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Casagrande responde bem a tratamento médico, mas não tem previsão de alta
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O boletim médico apresentado nesta terça-feira não apresenta muitas novidades no quadro clínico do comentarista esportivo Walter Casagrande Junior. Assim como o comunicado da segunda-feira, o hospital TotalCor informa que o ex-jogador segue em recuperação de saúde após infarto sofrido na sexta-feira.

Casão responde bem ao tratamento e não tem previsão de alta. O profissional da Rede Globo vem se recuperando gradativamente. Ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no domingo. O ex-jogador do Corinthians foi transferido para o quarto.

Casagrande sentiu dores no peito na manhã de sexta-feira e foi levado ao hospital. Diagnosticado o infarto, o comentarista passou por cirurgias de cateterismo e angioplastia.

De acordo com Gilvan Ribeiro, jornalista e biógrafo de Casagrande, o ex-jogador estava em ótimas condições de saúde e emocionais antes do incidente.

Casagrande defendeu o Corinthians nas décadas de 80 e 90 e fez parte do período conhecido como Democracia Corintiana. Também atuou por Caldense, São Paulo, Flamengo, Porto-POR, Ascoli-ITA e Torino-ITA, além de defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1986 Após deixar os gramados, Casagrande se firmou como comentarista da TV Globo, marcando suas participações por opiniões contundentes.

Em 2007, o ex-jogador foi internado por dependência de drogas e ficou afastado das atividades na televisão por quase dois anos. Superado o período difícil, lançou o livro “Casagrande e Seus Demônios”, no qual relata sua luta contra o vício de entorpecentes.

Confira o Boletim Médico

O Hospital TotalCor informa que o Sr. Walter Casagrande Jr. segue internado com quadro de saúde estável e evoluindo positivamente ao tratamento.


Repórter da Globo enfrenta tristeza e mortes no Nepal: “Nunca vou esquecer”
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Carol Barcellos está acostumada às aventuras mais radicais e a alcançar o seu limite físico seja em uma maratona no Polo Norte, em um mergulho no escuro ou na corrida de 127 km no meio da selva. Mas nada disso se compara à situação mais desafiadora que enfrentou na vida diante do maior terremoto da história do Nepal.

A jornalista da TV Globo passou 18 dias no país asiático cobrindo a tragédia que matou mais de 8600 pessoas e destruiu quase meio milhão de casas nos dois terremotos que atingiram o país em 25 de abril e 12 de maio.

Carol voltou ao Brasil bem no Dia das Mães e pode matar as saudades do marido, o repórter do Sportv Bruno Côrtes, e da filha em um reencontro emocionado. Mas as cenas assustadoras que ela presenciou não vão sair da cabeça e a fizeram refletir sobre a vida.

“A imagem mais forte para mim foi a do pai que ‘abençoava’ um monte de escombros. A filha dele de quatro anos estava ali embaixo, morta. Nunca vou esquecer”, conta. “Mais do que casas, templos e outras construções, muitos perderam pessoas amadas, família. Era muita tristeza!”, contou Carol, em entrevista ao UOL Esporte.

carolbaQuando saiu do Brasil em meados de abril, Carol nem imaginava o que estava por vir. Ela e seu parceiro de aventuras Clayton Conservani chegaram ao país três dias antes da tragédia para gravar um episódio da nova temporada do programa Planeta Extremo.

Quando sentiram o primeiro tremor, a jornalista e a equipe da atração global estavam na estrada em direção à Região Oeste do país para fazer uma gravação. Eles foram informados pelo produtor nepalês que os acompanhava que a situação em Kathmandu era grave. Foi aí que decidiram voltar à capital e começar a cobertura do episódio.

Carol cumpriu seu trabalho como jornalista, mas não deixou de se envolver com o que estava acontecendo. Na cena mais marcante da cobertura, veiculada inúmeras vezes pela TV Globo, um novo tremor acontece enquanto ela realiza uma entrevista. Carol mostra todo o seu desespero.

“Foi bem forte. Foi a primeira vez que senti um terremoto. A gente não consegue saber onde está o risco. Porque ele está em todos os lados. Parece que o chão vai abrir… Que o teto vai cair… Que nós vamos cair”.

