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Série D vai ser transmitida pela primeira vez na TV
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O Campeonato Brasileiro da Série D deste ano será transmitido pela primeira vez por uma emissora de televisão. O Esporte Interativo, canal do Grupo Turner que no fim do ano passado surpreendeu ao adquirir os direitos exclusivos da Liga dos Campeões na TV paga, fechou acordo com a CBF para exibir a competição nacional.

Com início no próximo dia 12 e término em 15 de novembro, a A Série D envolve 40 clubes, entre eles os paulistas São Caetano e Botafogo, Volta Redonda (RJ), os mineiros Villa Nova e Caldense, Remo (PA), Central de Caruaru (PE), Treze e Campinense (PB), entre outros (ver tabela aqui).

O Esporte Interativo já exibe a Terceira Divisão nacional, além da badalada Copa do Nordeste, Copa Verde e torneios estaduais nordestinos.


Neto reclama no Twitter de falta de chamada para seu programa
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Na manhã desta sexta, o ex-jogador comentarista Neto foi ao Twitter para se queixar de falta de chamadas para o seu Os Donos da Bola durante a transmissão do colega Oliveira Andrade da estreia do time feminino brasileiro de vôlei no Grand Prix em partida contra o Japão.

“Tá rolando vôlei na Band. E já que ninguém chama, vou fazer aqui. A partir das 13h tem @OSDONOSNABAND. Acompanhe a gente aí galera!!!'', tuitou.

Durante a transmissão da Band, o narrador anunciou o programa Jogo Aberto, de Renata Fan, que entra no ar antes da atração comandada por Neto, e Brasil x Itália, outra transmissão de voleibol do dia, só que da seleção masculina, com narração de José Luiz Datena a partir de 13h40, logo depois de…Os Donos da Bola.

Oliveira Andrade chamou até a novela Mil e Uma Noites, no fim do dia, após o Jornal da Band, e nada de uma chamadinha para o programa de Neto.

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Acabou a “geladeira” de Renato Mauricio Prado. Ele voltará ao vivo na Fox
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Passada a “geladeira'' de três domingos com exibições gravadas, Renato Mauricio Prado poderá entrar ao vivo no Fox Sports com o seu A Última Palavra já a partir deste domingo, no horário anteriormente, às 23h, ou até mais cedo, a partir das 21h.

O período com edições gravadas do programa foi uma medida da direção do canal  após piti ao vivo do jornalista na atração do dia 7 do mês passado. Na oportunidade, Renato Mauricio Prado começou o programa reclamando de um programa técnico e ainda criticou outra atração da emissora. “É brincadeira isso, está parecendo o 'Central Fox’”, falou. Antes disso, ele já havia se desentendido com o comentarista Fábio Sormani. Levou a pior internamente nos bastidores.

Renato Mauricio Prado saiu do SporTV, há três anos, justamente por ter problemas ao vivo. Ele discutiu durante a Olimpíada de Londres com Galvão Bueno.

Recentemente, em outro caso de má conduta em programa ao vivo de um funcionário, José Ilan, apresentador e editor-chefe do Central Fox, foi afastado por três dias do principal telejornal da emissora devido ao vazamento de palavrões dele no ar pouco mais de 10 dias do chilique de Renato Mauricio Prado. “Começou o show de cara… Posso chamar outra mer.. aí ou não?'', disse, irritado com uma falha técnica que fez com que fossem exibidas imagens que nada tinham a ver com a reportagem sobre a Seleção Brasileira que havia anunciado.

Passado o gancho, quando Eduardo Elias o substituiu, Ian voltou ao programa na quinta-feira passada.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Aprendi o que é democracia com o Corinthians, diz Dan Stulbach
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A geração de jogadores que participou da Democracia Corinthiana motivou e encantou muitos torcedores. Entre eles, um menino magro, alto e de cabelos longos como Walter Casagrande, um dos principais articuladores do movimento, que durou de 1981 a 1985. “Tive a sorte de ter a Democracia Corinthiana quando era moleque, então cresci com os caras. Aprendi o que é democracia no estádio”, afirma Dan Stulbach ao UOL Esporte. O ator, diretor e apresentador, que assumiu no fim de maio deste ano o comando do Bola da Vez, da ESPN, lembra que o time o ensinou além do futebol.

