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José Aldo vira ator por um dia e mostra cinturão do UFC em novela da Globo
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Crédito: Reprodução/Rede Globo

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O lutador de MMA José Aldo teve um dia de ator na Malhação, novela teen da Rede Globo, nesta quinta-feira (24). Interpretando ele mesmo, o campeão peso pena do UFC visitou a Academia de Gael, personagem de Eriberto Leão.

No episódio, o lutador de MMA chega à Academia de Gael durante um exame de grau de Muay Thai. Sorridente e exibindo o cinturão de campeão no ombro, ele atrai a atenção dos jovens lutadores, que correm para tirar foto com o ídolo. Na sequência, José Aldo pede um abraço ao amigo Gael.

O lutador ressalta à personagem Karina (Isabella Santoni), que sonha em ser lutadora, que é preciso persistência para a carreira de atleta. “Fazer exame de grau não quer dizer que você é lutadora'', ressalta o campeão de MMA.

Antes mesmo do episódio ir ao ar, José Aldo já se mostrava empolgado em fazer parte do elenco da novela teen. O atleta acompanha Malhação desde criança. “É uma felicidade muito grande, um sonho realizado'', disse o lutador em entrevista ao site Gshow, da Rede Globo.

No UFC, José Aldo volta às lutas no dia 2 de agosto, quando vai tentar manter o cinturão contra Chad Mendes.

José Aldo

José Aldo


Antigo desafeto, Alex Escobar revela que encontrou Dunga e pediu um abraço
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João Cotta/Divulgação Globo

A despeito de ter protagonizado uma das maiores polêmicas da passagem anterior do técnico Dunga pela seleção brasileira, o narrador Alex Escobar, da TV Globo, não vai fazer oposição ao retorno do treinador. Em entrevista à “Rádio Globo” nesta quarta-feira (23), o locutor disse que o assunto foi superado e que até pediu um abraço ao comandante.

“Eu narrei Alemanha x Argélia no dia 1º de julho, em Porto Alegre, e lá encontrei com o Dunga. Ele veio na minha direção, e eu disse que quatro anos haviam se passado. Apertamos as mãos, e eu pedi um abraço”, relatou Escobar em referência a uma partida da Copa do Mundo de 2014.

Depois do abraço, segundo Escobar, ele e Dunga não falaram mais sobre a polêmica de 2010. Na época, o técnico da seleção deu uma bronca pública no narrador da Globo, que trabalhava como repórter e apresentador do Sportv na Copa da África do Sul. Durante uma entrevista coletiva da equipe nacional, o treinador foi irônico com o profissional de imprensa, perguntou se ele tinha algum problema e disparou palavrões direcionados a ele.

O episódio foi o auge de uma relação conflituosa de Dunga com a TV Globo no ciclo em que o treinador comandou a seleção brasileira. Ele cortou privilégios da parceria de transmissão e limitou o contato de jogadores com a emissora.

Em 2011, Escobar esteve no programa “Tá na área”, do canal fechado Sportv, e falou sobre o episódio. O jornalista disse na época que pretendia pedir um abraço a Dunga, mas admitiu que tinha medo de encontrar o treinador.

“Fiquei um tempo tendo de dar explicações sobre uma coisa que ele fez. Fui afetado, fiquei chateado, mas faz quatro anos. Foi uma coisa que ele fez, e eu não guardo rancor. Isso me incomodava porque eu nunca tive nada contra ele”, contou Escobar nesta quarta-feira, um dia depois de o retorno de Dunga à seleção ter sido oficializado.

“Conversamos [no dia 1º de julho], e isso foi um alívio. Ele mostrou que não pensa mais aquilo de mim. Foi ótimo [que o encontro] tenha acontecido antes. Desejo sabedoria ao Dunga para armar e convocar o time porque precisamos ganhar”, completou o narrador da TV Globo.