Além de lidar com o medo, ela ainda enfrentou uma situação de recursos limitados. Faltava energia no país e era constante a preocupação com o racionamento de água e com o risco de contaminação por doenças. Nem o sono era respeitado. Os hotéis proibiram os hóspedes de irem para os quartos porque havia riscos de desabamento. Foi praticamente impossível dormir por quatro noites.

A comunicação com o Brasil também era muito complicada, e Carol conseguiu falar com a família poucas vezes. A pequena Julia, de três anos, foi poupada pelos pais e não soube dos reais riscos que a mãe corria.

“A comunicação era muito difícil. Quando conseguia mandar mensagens pro Bruno, me preocupava em avisar que eu estava bem e pedia notícias da nossa filha. A Julia é muito pequena! Por isso, não contamos a ela o que aconteceu. Era uma forma de protegê-la. No futuro, na hora certa, vou contar tudo a ela!”, disse.

Apesar dos momentos difíceis que passou nos 18 dias, ela também viveu momentos emocionantes e bonitos. Em uma tragédia, o lado humano pode se sobressair. A solidariedade e a união das pessoas falam mais alto para juntar os casos e recomeçar.

Carol levará um grande aprendizado da experiência e acredita que a experiência a mudará para sempre. “Foi muito difícil deixar uma cidade completamente destruída, tão diferente da que conhecemos quando chegamos ao Nepal. Fizemos amigos. E me encantei com o país! Principalmente com o povo. Quero e vou voltar um dia! Quando voltamos para o Brasil, quando segurei minha filha, tive a sensação que… acho que toda mãe deseja! Me senti capaz de protegê-la de novo!! A gente precisa tocar no filho, ne? Queria ficar ali abraçada a Julia pra sempre. A Julia é a minha vida! E, depois de tudo, só posso agradecer pela saúde dela e por todos os dias em que estamos juntas''.

“Aprendi a me preocupar com o que realmente importa: valores morais, família, saúde, cuidar dos outros. E aprendi a nunca desperdiçar um sorriso! Cada momento de alegria é precioso demais!”, disse. “Nunca vou esquecer. O que aconteceu, agora, faz parte de mim”.

Luiza Oliveira e Leandro Carneiro
Do UOL, em São Paulo


Tralli corneta novo técnico do São Paulo: “maior brasileiro é discutível”
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Crédito: Reprodução/TV Globo

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Após exibição de reportagem do SPTV 2ª Edição nesta segunda repercutindo a chegada do novo técnico do São Paulo, o colombiano Juan Carlos Osorio, ex-Atlético Nacional, o apresentador César Tralli ficou bem incomodado com a referência do profissional ao clube do Morumbi como “o maior do país”.

“É o maior desafio da minha carreira. Um colombiano ser chamado a trabalhar no futebol brasileiro já é bom, mas pelo São Paulo, maior clube do país, é impossível dizer não”, declarou Osorio, em resposta a uma pergunta de um torcedor presente na sua coletiva de apresentação que foi quem primeiro chamou assim o time pelo qual torce: “qual o seu sentimento em comandar o maior clube brasileiro?”, formulou a pergunta, lida em um pedaço de papel, característica do treinador durante as partidas quando quer passar recados a seus atletas.

“Essa coisa de maior clube brasileiro é meio discutível, né? Polêmico, mas deixa pra lá”, cornetou, Tralli, assim que a imagem voltou para ele no estúdio. Teria falado mais alto o seu assumido coração corintiano? Pareceu.


Intrigada com penteado, Fátima Bernardes manda pergunta pra Daniel Alves
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“O Atlético deu uma lavada no Vasco, né?”, lembrou, desanimada, a torcedora cruzmaltina Fátima Bernardes em seu Encontro desta segunda. Mas a apresentadora viu outro motivo para rir: o corte de cabelo do lateral Daniel Alves, do Barcelona. “Que boniiiito”, dessa forma ela reagiu assim que a imagem com o visual diferente do jogador foi mostrada na atração matinal da Globo.

“Daniel, queria saber, quando você faz esse penteado é para que outras pessoas também façam, é para que ninguém faça, é para que você seja o único da face da Terra a ter um cabelo assim?”, questionou, Fátima, agora sorridente.

Aliás, a atriz palmeirense Denise Fraga, ali presente, também, mas diferente de Fátima, feliz por causa do resultado do seu time de futebol no domingo: “eu preciso falar que nós ganhamos de 2 a 0 ontem no Itaquerão do Corinthians. Estamos todos felizes”, celebrou. “Ela veio até de verde, olha, gente”, comentou, Fátima.