Vendo um jogo no estádio com o pai, Dan viu os jogadores entrando em campo com o termo “Democracia Corinthiana” nas costas das camisas. “Eu não sabia o que era, era garoto, no colégio não se falava disso”, conta. O Brasil ainda vivia o período da ditadura militar, que começara em 1964 e duraria até 1985. “Então fui aprender o que era ali, meu pai me ensinou o que era democracia no estádio. Aqueles caras todos eram meus ídolos, Sócrates, Casagrande, toda aquela turma com o espírito de resolver as coisas junto e todos serem iguais”.

Mas ele afirma que a torcida declarada pelo Corinthians, – que já o fez seguir o time até o Japão, para assistir ao Mundial de Clubes em 2012 – não se misturará com o lado de apresentador ou comentarista na ESPN. Tanto que, para sua estreia no Bola da Vez, Dan queria um entrevistado que não tivesse relação com o time de coração. Veio Muricy Ramalho. “Eu tenho curiosidade sobre todo mundo. Adoro futebol, torço para o meu time, mas não quero ficar só nisso”.

Além de apresentar o Bola da Vez, Dan também tem feito participações nos programas Bate Bola e Linha de Passe, mas não se vê como um comentarista esportivo. Por isso gostou da ideia de apresentar o programa de entrevistas, onde ele pretende imprimir sua identidade e usar abordagens diferentes. “Posso fazer perguntas que não sejam só de esporte. A gente acaba abordando figuras do esporte só sobre esse ângulo, e acho que é legal também saber o que o jogador pensa sobre política ou seu gosto artístico, por exemplo”, explica, lembrando que muitos atletas mudam de vida rapidamente, e muitas vezes têm de lidar com o fato de serem amados ou odiados de um dia para o outro.

O Dan entrevistador não surgiu agora, com o Bola da Vez. Começou há quase dez anos, quando passou a apresentar o programa Fim de Expediente na rádio CBN. Diz porque não titubeou ao aceitar a chance de comandar o programa da ESPN e ancorar o CQC, da Band.

“Todo mundo que se dedica muito e tem esse rompimento é difícil de lidar. Essa ideia da segurança. Muita gente me procura e pergunta ‘Por que você foi para a Band, não é um risco grande abrir mão da segurança?’ Mas você só tem segurança no risco. A ideia de que você tem segurança na estabilidade é o maior dos riscos, você se acomoda, confia e ela passa uma rasteira”, explica. “A vida passa uma rasteira quando a gente está mais certo das coisas”, falou. “É um risco falar de esporte, de futebol. Mas também é uma delícia”.

Camila Mamede
Do UOL, em São Paulo


Aprendi o que é democracia com o Corinthians, diz Dan Stulbach
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A geração de jogadores que participou da Democracia Corintiana motivou e encantou muitos torcedores. Entre eles, um então menino magro, alto e de cabelos longos, que lembrava um pouco Walter Casagrande, um dos principais articuladores do movimento, que durou de 1981 a 1985. “Tive a sorte de ter a Democracia Corinthiana quando era moleque, então cresci com os caras. Aprendi o que é democracia no estádio”, afirma Dan Stulbach ao UOL Esporte. O ator, diretor e apresentador, que assumiu no fim de maio deste ano o comando do programa Bola da Vez, da ESPN, lembra que o time o ensinou mais do que futebol.

Assistindo a um jogo no estádio com o pai, Dan viu os jogadores entrando em campo com o termo “Democracia Corintiana” nas costas das camisas. “Eu não sabia o que era democracia, era garoto, no colégio não se falava disso”, conta. O Brasil ainda vivia o período da ditadura militar, que começara em 1964 e duraria até 1985. “Então fui aprender o que era ali, meu pai me ensinou o que era democracia no estádio. Aqueles caras todos eram meus ídolos, Sócrates, Casagrande, toda aquela turma com o espírito de resolver as coisas juntos, e todos serem iguais”.

