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Caio Ribeiro diz que se expressou mal, mas reitera crítica a Sheik
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O comentarista da Rede Globo Caio Ribeiro foi ao programa Arena Sportv desta quinta-feira (18) e precisou se explicar sobre comentários feitos durante a transmissão desta quarta-feira da emissora sobre Emerson Sheik, que criticou a CBF no jogo do Botafogo contra o Bahia. Caio reiterou suas criticas ao jogador, mas ressaltou que foi acabou se expressando mal, o que fez Caio ser alvo de críticas de internautas.

“Eu acho que me expressei mal. Mas eu mantenho 100% do que eu disse ontem. Não quero proteger a CBF, nem tirar o direito de se expressar, mas não era o momento, mas a CBF precisa rever o campeonato, quando tem convocação e desfalca times, é ruim para o produto, o clube fica insatisfeito. A CBF precisa rever proteção aos árbitros. Isso são minhas criticas à CBF. Como o Sheik sai por conta de expulsão com cabeça quente, com a série de problemas do Botafogo e ao invés de reclamar do juiz, ele fala da CBF. A mensagem que eu entendo é que existe uma coisa por trás, que existe complô contra Botafogo ou contra ele e algo tem que ser tomado sobre isso'', disse Caio.

“Ele tem que tomar cuidado, porque estamos falando da entidade máxima do nosso futebol. Se ele convoca uma entrevista e fala que não concorda, ele tem direito. Ontem eu acho que atribuir à CBF, o cartão vermelho dele, é pesado e acho que ele tem que ser enquadrado. São acusações que temos que tomar cuidado. Não quero passar a mão na cabeça da CBF sou comentarista e tenho que dar a minha opinião. Agora eu virei fenômeno da internet, de um UOL da vida. O Sheik tem que tomar um pouco de cuidado para emitir opinião'', completou.

Na noite desta quarta (17), Caio Ribeiro participou da transmissão da partida Coritiba x São Paulo e a imagem de Sheik criticando a CBF foi mostrada. No momento, o ex-jogador foi contra o atleta do Botaofogo e disse: “Não (concordo), principalmente no calor da partida, precisa ter respeito a hierarquia, por mais que você não concorde”, disse Caio ao ser questionado por Cléber Machado.

Emerson Sheik foi expulso de campo após levar o segundo cartão amarelo na partida entre Botafogo e Bahia. No momento da expulsão, o atacante discutiu com a arbitragem e utilizou as câmeras da mídia para detonar a CBF. Após o episódio, ele deve ser denunciado ao STJD. O árbitro Igor Junior Benevenuto também relatou as palavras do atleta na súmula do jogo.

 


Repórteres do FOX Sports revelam cuidados para evitar cantadas de jogadores
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O Fox Sports montou um time de mulheres para a cobertura de treinos e jogos pelo Brasil. E elas se preocupam em não dar margem para interpretações erradas ou segundas intenções. Por isso, cuidam de detalhes como a roupa que vestem e até sorrisos exagerados para evitar cantadas de jogadores.

Cuidados para evitar cantadas

A repórter Eduarda Peccinatti começou a trabalhar no Fox Sports na cobertura da Copa do Mundo de 2014 após uma passagem de dois anos pela Band. Ela faz a cobertura diária dos grandes times paulistas e evita se aproximar de jogadores.

“Eu me preocupo muito. Diferentemente dos homens, não dá para tentar ser amiga de jogador, ser mais próxima. Acho que tem que ser mais reservada para não confundir as coisas. Tem que impor limite, a gente está no mundo do futebol e tem que saber se portar, ver até a roupa que vai ao treino. Acho que a gente tem passar mais despercebida”.

Para as jornalistas, a necessidade de uma postura séria pode até prejudicar o trabalho pela dificuldade de conseguir fontes. “Os meninos da área ligam para os dirigentes, para os jogadores, participam dos churrascos. Não tem como a gente ter esse contato, acaba sendo mais complicado”, completa Eduarda.

A jornalista Daniela Boaventura, que trabalha no Fox Sports do Rio de Janeiro, tem o mesmo pensamento da colega. “É muito mais difícil ter fonte, as pessoas ainda confundem qualquer aproximação que seja encarada como excessiva. Qualquer sorriso mal dado ou o excesso do sorriso podem ser mal interpretados, é a maneira que você se coloca. Mas depois de um tempo, eles entendem essa diferença. Quem vai dar esse limite é você”, diz ela que, curiosamente, começou a carreira fora da editoria de esportes cobrindo de 'ocupação de morro a tiroteio' e tinha o sonho de ser correspondente de guerra.