Imagem: Reprodução/TV Globo


Casagrande permanece com quadro estável de saúde após infarto
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O comentarista e ex-jogador Walter Casagrande Junior permanece com quadro de saúde estável, mas respondendo positivamente ao tratamento. Esse foi o comunicado apresentado nesta segunda-feira de manhã pelo hospital TotalCor. O profissional da Rede Globo sofreu infarto na sexta-feira.

Casão vem se recuperando gradativamente. Ele deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no domingo. O ex-jogador do Corinthians foi transferido para o quarto.

Casagrande sentiu dores no peito na manhã de sexta-feira e foi levado ao hospital. Diagnosticado o infarto, o comentarista passou por cirurgias de cateterismo e angioplastia.

De acordo com Gilvan Ribeiro, jornalista e biógrafo de Casagrande, o ex-jogador estava em ótimas condições de saúde e emocionais antes do incidente.

“Ele estava muito bem. Estava na sua melhor fase de saúde e de cabeça desde 2006. Não estava nem bebendo (bebidas alcoólicas), estava bem disposto, era possível ver como ele estava bem pelo seu semblante nas transmissões de TV”, afirmou o jornalista ao UOL Esporte.

Casagrande defendeu o Corinthians nas décadas de 80 e 90 e fez parte do período conhecido como Democracia Corintiana. Também atuou por Caldense, São Paulo, Flamengo, Porto-POR, Ascoli-ITA e Torino-ITA, além de defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1986 Após deixar os gramados, Casagrande se firmou como comentarista da TV Globo, marcando suas participações por opiniões contundentes.

Em 2007, o ex-jogador foi internado por dependência de drogas e ficou afastado das atividades na televisão por quase dois anos. Superado o período difícil, lançou o livro “Casagrande e Seus Demônios”, no qual relata sua luta contra o vício de entorpecentes.

Boletim Médico

O Hospital TotalCor informa que o Sr. Walter Casagrande Jr. permanece internado com quadro de saúde estável e evoluindo positivamente ao tratamento.


Narrador da Fox Sports recebeu notícia de maior glória por bilhete no bolso
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GustavoVillani-com-PVC-ArenaCorinthians_Foto-arquivopessoal
Ele chegou ao Fox Sports em 2013 e já mereceu uma escala na final da Copa do Mundo do Brasil, no ano seguinte: “quase caí para trás”. E a maneira como recebeu a notícia foi inusitada. Um dos principais narradores do canal esportivo, Gustavo Villani celebra o bom momento profissional e acaba de renovar contrato até agosto de 2018, após o Mundial da Rússia. Além disso, tem uma felicidade a mais, na vida pessoal: “em agosto, nasce meu primeiro filho, Luca. Tô em êxtase com a vinda do moleque.”

Nesta entrevista ao UOL Esporte, o narrador fala da carreira, sobre quais são suas referências na narração (Galvão Bueno é uma delas) e explica o porquê do seu choro, no ar, durante a transmissão de partida que marcou a despedida do ídolo do Liverpool, Steven Gerrard, do estádio Anfield Road. Comenta também os cânticos dele durante jogos do Racing, o dia que o colega Paulo Vinicius Coelho passou mal ao vivo a seu lado e relembra 2012, quando já teve a oportunidade de trocar a ESPN Brasil, sua antiga casa, pela Fox, mas o “seguraram” por lá.

UOL Esporte: Como começou sua trajetória na narração?
Gustavo Villani:
É um orgulho ter nascido numa cidade (Marília) que revelou tantos narradores, como Doalcey Bueno de Camargo, Osmar Santos, Eder Luiz, Oswaldo Maciel, Dirceu Maravilha, entre outros. Comecei cedo, em brincadeiras de garoto, mas quem me ensinou técnicas e me lançou de verdade foi Oscar Ulisses, na Rádio Globo.

Do rádio para a TV, como foi a adaptação ao novo veículo e quais as suas maiores referências em ambos?
Até 2012, eu trabalhava no rádio e na televisão, na ESPN. Quando vim para o FoxSports, em 2013, deixei o rádio. Ou seja, pude fazer uma transição gradual. Existem adaptações de linguagem, ritmo, mas comigo foi aos poucos, tranquilo. Tem muita gente que admiro na profissão, mas cito alguns fundamentais para mim: Eder Luiz, que me deu o primeiro emprego, na Rádio Transamérica, há 14 anos. Oscar Ulisses, que me ensinou a narrar. Galvão Bueno e Luciano do Valle são únicos, sem igual.

