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Arnaldo vira coelho da Páscoa, distribuiu chocolates e vê “inflação do ovo”
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Crédito da foto: Reprodução

O espírito de Páscoa tomou conta do “Bem, Amigos”, do SporTV, nesta segunda-feira. Em um momento de pura inspiração, Arnaldo Cézar Coelho quebrou o protocolo do programa, se levantou e começou a distribuir ovos de páscoa para todos os participantes da atração.

A surpresa, que na verdade é uma espécie de tradição já realizada em outros anos, foi recebida de forma descontraída pelos companheiros do ex-árbitro no canal. Lentamente, Arnaldo presenteou a todos, até mesmo o câmera apelidado como Pincel recebeu o seu. Quem se deu melhor foi o técnico Jayme de Almeida, do Flamengo. O convidado recebeu uma série de pequenos ovos.

Apesar do gesto singelo, Arnaldo não escapou de ser “cornetado” por seus companheiros. Em determinado momento, o ex-árbitro recebeu “criticas” por ter diminuído o presente em relação aos últimos anos. O que antes era um coelhinho da páscoa para os companheiros virou apenas pequenos ovos de chocolate.

A situação levou Arnaldo a defender sua teoria da “inflação do ovo de Páscoa”.

“Há quatro anos eu tinha uma verba. A verba continua a mesma, mas o preço do ovo de páscoa aumentou tanto que a verba não deu mais. Isso se chama inflação”, disse.


Vascaíno, Fabio Porchat corneta arbitragem e Flamengo após final no RJ
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O humorista Fabio Porchat não poupou a arbitragem do jogo entre Flamengo e Vasco neste domingo. Ao ser questionado sobre a final digna que o seu time do coração fez na decisão do Estadual do Rio de Janeiro, ele disparou.

“O Vasco para ganhar do Flamengo tem gol anulado, gol que é impedido e não sai. Quero que a Globo quando mostre o Flamengo campeão, mostre gol impedido e fale bastante disso. Para o Flamengo ganhar do Vasco só assim mesmo”, falou o humorista.

Para não levar o assunto muito para frente, Alex Escobar, que estava com os convidados na Globo, falou um “só assim” e trocou de assunto a conversa.

A grande polêmica do jogo deste domingo foi o gol marcado por Marcio Araújo nos minutos finais. O volante estava em posição irregular e o seu feito deu o título do Flamengo contra o Vasco.


Felipão solta a voz e até samba em programa de Regina Casé
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FELIPAO CANTANDO NO ESQUENTA

Felipão canta ao lado de Zeca Pagodinho no “Esquenta”

O técnico Luiz Felipe Scolari foi o convidado especial do retorno do programa “Esquenta”, comandado por Regina Casé na TV Globo. Felipão entrou no clima descontraído do programa e até caiu no samba, com direito a cantar uma música.

Ao lado do coordenador-técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, Felipão mostrou um pouco de timidez de início, mas foi se soltando aos poucos no ritmo das músicas de Arlindo Cruz, Xande de Pilares, entre outros .

A música cantada pelo treinador foi o tema da seleção na conquista da Copa do Mundo de 2002, quando Felipão era o comandante do Brasil, “Deixa a vida me levar”, de Zeca Pagodinho, que estava no palco. Parreira estava mais contido, mas Felipão soltou a voz e chegou a arriscar alguns passinhos enquanto cantava.

O programa contou com a presença em peso da comissão técnica do Brasil. Felipão contou como começou no mundo do futebol, fez elogios ao craque Neymar e falou até sobre política, pedindo aos governantes atitudes para melhorar o país em longo prazo.

 


Sexo antes do jogo? Falcão diz que vira artilheiro quando namora na véspera
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Crédito da foto: Reprodução/SBT

Um dos maiores nomes da história do futsal brasileiro e mundial, o jogador Falcão disse que o sexo na véspera da partida o ajudava dentro de quadra. Questionado por Lívia Andrade no programa Arena SBT, o atleta não fugiu da pergunta.

“No dia de jogo é complicado né. Um dia antes de jogo, nós ainda que não concentramos, e tem o dia no jogo seguinte, quando estou lá em casa com a minha esposa e eu namoro, no dia seguinte, eu faço três gols”, disse o jogador.