A repórter Lara Mota também diz que tem uma postura mais firme por estar na área há mais de dez anos, época em que as mulheres no futebol ainda eram em menor número. Por isso, era preciso se impor mais para ser respeitada.

“Sempre fui muito dura, nunca dei muita margem. Como eu venho de outra geração, sempre tive uma preocupação grande de deixar muito claro que ‘comigo não’. Talvez hoje, quem chega não precisa ser tão dura, as coisas são mais leves, tem mais mulher na área”.

Preconceito contra mulheres

Para quem está começando a carreira, como a repórter Renata Millington, não há mais espaço para preconceito. Aos 25 anos, ela começou a trabalhar como estagiária assim que a emissora foi inaugurada há quase três anos no Rio de Janeiro e hoje faz parte do time de repórteres.

“As mulheres estão conquistando espaço. Já mudou essa ideia de que mulher não sabe nada, esse conceito está ficando ultrapassado. As mulheres estão começando a fazer parte de mesas redondas”.

Mas quem está há mais tempo na área sente que ainda existem resquícios de machismo e um pensamento antigo de que mulher não entende de futebol. Eduarda cita um exemplo quando foi entrevistar um técnico do São Paulo.

“Não foi totalmente superado, ainda tem um pouquinho. Quando comecei, tinha um treinador do São Paulo que gostava de rebater perguntas, por eu ser mulher ou uma repórter nova. Ele gostava de testar conhecimento, eu fazia pergunta ele devolvia para ver até onde eu ia”.

Se hoje as mulheres são mais respeitadas, Lara Mota lembra um episódio em que ficou constrangida alguns anos atrás. “Era bem difícil, tinha muita piadinha. Aconteceu de eu estar no Morumbi para um jogo entre São Paulo e Fluminense. Eu passei na frente do túnel quando um jogador me puxou e me deu um beijo na mão. Eu fiquei muito brava. Em que momento eu dei o direito de me cortejar? Eu estava trabalhando”.

Homem entende mais de futebol?

Apesar de terem conquistado o espaço e serem bem mais respeitadas hoje em dia, as repórteres do FOX Sports admitem que ficam em desvantagem em relação aos homens por uma questão cultural. Na visão delas, o homem é incentivado a gostar de futebol desde as primeiras brincadeiras de criança.

“O homem tem uma cultura do futebol que a gente não tem, uma memória afetiva. O menino é pequeno e começa a escalar o jogador, ele ganha álbum de figurinha de futebol. A menina ganha o álbum da Barbie. Não acho que o homem saiba mais, mas ele vai se lembrar mais. Então a mulher tem que estudar para correr atrás, se informar e estudar a história do futebol”, diz Daniela.

Eduarda concorda com a colega. “É inevitável o homem entender mais que a mulher. Para ele é natural, eles jogam futebol desde pequeno, sabem as regras desde que nascem, lembram o dia do jogo, quem fez gol. Eles lembram como se fosse ontem um campeonato de dez anos atrás. Eles já conhecem muito mais, estamos sempre atrás, então tem que dedicar muito. Bate até uma insegurança. A gente vê uns caras monstros com memórias absurdas, a gente tem que se virar”.

Beleza põe mesa?

Mas ser mulher também tem o lado bom. Renata Millington acredita que as mulheres são tratadas com muito mais gentileza no jornalismo esportivo. “As pessoas são muito mais simpáticas comigo, especialmente treinadores,  dirigentes. Qualquer pessoa que trabalha acaba te tratando com mais cautela e te responde com mais delicadeza. Às vezes faço uma pergunta polemica e dificilmente vou levar uma patada. Se fosse um homem, levaria”, brinca.

Mas que beleza não põe mesa é uma unanimidade entre as meninas. Elas acreditam que o fato de serem bonitas pode ser um cartão de visitas, especialmente pela importância da imagem na televisão, mas que ela não se sustenta sem competência.

“Ninguém consegue entrevista porque é bonita. O que conta é o profissionalismo, a simpatia quando lida com as pessoas. Não acho que ser bonita influencie muito, muito mais ser simpática. A beleza não é suficiente, precisa de conteúdo, simpatia”, completa Renata.