Até quando vai o seu contrato com o Fox Sports?
Acabamos de renovar até depois da Copa da Rússia, agosto/2018.

Momento bom profissionalmente, mas e na vida pessoal? Está feliz, já adaptado ao Rio de Janeiro?
Eu vivo bem no Rio, em agosto nasce meu primeiro filho, Luca. Estou em êxtase com a vinda do moleque. A Fox Sports cresce a cada ano e me dá condições de ser feliz. Sou grato por tudo que acontece na minha vida.

Você costuma cantar músicas das torcidas durante as transmissões. Quer deixar isso como sua marca como narrador?
Não. Acompanhei o Racing no último título argentino, fiz alguns jogos do time e decorei alguns cânticos da torcida. E que torcida! Certo dia, cantarolei um pequeno trecho, foi espontâneo e pontual. Até hoje recebo mensagem de torcedores argentinos, foi divertido. Sou um péssimo cantor, nenhuma chance!

E bordões na narração, o que você pensa a respeito?
Eu gosto de alguns bordões de alguns narradores. Particularmente, evito o uso de bordão. Eles tendem a se desgastar com o tempo. Se for algo que surja espontaneamente na transmissão, ok. Mas não me preocupo com os bordões, o mais importante é narrar o jogo.

Recentemente, você se emocionou no ar, na partida que marcou a despedida de Gerrard de Anfield Road.O que achou da reação dos telespectadores nas redes sociais?
Acompanhei toda a carreira do Gerrard e tive a chance de entrevistá-lo para a Placar, em 2007, numa viagem a Paris. O último encontro dele com o torcedor no Anfield foi emocionante. Eu e Mauro Beting ficamos “vendidos'' durante a música You'll Never Walk Alone, cantada por 40 mil pessoas, antes de a bola rolar. Chorei mesmo, e não me envergonho. Gerrard chegou ao Liverpool aos 7 anos e estava se despedindo da torcida, aos 34 anos. Não é bonito? Vivo o esporte todo dia e gente como ele significa muito para o futebol.

Você é torcedor do Liverpool, por isso a emoção com o adeus do ídolo dos Reds a sua casa?
Não tenho time preferido. Muito menos fora do Brasil, apesar de gostar muito de futebol internacional.

Com as redes sociais, telespectadores tão bem informados, atualizados sobre futebol internacional, aumentou a responsabilidade? Como lida com a crítica?
É verdade que o público tem mais acesso à informação, e vejo isso como combustível para eu me preparar mais paras as transmissões. Quanto às críticas, são sempre bem vindas desde que me ajudem a crescer. Ofensa não é crítica, por exemplo.

O Galvão Bueno, por exemplo, é amado e ao mesmo tempo odiado por muita gente. Por que você acha que isso acontece?
Porque lidar com esporte é assim mesmo, normal. O limite entre o razoável e o exagero é tênue. O Galvão é gênio, transmite com muita paixão há décadas.

Qual a diferença que sente entre trabalhar com um jornalista analista ou um ex-jogador comentarista ao seu lado?
Os jornalistas costumam ter mais acesso às informações e estatísticas. Já os ex-atletas leem o jogo, se atém mais aos detalhes técnicos da partida. Eu não tenho preferência entre jornalistas e ex-atletas, desde que o profissional escalado acrescente qualidade à transmissão.

Você chegou já numa fase melhor da emissora, com os canais do grupo em todas as operadoras. Isso pesou para que decidisse trocar a ESPN Brasil pelo Fox Sports?
Também. E porque o José Trajano me “segurou'' na ESPN, em 2012.

Todo mundo viu a cena do PVC passando mal ao vivo e caindo, você inclusive contou como tudo aconteceu ao UOL Esporte vê TV. Foi a situação mais difícil que teve de lidar no ar na sua carreira na televisão?
Foi, sem dúvida. Na hora, achei que ele estava tendo um AVC. Fui acudi-lo e imediatamente me lembrei que estava debilitado, devido à virose. Ficamos até o início da madrugada no hospital. Foi um grande susto, mas passou.