Ricardo Rocha estranha ritmo alucinante da TV e estuda virar comentarista
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Ao final da cobertura da Copa, ex-zagueiro chorou ao lembrar do filho

Ricardo Rocha adorou a experiência de ser comentarista no SporTV durante a Copa do Mundo e pelo jeito a emissora também gostou do desempenho do ex-zagueiro da seleção brasileira. Ele conta que recebeu proposta para continuar e situação deve ser definita na próxima semana. Empolgado, conta que se a negociação der certo vai fazer aulas de vídeo.

O ex-jogador revela que fez somente uma e ela ocorreu dois dias antes de estreiar na frente das câmeras. Em caso de a experiência virar emprego Ricardo Rocha também estará mais ambientado à rotina da televisão. O ritmo puxado foi uma surpresa. “Fiz a semi final em Brasília e cheguei no hotel às 22h. Acordei às 5h para fechar a conta, pegar o voo para o Rio e assim que cheguei, às 9h30, me colocaram num carro para eu já trabalhar na cobertura da final”.

Mesmo com o cotidiano frenético o ex-jogador achou ótimo ser comentarista. Conhecer pessoas de um meio novo ajudou a fazer da experiência algo positivo. Também contribuiu a recepção do público nos estádios, que acenavam, tiravam fotos e gritavam o nome do ex-zagueiro. Em Recife, cidade natal, a sensação foi especial.

Ele diz que estranhou os horários de chegada ao estádio, muito distintos dos tempos de boleiro. “As vezes o jogo começava às 17h e estávamos no gramado às 10h30 para fazer a primeira entrada ao vivo”. Com uma rotina tão longa Ricardo Rocha ficou dias sem aparecer em casa. Também não era possível manter o contato que gostaria com a família e a consequência deste período ausente apareceu no vídeo.

Durante um comentário em que fazia uma espécie de balanço da Copa, o ex-zagueiro chorou quando citou o filho Pedro Lucas de seis anos. “Fiquei fora de casa 17 dias. Cheguei em casa e meu filho queria me mostrar uma coisa. Cantou o hino com a mão no ombro (de outra pessoa) igual aos jogadores entrando em campo. Ele não sabia o hino e pediu para ensinarem só de ver as pessoas cantando a capela”.

Ricardo Rocha não sente qualquer embaraço ao falar do episódio. O ex-zagueiro conta que recebeu a orientação de ser ele mesmo. Ele participou de uma única sessão de 40 minutos com a fonoaudióloga em que ouviu dicas de como se portar na frente da câmera, o que fazer e o que não fazer.

Também foram exibidas imagens de aparições dele na televisão e indicações do que funcionava no vídeo. Das pessoas responsáveis pela contratação, ouviu algo que agradou muito. “Falei: serei eu mesmo e a resposta foi que era por este motivo que estavam me chamando”.

O ex-zagueiro é bastante grato a Edinho, antigo companheiro de seleção e que está a mais tempo na função de comentarista. Ricardo Rocha diz que recebeu muitas dicas isto ajudou na ambientação. Ele admite que estava nervoso na primeira aparição na televisão e não esquece os colegas da transmissão: Jader Rocha e Carlos Eduardo Lino. Feliz com o resultado, é possível que a Copa seja o primeiro passo de uma nova carreira.


Fãs reclamam da Globo por transmissão reduzida de treino da F1: elitização
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Detentora dos direitos de transmissão da Fórmula 1 no Brasil, a TV Globo decidiu não passar o treino oficial na íntegra neste sábado. Para acompanhar a sessão que definiu o grid de largada do GP da Alemanha, o fã precisou recorrer à TV por assinatura. O Sportv, canal que pertence às Organizações Globo, exibiu o treino em sua totalidade.

Galvão Bueno voltou ao ar depois da Copa do Mundo e entrou no ar na metade da segunda parte do treino oficial, destacando o acidente que o inglês Lewis Hamilton sofreu no Q1. Apesar disso, em momento algum fez referência à transmissão parcial da emissora.

A mudança chamou a atenção dos fãs da categoria na internet. Alguns criticaram a “elitização” da Fórmula no 1 no Brasil. “Quer dizer que a Rede Globo só vai transmitir parte do treino da F1 a partir de hoje? Uma pena para os que são fãs e não possui o SporTV” lamentou um internauta. “O Sportv anuncia que a classificação será permanente no canal, ou seja, a Rede Globo vai parar de passá-los. É a F1 elitizada no Brasil”, reclamou outro fã.

