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Record enxuga equipe, e Pan de 2015 vai ser maior na TV fechada
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Álvaro José será um dos três narradores da Record em Toronto nos Jogos Pan-Americanos de 2015

Disputados no auge de um período de vultosos investimentos da TV Record no esporte, os Jogos Pan-Americanos de 2011, disputados em Guadalajara, foram símbolo da política que a emissora havia adotado naquele momento. Foi um projeto grandioso, que levou 245 profissionais para o México. A edição 2015 do evento, em Toronto, mostrará um momento diferente. Após mudanças de diretrizes, o canal aberto enviará apenas 70 pessoas à cidade canadense. O enxugamento fará com que a competição tenha um espaço maior na TV fechada.

Em 2011, a Record teve direitos exclusivos do Pan. O único canal fechado que mostrou o evento, portanto, foi a Record News. A estratégia da emissora paulista também mudou nesse aspecto, e os Jogos de 2015 foram repassados para o Sportv, que faz parte das Organizações Globo.

O Sportv enviará 50 profissionais para Toronto, mas envolverá um total de 200 pessoas na cobertura do evento. Serão 280 horas de transmissão ao vivo, com alguns dos principais profissionais da emissora – os narradores Roby Porto, Luiz Carlos Júnior e Sérgio Maurício, por exemplo. “Em Guadalajara-2011, não tínhamos direitos e mandamos apenas uma equipe de reportagem”, comparou Raul Costa Júnior, diretor do canal.

Somada ao contingente da Record News, a estrutura da TV fechada para o Pan será maior do que o total da Record. A emissora aberta envolverá um total de 300 pessoas no projeto, mas ainda não definiu quantas horas o evento terá em sua grade.

“O brasileiro gostar de torcer pelo brasileiro e precisamos lembrar que temos um histórico de participações bem-sucedidas. Em Guadalajara, por exemplo, tivemos quase 150 medalhas, uma média de oito por dia, sendo três de ouro. Queremos mostrar a força do nosso esporte”, disse Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record.

A equipe do canal para o Pan terá três narradores (Álvaro José, Dudu Vaz e Lucas Pereira) e dois comentaristas (Fernando Scherer e Luísa Parente) em Toronto. Além disso, Eduardo Savóia participará do projeto no Brasil.

“Desde 2010, iniciamos um ciclo de transmissões de eventos olímpicos, com os Jogos de Inverno de Vancouver, o que nos trouxe um grande amadurecimento nesse tipo de cobertura. O Pan de Toronto é mais uma etapa importante nesse processo de consolidação da Record como emissora cada vez mais interessada no desenvolvimento do esporte no país. Exatamente por isso, o evento é um dos mais importantes da nossa programação de 2015, um projeto no qual estamos trabalhando desde o final das Olimpíadas de Londres, em 2012”, completou Tavolaro.

A primeira equipe de reportagem da Record já está no Canadá, aliás. O grupo liderado pelo repórter Jean Brandão viajou a Toronto ainda na primeira quinzena de abril para começar a produzir um material sobre a sede do Pan.

A Record tem os direitos televisivos dos Jogos Pan-Americanos até 2019, ano em que será parceira global de mídia do evento – com exceção do Peru, país-sede da competição. Além disso, o canal aberto será um dos que exibirão os Jogos Olímpicos de 2016, que acontecerão no Rio de Janeiro – os outros são Bandeirantes e Globo.

Os Jogos Pan-Americanos de 2015 serão disputados entre os dias 10 e 26 de julho. A Globo, que não tem direitos do evento para TV aberta, mandará apenas uma equipe de reportagem para o Canadá.