Mas a torcida declarada pelo Corinthians – que já o fez seguir o time até o Japão, para assistir ao Mundial de Clubes em 2012 –, não se misturará com o lado de apresentador ou comentarista na ESPN. Tanto que, para sua estreia no Bola da Vez, Dan queria um entrevistado que não tivesse relação com o Corinthians. Veio Muricy Ramalho. “Eu tenho curiosidade sobre todo mundo. Adoro futebol, torço para o meu time, mas não quero ficar só nisso”.

Além de apresentar o Bola da Vez, Dan também tem feito participações nos programas Bate Bola e Linha de Passe, mas não se vê como um comentarista esportivo. Por isso, gostou da ideia de apresentar o programa de entrevistas, onde ele pretende imprimir sua identidade e usar abordagens diferentes. “Posso fazer perguntas que não sejam só de esporte. A gente acaba abordando figuras do esporte só sobre esse ângulo, e acho que é legal também saber o que o jogador pensa sobre política ou seu gosto artístico, por exemplo”, explica, lembrando que vários atletas mudam de vida rapidamente, e muitas vezes têm de lidar com o fato de serem amados ou odiados de um dia para o outro.

O Dan entrevistador não surgiu agora, com o Bola da Vez. Começou há quase dez anos, quando passou a apresentar o programa Fim de Expediente na rádio CBN. Ao lado de dois amigos, o economista Teco Medina e o escritor José Godoy, comenta até hoje os principais assuntos da semana e recebe convidados. No início, Dan temia colocar seus entrevistados em uma saia justa. “Fui aprendendo a não abrir mão das curiosidades, da pergunta que eu realmente quero fazer. No começo eu tinha mais receio, hoje em dia tenho quase nenhum. Para o Muricy, fiz todas as perguntas que eu queria”, garante Dan, que pensa também em fazer levantar questões que satisfaçam a curiosidade do telespectador, mesmo as mais simples.

“Vou aproveitar sua timidez”

Dan já mostrou sua abordagem diferente na estreia, com Muricy. Começou o programa como se ainda estivesse fora do ar, em um tom íntimo, para deixar o técnico à vontade. De pé, abrindo uma garrafa de água, perguntou. “Você ficava nervoso, antigamente? Mas por que, é difícil falar de você? Não gosta de falar de você?”. Depois da explicação de Muricy, fez um convite. “Então, vamos fazer o seguinte, eu vou aproveitar sua timidez para pedir para você falar ‘Roda a vinheta’ para a gente começar o Bola da Vez”. Pareceu que o técnico não toparia, mas, com um incentivo do apresentador, entrou na brincadeira e chamou a abertura do programa. Em sua primeira questão, Dan demonstrou que não falaria mesmo apenas sobre esporte. “Vou começar com uma pergunta que todo mundo já deve ter te feito: Beatles ou Stones?”, brincou.

Um dos pensamentos que Dan tem para conduzir o programa veio de um de seus ídolos, Sócrates, que ele entrevistou no Fim de Expediente, anos atrás. “Eu fiquei todo emocionado, não conseguia chamar o programa direito, os caras riam da minha cara… E nesse programa, ele falou uma coisa muito bonita. Eu perguntei ‘Como você, com todo esse conhecimento, teorias filosóficas, políticas, conversava com gente que não tinha nada a ver isso, como o Biro-Biro, o Ataliba?’ E ele responde ‘Dan, isso é fácil. É como um abraço’”, lembra, novamente emocionado. “A essência da comunicação é o encontro, que ela promova o encontro”, diz.

Além de não se ver como um comentarista esportivo, Dan também não se vê como um jornalista, embora reconheça que esse tenha se tornado mais um ofício em seu currículo. “Não sei se isso é bom ou ruim”, brinca. “Mas não foi planejado, como nada na minha vida”. Hoje, Dan colabora na ESPN, mas também apresenta o CQC, na Band, o Fim de Expediente, na CBN, e já prepara uma nova peça, A Morte Acidental De Um Anarquista, que deve estrear no fim de agosto. Um episódio que marcou sua juventude ajuda a explicar por que tem tantas facetas: viu a decepção do pai ao ser demitido de uma empresa após mais de uma década de vínculo.

