esporte, Prieto afirma ter realizado a pior narração da vida e diz que respirou fundo para dar prosseguimento à locução.

“No trajeto ao Morumbi, eu fui ficando mais emocionado. Tentei ir até mais cedo ao estádio para me preparar. E toda hora que eu botava o fone antes do jogo, só ouvia a voz do Luciano. Isso me deixou cada vez pior, até que eu pedi para cortar o áudio. A ideia era só dar o ‘vai’ para a minha entrada (sem áudio antes)”, falou.

“Eu tinha que narrar. Assim que o jogo começou, me concentrei na partida. Mas já tinha gente [narrador] de stand by [reserva] caso eu não conseguisse. Só quando me senti mais seguro na transmissão é que eu falei o nome do Luciano”, continuou.

Prieto relata que pediu desculpas não só a Milton Neves, que apresentava o programa pré-jogo, mas para as outras pessoas da Band. Emotivo, o narrador conta que as duas décadas de convivência com do Valle o deixaram sensível naquele momento.

“Fiquei envergonhado pelo o que aconteceu ao vivo. Peço desculpas, porque a maioria conseguiu levar a transmissão [sem chorar], mas eu não consegui. Sou assim”, falou.

“Eu estive com o Luciano faz 15 dias no estúdio para fotografia da equipe da Band que cobriria a Copa. Ele estava muito bem de saúde. Era visível no rosto dele a alegria. Até eu perguntei: ‘Estou te vendo muito mais bonito, bacana. O que não faz uma Copa’. O Luciano respondeu: ‘Vou para o meu 11º Mundial. É um grande momento. Estou muito entusiasmado’”, relembrou Prieto.

Milton Neves foi quem chamou Prieto ao vivo no momento em que ele chorou. Percebendo a reação inesperada de companheiro, Milton chamou a palavra de volta, preservando o narrador no momento de emoção.

O apresentador da Band exaltou o fato de Prieto mostrar seus sentimentos ao vivo.

“Depois disso [choro ao vivo], o Prieto veio falar comigo depois do jogo, já no estúdio da Band quando acabou a rodada. Ele veio, me deu um abraço e pediu desculpas. Falou ‘pô, atrapalhei seu programa’. Eu respondi: ‘você está louco, emocionou todos nós e deu demonstração de carinho e amor. Você emocionou o país, não esquenta a cabeça com isso não’”, continuou Milton.

Bruno Thadeu e José Ricardo Leite
Do UOL, em São Paulo

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Roda Viva com Senna em 86 teve ídolo evasivo e show de Marcelo Rezende
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Em homenagem aos 20 anos da morte de Ayrton Senna, o programa Roda Viva reprisou nesta segunda-feira a participação do piloto na atração, que aconteceu em 1986. No entanto, apesar De o foco ser a entrevista com o ídolo do automobilismo mundial, uma outra figura bem conhecida do público brasileiro se destacou na ocasião: Marcelo Rezende.

Hoje apresentador do Cidade Alerta, da TV Record, Marcelo Rezende trabalhava na revista Placar em 86 e foi um dos convidados do programa. Naquela época, o jornalista já demonstrava humor ácido e fez diversas piadas para descontrair o clima ao longo da entrevista.

A primeira pérola veio logo em sua primeira pergunta. Após a negativa de Senna em falar sobre política no programa, Rezende questionou o piloto sobre a diferença entre ele e Nelson Piquet. Ayrton adotou um tom evasivo, o que imediatamente gerou uma reclamação do jornalista.

“Você já não gostou de falar de política. Outra? Acaba o programa. Eu vou embora”, brincou, arrancando risos dos demais membros da bancada.

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Pouco tempo depois, Marcelo voltou a atacar. Antes de responder uma pergunta, Senna respirou profundamente e soltou um suspiro, o que gerou uma nova reação do hoje apresentador.

“Isso aqui é um programa de suspiro? Nunca vi ninguém suspirar tanto. Está apaixonado?”, questionou, novamente divertindo os demais entrevistadores.

Ao longo do programa, Marcelo Rezende ainda descontraiu o ambiente em mais duas oportunidades. A primeira foi ao questionar Senna sobre sexo antes das corridas. A segunda veio a revelar um “exigência” do piloto antes de participar do Roda Viva.