“Nunca me vi dessa forma, nunca contou muito. O currículo e gostar de esporte, isso sempre contou muito mais. Não entrei na Fox por causa disso, sei que podiam ter chamado meninas mais novas e bonitinhas porque era uma Copa. Queriam alguém que desse conta do recado”, diz Lara que já cobriu duas Copas do Mundo, na África do Sul e no Brasil, e uma Copa das Confederações na Alemanha.

Luiza Oliveira

Do UOL, em São Paulo


Caio Ribeiro condena protesto de Sheik contra CBF e revolta internautas
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O comentarista Caio Ribeiro causou revolta nos internautas nesta quarta-feira depois que criticou o protesto de Sheik contra a CBF. O ex-jogador disse que o atacante do Botafogo precisa respeitar mais a hierarquia.

“Não (concordo), principalmente no calor da partida, precisa ter respeito a hierarquia, por mais que você não concorde”, disse Caio ao ser questionado por Cléber Machado sobre o ato de Sheik.

Instantes depois, Caio passou a ser alvo de diversas críticas no Twitter, alguns internautas, um pouco mais exaltados, xingavam o comentarista.

“Você está de brincadeira né Caio Ribeiro? O cara não pode expressar a opinião dele? Por quê? Tem de ser alienado? Não contestar nada?”, escreveu um internauta. “Caio Ribeiro defendendo a CBF! Não vejo surpresa! Não esperava outra coisa! Mais do mesmo! Pelo menos, desta vez, o mureta opinou!”, falou outro.

A polêmica foi causada pela expulsão de Emerson Sheik na partida contra o Bahia. O atacante criticou a CBF após receber o cartão amarelo e desabafou ao ser expulso.

“CBF, você é uma vergonha! Vergonha! Vergonha! Vergonha!'', falou.

Após a expulsão de Sheik, o Botafogo acabou sofrendo a virada, perdeu por 3 a 2 para o Bahia e entrou na zona de rebaixamento.

Veja a repercussão do comentário de Caio no Twitter:


Dácio Campos explica bordões malucos no tênis: Aprendi nos EUA
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Leão da Montanha, Comedor de Fígado, Touro Miúra. Qualquer pessoa que já assistiu a uma partida de tênis no SporTV já se deparou com estes apelidos. O criador deles é Dácio Campos. Ex-jogador e comentarista do canal pago há 20 anos, o paulista de 50 anos é uma figurinha carimbada no mundo do tênis. Apesar de seu prestígio, não se considera uma personalidade.

Em poucas palavras, Dácio, que jogou tênis profissional por dez anos e obteve como lugar mais alto no ranking o 107º, resume seu papel e seu espírito nas transmissões.

“Meu objetivo é trazer o tênis para o nível do torcedor comum, para aqueles que também não são fanáticos pela modalidade. Trabalho para entreter, levar alegria às pessoas. Temos muitas pessoas das classes C e D entre nossos telespectadores”, disse em entrevista ao UOL Esporte.

Mas de onde vem a ideia para tantos apelidos? Segundo o comentarista, ele aprendeu isso durante o tempo que viveu nos Estados Unidos e estudou na Universidade de Houston.

“Lá, muitas faculdades tem como apelidos os nomes de animais. Isso é algo que aproxima o esporte do público. Hoje, aqui no Brasil, muita gente na padaria, taxistas me param para falar do leão da montanha, do touro”, contou o comentarista.

E ele mesmo faz questão de explicar os apelidos.

“Chamo o Federer de Leão da Montanha, pois lá em Houston, perto da minha universidade tinha uma jaula com o cougar (leão da montanha). É um animal que tem uma ótima movimentação e índice de acerto. É o felino mais preciso no ataque à presa. E o Federer é muito semelhante a este animal dentro de quadra”, disse Dácio.

“Gosto de chamar o Djokovic de Comedor de Fígado, porque ele é um cara que não quer dar chance ao outro, realmente finaliza o rival sem piedade. O Nadal é o touro, porque é muito forte. O Tsonga, eu digo que é o Pantera Negra, pois ele é negro e parece uma pantera, um animal lindo”, completou.

Vibrante nas transmissões, Dácio diz que não tem nenhum ritual especial antes de entrar no ar e se contenta em comentar na TV fechada. Para ele, fazer tênis em TV aberta seria um “devaneio”.