“Todo mundo que se dedica muito e tem esse rompimento é difícil de lidar. Essa ideia da segurança. Muita gente me procura e pergunta ‘Por que você foi para a Band, não é um risco grande abrir mão da segurança?’ Mas você só tem segurança no risco. A ideia de que você tem segurança na estabilidade é o maior dos riscos, você se acomoda, confia e ela passa uma rasteira”, explica. “A vida passa uma rasteira quando a gente está mais certo das coisas”. Com esse pensamento, Dan tenta sempre experimentar e buscar novas possibilidades.

“Minha vida pessoal é um pouco assim também, comecei a desenhar de uns tempos para cá, a jogar videogame”, revela. Dan, inclusive, dublou recentemente o jogo Battlefield, mas garante que só joga sem se ouvir. “Acho que eu tenho uma missão comigo mesmo de me divertir, de brincar um pouco”, explica. Com essa conclusão, resume também sua nova tarefa, à frente do Bola da Vez. “É um risco falar de esporte, de futebol. Mas também é uma delícia”.

Camila Mamede
Do UOL, em São Paulo


Globo confirma: não transmitirá final da Copa América. Galvão narra a F1
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Com a ausência da Seleção Brasileira, eliminada já nas quartas de final para o Paraguai, a Rede Globo confirmou ao UOL Esporte que não irá transmitir a final da Copa América, marcada para o próximo sábado, às 17h (horário de Brasília). Com isso, somente assinantes de TV por assinatura poderão acompanhar Chile x Argentina, restrito ao canal Sportv.

A emissora optou por manter a sua programação habitual para o dia, com Caldeirão do Huck, novelas e telejornais locais.

Esporte na Globo no sábado somente pela manhã com a transmissão da parte final do treino oficial do GP da Inglaterra de Fórmula 1, cuja largada será domingo, às 9h. Galvão Bueno narrará o GP. Inicialmente a emissora informou que a narração de Luis Roberto. Os comentários serão de Reginaldo Leme e Luciano Burti e reportagens de Marcelo Courrege.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Programa global debate desequilíbrio emocional no esporte e mostra choro
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Ao som de “Calmaí”, na voz de Paula Toller, e uma seleção de imagens de momentos de desequilíbrio emocional, (incluindo recentes do Brasil na Copa América e no episódio que culminou na saída de Neymar do torneio), o programa Corujão do Esporte, exibido pela Globo nesta madrugada, discutiu a seleção brasileira no aspecto da falta de controle emocional em campo.

“Alguns lidam bem com a pressão de concorrer em alto nível, já outros…” foi um dos trechos do texto lido enquanto eram exibidas cenas com o temperamental ex-tenista que marcou época, John McEnroe, além de Mike Tyson mordendo a orelha de Evander Holyfield, a cabeçada do craque francês Zidane no zagueiro italiano Materazzi na final da Copa de 2006 e brigas em clássicos brasileiros, entre outras.

Também foram enfatizadas ali as fraquezas brasileiras em momentos decisivos, como Thiago Silva sentado em cima da bola, chorando, e do irritado Neymar contra a Colômbia,  quando acabou expulso e depois fora de vez da competição continental. “O que inspirou a gente a fazer esse programa foi o episódio com Neymar que acabou tirando ele de quatro jogos da Copa América. O Brasil acabou eliminado contra o Paraguai agora nas quartas de final e a gente não tem chance de ir atrás desse título”, admitiu o apresentador Flávio Canto que, logo de cara, questionou um dos convidados, o craque e esquentado em campo, Djalminha, sobre tudo aquilo. “Você foi um grande destaque como craque de bola e também pelo temperamento explosivo”, comentou.

“Bom, depois de tantos casos que a gente viu aí [se referindo à seleção caprichada de casos de brigas na abertura da atração], acaba sendo uma situação normal [os incidentes envolvendo Neymar na Copa América]. No caso, quando você está apanhando direto, já teve a situação da Copa do Mundo que foi contra a Colômbia, isso influenciou nesse jogo e perdeu o controle, ele sabe disso, mas não vejo como nada anormal, não. Acontece com qualquer um”, argumentou, Djalminha, que não faz muito tempo foi comentarista da Band.