Guilherme Costa
Do UOL, no Rio de Janeiro


Dan sai do script e emociona Muricy em sua estreia no Bola da Vez, da ESPN
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Informal, abusando do improviso e emocionando o convidado, assim foi a postura de Dan Stulbach no papel de novo apresentador do programa de entrevistas Bola da Vez, da ESPN. “Oi, oi, oi, alô, tudo bem? Tô ouvindo aqui, fala, meu, tá valendo, tamo gravando já”, assim abriu o programa, ainda com Muricy Ramalho, o entrevistado em sua estreia, e os entrevistadores, o repórter André Plihal e o gerente de programação do canal, Arnaldo Ribeiro, todos em pé. Fora do script. Com direito a pedir que o treinador chamasse a vinheta de abertura da atração.

Com os seus agora colegas na ESPN, o ator e diretor (e comandante do CQC, da Band) soube conduzir a conversa, abordando assuntos que normalmente o entrevistado não responde: “Beatles ou [Rolling] Stones?”, quis saber, logo de cara. “Eu, Stones. Eu sou da época da Rita Lee, cabelo cumprido, usava macacão, naquela época tamanco, ia a show, gostava dessas coisas, Titãs, eu sou desse barulho aí”, contou o treinador, chegado ao rock'n'roll.

Questionado se o estilo da época lhe causava problema, ele confirmou, mas, rebelde, batia o pé: “no começo, sim. Eu tinha um técnico [o argentino José Poy] que mandava cortar o cabelo toda semana. ‘Se não cortar, não treina’. Então não treino. Não aceitava que determinava, que tinha que ser de outra maneira. Era ditadura, então qualquer tipo de comportamento diferente, já te rotulavam, mas como tinha personalidade, não mudava a minha maneira de ser”, explicou.

E mesmo com os temas mais “comuns'', Dan buscava uma abordagem diferente: “você tava falando dos moleques que ficam pelo caminho e muitos devem estar nos assistindo agora, o que acontece na maioria das vezes para essa galera fracassar e o que você poderia dizer para não fracassar?”, questionou Muricy, que respondeu: “eu posso falar porque eu me empolguei, também, só que no meu tempo era muita concorrência, tinha 200, era difícil jogar no São Paulo, mas era focado, buscava café e eu ia com a maior humildade, não é demérito pra ninguém.”

Sobre Ganso, Muricy deu a seguinte opinião: “ele teve uma boa fase no Santos, antes da contusão que prejudicou muito ele, e eu insisto muito com ele em algumas coisas, mas às vezes ele tem dificuldade em fazer, porque às vezes foge um pouco às características dele. Entrar na área eu cobrava muito.”

Questionado por Dan se Ganso é craque, Muricy respondeu que não. “Ganso é muito bom jogador. Craque é esse caras [Zico, Maradona, Neymar], precisa ir mais para a seleção, tem que fazer várias coisas”, disse, argumentando, ainda, que também precisa jogar bem por mais tempo para ser chamado de craque. Nesse momento, criticou avaliações positivas prematuras da imprensa esportiva sobre atletas. Ao contrário de Ganso, Lucas Lima, do Santos, mereceu elogios mais animados do ex-técnico do Tricolor: “jogador moderno é esse. Pra mim, esse é o número 10 do Brasil hoje”, avaliou.

A informalidade foi o tom da conversa por quase toda a entrevista. Em determinado momento, Dan virou-se para Muricy e avisou: “vou te dar um alívio dos assuntos chatos para você ver mais um amigo, vem aí mais um ‘Fogo Amigo’”. Tata, auxiliar e amigo de Muricy, apareceu em depoimento gravado. O quadro foi ao ar, antes, com participação de Serginho Chulapa.

No fim da atração, Muricy Ramalho emocionou-se após longa e profunda pergunta de Stulbach: “você teve um problema de saúde e aqui ao seu redor aqui onde a gente tá celebrando a sua trajetória, passagem pelo futebol, trocando uma ideia, vendo sua história, eu imagino que num período difícil de problema de saúde a gente repense a vida toda, o que é bom, ruim, o que valeu a pena ou não. Olhando essas fotos, vendo a sua passagem, você chegou onde imaginou chegar, você tem orgulho dessa sua caminhada, mudaria alguma coisa?