Veja os melhores momentos da entrevista:

UOL Esporte: Você se considera uma personalidade do tênis brasileiro?
Dácio Campos: Não me considero uma personalidade. Tenho uma profissão como a sua. Cubro o esporte na mídia. Comecei há 20 anos como comentarista. Sempre gostei de televisão, gosto de tênis e gosto de falar. Isso acabou virando profissão. Mas o SporTV é mais importante do que eu. Não sou uma personalidade, sou mais uma pessoa querendo propagar o tênis. São 20 anos de SporTV. Eu e SporTV começamos juntos com o tênis. Era bem insípido no começo e hoje temos a maior propriedade de tênis do Brasil.

UOL Esporte: Como comentarista, você acabou indo para mais Copa Davis e Grand Slams do que quando era jogador, não?
Dácio Campos: Com certeza. Minha carreira é maior como comentarista do que como profissional de tênis. São 20 anos contra dez. Como comentarista, você pode trabalhar por mais tempo. Para tenista, fica difícil de seguir jogando depois dos 30 anos. É um esporte que machuca muito.

UOL Esporte: Hoje, você é muito mais conhecido por ser comentarista do que como um ex-jogador?
Dácio Campos: Com certeza. A grande maioria não sabe que joguei tênis, mesmo porque o tênis era muito pouco difundido. Na época, não tinha TV a cabo. Muita gente me pergunta se eu joguei tênis.

UOL Esporte: Você acha que o tênis teria espaço na TV aberta? Tem desejo de comentar uma partida na TV aberta?
Dácio Campos: Posso dizer que gostaria, mas eu acho muito difícil. O produto tênis é bem difícil para a TV aberta, pois você não tem garantia que um determinado jogador estará na final. É diferente, por exemplo, da Fórmula-1 que sempre tem o Massa lá, antes era o Rubinho. O brasileiro é torcedor, e não espectador. Então precisa ter um brasileiro lá. Tênis cabe perfeitamente na TV fechada. Qualquer ambição maior não seria sonho e sim um devaneio.

UOL Esporte: Na semana passada, você comentou uma final de Aberto dos Estados Unidos com dois jogadores pouco conhecidos em ação, Kei Nishikori e Marin Cilic. Ficou um pouco frustrado?
Dácio Campos: Eu achei legal, porque mudaram os protagonistas. O Cilic matou o (Tomas) Berdych, o (Roger) Federer e o Nishikori. Mostrou ótima atitude e tênis de altíssimo nível.

UOL Esporte: Você tem algum ritual especial de preparação para as transmissões?
Dácio Campos: Não, tênis é difícil se preparar porque é modalidade que você não sabe se vai demorar meia hora ou cinco horas. De repente, é bom ter duas, três e informações e ter cuidado para jogar. Se sair dando todas as informações de cara, posso ficar sem informação. Como passamos muitas horas no ar, cerca de seis a sete por dia, é muito tempo para falar. Estou com o Eusébio (Rezende, narrador) há 16 anos. Somos uma dupla afi nada, estamos entrosados e temos noção de timing muito importante.

UOL Esporte: Você se empolga muito com o Federer nas transmissões. Você por por ele? É federista?
Dácio Campos: Gosto mais do Federer porque gosto mais do tênis dele do que do dos demais jogadores. Me chama muita atenção e éo que mais me impressiona. Mas sou fão do Nadal, do Djokovic, do Murray. Torço para todos, mas o Federer é o que me deixa mais emocionado. Mas torcer para valer, só pelo Palmeiras.

UOL Esporte: E na Copa Davis? Vira um torcedor?
Dácio Campos: Aí eu torço. Já joguei, estive lá e sei o que torneio representa. O SporTV é um canal genuinamente brasileiro. Temos mania de cobrir o Brasil. Está no nosso DNA, estamos há 18 anos fazendo Davis. É o momento que viro torcedor-comentarista.

UOL Esporte: Ao longo destes 20 anos, qual foi o momento mais emocionante? E o mais triste?
Dácio Campos: O momento mais emocionante foi quando o Guga ganhou a Masters Cup em Portugal, em 200o. Ele ainda se tornou número 1 do mundo. Foi algo fora do comum.
Os tristes são as derrotas de Davis. Cito como exemplo a derrota do Marcos Daniel para o Nicolás Lapentti em Porto Alegre em 2009. Ali, fiquei triste de montão. Ele jogou demais. Fiquei triste pelo Brasil e triste por ele. Não conhecia o Marcos muito bem, mas durante a semana liguei para ele e o parabenizei.