“Não deixa de ser um treinamento”, se divertiu a apresentadora na sequência da resposta do jogador.

Smigol, outro integrante do programa, disse que a relação sexual do atleta o ajuda nos lances plásticos. “Para fazer aqueles dribles precisa estar soltinho”, brincou.

Recentemente, o técnico Felipão, da seleção brasileira, liberou sexo antes das partidas para os jogadores na Copa desde que os atletas não façam “malabarismo”.


Após morte de lutador, canal da Globosat cria exigência e perde eventos
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Jungle Fight
Jungle Fight

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Maurício Dehò
Do UOL, em São Paulo

O canal Combate, da Globosat, é há 12 anos a única referência quando se fala em transmissões de MMA, com o domínio do mercado e a parceria com os maiores eventos do país. Mas, desde que tomou a decisão de exigir em seus novos contratos a filiação junto à Comissão Atlética Brasileira de MMA – a mesma que regulamenta o UFC no país – e o cumprimento de seus regulamentos, o cenário mudou. A medida vem causando êxodo de organizações, impasse com os dois carros-chefe da casa e o canal já vê um aumento na concorrência de outros veículos interessados em investir nas artes marcias mistas.

Segundo o blog apurou, a morte do lutador Leandro Feijão no dia da pesagem de sua luta no Shooto 43, em setembro de 2013, aumentou a preocupação do canal em ampliar as medidas de segurança dos eventos que transmite, algo que já vinha sendo discutido, mas que ganhou um impacto maior com o incidente. A solução foi firmar uma parceria com uma confederação ou comissão que regulamentasse as organizações e implementasse um protocolo mínimo de segurança. Já parceira do UFC, principal atração do canal, a CABMMA foi a escolha óbvia para isso.

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O problema é que impor aos eventos a filiação à comissão esbarra em disputas políticas e discussões financeiras. Como as leis brasileiras permitem a criação de diversas confederações para uma modalidade, e os promotores já tem seus acordos firmados com suas respectivas entidades parceiras, a exigência de que se unam à CABMMA vira um entrave na mesa de negociação.

Juntar-se à entidade acaba gerando procedimentos obrigatórios e gastos com filiação e principalmente com exames médicos exigidos neste protocolo mínimo de segurança. Eles são alvo de reclamação por parte de eventos como o Wocs. A parceria com o canal Combate foi encerrada após seis anos, o evento migrou e já estreou no Esporte Interativo.

Otávio Duarte, um dos organizadores do Wocs, explica que os exames exigidos pela CABMMA podem custar até R$ 3 mil. “Nós até corremos atrás, fizemos uma parceria com a secretaria de saúde para os exames, que custam quase R$ 3 mil. Não somos contra a atenção à saúde dos lutadores, mas os caras são de comunidades carentes. Muitos não têm condição de bancar a filiação, já que são R$ 150 reais do lutador e mais R$ 100 de cada corner, quanto mais exames.”

“Mas a decisão da nossa saída culminou, na verdade, no impasse em relação à parte amadora do nosso evento, já que nossos preliminares têm lutas amadoras. A CABMMA se achou no direito a intervir nisso. Já tínhamos sido procurados pelo Esporte Interativo, então resolvemos ir por outro caminho. Fazemos tudo o que é correto, como a Comissão queria, mas em outro lugar”, adicionou Duarte.

O Coliseu Extreme Fight é outro exemplo de evento que preferiu outra via, apostando que não é necessário estar no canal Combate para ter seu evento visto. A opção também foi pelo Esporte Interativo. O evento alagoano já considerava a mudança por pensar que merecia maior atenção às suas promoções. Ao ouvir as novas exigências do Combate, confirmou sua saída do canal – neste caso, a exigência que causou problemas foi a dos árbitros que servem ao Coliseu também terem de se filiar à comissão, o que não os interessava.