“Muito legal essa sua pergunta. Essa vida aí veio [pausa, olhos marejados], desculpa, é difícil falar. Quando eu fiquei num lugar que não conhecia, a UTI, momento duro, porque futebol é bom, mas faz mal pra saúde, então nesse momento, quando tive problema de arritmia, ali é um lugar fechado, não tem janela nem nada, tudo cheio de fio e ali repensei toda a minha vida. O que tô fazendo aqui, não criei meus filhos, não convivo com minha esposa, pessoa que eu mais gosto, não tenho amigos, porque você vive no futebol”, começou a sua fala.

A gente está 34 anos juntos e conversamos todos os dias [ele e a mulher]. Lá atrás, falei: eu vou chegar na Seleção Brasileira, vou ser um técnico diferente, demorei, passei por vários técnicos, fiz vários cursos e eu cheguei, porque fui convidado. Fui técnico da Seleção por três horas. Ganhei muitos títulos e nunca saindo do que eu penso da minha vida. No Brasil, é muito difícil ser correto. Comigo, é linha reta, meu pai me ensinou e tenho um baita orgulho”, finalizou, satisfeito com o que fez na vida.


ESPN repete Alemão e também assegura transmissão do Italiano
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A exemplo do Campeonato Alemão, o Italiano também segue sendo transmitido pela ESPN Brasil. O próprio vice-presidente de jornalismo do canal, João Palomino, usou as redes sociais para anunciar a novidade nesta terça-feira.

“ESPN garante direitos do Campeonato Italiano por mais 3 anos. Depois do Alemão, mais uma ótima notícia ao fã do esporte. E não para aqui'', escreveu por meio de seu perfil no Twitter.

Há três semanas, o Fox Sports havia anunciado a renovação dos direitos televisivos para a transmissão do Campeonato Italiano, e de forma exclusiva, para o próximo triênio: temporada 2015-2016 a 2017-2018. Com o anúncio desta terça, a ESPN sublicenciará a Série A.

Rogerio Jovaneli
Do UOL, em São Paulo


Globo só passará Libertadores para dois estados quarta; 21 verão o Flamengo
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Cleber Machado vai narrar o Palmeiras

Cleber Machado vai narrar o Palmeiras

Definidas as transmissões de futebol no meio de semana, telespectadores poderão acompanhar na quarta-feira três jogos em TV aberta, conforme suas regiões.

O duelo da noite pela competição mais importante, Cruzeiro x River Plate, às 22h (horário de Brasília), confronto pela Copa Libertadores da América que definirá quem passa às semifinalistas, será transmitido pela TV Globo para MG e RS (Rogério Correa narra, Bob Faria e o ex-árbitro Márcio Rezende Freitas comentam). Na TV paga, a partida será exibida por Sportv (com Milton Leite, Lédio Carmona e Roger Flores) e Fox Sports (Gustavo Villani, Paulo Vinicius Coelho e Carlos Eugênio Simon).

Palmeiras x ASA, outro jogo às 22h, só que pela Copa do Brasil, será transmitido para São Paulo, Alagoas e parte da rede. Os telespectadores poderão optar por Globo (com Cleber Machado, Casagrande e Paulo Cesar Oliveira) ou Band (Téo José e Neto). Na fechada, transmissão do Sportv 3 (com Odinei Ribeiro e Wagner Vilaron). ESPN Brasil e Fox Sports 2 também mostram.

Já Flamengo x Náutico, outra partida de Copa do Brasil do tradicional horário de futebol nos meios de semana, poderá ser visto por Rio de Janeiro e Pernambuco, entre outras praças. Globo vai com Luís Roberto, Juninho Pernambucano e Renato Marsiglia (para RJ, SC, ES, GO, TO, MS, MT, BA, SE, PB, RN, CE, PI, MA, PA, AM, RO, AC, RR, AP e DF) e com a transmissão de Rembrandt Junior, Chiquinho e Wilson Souza (para PE). A Band transmite com Ulisses Costa e Edmundo (para RJ, PE e parte da rede). Na TV paga, jogo mostrado pelo Sportv 2 (com Julio Oliveira e Ricardo Rocha).