UOL Esporte:  Já cometeu muitas gafes?
Dácio Campos: Nunca falei palavrão, nunca falei mal de ninguém e nunca me pronunciei pessoalmente. Não tem nada a ver usar o microfone para lavar roupa suja. É covardia. A opinião pública não tem nada a ver com meus problemas.

Fábio Aleixo
Do UOL, em São Paulo

 


Juvenal dá show de humor, mas passa mal em entrevista ao vivo
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No mesmo dia em que foi destituído do cargo de diretor de futebol de base do São Paulo, o ex-presidente do clube Juvenal Juvêncio compareceu ao programa Fox Sports Rádio, do canal Fox Sports, e deu um show de humor, com piadas, tiradas e frases de efeito, arrancando risos dos participantes do programa. No final do programa, porém, passou mal.

A entrevista ocorre no mesmo dia em que Juvenal se reuniu com Carlos Miguel Aidar, atual presidente do São Paulo, e que a guerra político no clube foi aberta, com troca de acusações de ambos os lados.

- Juvenal diz que Aidar quer demitir Muricy: “Ele é um traidor. Está maluco''

- Juca Kfouri: Juvenal bateu boca com Aidar

- Menon: Marco Aurélio Cunha desmente Juvenal

Durante o programa, Juvenal voltou a chamar Aidar de “traidor'', mas com boa dose de bom humor: “O Carlos Miguel estava querendo ser presidente. Falei, 'escuta, você ficou 24 anos fora do São Paulo'. Foi cuidar da sua vida, não vinha aos jogos de futebol, mandei permanentemente duas credenciais para a tribuna, e não vinha. Via (os jogos) em seu barco lá na praia. Então ele não tem esse fervor pelo futebol, gosta de aparecer. Mas como foi diretor de futebol com êxito, pensei 'vou chamar, ele tá querendo'. Quem gosta de futebol e vai para o Guarujá, não para os jogos?'', começou.

Depois, fez graça até com sua aparência. “Relativo a idade, eu não preciso fazer tratamento de beleza para parecer mais novo, eu sou o que sou.''

Até quando repetiu o termo “traidor'' Juvenal conseguiu fazer de forma engraçada: “Ele não consegue administrar (o clube). Cotia, ele não tem o que fazer lá. Ele não consegue. Vai na Barra Funda. Não tem o que fazer. Aquele centro de mídia, que vai se chamar Rogério Ceni, nós fizemos. Ele não tem o que fazer lá. No clube social, ele não pode plantar uma rosa, porque não tem lugar, está perfeito. O estádio está uma beleza'', começou.

“Ele vai no clube e a mulher do sorvete fala: 'E aí senhor Juvenal', ele fica louco'', completou, para risos dos participantes.

Juvenal contou até algo que, segundo ele, causava inveja ao atual presidente: “Se estamos andando os dois juntos, os caras querem foto comigo, autógrafo e tal.''

No final do programa, o ex-presidente são-paulino passou mal. Ele vomitou em um lenço, curiosamente pouco após ser perguntado sobre sua fama de gostas de bebidas alcoólicas. Vale lembrar, porém, que Juvenal passa por tratamento de quimioterapia em razão de um câncer.

juvenal passa mal
Claro, depois, fez comentários sérios sobre a briga política. “Refiz a imagem dele, ele não sabia mais nada do processo. E agora ele está aí, e comecei a perceber que ele ia fazer traição, e tenho que pedir desculpas ao são-paulinos, ao conselho deliberativo, pelo erro que cometi, erro brutal na minha vida futebolística de acreditar nesse cidadão. Estou arrependido até a morte. Falei para ele hoje: 'você tem que saber se que é um mau presidente'. Falei pessoalmente. 'Você não está administrando bem'. Fica atrás de pequenas fofocas até de mulheres aqui dentro.

Você tem que administrar o clube direito senão vai quebrá-lo. Ele tentou reagir: 'você está querendo mandar'. Eu falei: 'falo com estatística. Você pode gostar ou não de mim. Mas tem que me respeitar pelo que eu sou. O São Paulo é muito grande, você se esqueceu disso. Não faça essas coisas pequenas, larga essas porcarias que você está fazendo'. Deixamos o time montado. Ele trouxe o Kaká, quer dizer, o Kaká caiu do céu.