Carros-chefe, Shooto e Jungle não aceitam exigência

O problema para o Combate não é com o Wocs e o Coliseu, torneios de média expressão, mas sim com seus maiores eventos em nível nacional. Tanto o Jungle Fight, liderado por Wallid Ismail, quanto o Shooto, comandado por Dedé Pederneiras, não tem qualquer intenção de trabalhar com a Comissão Atlética Brasileira de MMA. Como o canal só pode exigir a filiação na negociação de novos contratos e ambos ainda estão com longos acordos pendentes, o debate ficou para um segundo momento, mas o cenário é desfavorável.

Wallid é duro ao falar do tema. “O Combate não tem como – nem eticamente – querer regulamentar o esporte. Ele já é regulamentado por cada liga. A Lei Pelé dá poderes para se abrir confederações e ligas. Tanto que fui o primeiro evento a pedir exames iguais à Comissão Atlética de Nevada”, diz o empresário e ex-lutador. “O Combate sabe disso, eles não tem como exigir do Jungle… Nós somos os líderes de audiência. Isso agora vai abrir uma concorrência animal (com outros veículos).”

Concorrência pelo MMA

  • Com o aumento na qualidade e no número de eventos, o espaço para a transmissão de MMA nacional cresceu e a concorrência ficou mais acirrada. Bom para o telespectador, que tem cada vez mais opções, mesmo que um fim de semana não tenha o mais tradicional UFC . Hoje a concorrência ao Combate cresceu com o êxodo de eventos nacionais. O Esporte Interativo saiu na frente e também há a opção de serem transmitidos por sites especializados em MMA e grandes portais. No âmbito internacional, o Esporte Interativo mostra o World Series of Fighting e o Bellator, o Fox Sports atualmente transmite também o Bellator – estes são os dois grandes concorrentes do UFC – e a RedeTV, o XFC. Pelos canais Globo, o Combate transmite a todos os UFCs na íntegra. Globo e SporTV têm algumas programações ao ano, sendo que a Rede Globo passa ao vivo apenas eventos realizados no Brasil, enquanto os internacionais são exibidos em VTs com ao menos 30 minutos de atraso.

Para Wallid, a questão com a comissão é política. “No meu ponto de vista, a CABMMA tinha de permitir que os eventos tenham uma voz ali dentro, votem. Acho engraçado quem não é do esporte cair de paraquedas querendo mandar. Não vai acontecer. Só se fizerem uma coisa democrática”, critica ele, sobre a comissão.

O Shooto Brasil, por outro lado, prefere não comentar as diferenças com a Comissão. O evento se diz regulamentado pela Shooto Comission – entidade da matriz do Shooto, no Japão – e pela Confederação Brasileira de MMA e afirma que, como ainda tem três anos de contrato com o Combate sem a previsão de ter que se filiar à CABMMA, não vai alterar seus procedimentos.

Combate e CABMMA explicam parceria e exigências

O blog consultou tanto a Comissão Atlética Brasileira de MMA quanto o canal Combate sobre a medida implantada este ano. Segundo a emissora, a opção pela CABMMA diz respeito não só a aspectos de segurança e saúde dos atletas, mas a questões de arbitragem, regulamento e resultados.

“Com a chancela da Comissão, os eventos se desvinculam completamente de questões relativas à arbitragem e resultado das lutas, pesagem, padrões de segurança e integridade física dos atletas, entre outras coisas”, afirmou o canal, em nota. O Combate alega que apenas “sugere” a filiação à CABMMA.

Rafael Favetti, presidente da CABMMA, defende que a entidade é “diferente” das outras confederações. E ataca o amadorismo de alguns eventos.

“A legitimidade da CABMMA vem da nossa independência. Um evento que tenha a nossa chancela sabe que terá uma auditoria independente. A CABMMA não gerencia atleta, não organiza evento. E nós temos a completa noção do que iria acontecer. É um caminho natural os eventos amadores se sentirem ameaçados pela Comissão. Nós sabíamos que o tempo da profissionalização iria chegar e iria deixar muita gente descontente”, afirma ele.