Outras transmissões do meio de semana:

Terça, 26:
22h00 – Tigres x Emelec (Libertadores) – Fox Sports

Quarta, 27:
19:30 – Internacional x Independiente Santa Fé (Libertadores) – Fox Sports
19h30 – Coritiba x Ponte Preta (Copa do Brasil) – Sportv e ESPN Brasil
19h30 – Goiás x Ituano (Copa do Brasil) – Fox Sports 2

Quinta, 28:
Racing x Guaraní (Libertadores) – Sportv


Galvão analisa comentaristas que trabalharam com ele. Sobrou para o Rubinho
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Nos 40 anos de carreira, Galvão Bueno fez dupla com muitos comentaristas. Dividiu (e ainda divide) cabines com jornalistas, ex-jogadores e ex-pilotos nas transmissões esportivas. No livro que lançou neste ano, o “Fala, Galvão!”, o narrador da Globo conta bastidores e analisa o perfil desses parceiros.

Galvão não economizou elogios aos comentaristas e revelou também que pegou no pé de alguns deles por alguns detalhes. No caso de Rubens Barrichello, por exemplo, o narrador reclamava que o piloto não saía das redes sociais durante as transmissões. No resumo, no entanto, Galvão lamenta que Rubinho não tenha continuado na Globo e destaca sua qualidade como comunicador.

Confira abaixo trechos das análises que o narrador fez de seus parceiros durante os 40 anos de carreira.