“Na hora da competição, quando se tá jogando, aí adrenalina sobe e às vezes é difícil controlar esse impulso, essas emoções que são muito fortes, difícil de explicar para quem tá de fora”, justificou.

Leonardo Gaciba, analista de arbitragem da Globo ali presente, atribuiu ao fato das coisas não correrem como o atacante esperava em campo para aquela reação intempestiva. “Pra ele o normal é tudo acontecer de forma tranquila. Neymar sabe o nível dele. Jogador não é robô, tem toda uma pressão familiar, social, o que ele representa para o esporte brasileiro como um todo, acima de tudo é isso aí”, analisou.

Já Felipe Perrone, eleito melhor jogador da Liga dos Campeões de pólo aquático, o outro convidado do Corujão, não aliviou nada para o craque. “O time está acima disso, a seleção brasileira, um país. Que é normal, é normal, mas acho que há tanta coisa atrás que arriscar dessa maneira e tomar esse tipo de decisão, ter essa atitude que prejudica tanta gente, acho que tem que ficar de lição pra ele”, condenou, lembrando que no esporte que pratica há um treinamento para lidar melhor com situações mais tensas em competição.

“Ali não dá pra ter temperamento explosivo, embaixo d’água rola de tudo ali, então tem que manter a calma e um dos motivos desse título foi o treinamento que a gente teve. No treinamento, ele [técnico croata Ratko Rudic] deixava chegar a situações-limite e tínhamos que manter o controle emocional. Alguns jogos ficaram mais nervosos e deu pra manter o controle emocional”, contou.

Além das imagens e dos depoimentos, o programa da Globo ainda foi ouvir um psicanalista, Dr. Luis Alberto Py.  “Há dois times de causa para isso [descontrole emocional]: a primeira é a pressão. Ele tá sendo visto por milhões de pessoas, tá sendo cobrado e, mais do que isso, ele se cobra. E aquela carga leva que qualquer dificuldade se torne uma frustração muito grande e facilmente um jogador que tá cheio de adrenalina, funcionando a mil, encontra um contratempo, ele bota aquela energia pra fora de uma maneira desastrada às vezes”, iniciou.

“A outra causa é biológica”, continuou, “há pessoas que têm disritmia cerebral, um tipo que se caracteriza exatamente pela explosividade, são pessoas que reagem antes de conseguir pensar e geralmente reagem com violência.” E finalizou: “para esses casos [biológico] existe até remédio, e para o caso da pressão excessiva terapia ajuda. Esses jovens precisam de acompanhamento psicológico, eles e as famílias deles, porque lidar o sucesso e um sucesso razoavelmente rápido não é muito fácil. Junto com o sucesso, vem a cobrança.”

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Dez tuítes mostram que André Rizek, do Sportv, está afiado nas críticas
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RizekCrédito: Reprodução/Sportv

O apresentador André Rizek, do Sportv, está com a corneta a todo vapor. Misturando ironia e críticas, o jornalista não fica em cima do muro no Twitter e compra briga com todo mundo: CBF, clubes de futebol, dirigentes, Dunga… E tal perfil faz sucesso. Seus comentários são populares.

Muitos aprovam suas reclamações, enquanto outros reagem com indignação. Resultado: Rizek tem mais de 700 mil seguidores e usa o Twitter para desabafar. No último mês, foram diferentes alvos, num bom resumo do noticiário esportivo.

1 – Léo Moura ganhou um novo rótulo depois da polêmica negociação com o Vasco:

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2 – Vasco que já havia sido cornetado pela campanha no Brasileiro, após a segunda derrota seguida por 3 a 0 e uma má fase que culminou na saída de Doriva:

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3 – Dunga também recebeu “homenagem'' depois de colocar quatro zagueiros em campo na vitória sobre a Venezuela. E a piada fez sucesso:

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4 – O Corinthians foi vítima da corneta por perder Guerrero:

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5 – Nem o governo brasileiro e a polícia federal escaparam:

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6 – Também teve mensagem à CBF, parceira da Rede Globo:

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7 – Paulo Nobre e os jornalistas esportivos foram alvos simultâneos:

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8 – A corneta também se estendeu aos políticos (e ganhou muito apoio):

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9 – Os valores que devem ser pagos a Firmino e Douglas Costa foram lembrados:

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10 – E, por fim, uma crítica que falou por muita gente. Após a eliminação do Brasil na Copa América, ele relembrou a desculpa de Felipão depois dos 7 a 1 do último Mundial:

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Fabi leva jeito elétrico para a Globo e cadeiras sofrem: “Sou torcedora”
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Bicampeã olímpica e heptacampeã da Superliga feminina. O currículo da líbero Fabi a coloca como uma das melhores jogadoras de sua posição no mundo. E antes mesmo de abandonar as quadras, ela já iniciou uma nova carreira.