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“Creio que o canal Combate entendeu que o momento é de profissionalização no esporte. Não há mais espaço para eventos extremamente amadores, que expõe atletas a riscos. Chega. É hora de colocar a saúde dos atletas de MMA como prioridade. O promotor que não aceita está colocando um baita de um pretexto para expor a saúde dos atletas. Um pretexto para não investir nos atletas e embolsar o dinheiro. O promotor de eventos que fala isso, que às vezes ganha milhares de reais com patrocínios públicos e privados e não quer investir a mais na saúde com um protocolo, só pensa no bolso dele”, acusa Favetti, advogado e ex- secretário executivo do Ministério da Justiça.

Sobre as críticas, principalmente quanto à exigência da cara bateria de exames imposta aos eventos, a CABMMA afirma que a intenção é de que as organizações arquem com os custos, e não os lutadores.

“Acreditamos que os eventos e empresários dos atletas não devem encarar apenas como custos, mas sim como investimento”, afirma o canal Combate. “O que é mais caro, um exame que resguarda a saúde do atleta e vale por três anos ou algo que comprometa a vida do lutador? É uma ação que visa manter a integridade dos atletas, dos eventos e profissionalizar o esporte. É o modelo usado por todas as principais organizações em países de primeiro mundo, um investimento em qualidade e segurança em prol do crescimento, profissionalização e regulamentação do MMA no Brasil, inclusive sob os olhos de quem critica a modalidade. Uma entidade que regulamenta o esporte chega, inclusive, para dar maior credibilidade aos eventos.”

Um dos eventos que aceitou se filiar à CABMMA foi o Fatality Arena. “O Fatality Arena arcou com os exames e os eventos têm que fazer o mesmo. Há duas opções, ou se paga melhor o atleta, ou se arca com as despesas. Pode-se ainda fazer parceria com algum grande hospital em troca de propaganda”, afirma o organizador Diogo Tavares.

Outra crítica feita à CABMMA é em relação a uma suposta falta de contrapartida para os atletas, frente aos gastos que se tem com ela: comissões atléticas norte-americanas exigem seguro de saúde para os lutadores e garantem que os competidores receberão suas bolsas, fazendo com que as organizações depositem previamente os valores estipulados. Nos dois casos, a comissão afirma que não tem amparo legal para fazer tais exigências. Sobre a taxa de filiação, Favetti afirma que o valor se refere ao que é gasto pela Comissão para que se levante e comprove oficialmente o cartel dos lutadores – que muitas vezes apresentam dados duvidosos.

“Há promotores que fazem eventos há dez, 20 anos e nunca se preocuparam com essas questões. Mas assina quem quer, se não quer, que pelo menos respeite um protocolo mínimo de segurança. Nossas brigas políticas não são com promotores, mas sim com quem quer acabar com o esporte no Brasil. Pessoas como o deputado José Mentor”, conclui o presidente da CABMMA, citando o político que em 2009 criou um projeto para banir o MMA da TV aberta.

Sangue, suor e… ‘porrada’
Sangue, suor e… ‘porrada’

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10 coisas que o Galvão Bueno já fez e você não sabe
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É ano de Copa, e Galvão Bueno terá posição de destaque como principal narrador da TV brasileira, o que só se amplia pelo fato de o Mundial ser realizado no Brasil. Mas do lado locutor do veterano de 63 anos todos já conhecem muito bem: dos bordões às gafes, das narrações históricas às contemporâneas.

Mas não é só disso que viveu e vive Galvão. Então, o UOL Esporte Vê TV separou diversos fatos pouco conhecidos ou simplesmente esquecidos de Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno – sim, esse é seu nome de batismo. Você sabia, por exemplo, que ele já apareceu na Globo jogando sinuca? E que ele já trabalhou em uma fábrica de plásticos? Confira abaixo a lista:

1. Galvão trabalhou em fábrica de plástico

Galvão Bueno nem sempre foi narrador. O amor por esportes sempre existiu. Ele chegou a praticar hipismo, vôlei, futebol, handebol, natação e kart. Mas pelo jeito não teve talento para estar do outro lado do que se vê hoje. Profissionalmente, ele chegou a trabalhar em uma fábrica de plásticos antes de encontrar seu caminho no rádio e em seguida na TV.