Eu tenho uma imagem muito forte dentro do clube. Se fosse fraco certamente não ficaria, não é? 'Então você tá querendo deturpar minha imagem. Não faça isso, você não consegue'. Não queiram me derrubar, minha imagem está solidificada dentro desse clube, esse clube vai respirar Juvenal até a morte. Não queira destruir isso, você é muito frágil, Carlos Miguel'', finalizou.


Neto dá dicas para levar a mulher ao orgasmo em programa da Band
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O comentarista e apresentador Neto deu seus pitacos sobre sexo na última quinta-feira. Em participação no programa Agora é Tarde, o ex-jogador falou sobre como fazer uma mulher chegar ao orgasmo.

“Você não precisa ter um p.. grande para fazer a mulher chegar ao orgasmo né? Lembra de uma velhinha, ela conta sobre sexo, ela falava que para uma mulher chegar ao orgasmo não precisa ter p… grande”, disse Neto.

Na sequência, o ídolo da torcida do Corinthians comentou que não é apenas o sexo o importante na relação de um casal.

“Você não precisa também já chegar na hora e fazer o sexo. Precisa tratar a mulher de um modo diferente, beijando, abraçando, dando joias, carro, bolsa da Louis Vuitton, da Channel, aí ela goza”, afirmou.

“Mas é verdade essa p…, não é mentira, estou falando a verdade”, finalizou.

Após o comentário, o apresentador Rafinha Bastos brincou que Neto estava sendo chamado no quarto andar da Band para dar explicações sobre seu comentário.

Veja o trecho em que Neto fala de sexo após 10min30s no vídeo abaixo:


Fernanda Gentil planeja gravidez e licença-maternidade antes do Rio-2016
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Fernanda Gentil quer dar um tempo no trabalho no próximo ano para se dedicar a um sonho pessoal: ser mãe. A repórter e apresentadora da TV Globo planeja ficar grávida em breve, para não comprometer sua participação na equipe da emissora para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

“Assim consigo curtir a licença-maternidade e voltar a tempo da cobertura das Olimpíadas, caso seja escalada”, disse Gentil, em entrevista ao jornal O Globo.

Com 27 anos e casada com Matheus Braga, Fernanda Gentil está em alta na Globo. Ela foi escalada para substituir Tiago Leifert no Globo Esporte SP enquanto o apresentador comanda a nova temporada do ‘The Voice Brasil’.

A nova empreitada a obrigou a se mudar temporariamente para a capital paulista, ficando distante da família. Ainda assim, a apresentadora revelou que retorna ao Rio de Janeiro quase todos os fins de semana.

“Meu marido vem com a minha família nos outros e até durante a semana. Já avisei que eles têm carta branca, espero que venham bastante. Aliás, se puderem chegar de surpresa, vou adorar”, comentou.

Sobre os próximos projetos profissionais, Fernanda Gentil evitou fazer projeções e se colocou à disposição para cumprir qualquer função que a emissora deseje no próximo ano.

“Se precisarem de mim em qualquer programa, matéria ou cobertura, quero estar preparada. Tenho em mente que preciso ser sempre um “coringa'' de confiança. Se precisar, é só chamar e vou me esforçar bastante para corresponder”, afirmou a apresentadora.


Neymar perde gol incrível e vira piada até para Galvão Bueno
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O atacante Neymar perdeu uma chance incrível na partida contra o Equador e motivou brincadeiras até da Globo em sua transmissão. Em mais de uma oportunidade, o narrador Galvão Bueno chamou uma vinheta sobre o erro do atacante.

Após Neymar carimbar o travessão e não alcançar a bola no rebote, o comentarista Júnior lembrou que Léo Batista adoraria brincar com esse lance.

Essa foi a deixa para Galvão Bueno se divertir com a jogada e cornetar o atacante. O narrador chamou mais de uma vez uma vinheta de Léo Batista falando “Inacreditável”, usada em programas da Globo para gols perdidos.

Na sequência, Mauro Naves, repórter da emissora, revelou que teve uma conversa com Tino Marcos sobre a possibilidade de Neymar vestir a camisa do “Inacreditável Futebol Clube”. No entanto, o jornalista disse que dificilmente o atacante poderia usar o uniforme, pois isso daria uma repercussão mundial e poderia desagradar o Barcelona.

O lance de Neymar aconteceu no começo do segundo tempo. Após Danilo fazer boa jogada pela lateral e cruzar para o meio da área, o jogador do Barcelona, livre na pequena área, carimbou o travessão.