Desde 2014, Fabi tem feito parte da equipe de comentaristas da Globo, dividindo o posto com Tande e Giba. Conhecida por seu jeito elétrico dentro da quadra, a atleta levou essa sua característica para a televisão, para o sofrimento das cadeiras.

“Realmente é muito difícil me controlar. Me pego, algumas vezes, chutando cadeira e comemorando baixinho. Mas isso faz parte, pois além de vivenciar tudo aqui bem de perto, sou uma torcedora fanática”, disse a atleta em entrevista exclusiva ao UOL Esporte.

“Muito difícil não me envolver e acho que isso jamais irei conseguir. Mas o importante é estar atenta às informações”, completa.

O convite para Fabi não demorou muito para aparecer. Logo após a líbero anunciar que estava de saída da seleção brasileira, ela foi procurada para dar início a essa empreitada.

“Algumas pessoas já haviam me dito anteriormente para pensar em ser comentarista quando parasse de jogar, mas nunca tinha levado a sério”, afirma.

O problema dessa nova carreira sem abandonar o vôlei é a relação com as atletas. Fabi admite que sofre com as brincadeiras das antigas companheiras que precisa criticar agora.

“Elas brincam muito. Dizem que se eu falar mal elas vão me matar. Mas faz parte. Preciso fazer meu papel. Elas estão jogando muito bem e isso contribui para que meus comentários sejam bons também”, brinca a comentarista, que garante que mantém contato com as atletas e que a amizade não muda.

Fabi diz que ainda está tentando se acostumar com as câmeras, pois jogar vôlei é “muito mais fácil”. Para isso, ela faz uma preparação com uma fonoaudióloga.

Apesar de toda essa dificuldade e dar saudade de defender a seleção, a líbero não se arrepende dessa nova carreira.

“Acho que a vontade de estar na seleção será eterna. Mas é saudade boa, dos bons momentos vividos, que serão inesquecíveis. Não se trata de arrependimento. A seleção está em boas mãos e a sensação de dever cumprido me deixa tranquila”, fala.

Hoje, ela divide as transmissões com o ex-jogador Tande, que começou como comentarista e chegou a apresentar o Esporte Espetacular.

“O Tande é um grande exemplo pra mim. Mas uma coisa de cada vez. Quero fazer um bom papel como comentarista. Esse é meu objetivo no momento”, finaliza.


Chico Pinheiro celebra Brasil não pegar Argentina: “atropelamento”
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Durante o momento esportivo no Bom Dia Brasil, os apresentadores não esconderam o alívio pelo Brasil ter sido eliminado antes da Copa América e não ter precisado encarar na semifinal a Argentina de Messi que, nas palavras de Giuliana Morrone, “trucidou os paraguaios''.

“Na vida tudo é questão de referência, tudo é relativo. Acredita que não foi assim tão ruim assim perder perder pro Paraguai'', disse ela, acompanhada do sempre espirituoso e realista Chico Pinheiro. “Cê imagina o atropelamento da Seleção, da camisa amarela por 6 a 1 ou 7 a 1 depois da Alemanha.''

“Já tem gente na internet agradecendo ao Thiago Silva, 'valeu, Thiago', por ter metido a mão na bola e ter dado aquele pênalti para o Paraguai'', comentou Lúís Ernesto Lacombe, apresentador do quadro esportivo no telejornal matinal da Globo, referindo-se ao inusitado lance do zagueiro brasileiro que resultou no empate, 1 a 1 no tempo normal de Brasil e Paraguai, que depois virou eliminação brasileira naquela quartas de final ao perder nas disputa por pênaltis, 3 a 4.