2. Galvão mostrou ser um ás da sinuca na TV
Na passagem de 1991 para 1992, Galvão foi escalado para a Globo para participar das vinhetas de fim de ano. E o que se vê é o narrador mostrando seus dotes na sinuca, mas certamente curioso. “Bem, amigos, uma coisa que eu sempre tive uma imensa vontade foi ser uma fera no jogo de sinuca. Eu fico me imaginando disputando uma final de campeonato mundial, em Londres. Mas o máximo que consegui até hoje foi rasgar o pano”, diz ele, dando a tacada e acertando uma jogada acrobática. Na conclusão, um sorriso e o slogan: “Invente, tente, faça um 92 diferente.”


 

3. Galvão narrou Libertadores fora da Globo
Galvão já tem mais de três décadas de história com a Rede Globo – depois de passar por Gazeta, Record e Bandeirantes. Mas em um momento da década de 1990 ele foi buscar um outro caminho, você se lembra? Ele assinou com a Rede OM, que depois virou CNT, e passou a transmitir jogos da Libertadores pela emissora. Foi fora da Globo que Galvão narrou o primeiro título da Libertadores do São Paulo. Mesmo com algum sucesso, a coisa não foi para frente e logo Galvão retornou para a Globo e conquistou seu espaço como número 1 do canal.


 

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4. Galvão já caiu do cavalo. Literalmente
Galvão tem fazendas e sempre apreciou montar cavalos. No início de 2004, em uma propriedade que possui em Londrina, ele acabou se acidentando quando um cavalo se assustou e empinou, derrubando-o. O caso foi grave, o narrador quebrou o braço esquerdo em quatro lugares e teve de ser operado, afastando-se da televisão por um tempo.

5. Galvão já fez plásticas
Com a idade chegando, o narrador não poderia deixar de cuidar da imagem, até porque faz parte do seu trabalho na tela. Galvão já admitiu ter feito plástica para dar um “upgrade” nas pálpebras. Rumores dão conta que ele também já fez lipoaspiração e um procedimento para diminuir a marca de bolsas que tinha sob os olhos. O tema não é tabu para ele, que em 2010 disse: “Acho até que tá na hora de dar um tapinha aqui [no pescoço]. O papinho tá feio. Tá caído aqui, ó!”

6. Galvão não gosta de usar crachá
Os resultados do esporte brasileiro no início da década passada ajudaram Galvão Bueno a viver naquele período um de seus momentos de maior exposição perante o público brasileiro. Era ouro olímpico no vôlei, seleção de futebol ganhando tudo, Barrichello na Ferrari, Ronaldinho melhor do mundo, tudo com a narração do global. Mas tamanha popularidade e repercussão fez com que Galvão acreditasse que pudesse dispensar o uso de credenciais, inclusive aquelas com foto. Para quê, se todos sabiam quem ele era? O narrador chegou a questionar isso. Em 2012, um vídeo circulou pela internet em que ele tentava entrar no centro olímpico, mas era barrado por não ter credencial – até o programa de TV “Pânico” caçoou do locutor, entregando uma credencial falsa para ele.


 

7. Galvão ajudou a trazer o Burger King ao Brasil
A vinda da empresa de fast food Burger King ao Brasil, em 2007, teve a ajuda de diversos nomes fortes do cenário nacional. Entre eles Galvão, que se juntou a um grupo que contava até com Helio Castroneves para lançar a BGK do Brasil. Galvão foi um dos sócios minoritários na negociação, que acabou em disputa judicial e o afastamento do locutor do empreendimento tempos depois.

8. Galvão cria gado e produz vinho
Além de seu milionário trabalho na Globo, Galvão tem outros negócios na manga. Ele possui fazendas em que cria gado e realiza inclusive leilões para vender cabeças. Outra atividade é a produção de vinho que ele desenvolve desde 2006, quando criou a Bueno Wines, que produz vinhos no Sul e também na Itália, sempre levando seu nome.

9. Galvão quase deixou um jogo no meio
Em entrevista a Monica Bergamo, Galvão relembrou um drama na Copa de 2010, quando quase deixou uma transmissão. “No jogo de Brasil e Holanda, eu travei. A minha voz falhava, parecia carro de embreagem ruim. O Cleber Machado chegou a ficar de prontidão. Me apavorei.” O problema foi um fungo nas cordas vocais, que exigiu um longo tratamento e muitos remédios.