Nas redes sociais, o lance de Neymar também não foi perdoado. Muitas brincadeiras foram feitas com o nome do atacante.

Veja algumas piadas abaixo:


Levir pede permissão, solta palavrão e diverte integrantes do Bem, Amigos
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O técnico Levir Culpi soltou três palavrões ao vivos no programa “Bem, Amigos'', do SporTV. Mas, só falou depois de pedir permissão para os integrantes da atração.

Questionado sobre o choque de mudar do futebol japonês para o brasileiro, Levir disse que precisaria citar um palavrão para responder.

“Posso falar um palavrão nesse horário? Não é palavrão, é uma forma de se expressar. Quando se chega no Japão, quero ver se consigo passar para vocês a diferença entre o Brasil e o Japão. Quando cheguei no Japão, as 3 primeiras palavras que você aprende lá, logo você começa ouvir aquilo todo dia, muitas vezes. Com licença, muito obrigado e desculpe. Você pega muito rapidamente essas três palavras. As três palavras mais usadas no nosso meio futebolístico são por…, fod… e car… Isso demonstra a diferença entre o Japão e o Brasil”, falou o treinador.

Bastou o técnico soltar os três palavrões para todos os integrantes do programa começarem a se divertir. Cléber Machado chegou até a pedir para o treinador repetir.

“Eu não entendi direito as palavras”, falou o narrador que recebeu a resposta de Jader Rocha, que apresentou a atração desta segunda-feira.

“Não precisa repetir”, falou Jader.

“Depois eu vejo na repetição. Eu entendi com licença, obrigado e desculpa. As outras não entendi”, finalizou Cleber Machado rindo da situação.


Fernanda Gentil tem estreia discreta em SP na vaga de Tiago Leifert
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(Crédito: Reprodução/TV Globo)

(Crédito: Reprodução/TV Globo)

Fernanda Gentil estreou nesta segunda-feira como apresentadora do Globo Esporte para São Paulo. No entanto, se o público paulista esperava um tom particularmente descontraído com a substituta de Tiago Leifert (que volta a apresentar o The Voice Brasil), pode ter se decepcionado. Gentil foi formal, fez poucas piadas e praticamente deu pouco destaque para sua primeira apresentação para a praça.

O primeiro bloco do programa exibiu a vitória do São Paulo sobre o Sport por 2 a 0, mas foi dedicado em boa parte às manifestações racistas das quais o goleiro Aranha foi alvo em 28 de agosto, no jogo contra o Grêmio. Primeiro, citou as manifestações contra o racismo no jogo Flamengo 0 x 1 Grêmio, neste final de semana, em duelo nesse sábado. Fernanda lembrou o pedido de casamento de um torcedor na arquibancada – segundo a apresentadora, “o amor prevaleceu”.

As manifestações foram novamente assunto na reportagem da vitória do Santos sobre o Vitória por 3 a 1, com direito a declarações do próprio Aranha. Depois, a apresentadora citou o jogo da Série D entre Tombense (MG) e Operário (MT), no qual o goleiro do time mato-grossense, Igor, reclamou ter sido ofendido por torcedores da equipe mineira.

No segundo bloco, a apresentadora recebeu o comentarista Caio Ribeiro para analisar a denúncia de agressão de Paolo Guerrero, atacante do Corinthians, no jogo contra o Bragantino em Cuiabá pela Copa do Brasil. O ex-jogador ainda avaliou o jogo Atlético-PR 1 x 1 Palmeiras, e foi responsável por um discreto desejo de boas-vindas à substituta de Tiago Leifert na condução do programa. Na sequência, o programa teve reportagens sobre a vitória do Brasil no Mundial masculino de vôlei e sobre o terceiro lugar de Felipe Massa no Grande Prêmio da Itália de Fórmula 1.

Após novo intervalo, a apresentadora chamou a reportagem a respeito do amistoso entre Brasil e Equador nos Estados Unidos, seguida de imagens do amistoso no futsal entre Brasil e Argentina. Aproveitando o gancho, chamou a reportagem do duelo entre os dois países pelas oitavas de final da Copa do Mundo masculina de basquete, disputada na Espanha.

No fim, a única menção à estreia. Ao encerrar o programa, Fernanda Gentil despediu-se do público: “amanhã e até o final de dezembro, eu estou de volta”.