Por outro lado, a equipe de transmissão do Sportv, composta pelo narrador Sérgio Maurício, o comentarista Lito Cavalcanti e o automobilista Max Wilson foi elogiada.
“Show de informação, como sempre, na transmissão do treino. Enquanto na Globo não fala nada de importante”, disse um telespectador.

Embora esteja em baixa, a audiência da Fórmula 1 no Brasil ainda é a maior do mundo. Relatório da FOM, entidade que gerencia a categoria, divulgado no fim do ano passado mostrava que a competição tinha cerca de 77 milhões de telespectadores no país.

Correndo em casa, o alemão Nico Rosberg, da Mercedes, conseguiu sua quinta pole position no ano e largará à frente de Bottas e Massa, ambos da Williams. A corrida está marcada para domingo, às 9h (horário de Brasília).

Confira a repercussão da transmissão do treino oficial no Sportv.


Comentaristas se dividem sobre Gilmar e pedem Tite técnico da seleção
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O anúncio de Gilmar Rinaldi como novo coordenador das seleções brasileiras, feito nesta quinta-feira (17), dividiu os comentaristas dos programas esportivos. A favor de Gilmar, a experiência e o convívio com os jogadores. Contra, o fato de ele ter sido “até ontem'', como ele mesmo disse na entrevista coletiva de apresentação, empresário e agente de atletas.

Para suceder Felipão como técnico, nome que deverá ser anunciado até a próxima terça-feira, os comentaristas, como o ex-jogador Denílson, pediram a contratação de Tite, campeão mundial e da Libertadores pelo Corinthians.

Confira os principais comentários:

Comentaristas repercutem escolha de Gilmar na seleção

Eu fiquei decepcionado com a reação dele para a possibilidade de um técnico estrangeiro Arnaldo Ribeiro, Comentarista da ESPN Brasil
Nem com uma sapatada de 7 a 1 os cartolas da CBF se afastam do poder de decisão. É desanimador. Talvez, tomando de 9 em uma próxima Copa, algo possa de fato mudar Mauro Cezar Pereira, Comentarista da ESPN Brasil
Nosso país não tem muita escolha. Quando não ganha, mudança é necessária. Gilmar tem um convívio muito grande com essas pessoas, desde a época de 1993. Ele se envolve e gosta do que faz. É um cara que tem possibilidade de fazer bom trabalho. Espero que ele tenha cabeça fria para escolher o novo técnico da seleção Evair, Ex-jogador, no Donos da Bola
Era empresário de jogador até outro dia. Pra mim, são posições conflitantes. Acho Gilmar um cara honesto, que não vai misturar. Mas são posições conflitantes. E ele é pouco experiente para a função. Na minha função, tinham outros mais capacitados para a função Estevan Ciccone, Apresentador da Rádio Bandeirantes
Para mim foi surpresa. Esperava Zico, Falcão, Brunoro, Rodrigo Caetano. No momento em que convocar jogador que era dele, vai complicar. Nós da imprensa vamos falar. É um conflito muito forte. Neto, Comentarista da Bandeirantes
O Gallo não é surpresa. Mostra muita confiança. E quando ele falou sobre os jogadores que estão flutuando, que vai atrás dos que estão na europa, maravilhoso. Vemos muitos que vão para o exterior e acabam se naturalizando. Acho muito legal ir atrás e já sabe quem são. E vai resgatar para as seleções. Denílson, Comentarista da Bandeirantes
Gilmar tem experiência com seleção. Ele foi jogador, ficou até 98 na seleção, quando era olheiro do Zagallo. Tem muita experiência e foi uma boa escolha Ulisses Costa, Narrador da Bandeirantes