Foi surpresa ter sido escolhido para narrar a final da Copa do Mundo do Brasil pela Fox? Como se sentiu trabalhando naquela decisão de Mundial?
Eu me sentia pronto para narrar a final, mas quase caí para trás pelo jeito como tudo aconteceu. Narrei a semifinal, em São Paulo, Holanda x Argentina, com o Mauro Beting e com o vice-presidente Eduardo Zebini presente. Já na reta final da transmissão, o Zebini colocou um bilhete no meu bolso e pediu que eu lesse só depois de deixar o estádio. Dizia: “parabéns, você vai narrar a final''. Guardo o bilhete até hoje, claro.

Ter comandado a transmissão numa final de Copa no Brasil foi o ponto mais alto na sua carreira? Acha que narrar Olimpíada do Rio de Janeiro, no ano que vem, supera?
A Copa foi sensacional, como será a Olimpíada. São momentos de plenitude do esporte. Procuro aproveitar as oportunidades que o FoxSports me proporciona. Estou feliz, aqui. Aos 34 anos, espero fazer muita coisa ainda.

Rogério Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Palmeirenses estavam assustados antes do dérbi, diz “palestrante” Edmundo
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Edmundo falou aos jogadores do Palmeiras (Crédito: Reprodução)

Edmundo falou aos jogadores do Palmeiras (Crédito: Reprodução)

A convite do técnico do Palmeiras, Oswaldo de Oliveira, Edmundo por um instante trocou a função de comentarista da Band por “vestir a camisa” do clube e na concentração, sábado à noite, dar uma palavra com o então “assustado” grupo palmeirense na véspera do clássico contra o Corinthians, segundo contou o próprio ex-jogador no programa Terceiro Tempo deste domingo.

“Não sou palestrante, sou comentarista, mas como tenho uma identificação com o Palmeiras, fui passar um pouco de experiência, dessa empatia que eu tenho para com o torcedor, tentar passar um pouco de confiança para esses jogadores que pareciam na noite de ontem um pouco assustados e hoje puderam dar uma resposta”, disse ele.

Edmundo admitiu que em seu tempo de jogador não dava muito valor quando alguém ia fazer o mesmo trabalho, psicólogo ou outro profissional, de conversar, dar palestra, assumiu que desdenhava, mas que notou um comportamento totalmente diferente dos comandados de Oswaldo de Oliveira. “Eles me ouviram, me respeitaram, todo mundo me deu atenção, me cumprimentou e eu vi neles uma vontade, uma garra de reverter essa situação.”

“Fui como um bom palmeirense dar uma força, mas o mérito é todo do trabalho do Oswaldo de Oliveira e da capacidade desses jogadores. Apenas cumpri uma função de uma pessoa que gosta muito desse clube”, finalizou o orador pé-quente do grupo do Palmeiras, vencedor do clássico deste domingo, 2 a 0 pra cima do arquirrival Corinthians.


Casagrande deixa a UTI, mas segue internado após infarto
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O comentarista Walter Casagrande Júnior deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital TotalCor, onde está internado desde a última sexta-feira por causa de um infarto. De acordo com boletim médico emitido neste domingo (31), o ex-jogador do Corinthians foi transferido para o quarto, segue respondendo bem ao tratamento e tem quadro de saúde estável. Ainda não há previsão de alta.

Casagrande sentiu dores no peito na manhã de sexta-feira e foi levado ao hospital. Diagnosticado o infarto, o comentarista passou por cirurgias de cateterismo e angioplastia.

De acordo com Gilvan Ribeiro, jornalista e biógrafo de Casagrande, o ex-jogador estava em ótimas condições de saúde e emocionais antes do incidente.

“Ele estava muito bem. Estava na sua melhor fase de saúde e de cabeça desde 2006. Não estava nem bebendo (bebidas alcoólicas), estava bem disposto, era possível ver como ele estava bem pelo seu semblante nas transmissões de TV”, afirmou o jornalista ao UOL Esporte.

Casagrande defendeu o Corinthians nas décadas de 80 e 90 e fez parte do período conhecido como Democracia Corintiana. Também atuou por Caldense, São Paulo, Flamengo, Porto-POR, Ascoli-ITA e Torino-ITA, além de defender a seleção brasileira na Copa do Mundo de 1986 Após deixar os gramados, Casagrande se firmou como comentarista da TV Globo, marcando suas participações por opiniões contundentes.