O que Galvão acha dos comentaristas com quem trabalhou
  • Reprodução de TV
    Rubens Barrichello
    "Era um mundo novo e, aos 42 anos, ele poderia ficar nessa função quantos anos quisesse. Eu reclamava por causa do Twitter e do Instagram, que ele não largava e que, na minha opinião, poderiam atrapalhar uma pessoa com as nossas funções. Mas ele estava indo muito bem, era engraçado, conseguia ser aquele cara bem-humorado que a gente conhece na intimidade, as pessoas estavam gostando." Foto: Reprodução de TV
  • Thiago Duran e Paduardo/AgNews
    Casagrande
    "Além de tudo, sou fã do profissional, um cara que fala o que pensa, tem muita coragem, é muito querido pelo telespectador, enxerga o futebol de uma maneira única." Foto: Thiago Duran e Paduardo/AgNews
  • Globo/Renato Rocha Miranda
    Ronaldo
    "Na cabine, ele também é um cara tranquilo e tem o dom de encantar. Mas vou contar um segredo: no 7 a 1 eu fiquei preocupado. Ele foi perdendo a cor, mudando as feições... Em mais de uma ocasião eu fechei o microfone e perguntei 'Tudo bem?'. 'Tudo bem, o caralho! Tô passando mal!'. Mas segurou a onda, aliás, como todos nós." Foto: Globo/Renato Rocha Miranda
  • Daniel Kfouri/Folhapress
    Arnaldo César Coelho
    "No começo, foi meio complicado. Para Arnaldo, dificilmente o juiz errava e demorou um pouquinho para ele perder o corporativismo. Eu devia ter tido um pouco mais de paciência, mas comecei a pegar demais no pé dele. Sempre com o intuito de provocar uma brincadeira, claro. Ele não gostou muito, mas consegui explicar que era mesmo brincadeira." Foto: Daniel Kfouri/Folhapress
  • Folhapress
    Luciano do Valle
    "O nível de qualidade do trabalho dele me fez crescer profissionalmente, ele foi uma referência. E eu sei que o fiz crescer profissionalmente também. Nós disputamos pontos de audiência por mais de trinta anos e acho que um puxou o outro. Mesmo sendo adversários - não inimigos -, era tão bacana a nossa disputa que isso nos tornou amigos." Foto: Folhapress
  • Felix Lima/Folhapress
    Reginaldo Leme
    "Reginaldo é um dos maiores profissionais que eu conheço, tem um texto maravilhoso, possui um grande domínio do jornalismo de uma forma geral. Conhecimento de automobilismo então, nem se fala. Ao mesmo tempo, é uma das pessoas mais inseguras que eu conheci no mundo, um cara eternamente preocupado. Ele está numa fase profissional realmente muito boa, mas continua, até hoje, inseguro." Foto: Felix Lima/Folhapress
  • Zero Hora
    Paulo Roberto Falcão
    "Demorou um pouquinho para entender que não podia comentar sem deixar de ser o Falcão ex-craque e ex-jogador. Uma pessoa com uma visão de jogo como poucas vezes conheci. Aquilo sim é que é entender o futebol. Ele tem uma frase: 'O técnico precisa ter a leitura do jogo, grande jogador de meio-campo tem que ter leitura do jogo'. Vi poucas pessoas com a capacidade de ler o jogo como Paulo Roberto." Foto: Zero Hora
  • Divulgação/Globo
    Júnior
    "Júnior ganhou o título de maestro. E se ele era o maestro em campo, também é nas transmissões. Ele vê o jogo com olhos diferentes, entende o que está acontecendo em campo com extrema facilidade e consegue passar isso para nós e para os espectadores." Foto: Divulgação/Globo
  • Pedro Vilela / LightPress
    Raul Plassmann
    "Raul é um cara fantástico, uma grande pessoa, um grande parceiro, um grande amigo. (...) Ao encerrar essa brilhante trajetória nos gramados, Raul fez uma bela carreira de comentarista. Começou no rádio e veio para a TV Globo, onde fomos parceiros por muitos anos, até a Copa América e a Libertadores de 1995." Foto: Pedro Vilela / LightPress
  • Edu Moraes/Record/Divulgação
    Álvaro José
    "Outro grande comentarista com quem trabalhei, na Globo e na Bandeirantes, e com quem aprendi muito, foi o Álvaro José, uma verdadeira enciclopédia esportiva. Fiz de tudo ao lado dele, basquete, vôlei e principalmente Jogos Olímpicos, onde ele é imbatível, um verdadeiro craque." Foto: Edu Moraes/Record/Divulgação
  • Montagem
    Márcio Guedes e Alberto Helena Jr.
    "Dois jornalistas premiados, de faro aguçado e texto belíssimo, dois jornalistas de pesquisa, cheios de conhecimento, principalmente conhecimento prático de futebol, colunistas com as agulhas bem afiadas para espetar." Foto: Montagem


Cleber Machado diz que bocejo de Rivellino é porque não fez siesta
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Crédito: Reprodução/SporTV

Crédito: Reprodução/SporTV

O pessoal do Bem, Amigos levou com bom humor o flagra da Rede Globo de Rivellino bocejando domingo no Maracanã, enquanto tentava assistir ao sonolento Fluminense 0 x 0 Corinthians, de tão poucas emoções.

O narrador Luís Roberto, apresentador da atração do Sportv no lugar do titular Galvão Bueno, foi o primeiro a fazer graça: “olha lá o Rivellino. Riiivaaa, acorda, Riva. Riiivaaa”, brincou no momento que era exibida a imagem.

Sem perder a piada, o também narrador Cleber Machado, ali no papel de debater do programa, resolveu dar seu “palpite'' para a causa da reação do ex-jogador, ídolo tanto de corintianos quanto de tricolores, adversários no jogo.

“Rivellino tá acostumado a fazer uma siesta. Ontem ele não pôde fazer. É isso”, sugeriu ele, dentro do clima de bom humor do Bem, Amigos.