Comentaristas opinam sobre o novo técnico da seleção

Acho que o que mais se aproxima do perfil do Gallo e do Gilmar, pela ideia que eles mostraram, é o Tite. Por ter passado agora período la. Futebol hoje é diferente do de 98. As coisas evoluíram e precisamos de treinador com conhecimento do futebol europeu. E ele viajou, se atualizou Denílson, Comentarista da Bandeirantes
Tite é um bom nome. Preparado para esse tipo de trabalho. Como eu critiquei o Mano, que achava que não estava preparado. Mas para mim, o técnico vai ser o Dunga. Dunga fez um ótimo trabalho. Ganhou Copa América, classificou o Brasil, ganhou Confederações, ganhou os três jogos da primeira fase e um das oitavas e só foi eliminado por erros individuais Ulisses Costa, Narrador da Bandeirantes
O Tite é uma figura que acho interessante. Caso, por problemas políticos, que sabemos que tem influencia, o Cuca é o mais indicado. É estrategista, fez trabalho excepcional no Atlético e tem bom transito (com a direção da CBF) Héverton Guimarães, Apresentador da Bandeirantes


Globo troca F1 por desenho animado e não terá treino ao vivo na íntegra
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A TV Globo não transmitirá o treino classificatório para GP da Alemanha de Fórmula 1 na íntegra, no próximo sábado. A emissora publicou sua grade de programação, e nela consta apenas a exibição do Q3, a parte final da sessão que define o pole position apenas entre os dez primeiros classificados nas tomadas de tempo anteriores e dura 12 minutos.

No lugar da Fórmula 1, a emissora optou por estender a exibição da TV Globinho, programa de desenhos animados infantis que começa por volta de 8h20. A F1 só começa na Globo, de acordo com a programação divulgada, às 9h48 (horário de Brasília). A sessão terá a volta de Galvão Bueno à narração da categoria, após a Copa do Mundo. No período do Mundial de futebol, Sergio Maurício, do Sportv, ficou no comando dos GPs da Áustria e da Inglaterra na Globo.

Para o fã de automobilismo que quiser assistir a toda a sessão, a única opção vai ficar na TV por assinatura. O Sportv, canal esportivo que pertence às Organizações Globo e normalmente transmite os treinos livres da Fórmula 1, vai exibir o treino classificatório do GP da Alemanha a partir das 9h.

Esse expediente de exibição pelo Sportv já foi usado em corridas nas quais o horário coincidia com outros eventos, como partidas de futebol do Campeonato Brasileiro no período da tarde, casos dos GPs dos EUA em 2012 e 2013, ou em casos como a visita do Papa Francisco ao Brasil, que acabou impedindo a exibição do GP da Hungria do ano passado, mas essa é a primeira vez que a Globo “racha” uma sessão com o canal fechado.

Embora esteja em baixa, a audiência da Fórmula 1 no Brasil ainda é a maior do mundo. Relatório da FOM, entidade que gerencia a categoria, divulgado no fim do ano passado mostrava que a competição tinha cerca de 77 milhões de telespectadores no país.

O Brasil não tem um título mundial na Fórmula 1 desde 1991, há 23 anos, quando Ayrton Senna conquistou o tricampeonato no Japão. Desde a morte do piloto, em 1994, apenas Felipe Massa brigou pelo título até a última corrida de uma temporada ao ficar apenas um ponto atrás do campeão Lewis Hamilton em 2008.


Comparado a 2010, Globo registra crescimento de 10% no Ibope da Copa
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Dados do Painel Nacional de Televisão (PNT), referentes aos 56 jogos transmitidos ao vivo pela Globo, mostram um pequeno crescimento da audiência da Copa do Mundo de 2014 comparada à de 2010. Trata-se da pesquisa do Ibope que consolida a audiência em 15 grandes centros urbanos do país.

Segundo a emissora, a audiência média nacional destes 56 jogos foi de 23,5 pontos, 2,1 pontos a mais do que a da Copa na África do Sul (um crescimento de 10%). A Globo festeja o fato de esse resultado ser 6,4 pontos superior à média de sua programação normal na faixa horária antes da exibição do Mundial, o que representa um aumento de 37% na audiência.