Em 2007, o ex-jogador foi internado por dependência de drogas e ficou afastado das atividades na televisão por quase dois anos. Superado o período difícil, lançou o livro “Casagrande e Seus Demônios”, no qual relata sua luta contra o vício de entorpecentes.

Leia a íntegra do boletim médico deste domingo:

O Hospital TotalCor informa que o Sr. Walter Casagrande Jr. foi transferido da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o quarto, no início da manhã deste domingo (31 de maio). O paciente segue internado com quadro de saúde estável e evoluindo positivamente ao tratamento.

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Muricy celebra ‘não’ a Ricardo Teixeira e diz que Neymar atropelará Messi
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muricy

Em entrevista ao programa Aqui com Benja, exibida pelo canal Fox Sports neste sábado, o ex-técnico do São Paulo, Muricy Ramalho, relembrou a decisão dele em 2010 de dizer “não” ao convite feito por Ricardo Teixeira, na época presidente da CBF, para romper contrato com o Fluminense e assumir a Seleção Brasileira. Não se sente arrependido. Ao contrário, citou a sequência dos acontecimentos na Seleção para reforçar a satisfação com aquela negativa.

“A conversa na época foi um absurdo. Tem que se respeitar as coisas, saber o que vai acontecer [ele tinha contrato com o Fluminense e dependia de liberação do seu clube, não consultado pela entidade], aquela conversa foi muito furada, não me convence. O que aconteceu com o Mano [Menezes, treinador demitido antes da Copa das Confederações 2013] poderia ter acontecido comigo pela conversa que eu tive com aquele cara lá. Não tem conversa consistente”, afirmou.

A Benjamin Back, o Benja, entrevistador do programa da Fox, Muricy também foi firme ao fazer uma previsão envolvendo Neymar: “vai atropelar o Messi mais na frente”. O treinador confia no trabalho que o craque brasileiro e todo o seu staff vêm fazendo para ele chegar lá: “tá no caminho certo, se preparando para ser o melhor do mundo, tendo paciência, porque sabe que agora tem o Messi lá, que ele não pode ser melhor que o Messi agora, mas ele vai ser”, garante.

No bate-papo, Muricy também reclamou do rótulo que recebe de técnico que não dá espaço no time de cima para jovens jogadores vindos das categorias de base: “vocês da imprensa são muito mal informados, pegam embalo e vai nessa. No Santos, por exemplo, todos esses moleques que tão lá agora fui eu que lancei”, disse. “Praticamente todos”, acrescentou, sem citar a que jogadores exatamente ele se referia. “Do São Paulo, vários. Do Internacional, muitos, mas acontece que as pessoas põem um rótulo no cara e não se preocupa nem em se informar se é verdade, mesmo”, continuou, novamente sem mencionar os nomes dos jogadores por ele lançados nesses clubes.

“Se eu for pegar no papel, se fosse viver de jogador de futebol que eu lancei, eu tava milionário. Denílson, na época, foi vendido, Breno foi vendido”, finalizou o assunto, agora mencionando atletas, sendo que o primeiro já parou de jogar há mais de cinco anos, período que passou a exercer outra função, a de comentarista na Rede Bandeirantes. Denílson foi lançado no time do São Paulo, com 17 anos, em 1994. Há mais de 20 anos, portanto.


Globo Esporte presta homenagem que Corinthians não fez a Sheik e Guerrero
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O centroavante Paolo Guerrero e o atacante Emerson Sheik, ambos herois do Corinthians, o primeiro com gols decisivos no Mundial de Clubes de 2012 e o segundo, goleador do Timão na inédita conquista da Copa Libertadores do mesmo ano, ganharam do Globo Esporte de SP neste sábado a homenagem que não tiveram no Corinthians.

“Em uma coisa concordaremos: na lista dos cinco gols mais importantes, três foram marcados por Emerson e Guerrero. Por isso, por tudo que eles causaram, pela bagunça que fizeram na ordem das coisas, a revolução na sala de troféus, ambos merecem muito mais que uma notinha no site e uma entrevista fria de um dirigente'', narrou Tiago Leifert em material especial produzido pelo programa esportivo com declarações em vídeo de torcedores, crianças e adultos, homens e mulheres, gratos pelos bons serviços prestados pela dupla ao time mais popular da cidade de São Paulo, o segundo, atrás apenas do Flamengo, do país.

“De nossa parte, foi uma honra'', agradeceu, Leifert, ao término da reportagem que fechou o programa.