10. Galvão já cometeu (muitas) gafes
Com tanta experiência na TV, é claro que Galvão não escaparia de cometer erros memoráveis. Um dos mais famosos foi quando em 1974 Galvão transmitiu a Copa da Alemanha, numa parceria das TVs Gazeta, Record e Bandeirantes. O jogo era, segundo ele Bulgária x Suécia. No entanto, no fim do primeiro tempo a câmera mostrou o letreiro: Alemanha Oriental 0 x 0 Austrália. Galvão então mudou tudo e passou a narrar corretamente. Em outro caso, na sua estreia na Globo com a Fórmula 1, ele narrou uma vitória que pensava ser de Carlos Reutemann e, só na volta do intervalo, ele viu que quem subia no lugar mais alto do pódio era Alain Prost. E mais recentemente, ele fez o improvável: deixou de narrar um gol; foi em um amistoso contra a África do Sul. Conheça mais gafes e causos dele na TV.

E, para encerrar, uma coisa que ele ainda fará:
Uma novidade que ainda veremos Galvão Bueno executar será justamente durante a Copa. Isso porque ele assumirá um lugar fixo no Jornal Nacional, segundo a Globo divulgou recentemente. Ele estará com Patrícia Poeta na apresentação, mas não na bancada. Eles viajarão acompanhando a seleção brasileira durante o Mundial.


Internautas pegam no pé de Galvão por nome de goleiro do Barcelona
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Galvão Bueno foi alvo de gozação dos internautas no Twitter por narrar o nome do goleiro do Barcelona, Jose Manuel Pinto, durante a partida contra o Atlético de Madri pela Liga dos Campeões.

Toda vez que o narrador falava algo que pudesse ter duplo sentido com o nome do goleiro do Barcelona, os internautas se divertiam com esse trocadilho quase infantil.

“Pinto vai à loucura”, disse Galvão em um dos momentos da partida, comentário bastante reproduzido pelos internautas no Twitter em tom de gozação.

Não foi a primeira vez, nem será a última que Pinto atuou como titular com a camisa do Barcelona na temporada. O reserva ganhou esta condição após a lesão de Victor Valdés, que ficará fora até da Copa do Mundo.

Galvão foi a nova vítima de algo corriqueiro entre os narradores quando Pinto está em campo. Os profissionais da TV fechada, que costumam transmitir com mais frequência os jogos do Barcelona, já sofreram deste “bullying virtual”. A brincadeira ganhou maior repercussão com a transmissão aberta nesta quarta-feira.

O Atlético de Madri venceu o Barcelona por 1 a 0 e se classificou para as semifinais da Liga dos Campeões. Na outra partida do dia, o Bayern de Munique derrotou o Manchester United por 3 a 1 e também avançou de fase. Real Madrid e Chelsea já tinham se classificado na terça-feira.

Confira alguns dos comentários sobre Galvão:

 

 


Globo aposta em dupla de belas e descontração em “esquenta” para Copa
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Crédito: Reprodução

A TV Globo estreou na madrugada de segunda para terça o programa Rumo à Copa. Com cerca de 30 minutos de duração, a aposta do programa é na dupla de belas apresentadoras e no formato descontraído. As atrações configuram uma espécie de “esquenta” para o Mundial.

Fernanda Gentil, que foi considerada a musa da última Copa das Confederações, divide a apresentação do programa com Cristiane Dias, que tem ganhado cada vez mais espaço na programação da TV Globo.

As duas apresentadoras mostraram tanta desenvoltura no programa que jogaram botão e fizeram embaixadinhas com a Brazuca, a bola da Copa do Mundo. Cristiane Dias chutou de primeira uma bola jogada por Fernanda, que apareceu mostrando habilidade nas embaixadinhas em um vídeo gravado.

“Quantas vezes que você teve que gravar para conseguir fazer as embaixadinhas?”, perguntou Cristiane Dias para Fernanda Gentil. “Foi de primeira, não teve nenhum corte. Ainda me colocaram passando a bola para o Ronaldo, porque temos a mesma habilidade”, respondeu Fernanda.