A emissora não transmitiu ao vivo oito partidas da terceira rodada da fase de grupos pois elas ocorreram em horário simultâneo a outras oito.

Um ponto do PNT hoje corresponde a 217.460 domicílios (ou 641.286 pessoas) nas 15 regiões metropolitanas pesquisadas.

É preciso lembrar que, em 2010, a Globo transmitiu 10 partidas no horário das 8h30, o que puxa o Ibope para baixo. Ainda assim, a emissora considera este pequeno crescimento de 10% como excelente.

Na visão da Globo, a concorrência este ano foi muito maior. Além da Band, na TV aberta, os jogos também foram exibidos em quatro canais pagos (SporTV, ESPN, Fox e BandSports). Em 2010, havia 8 milhões de domicílios com TV paga; hoje, esse número passa de 18 milhões.

A Band obteve média de 4,1 pontos, um  ganho de 1,5 ponto em relação à média que tinha no horário. Em relação à 2010, a emissora ficou igual.

A emissora que mais perdeu audiência na Copa foi a Record. De uma média de 6,9 pontos antes da Copa, caiu para 5,4 no período analisado pela concorrente. O SBT caiu de 5,4 para 5. O chamado OCN (outros canais), que engloba TV paga, também registrou queda de 12,1 pontos para 11,1 durante o Mundial.

De todas as partidas transmitidas, a maior audiência foi justamente na primeira, Brasil e Croácia, no Itaquerão, que registrou 41 pontos (com share de 72%). A final, entre Alemanha e Argentina, marcou 34 pontos (e 60% dos aparelhos ligados sintonizados na emissora). Já a maior audiência de uma partida que não contou com a seleção brasileira (e excluindo a final), foi a semifinal entre Holanda e Argentina, que registrou 29 pontos (52% de share).

O universo do painel nacional de televisão (PNT), abrange as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Distrito Federal, Recife, Salvador, Fortaleza, Florianópolis, Campinas, Vitória, Goiânia, Belém e Manaus.

Mauricio Stycer
Do UOL, em São Paulo


A COPA NOS NÚMEROS
  • Número de prorrogações: recorde
    2014: 8 1990: 8
  • Número de disputa por pênaltis: recorde
    2014: 4 1990 e 2006: 4
  • Média de gols na primeira fase
    2014: 2,83 (1954: 5,1) 2002: 2,71
  • Média de gols no mata-mata
    2014: 2,18 (1930: 6,7) 1998: 2,81
  • Maior goleada
    2014: Brasil 1 x 7 Alemanha 1982: Hungria 10 x 1 El Salvador
  • Maior goleada em jogo entre campeões mundiais
    2014: Brasil 1 x 7 Alemanha
  • Maior goleada em semifinais
    2014: Brasil 1 x 7 Alemanha
  • Média de público
    2014: 53.591 (2ª maior) 1994: 68.991


Falcão diz que torceu para que jogo contra Alemanha terminasse no 1º tempo
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Paulo Roberto Falcão e Júnior foram os convidados do programa do Jô, que foi ao ar nesta segunda-feira. Agora comentaristas, os ex-jogadores falaram sobre o fracasso da seleção brasileira na Copa do Mundo.

E o principal tema do bate-papo com o Jô foi a humilhante goleada sofrida de 7 a 1 para a Alemanha. Indignado com o resultado, Paulo Roberto Falcão disse que torceu para o jogo acabar já no primeiro tempo.

“A gente sabia que não tinha como passar pela Alemanha. Dentro da normalidade daquilo que vinha acontecendo durante a Copa. Já tínhamos dificuldade com o Chile e tal. Mas 7 a 1 era inaceitável. A medida que o jogo ia andando a gente começou a torcer para o jogo terminar já no primeiro tempo. Isso é uma coisa para quem jogou maluca, porque se a gente pensar que a Alemanha fez três gols em três minutos, ou se quiserem, quatro gols em seis, é muito gol para pouco tempo”, disse Falcão.