Planeta SporTV parece programa da Globonews e vai além do futebol. Ousado
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Crédito: Reprodução/SporTV

Crédito: Reprodução/SporTV

Os canais esportivos brasileiros, aqueles que possuem em seus cardápios bons campeonatos de futebol, lotam o dia-a-dia de programas que os analisem à exaustão. Raro ver o mesmo tratamento para outros esportes, exceto em momentos pontuais, como Jogos Pan-Americanos e Olimpíadas (Verão e Inverno). Quando muito, arriscam-se com programas semanais. Razão de sobra para definir o Planeta Sportv, que estreou nesta segunda, como uma aposta ousada do canal esportivo da Globosat.

Com um estilo similar ao 'Em Pauta', atração noturna da Globonews que diariamente analisa os fatos marcantes do dia com o auxílio de correspondentes internacionais, o Planeta vai na mesma linha. No primeiro programa, teve direito até às janelinhas mostrando dois Karin Duarte (de Nova York, nos EUA) e Fernando Saraiva (Londres, na Inglaterra) na mesma imagem em que uma terceira tela exibia os apresentadores, Edgar Alencar e Janaína Xavier, ambos falando da base do programa nos estúdios do Sportv no Rio de Janeiro (mesma cidade de onde fala Sérgio Aguiar, do citado Em Pauta, da Globonews).

Falou-se do noticiário de futebol pelo mundo, a demissão de Carlo Ancelotti no Real Madrid, o futuro de Daniel Alves, ainda jogador do Barcelona, mas que se disse não valorizado no clube e pode deixar a Catalunha, teve até entrevista por telefone com Éverton Ribeiro, jogador da Seleção de Dunga, direto dos Emirados Árabes, mas a atração definitivamente foge do “jornalismo futebolístico”.

Ao contrário, mostrou que será esportivo, mesmo, com direito à entrevista ao vivo com o cubano Javier Sotomayor, recordista mundial do salto em altura (atletismo) e mensagens de “boa sorte” de Anderson Varejão, jogador do Cleveland Cavaliers, da NBA, e do nadador bicampeão olímpico, César Cielo, além de entrevista gravada com Vitor Belfort, durante a participação da correspondente de UFC do canal, Ana Hissa, falando direto de Las Vegas.

Rogerio Jovaneli

Do UOL, em São Paulo

 


Casagrande detona jogo que comentou na Globo: ‘deveria ter ido ao teatro’
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Créditos: Reprodução / Sportv

Se no domingo a transmissão da Globo flagrou Rivellino bocejando com o sonolento Fluminense x Corinthians, nesta segunda foi a vez de sabermos no Sportv, canal da Globosat, que Casagrande, analista da partida exibida na emissora aberta, caso soubesse do nível do jogo, preferiria ter ido a um teatro ou a um parque em vez de comentá-la ao lado do narrador Cléber Machado.

“Se soubesse antes da rodada que seria tão ruim, teria ido a um teatro, um parque”, declarou ele no programa Seleção Sportv, bastante irritado, incomodado com a falta de qualidade do duelo deste domingo, pelo Brasileirão, no Maracanã. “Sou obrigado a sentar num domingo à tarde pra ver aquilo lá?”, questionou, indignado.

Para o ex-jogador comentarista da Globo, o ideal seria que os times brasileiros adotassem a fórmula do Barcelona, com as suas categorias de base adotando o mesmo padrão de jogo da equipe de cima. “O Brasil é uma confusão de tática, treinadores, organização, é tão desequilibrado que não dá nem pra fazer isso [como o Barça], que aparentemente é simples: copiar o que outros fazem.”

O analista ainda citou o Internacional de 1976, como uma espécie de modelo, e lembrou do bom momento do Corinthians no início do ano, do qual elogiou, mas que não manteve mais o mesmo nível de futebol.