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A primeira edição do Rumo à Copa teve a participação no estúdio do cantor Arlindo Cruz, que foi falar de Copa do Mundo e da canção que fez sobre os oito grupos do Mundial, que já havia sido exibida pela primeira vez na edição de domingo do Fantástico.

O programa contou também com participações gravadas dos atores Tony Ramos e Marisa Orth, que participaram respectivamente dos quadros “Copa da Vida” e “Que lance”. O repórter Kiko Menezes foi o primeiro escolhido para fornecer informações atualizadas sobre as equipes que disputarão a Copa. A ideia é que outros jornalistas também gravem boletins com esse tema nos próximos programas.

Segundo anunciaram as próprias apresentadoras, o programa Rumo à Copa será exibido oito vezes até o Mundial, sempre às segundas-feiras, depois do Jornal da Globo.


Leifert retorna de férias com edição piadista do Globo Esporte
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leifertTiago Leifert reassumiu o comando do Globo Esporte na edição desta segunda-feira, após período afastado para a transmissão do Carnaval carioca e para tirar férias. E parece que o tom ‘piadista’ da atração voltou junto com o apresentador e editor-chefe do programa.

Cristiane Dias, sua substituta, manteve o jeito descontraído e leve da atração durante o afastamento de Leifert. Mas as brincadeiras e piadas características do apresentador estiveram ausentes neste período.

O telespectador que estava com saudades do humor de Leifert pôde curtir as brincadeiras desde o início do programa desta segunda-feira. O apresentador abriu a atração celebrando seu retorno “para alegria do público”.

“95% pediram pelo meu retorno, em uma pesquisa do Ipea [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada]. A margem de erro é de uns 70 pontos percentuais”, disse o apresentador, alfinetando o instituto que foi criticado na última semana por divulgar pesquisa na qual 65% dos brasileiros afirmaram que mulheres que usam roupas curtas merecem ser estupradas – e depois voltar atrás, invertendo o resultado.#uolbr_geraModulos(‘embed-lista’,'/2014/monte-a-equipe-ideal-para-transmitir-a-copa-1396621408897.vm’)

Foi só o início de uma edição do Globo Esporte marcada pelo bom humor. Leifert brincou com o atacante Rildo, do Santos, xingado por um adversário de “feio” na derrota para o Ituano. “É uma injustiça!”, afirmou Leifert, exibindo uma foto do jogador santista.

Outro atleta da Vila Belmiro vítima das brincadeiras foi o zagueiro Neto, que ‘virou um vampiro’ em foto exibida no telão do estúdio. “Isso não pode ficar assim. Vamos até a Vila Belmiro tirar outra foto”, brincou o apresentador.

O clássico baiano entre Vitória e Bahia também foi alvo das piadas de Leifert, que ressaltou a expulsão de Hugo e Uelliton fora do lance de bola. “O árbitro previu que aconteceria uma confusão, no estilo Minority Report [filme estrelado por Tom Cruise]”.


Comentarista da Globo troca nome e “xinga” rival de Massa na transmissão
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O experiente comentarista da Globo Reginaldo Leme não escapou dos atentos telespectadores que acompanhavam o GP do Bahrein de Fórmula 1, neste domingo (6). Reginaldo cometeu uma gafe com o nome do finlandês Valtteri Bottas, companheiro de Felipe Massa na Williams, se corrigiu rapidamente, mas logo estava sendo alvo de comentários no Twitter.

“Mas o [Fernando] Alonso vai incomodar o ‘bosta’, o Bottas, já já”, disse, enquanto o finlandês recebia pressão do espanhol da Ferrari. Depois de alguns segundos de silêncio, o narrador Galvão Bueno retomou normalmente a transmissão do GP.

“O que vocês acham, top 5 [do CQC]? Hahahahaha”, perguntou Marcelo Tas a seus seguidores no Twitter, após o usuário @jonnyken alertar para a falha de Reginaldo.

Ouça o deslize de Reginaldo Leme:


 

Veja as brincadeiras no Twitter com a gafe:

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