E o comentarista voltou a cornetar a seleção brasileira quando disse que o time da Alemanha é previsível, e que o Brasil já sabia como ele jogava, mas mesmo assim deu liberdade para seus principais jogadores.

“O time da Alemanha é bom, mas é muito previsível, você sabe onde começa jogando. A gente sabia que quem começa todas as jogadas da Alemanha é o tal de Schweinsteiger, e ai ele começa tudo. Ele jogou sozinho o jogo inteiro, Khedira é outro jogador de qualidade de jogou sozinho”.

Falcão também que o título da Copa das Confederações enganou o torcedor brasileiro e criou muita expectativa para a Copa do Mundo.

“O que enganou a gente foi a Copa das Confederações. A gente vinha em uma situação em que a gente não acreditava na seleção, de repente a vitória na Copa das Confederações, mesmo que os adversários eram diferentes e mais frágeis que os da Copa do Mundo, mas aquilo ligou com a torcida. E o baque foi maior porque não repetiu a Copa das Confederações”.


Fernanda Gentil ganha status de estrela e recebe homenagem na Globo
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A apresentadora e repórter Fernanda Gentil, que acompanhou a seleção brasileira na cobertura da Copa do Mundo na TV Globo, ganhou status de estrela da emissora e foi homenageada pelo programa Mais Você nesta segunda-feira.

Fernanda deu entrevista à apresentadora Ana Maria Braga e contou como foi o trabalho na Granja Comary, mas também falou sobre o início de sua carreira. O programa exibiu depoimento da jornalista Glenda Kozlowski contando como Fernanda a procurou para enviar um currículo no começo de sua carreira, buscando uma vaga na TV Globo.

“Eu estava jantando com meus filhos, meu pai, e de repente veio uma menina descabelada, e disse ‘oi, oi, meu nome é Fernanda, eu faço jornalismo e quero fazer o que você faz, eu quero trabalhar com esporte’. O jeito dela era engraçado, pediu para mandar currículo, deixar o telefone, era um furacão. De fato ela me mandou um e-mail, passou o currículo. E logo ela estava no Sportv, eu falei: ‘olha lá aquela descabelada que me chamou’ (risos)”, disse Glenda.

Fernanda respondeu no ar e disse que não lembrava de ter sido tão enfática e apressada na fala com a colega, mas disse que Glenda era e é uma referência na sua carreira. Em outro trecho, Glenda disse que sempre imaginou que Fernanda iria dar certo na Globo.

“Mas eu sabia que ia dar certo, os olhos dela brilhavam para isso, trabalhar com esporte. E quando o olho brilha, sempre dá certo. Ela tem muito talento”, disse Glenda.

O apresentador Tiago Leifert também mandou seu depoimento e disse que gosta do estilo de Fernanda Gentil nas entradas ao vivo que ela faz nas coberturas esportivas da Globo.

“O que ela faz no ar, as entradas ao vivo, é o que eu acredito que a gente deve fazer. O que me chama mais a atenção é a capacidade de raciocínio dela ao vivo. Com a seleção ganhando ou perdendo, ela continuava no ar e fez um trabalho sensacional. Foi ótima na Copa das Confederações e foi melhor ainda em 2014”, disse Leifert.

Fernanda recebeu ainda depoimentos dos pais e ficou muito emocionada, chegando a chorar durante o programa. A apresentadora falou ainda do projeto social que lidera, a Caslu.

Os membros da equipe técnica da Globo também falaram sobre o período que passaram com Fernanda na cobertura da seleção brasileira.


Audiência da final da Copa é igual à da decisão do 3º lugar
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A decepção com os resultados da seleção brasileira, parece, reduziu bastante o interesse do espectador pela Copa do Mundo. A partida final, entre Alemanha e Argentina, registrou uma audiência igual à da decisão do terceiro lugar, na véspera, segundos dados prévios do Ibope.

Assim como no sábado, neste domingo a Globo marcou 29 pontos (com 54% de share), enquanto a Band conseguiu 8 pontos, também mostrando a final. Os dados se referam à Grande São Paulo.  SBT, com 4, e Record, com 3, ficaram em terceiro e quarto lugares.