Sportv tem apagão ao vivo e 7 a 1 da Seleção é lembrado
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Créditos: Reprodução

O Redação sofreu um apagão em seu estúdio durante a exibição ao vivo do programa desta segunda-feira. Por cerca de cinco segundos, tudo às escuras. Ao voltar ao ar, o apresentador André Rizek e os convidados, Evaldo José, narrador da CBN e Carlos Eduardo Mansur, do jornal O Globo, brincaram com o “apagão'' da Seleção do técnico Luiz Felipe Scolari na Copa do Mundo de 2014.

– Rizek: “ah, agora voltou. Ficamos às escuras de repente aqui no estúdio, apagou tudo''

– Narrador Evaldo José: “é o apagão''

– Rizek: “é o apagão. Foi o 7 a 1″

– Evaldo: “é que eu falei da Copa de 2014 [o narrador fez menção a um episódio de invasão pacífica de um torcedor na Granja Comary, local de preparação da Seleção na última Copa]

– Rizek: “você citou e apagou tudo aqui no estúdio''

– Mansur: “que maldição, hein?''

– Evaldo: “não faço mais isso.''

– Rizek: “não faça mais isso''

A discussão na atração, antes do seu apagão, era sobre ambiente entre esportistas e torcedores e segurança nos locais de competição. Durante o torneio de tênis Roland Garros, Roger Federer reclamou da invasão de um garoto na quadra, para tirar uma selfie com ele.

“O desafio é equilibrar ambiente com questão de segurança. Tem uma semana bem legal durante a preparação do Brasil pra Copa de 2014, na Granja Comary, em Teresópolis, que um garoto consegue furar o bloqueio da segurança, sai correndo em direção ao David Luiz, que foi ao encontro do garoto, deu um abraço, um autógrafo pro menino, conteve os seguranças que depois levaram o garoto. Nem sempre toda invasão é um risco. Tem sempre os dois lados, a ideia, tenativa de estar mais próximo do ídolo, é difícil tomar uma decisão na hora'', falava Evaldo Jose, quando então caiu a luz do estúdio.


Globo ousa, e chamada para Aldo x McGregor vira videogame
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José Aldo e Conor McGregor se encaram apenas em julho, mas o UFC já está investindo pesado na promoção deste combate. Neste fim de semana, dois anúncios da luta passaram a ser veiculados. Um é um filme de um minuto, tratado como superprodução pelo UFC. O outro é uma chamada da TV Globo em que a disputa foi levada para o mundo dos games.

O anúncio da Rede Globo parece até mais ousado, principalmente comparando com o padrão da emissora. Nas imagens, José Aldo aparece como astro de um game antigo de lutas. O campeão dos penas é retratado vencendo o cinturão do UFC e batendo dois rivais imaginários. Surge então McGregor, e aí aparece o aviso de que esta disputa se resolve em julho.

A peça publicitária produzida pelo UFC é bem mais megalomaníaca. Dana White chegou a dizer que eles só conseguirão pagar tudo o que estão fazendo para promover o combate se chegarem a 1 milhão de pay per views vendidos nos Estados Unidos.

Como é a campanha: Las Vegas, à noite, uma tempestade se aproxima. As ruas e os cassinos estão completamente vazios. Aparece José Aldo vindo de um lado com uma imensa torcida brasileira, andando de um lado da Las Vegas Boulevard, principal avenida da cidade. Vem, na outra direção, Conor com sua legião de irlandeses. Quando eles se encontram, aparece o octógono com o ginásio lotado.

Aldo, invicto no UFC, faz mais uma defesa de cinturão dos penas contra o perigoso Conor McGregor no dia 11 de julho. O falastrão inrlandês tem cinco vitórias no UFC, sendo quatro por nocaute.

Como é comum, a Rede Globo deve transmitir o combate com ao menos 30 minutos de atraso, uma questão contratual que acontece em todos os eventos do UFC realizados no exterior.