“Nós estávamos conversando antes do programa e me disseram que a Luíza Brunet deveria vir entrevistá-lo. Por que a Luíza Brunet?”, perguntou. A situação deixou o astro um pouco sem jeito. No entanto, Senna respondeu dizendo que era apenas um admirador do trabalho da atriz e modelo.

Além de Marcelo Rezende, o programa também contou com a participação de outros nomes consagrados do jornalismo esportivo, como Galvão Bueno, Reginaldo Leme e Claudio Carsughi.

Mas não foram apenas as piadas de Rezende que ditaram o ritmo da atração. A emoção apareceu quando os monitores mostraram a vitória de Senna no circuito de Detroit, em 86. As imagens mostraram o piloto dirigindo sua Lotus com uma bandeira do Brasil. Foi a primeira vez que o ídolo fez o gesto que virou uma de suas características após cada corrida que vencia.


Cléber Machado elogia Luciano do Valle e cita três referências da locução
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Cléber Machado

O narrador Cléber Machado não poupou elogios a Luciano do Valle em participação no “Bem, Amigos”, do SporTV. Ao falar sobre o narrador, que morreu no último sábado, o locutor comentou que Luciano, ao lado de Silvio Luiz e Galvão Bueno, são influências em sua carreira.

“Falar do Luciano é falar de um narrador que é uma escola para nós hoje que narramos. Para minha geração, da década de 80 para cá, quase 20 anos, temos três narradores que influenciam nosso estilo, é uma mistura que fazemos. Temos a descontração de Silvio Luiz, o timing de Galvão Bueno e a vibração e precisão do Luciano do Valle”, disse Cléber Machado.

O narrador também falou sobre a importância de Luciano do Valle para o esporte nacional. “Ele pensou em um canal do esporte em rede nacional, Luciano adorava esporte, acreditava, e com razão, que o esporte pode ajudar um país a melhorar. Transmitia emoção quando estava com microfone na mão, além da qualidade na voz”, completou.

Luciano do Valle foi assunto ao longo de todo o primeiro bloco do programa. Além de Cléber Machado, os demais comentaristas também prestaram suas homenagens para o narrador, elogiando seu trabalho.

O locutor morreu no último sábado após ter um infarto. Luciano começou a passar mal em um voo que ia de São Paulo para Uberlândia, onde ele narraria o duelo entre Corinthians e Atlético-MG.

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Globo Esporte faz homenagem e mostra Do Valle como apresentador
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LUCIANO

O narrador Luciano do Valle, morto no último sábado vítima de um infarto, recebeu homenagens no Globo Esporte. Ao invés da tradicional abertura, a edição desta segunda-feira começou com uma vinheta antiga e com imagens do locutor na apresentação do programa.

“No fim de semana perdemos um dos grandes, Luciano do Valle, que já esteve aqui apresentando este programa. Se estamos aqui hoje, devemos um pouco a esse cara”, disse Tiago Leifert.

O programa ainda mostrou as homenagens a Do Valle na rodada do Brasileirão e encerrou a edição desta segunda-feira com narrações antigas e imagens do locutor.

“Torcedores e times deram adeus a um dos maiores contadores de história que o Brasil já viu. O programa de hoje é dedicado ao Luciano do Valle e quem dará boa tarde não serei eu, será ele”, afirmou Leifert, antes da exibição das imagens.

Luciano do Valle trabalhou 11 anos na Globo. Ele esteve na cobertura dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, acompanhou do Rio a Copa da Alemanha, em 1974 e em seguida, com a saída de Geraldo José, tornou-se o principal locutor da Globo, numa época pré-Galvão Bueno.

Após sair da Globo em 1982, teve passagem pela Record e depois foi para a Bandeirantes, sendo também o responsável pela criação do “Show do Esporte”, programa que durava até 11h no autointitulado “canal do esporte”.

Luciano do Valle já havia sido homenageado pela Globo na edição de sábado do Jornal Nacional. Reportagem sobre a morte do locutor mostrou narrações dele pela emissora e trouxe depoimentos de Galvão Bueno, Cléber Machado e Luís Roberto.

Galvão também prestou homenagem ao amigo e concorrente durante participação ao vivo no programa Brasil Urgente, da Band. “Nós trabalhamos juntos durante quase um ano na Globo, e ele me ensinou muito. Para poder enfrentá-lo eu tive de me esforçar muito. Tive de me tornar mais conhecedor”, disse o narrador.#uolbr_geraModulos(‘embed-lista’,'/2014/luciano-do-valle-1397939753712.vm’)